domingo, 11 de agosto de 2013

A Literatura que faz a minha Cabeça IX

Agora que vou ficar obrigatoriamente em casa, estamos em greve, vou aproveitar para ler mais um pouco.

1. Revistas Mundo Estranho

2. A Paz dura Pouco(Chinua Achebe)
3. O Mundo Mágico do Senhor dos Anéis(David Colbert)
4. O Silmarillion(J.R.R.Tolken)
5.  Warcraft - Marés da Guerra( Christie Golden)*
6. A Guerra dos Tronos (todos) George R. R. Martin
7. O Que toda mulher inteligente deve saber(Steven Carter e Julia Sokol)
8. A Ciência da Autorrealização
9. O Santo e a Porca(Ariano Suassuna)
10. Voltando a Nascer *
11. Herculanum(Conde J. W. Rochester)
12. Eu sou a Porta(Bhagwan Shree Rajneesh)
13. Segredos do I Ching(Joseph Murphy)
14. A Libertação dos Condicionamentos(Krishnamurti)
15. Sinal da Vitória(J. W. Rochester)

* Leituras em andamento

sábado, 10 de agosto de 2013

Bikini

Seu nome deriva do atol de Bikini, um atol do Pacífico onde se deu, em 5 de julho de  1946, uma explosão atômica experimental.  Assim, pretendia-se propor que a mulher de biquíni provocava, na época, o efeito de uma "bomba atômica".  Na  França, o termo é marca registrada.

Os mais antigos precursores dos biquínis de que se tem notícia foram mostrados num mosaico romano  do século IV em que várias mulheres, de saiote e bustiê exíguos, praticam esportes.

No início, as mulheres não estavam preparadas para usar peças de vestuário tão reduzidas, que mostravam o umbigo. Os biquínis foram, portanto, proibidas em vários países, incluindo Portugal.  No entanto, atrizes como Ava Gardner, Ursula Andress e Brigitte Bardot foram contra todos os preconceitos da época e aderiram ao biquíni, como instrumento de sedução em filmes  e em fotos.

O estilo da década era duas-peças, de tamanho grande e com as cavas da calça bem baixas. Foi considerado ousado, mas, hoje, é tido como um tamanho grande.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Autoritarismo na Rússia Atual

 "Em uma decisão vista como simbólica da falta de liberdade política na Rússia, a Justiça condenou ontem três integrantes do grupo punk Pussy Riot ("Revolta da Vagina", em inglês) a dois anos de prisão por "vandalismo motivado por ódio religioso".

Nadezhda Tolokonnikova, 22, Maria Alekhina, 24, e Yekaterina Samutsevich, 30, estavam presas desde março, após uma performance do grupo contra o então candidato à Presidência Vladimir Putin na Catedral do Cristo Salvador, em Moscou.

No altar da igreja que é um dos símbolos da Rússia pós-soviética, as jovens com os rostos cobertos por balaclavas cantaram, em fevereiro, a música de protesto "Virgem Maria, Livrai-nos do Putin".

A igreja ortodoxa russa é fiel aliada do governo, e a ação foi aberta pela Promotoria, ligada a Putin. "As ações das garotas foram um sacrilégio, uma blasfêmia e quebraram as regras da igreja", disse a juíza Marina Sirov.

 Presas num cubo de vidro, as jovens riram constantemente durante as três horas em que a juíza proferia o veredito. A acusação havia pedido três anos de sentença.

Os EUA pediram que a Rússia revisasse a sentença, e a União Europeia a qualificou como "desproporcional". A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, se disse "decepcionada".

Para o crítico de arte Andrei Erofeev, 56, o processo mostra uma mentalidade autoritária. "Na liderança do nosso país está um homem totalmente soviético, com uma mentalidade soviética e costumes soviéticos, que não conseguiu mudar", afirmou. " (Folha de S.Paulo - 18/8/2012)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Deusa Ártemis

 
Ártemis, deusa grega, ou Diana, como era conhecida entre os romanos, divindade responsável pelas atividades da caça, é representada como uma imagem lunar arisca e selvagem, constantemente seguida de perto por feras selvagens, especialmente por cães ou leões. Ela traz sempre consigo, no abrigo de suas mãos, um arco dourado, nos ombros um coldre de setas, e pode ser vista trajando uma túnica de tamanho curto.

 Dizem que quando ela ainda era uma criança, Zeus a questionou sobre seu maior desejo para seu aniversário, e ela lhe pediu, sem hesitar, que pudesse circular livremente pelas matas, ao lado dos animais ferozes, dispensada para sempre da obrigação de se casar. O pai imediatamente realizou seu sonho.

Esta deusa famosa dos gregos foi concebida por Zeus e Leto e era irmã gêmea de Apolo  – enquanto ele simbolizava a luz solar, ela representava a esfera lunar. Esta poderosa figura é sempre encontrada, em qualquer mito que seja, correndo por bosques, florestas e matas, livre como um pássaro, ensaiando suas coreografias e cantando ao lado das ninfas que lhe são muito próximas.

 Alguns pesquisadores acreditam que seu nascimento remonta às tribos da Anatólia, exímias caçadoras, consideradas berços das famosas amazonas. Outros crêem que ela descende da divindade Cibele, protetora da Natureza, cultuada na Ásia Menor, também representada como uma Rainha das Feras, rodeada por leões, veados, pássaros e outros exemplares da fauna.

Há estudos que situam Ártemis ao lado de outras potências lunares, tais como Hécate, também associada às esferas infernais, e Selene; as três compunham uma espécie de trindade da Lua. Os italianos a conhecem como Diviana, expressão que pode ser traduzida como Deusa, e pode ser facilmente ligada ao nome Diana.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O Papel da Mulher na Antiguidade



A princípio, possivelmente o cultivo da terra foi uma atividade praticada pelas mulheres, assim como a coleta de frutos e raízes comestíveis, de que se teria originado a agricultura, e talvez a domesticação dos animais. A caça era atividade masculina, tendo sido por muito tempo o principal meio de subsistência da comunidade. Porém, mesmo depois que a caça teve diminuída a sua importância econômica, em algumas comunidades esse fato não correspondeu ao seu declínio em prestígio social e político.

Na realidade, a contribuição da caça, atividade praticada pelos homens, era ocasional, enquanto que a coleta de frutos e raízes, atividade feminina, era muito mais regular. Já havia, portanto, na comunidade primitiva uma divisão natural de trabalho. As mulheres, tanto quanto os homens asseguravam o sustento do grupo, embora cuidassem também das tarefas domésticas.

No antigo lar comunista, que compreendia, numerosos casais, a divisão do lar, confiada `as mulheres era uma indústria tão necessária quanto a busca de víveres, de que ficavam encarregados os homens.

Na comunidade primitiva, as mulheres não viviam “fechadas dentro de casa”- na verdade não havia casas individuais para uma só família : os abrigos eram habitações coletivas. Os artesanatos neolíticos foram apresentados como indústrias domésticas.

Não obstante, não constituem tradições individuais, mas coletivas. A experiência e o conhecimento de todos os membros da comunidade são constantemente reunidos.(...).
Todas as mulheres da aldeia trabalham juntas, conversando e comparando seu trabalho: chegam a ajudar-se mutuamente. A ocupação é pública, mas as regras resultam da experiência comunal.

O trabalho era realizado coletivamente, tendo nele homens e mulheres uma mesma importância. A mulher não era apenas reprodutora, embora esse papel fosse importante e necessário para a própria sobrevivência da comunidade : assegurar o crescimento do grupo era uma necessidade objetiva da comunidade primitiva – donde as  práticas usuais da poligamia e da endogamia, dos casamentos entre parentes (permitidos a princípio), etc.

Não se deve, porém idealizar a época “primitiva”. Tais práticas não eram, propriamente, uma opção individual, mas o resultado das condições da forma de  organização econômica da sociedade, a fim de assegurar o crescimento numérico da espécie, principalmente com o início do pastoreio e da agricultura, que permitiram empregar o trabalho das crianças, ao contrário da caça, atividade de adultos. Ao mesmo tempo, o pastoreio e a agricultura, possibilitando fazer reservas, tornaram possível o aumento da população.

A importância da mulher deveu-se,  também, à sua condição de criadora, fixadora e transmissora de hábitos culturais, da experiência coletiva acumulada pelo grupo. Num certo sentido, pode-se dizer que a Revolução Neolítica – passagem à agricultura – foi obra das mulheres, assim como a domesticação dos animais (origem da pecuária), a fabricação da cerâmica, a fiação e a tecelagem (linho e algodão), a medicina caseira, etc.
Além disso, transmitiram esses conhecimentos às novas gerações, fixando e difundindo hábitos culturais.

Inicialmente, na comunidade primitiva, a mulher ocupava uma posição de igualdade e mesmo de superioridade em relação ao homem. Devido aos casamentos múltiplos, a linha de parentesco era dada pela mãe, isto é, a descendência se contava em  linha feminina – é o direito materno ( matriarcado). Quando, mais tarde, correspondendo ao aparecimento da propriedade privada dos rebanhos e, depois da terra, o direito materno foi derrubado, a linha de descendência passou a se fazer pelo pai, a fim de garantir o direito dos filhos à herança (patriarcado). Começou-se, então, a exigir da mulher a virgindade, antes do casamento, e a fidelidade conjugal, depois dele. Para assegurar a fidelidade da mulher e, por conseguinte, a paternidade dos filhos, aquela é entregue, sem reservas, ao poder do homem : quando este a mata, não faz mais do que exercer o seu direito.

A monogamia foi a condição imposta, principalmente à mulher, para garantir ao homem a certeza da paternidade e legitimar os filhos com o direito à herança (partilha dos bens após a morte do pai)

O rompimento dos laços conjugais – o divórcio - , que antes podia ser feito por qualquer um dos cônjuges (homem ou mulher), em algumas sociedades passou a ser privilégio do homem. Idealizou-se o papel biológico feminino : a maternidade foi santificada.
Tais modificações ocorriam ao nível jurídico- político e ideológico da sociedade, porquanto o papel econômico da mulher continuava tão importante quanto o do homem, por exemplo na agricultura, base da maior parte das sociedades antigas.

A opressão da mulher não foi produto da mente “má” dos homens individualmente, mas uma  exigência objetiva da propriedade privada dos meios de produção, quando a mulher também se tornou um objeto do homem – tal qual a terra, o gado, os escravos, etc.”

Aquino, Rubim S. Leão de. História das Sociedade : das comunidades primitivas às    sociedades medievais, RJ.,Livro Técnico.

















sábado, 3 de agosto de 2013

Uma descoberta e Tanto...

 "Um filhote de mamute congelado de 39 mil anos foi apresentado nesta terça-feira (9) em Yokohama, cidade japonesa ao lado de Tóquio.

Trata-se de uma fêmea de mamute lanoso, que foi batizada de Yuka.

Ela foi encontrada na Sibéria em bom estado de preservação e ficará exposta no Japão de 13 de julho a 16 de setembro.

Os mamutes apareceram na África há três ou quatro milhões de anos, dois milhões de anos atrás emigraram para Europa e Ásia e chegaram à América do Norte há 500 mil anos, passando pelo Estreito de Bering.

Para a ciência continua sendo uma incógnita a causa de seu desaparecimento, que começou há 11 mil anos, quando a população destes animais começou a diminuir até a total extinção dos últimos exemplares siberianos há 3,6 mil anos.

A maioria dos especialistas estima que os mamutes foram extintos devido a uma brusca mudança das temperaturas na Terra, embora há também quem atribua seu desaparecimento ao ataque de caçadores ou a uma grande epidemia." (G1 - Noticias)

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dia Mundial da Amamentação

 "A data foi criada a fim de promover o exercício da amamentação natural, com o objetivo de combater a desnutrição infantil, além de possibilitar a criação de bancos de leite para crianças que não têm condições de serem amamentadas por suas mães.

O leite é um dos principais alimentos para nutrir o organismo humano e por isso, toda criança, ao nascer, deve ser amamentada.

Além dos laços afetivos com a mãe, a amamentação é necessária, pois é a forma da criança receber cálcio, fósforo e ferro, além de outros nutrientes importantes para que tenha um crescimento saudável, como as vitaminas. Garante a boa formação óssea, que vai do nascimento até os trinta e cinco anos de idade.

Os bebês devem ser amamentados até por volta dos dois anos de idade, para garantir sua saúde e imunizar contra doenças respiratórias e diarreicas, além das doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose.

Já se comprovou, cientificamente, que crianças que são amamentadas por suas mães, têm um desenvolvimento melhor, além do nível de inteligência ficar mais elevado. Isso em razão das trocas afetivas que acontecem durante o ato de amamentar.

A UNICEF e a OMS se uniram em campanha, recomendando às mães que o sucesso para que as mesmas consigam amamentar exclusivamente, até os seis meses de vida da criança, é iniciar o processo de amamentação logo em seguida ao parto; não oferecer outro tipo de alimento para o bebê como água e chás; que o peito seja oferecido todas as vezes que a criança quiser, chorar ou manifestar fome; e não fazer o uso de chupetas e mamadeiras, para não acostumar a criança a uma forma mais fácil de sucção
 
No Brasil, o aleitamento materno é levado muito a sério, possuindo a maior e melhor organização de bancos de leite do mundo, existem 163 unidades espalhadas por todo o território nacional." Equipe Brasil Escola