Todos os jovens sonham em entrar para uma Universidade ao terminar o Ensino Médio. A familia acompanha o vestibular com ansiedade e mesmo que hoje em dia o ENEM tenha substituído o "velho" modelo, ao deparar com seu nome na lista de aprovados é indescritível!
Eu passei pelo modelo antigo, isto é, a primeira prova era de múltipla escolha; a segunda a redação e a terceira com dez questões específicas do Curso escolhido. No caso da História as perguntas eram cinco referentes a História e cinco de Geografia. Ao terminar eu tinha certeza que uma vaga era minha!.
Meus pais não tinham condições de pagar um cursinho, que nos anos 80 eram poucos, e aproveitei todo o conhecimento do Curso de Secretariado na Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Sem contar que estudar na UFMT era o sonho de todos os jovens cuiabanos ou não.
Em 10 de março de 1985 cheguei na UFMT para cursar História e quatro anos depois lá estava eu junto com os colegas que se tornaram meus Amigos para sempre. Nós enfrentamos greves; tinhamos excelentes professores e alguns não tão bons; fizemos e participamos de tudo que a vida universitária nos proporciona. Ainda vou escrever sobre alguns de nossos bons momentos...
Esta foto representa nosso sonho de juventude : a conclusão do Curso Superior. No caso, Bacharelado e Licenciados em História pela UFMT. Aqui estamos reunidos,dia 14 de janeiro de 1989, os sete grandes Amigos e a nossa Madrinha de turma Profª Drª Lucia Helena Gaetta; de vestido florido.
No dia 13 de janeiro de 1989, foi realizado um culto ecumênico na quadra de esportes e depois nos encaminhamos para o saguão do CLCH. Numa das paredes estava coberta por um pano, uma placa com os 13 nomes dos formandos que aceitaram ter o nome na mesma. Para a maioria dos alunos da História, placa era "coisa de burguês" e por isso nossa placa só tinha 13 nomes.
Aquela seria mais uma placa nos corredores da UFMT, não fosse pelos 13 nomes, da 1ª Turma de Bacharelados da 13ª Turma de História, formados no dia 13 de janeiro. O significado do número somente o tempo diria!
Por ser a líder "espiritual" da turma, fui escolhida para o discurso de improviso; logicamente que falei de forma emocionante... Hoje já não me lembro quais foram as palavras, mas todos ficaram com lágrimas nos olhos.
Na noite de 14 de janeiro estavámos reunidos na quadra de esportes, todos os alunos dos mais de 40 cursos, exceto, direito e medicina que nunca se misturam com os mais "pobres". Eles que representavam a elite estudantil, até hoje são consagrados em locais diferentes da quente e desconfortável quadra de esportes.
A turma da "elite" não imagina como é divertido a Colação de Grau dos mais "pobres". Lá também tem os ensaios de entrada, juramento e a demora é ígual; eles mandam a gente chegar cedo para entrar na quadra lá pelas 20:00 horas. A múscia, não me lembro qual, os lugares para sentarmos nas arquibancadas, tudo conforme ensaio.
No nosso caso, combinamos depois do juramento jogar confetes e serpentinas para o alto; nosso Curso não tinha capelo. A turma apreciadora da cerveja gelada, recebia de alguém da platéia; as conversas rolaram o tempo todo. Ninguém ouviu absolutamente nada dos discursos proferidos pelas autoridades presentes.
Depois do juramento, a saida tumultuada; as fotos com a família, amigos, namorados... Estávamos finalmente formados, mas e agora? A maioria de nós já tinha um trabalho na educação, empresa, comércio, etc.; portanto, essa preocupação era só um detalhe. Eu pensava nos amigos, aventuras, conhecimentos, como seria nossa vida depois de todos aqueles anos? Feliz por um lado e triste por outro, pois os melhores anos de minha vida chegavam ao fim!.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Praça de S. Pedro em Roma
Projetada por Bernini, no século XVII, a Praça de São Pedro,
que integra as grandes manifestações arquitetônicas do cristianismo no
pequeno Estado do Vaticano, é baseada no estilo clássico recebendo
influências também do barroco.
Seu estilo clássico é representado pela coluna dórica que adorna a entrada para a Basílica de São Pedro envolvida por uma grande área oval. O estilo barroco está representando, por sua vez, no próprio espaço oval característico da praça, um reflexo da Contra-Reforma.
O centro da Praça de São Pedro apresenta um obelisco do Antigo Egito com mais de 40 metros de altura e com uma cruz no topo.
É um monumento datada do século I e que foi levado à Roma pelo imperador Calígula. Evidentemente, não havia praça naquela época, o monumento foi colocado no local atual por ordem do papa Sisto V, em 1585, que teria colocado ainda alguns pedaços da cruz original de Jesus Cristo no obelisco.
Praça de São Pedro é um dos grandes símbolos do cristianismo no mundo, não só por representar a sede papal, mas por sua beleza e por seu impacto arquitetônico.
Nessa praça são realizadas as principais celebrações católicas para os fieis, como as missas mais importantes do ano. É através do balcão que está de frente para a praça que o papa se comunica com o mundo.
Seu estilo clássico é representado pela coluna dórica que adorna a entrada para a Basílica de São Pedro envolvida por uma grande área oval. O estilo barroco está representando, por sua vez, no próprio espaço oval característico da praça, um reflexo da Contra-Reforma.
O centro da Praça de São Pedro apresenta um obelisco do Antigo Egito com mais de 40 metros de altura e com uma cruz no topo.
É um monumento datada do século I e que foi levado à Roma pelo imperador Calígula. Evidentemente, não havia praça naquela época, o monumento foi colocado no local atual por ordem do papa Sisto V, em 1585, que teria colocado ainda alguns pedaços da cruz original de Jesus Cristo no obelisco.
Praça de São Pedro é um dos grandes símbolos do cristianismo no mundo, não só por representar a sede papal, mas por sua beleza e por seu impacto arquitetônico.
Nessa praça são realizadas as principais celebrações católicas para os fieis, como as missas mais importantes do ano. É através do balcão que está de frente para a praça que o papa se comunica com o mundo.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Praia de Copacabana
Eu adoro Cuiabá, a cidade onde nasci. entretanto, se algum dia me mudar daqui irei para o Rio de Janeiro. Não vou pelas praias, mas pela História que a cidade respira e inspira. A natureza exuberante e o mar é um eterno convite a reflexões.
Na foto acima, estou abraçada a estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade em plena praia de Copacabana.O sol do meio-dia deixa o banco quente, mas não resiste e me aconcheguei ao cara.
A Praia de Copacabana localiza-se no bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerada uma das praias mais famosas do mundo, é carinhosamente apelidada pela população de "Princesinha do Mar".
No século XVII, com a inauguração de uma ermida em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, num rochedo no final da praia, o nome da praia e da região foi trocado para "Copacabana".
O desenho em curvas de sua calçada em padrão mar largo, simulando as ondas do mar, é conhecido no mundo todo. Foi, originalmente, concebido no século XIX, nas calçadas da Praça de Dom Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio, em Lisboa, em Portugal, para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico, e implantado em 1901 no Largo de São Sebastião, em Manaus, pelos calçadeiros portugueses, em comemoração à Abertura dos Portos do Rio Amazonas (embora esta calçada já estivesse planejada desde a década de 1880, quando o Teatro Amazonas, concluído em 1896, começou a ser pensado).
Inicialmente foram confeccionadas com pedras pretas (de basalto) e brancas (de calcita). Como as pedras vieram, inicialmente, das cercanias de Lisboa, elas receberam o nome popular de "pedras portuguesas", denominação que se mantém até hoje, apesar de elas já serem extraídas no próprio Brasil, atualmente.
Em 5 de julho de 1922, a calçada da Praia de Copacabana foi palco de um evento marcante da história do país: a marcha dos dezoito revoltosos do Forte de Copacabana, que percorreram toda a extensão da praia desde o Forte de Copacabana até o Forte do Leme, para enfrentar as forças legalistas, no episódio que ficou conhecido como a Revolta do Forte de Copacabana.
Eu não podia deixar de vsitar o famoso Forte e fui com os colegas do Liceu Cuiabano para conhecê-lo.A arquitetura é magnifíca, sem contar que hoje o forte é um museu. Nós presenciamos até a troca da guarda que por sinal é bastante emocionante.
Na ala reservada a história do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, fui clicada e a partir daqui nada mais de fotos. A visita é uma verdadeira aula de história sobre o Brasil Republicano.
Na foto acima, estou abraçada a estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade em plena praia de Copacabana.O sol do meio-dia deixa o banco quente, mas não resiste e me aconcheguei ao cara.
A Praia de Copacabana localiza-se no bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerada uma das praias mais famosas do mundo, é carinhosamente apelidada pela população de "Princesinha do Mar".
No século XVII, com a inauguração de uma ermida em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, num rochedo no final da praia, o nome da praia e da região foi trocado para "Copacabana".
O desenho em curvas de sua calçada em padrão mar largo, simulando as ondas do mar, é conhecido no mundo todo. Foi, originalmente, concebido no século XIX, nas calçadas da Praça de Dom Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio, em Lisboa, em Portugal, para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico, e implantado em 1901 no Largo de São Sebastião, em Manaus, pelos calçadeiros portugueses, em comemoração à Abertura dos Portos do Rio Amazonas (embora esta calçada já estivesse planejada desde a década de 1880, quando o Teatro Amazonas, concluído em 1896, começou a ser pensado).
Inicialmente foram confeccionadas com pedras pretas (de basalto) e brancas (de calcita). Como as pedras vieram, inicialmente, das cercanias de Lisboa, elas receberam o nome popular de "pedras portuguesas", denominação que se mantém até hoje, apesar de elas já serem extraídas no próprio Brasil, atualmente.
Em 5 de julho de 1922, a calçada da Praia de Copacabana foi palco de um evento marcante da história do país: a marcha dos dezoito revoltosos do Forte de Copacabana, que percorreram toda a extensão da praia desde o Forte de Copacabana até o Forte do Leme, para enfrentar as forças legalistas, no episódio que ficou conhecido como a Revolta do Forte de Copacabana.
Eu não podia deixar de vsitar o famoso Forte e fui com os colegas do Liceu Cuiabano para conhecê-lo.A arquitetura é magnifíca, sem contar que hoje o forte é um museu. Nós presenciamos até a troca da guarda que por sinal é bastante emocionante.
Na ala reservada a história do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, fui clicada e a partir daqui nada mais de fotos. A visita é uma verdadeira aula de história sobre o Brasil Republicano.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Praça Paris no Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro é realmente uma cidade maravilhosa e acredito que Deus estava de "bom Humor" quando moldou a natureza ali! Os monumentos históricos são incomparáveis e as praças, passeios são uma deleite para os olhos e a mente.
A Praça Paris é um logradouro do bairro da Glória, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.
Foi construída em 1926 com projeto do urbanista francês Alfred Agache, durante a gestão do prefeito Antônio Prado Júnior.
Esse projeto reproduzia o traçado e a elegância de um jardim parisiense, abrigando em seus espaços grande número de amendoeiras de grande porte. O local abriga esculturas e monumentos como bustos, estátuas em mármores e um chafariz instalado em um lago de 1.600m².
As galerias da Praça Paris têm traçado geométrico e o local tem ornamentos reproduzidos dos originais no jardim do Palácio de Versalhes, como os golfinhos do chafariz e as esculturas em mármore carrara que representam as estações do ano.
A praça foi restaurada e reinaugurada em 1992, quando foi cercada por grades, visando à sua preservação.
A praça foi erguida sobre um aterro. Em princípio, ia das avenidas Rio Branco e Beira Mar até a rua da Glória. Posteriormente, foi encurtada para dar lugar à praça Marechal Deodoro da Fonseca. A praça foi concebida como uma joia da belle époque, construída quando era prefeito do Distrito Federal Antônio Prado Júnior, entre 1926 e 1930.
Na época da construção do metrô, a praça foi completamente destruída, mas foi refeita a partir de 1992. É um local muito procurado por desportistas e caminhantes. Favorece o treinamento de corrida devido ao piso de terra batida.
Para quem nunca esteve numa praça em Paris a sensação é de ter cochilado no Rio e acordado em Paris
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Memorial da América Latina em S.Paulo

O Memorial da América Latina é um centro cultural, político e de lazer, inaugurado em 18 de março 18 de março de 1989 na cidade de S. Paulo.
O conjunto arquitetônico, projetado por Oscar Niemeyer, é um monumento à integração cultural, política, econômica e social da América Latina, situado em um terreno de 84.482 metros quadrados no bairro da Barra Funda.
Seu projeto cultural foi desenvolvido pelo antropólogo Darcy Ribeiro. É uma fundação de direito público estadual, com autonomia financeira e administrativa, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura.
O complexo é constituído por vários edifícios dispostos ao longo de duas áreas unidas por uma passarela, que somam ao todo 25.210 metros quadrados de área construída: o Salão de Atos, a Biblioteca Latino-Americana, o Centro de Estudos, a Galeria Marta Traba, o Pavilhão da Criatividade, o Auditório Simón Bolívar, o Anexo dos Congressistas e o edifício do Parlamento Latino-Americano.
Na Praça Cívica, encontra-se a escultura em concreto, também de Niemeyer, representando uma mão aberta, em posição vertical, com o mapa da América Latina pintado em vermelho na palma.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Escola Técnica - Qualidade a Toda Prova
A minha vida estudantil foi bastante interessante não só no Liceu Cuiabano, Escola Técnica e UFMT.
As famílias que não tinham muitas posses para matricular os filhos no Salesiano S. Gonçalo e Coração de Jesus íam para a Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Eu já sabia que iria para lá desde quando estudava no Liceu; primeiro por ser gratuíto e segundo por morar perto dela.
Meu pai havia estudado lá quando era Escola Artífice e o sonho dela era de alguma das três filhas fossem para lá e cursassem na UFMT posteriormente engenharia civil. E para decepção dele, todas nos tornamos professoras.
O IFMT - Campus Cuiabá - Cel. Octayde Jorge da Silva foi fundado em 23 de setembro de 1909, através do decreto n.º 7.566, de 23/09/1909, de autoria do Presidente da República Nilo Peçanha.
Inaugurado em 1° de janeiro de 1910 como Escola de Aprendizes Artífices de Mato Grosso (EAAMT), tinha como objetivo munir o aluno de uma arte que o habilitasse a exercer uma profissão e a se manter como artífice. Está no mesmo lugar desde então.
Em 1930, a EAAMT vinculou-se ao Ministério da Educação e Saúde Pública e, em 13 de janeiro de 1937, através da Lei nº 378, as Escolas de Aprendizes Artífices receberam a denominação de Liceus Industriais.
No entanto, somente em cinco de setembro de 1941, via Circular nº 1.971, a EAAMT assumiu oficialmente a denominação de Liceu Industrial de Mato Grosso (LIMT).
A partir da década de 1940, o ensino nacional passou por uma reforma denominada Reforma Capanema. Por meio dela, o LIMT transformou-se em Escola Industrial de Cuiabá (EIC), em função do Decreto-Lei nº 4.127, de 25 de fevereiro de 1942. A escola passou, assim, a oferecer o ensino profissional com cursos industriais básicos e de mestria de alfaiataria, sapataria, artes do couro, marcenaria, serralharia, tipografia e encadernação.
Meu pai antes estudara no Salesiano S, Gonçalo e fora expulso por ter acertado um "direto" no queixo do padre professor e na Escola Artifice se recusava a aprender alfaiataria pois cortar pano era coisa de mulher.
Através da Lei nº 3.552, de 16 de fevereiro de 1959, a EIC adquiriu personalidade jurídica própria e autonomia didática, administrativa, técnica e financeira. Com a expedição da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, passou a oferecer o ensino profissional com cursos ginasiais industriais equiparados aos de 1º grau do ensino médio.
Em 20 de agosto de 1965, transformou-se em Escola Industrial Federal de Mato Grosso (EIFMT), em função da Lei n.º 4.759. Três anos depois, a Portaria Ministerial n.º 331, de 17 de junho de 1968, alterou a lei anterior e a escola industrial passou a denominar-se Escola Técnica Federal de Mato Grosso (ETFMT).
Com a reforma do ensino de 1º e 2º graus (antigos ginasial e colegial), introduzida pela Lei 5.692, de 11 de agosto de 1971, a ETFMT acabou de vez com os antigos cursos ginasiais industriais (1° grau), e passou a oferecer o ensino técnico de 2º grau integrado ao propedêutico. Além disso, deixou de atender, especificamente, alunos do sexo masculino, com a aceitação de mulheres nos referidos cursos.
Quando eu cheguei lá no final da década de 70, o Curso de Secretariado era composto em sua maioria por mulheres e lembro que na minha sala havia somente um homem. Não precisa dizer que todas olhávamos com bastante interesse...
As famílias que não tinham muitas posses para matricular os filhos no Salesiano S. Gonçalo e Coração de Jesus íam para a Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Eu já sabia que iria para lá desde quando estudava no Liceu; primeiro por ser gratuíto e segundo por morar perto dela.
Meu pai havia estudado lá quando era Escola Artífice e o sonho dela era de alguma das três filhas fossem para lá e cursassem na UFMT posteriormente engenharia civil. E para decepção dele, todas nos tornamos professoras.
O IFMT - Campus Cuiabá - Cel. Octayde Jorge da Silva foi fundado em 23 de setembro de 1909, através do decreto n.º 7.566, de 23/09/1909, de autoria do Presidente da República Nilo Peçanha.
Inaugurado em 1° de janeiro de 1910 como Escola de Aprendizes Artífices de Mato Grosso (EAAMT), tinha como objetivo munir o aluno de uma arte que o habilitasse a exercer uma profissão e a se manter como artífice. Está no mesmo lugar desde então.
Em 1930, a EAAMT vinculou-se ao Ministério da Educação e Saúde Pública e, em 13 de janeiro de 1937, através da Lei nº 378, as Escolas de Aprendizes Artífices receberam a denominação de Liceus Industriais.
No entanto, somente em cinco de setembro de 1941, via Circular nº 1.971, a EAAMT assumiu oficialmente a denominação de Liceu Industrial de Mato Grosso (LIMT).
A partir da década de 1940, o ensino nacional passou por uma reforma denominada Reforma Capanema. Por meio dela, o LIMT transformou-se em Escola Industrial de Cuiabá (EIC), em função do Decreto-Lei nº 4.127, de 25 de fevereiro de 1942. A escola passou, assim, a oferecer o ensino profissional com cursos industriais básicos e de mestria de alfaiataria, sapataria, artes do couro, marcenaria, serralharia, tipografia e encadernação.
Meu pai antes estudara no Salesiano S, Gonçalo e fora expulso por ter acertado um "direto" no queixo do padre professor e na Escola Artifice se recusava a aprender alfaiataria pois cortar pano era coisa de mulher.
Através da Lei nº 3.552, de 16 de fevereiro de 1959, a EIC adquiriu personalidade jurídica própria e autonomia didática, administrativa, técnica e financeira. Com a expedição da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, passou a oferecer o ensino profissional com cursos ginasiais industriais equiparados aos de 1º grau do ensino médio.
Em 20 de agosto de 1965, transformou-se em Escola Industrial Federal de Mato Grosso (EIFMT), em função da Lei n.º 4.759. Três anos depois, a Portaria Ministerial n.º 331, de 17 de junho de 1968, alterou a lei anterior e a escola industrial passou a denominar-se Escola Técnica Federal de Mato Grosso (ETFMT).
Com a reforma do ensino de 1º e 2º graus (antigos ginasial e colegial), introduzida pela Lei 5.692, de 11 de agosto de 1971, a ETFMT acabou de vez com os antigos cursos ginasiais industriais (1° grau), e passou a oferecer o ensino técnico de 2º grau integrado ao propedêutico. Além disso, deixou de atender, especificamente, alunos do sexo masculino, com a aceitação de mulheres nos referidos cursos.
Quando eu cheguei lá no final da década de 70, o Curso de Secretariado era composto em sua maioria por mulheres e lembro que na minha sala havia somente um homem. Não precisa dizer que todas olhávamos com bastante interesse...
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Coisas do Ano Novo
A comemoração da passagem do Ano Velho para o Ano Novo vem acompanhado de muita comida, bebida e desejos de um futuro melhor. Além de superstições que raramente funcionam.
Quando eu era criança nunca entendi porque precisávamos esperar meia-noite para comer a ceia deliciosa, os adultos beber o champanhe, encher a boca de uvas, sementes de romã e depois ir se deitar. Pela manhã, você percebia que nada havia mudado.
O termo "Reveillon", que é a celebração do encerramento do ano atual e boas vindas ao novo ano, vem da palavra em francês "Réveiller" que significa "Despertar".
Como sempre gostei de história acabei descobrindo de onde vinha o desejo pelo "despertar" de um novo ano. A comemoração Ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C.
Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado).
Eu ouvia os adultos dizerem que iam passar o reveillon nos clubes, e um dia perguntei para minha tia porque não podia ir também e ela respondeu "depois que você completar 15 anos".
Enquanto o dia não chegava eu ouvia eles comentarem sobre a "noite branca" do Clube Esportivo D. Bosco. Somente os mais ricos frequentavam esse clube, é claro que a família de minha avó podia ir lá. Mas, minhas tias gostavam de ir no Clube Naútico. Não me lembro dos motivos dessa escolha.
Depois que completei 15 anos, em setembro, pude ir passar o reveillon num clube. Primeiro, todos jantamos e apreciamos os fogos e então fomos para a tal festa. Eu confesso que esperava outra coisa e não ficar dançando a madrugada toda ao som de samba.
Enquanto adolescente fui algumas vezes e depois na UFMT, junto com os amigos, curti festas muito interessantes ao lado daquele por quem meu coração ainda bate descompassado!.
Já passei o reveillon no Rio de Janeiro, na Bahia, em Camburiú. Estar na praia é muito divertido, mas não gosto de aglomerações e logo após os fogos estou pronta para voltar para "casa".
Hoje em dia não costumo ir a nenhuma festa de reveillon, entretanto, adoro preparar a mesa para a ceia e continuo detestando esperar meia-noite para saborear os pratos deliciosos que a mãe faz.
Quando eu era criança nunca entendi porque precisávamos esperar meia-noite para comer a ceia deliciosa, os adultos beber o champanhe, encher a boca de uvas, sementes de romã e depois ir se deitar. Pela manhã, você percebia que nada havia mudado.
O termo "Reveillon", que é a celebração do encerramento do ano atual e boas vindas ao novo ano, vem da palavra em francês "Réveiller" que significa "Despertar".
Como sempre gostei de história acabei descobrindo de onde vinha o desejo pelo "despertar" de um novo ano. A comemoração Ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C.
Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado).
Eu ouvia os adultos dizerem que iam passar o reveillon nos clubes, e um dia perguntei para minha tia porque não podia ir também e ela respondeu "depois que você completar 15 anos".
Enquanto o dia não chegava eu ouvia eles comentarem sobre a "noite branca" do Clube Esportivo D. Bosco. Somente os mais ricos frequentavam esse clube, é claro que a família de minha avó podia ir lá. Mas, minhas tias gostavam de ir no Clube Naútico. Não me lembro dos motivos dessa escolha.
Depois que completei 15 anos, em setembro, pude ir passar o reveillon num clube. Primeiro, todos jantamos e apreciamos os fogos e então fomos para a tal festa. Eu confesso que esperava outra coisa e não ficar dançando a madrugada toda ao som de samba.
Enquanto adolescente fui algumas vezes e depois na UFMT, junto com os amigos, curti festas muito interessantes ao lado daquele por quem meu coração ainda bate descompassado!.
Já passei o reveillon no Rio de Janeiro, na Bahia, em Camburiú. Estar na praia é muito divertido, mas não gosto de aglomerações e logo após os fogos estou pronta para voltar para "casa".
Hoje em dia não costumo ir a nenhuma festa de reveillon, entretanto, adoro preparar a mesa para a ceia e continuo detestando esperar meia-noite para saborear os pratos deliciosos que a mãe faz.
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