domingo, 27 de setembro de 2015

Jensen Ackles e Misha Collins - Diretores em Supernatural

Minha Série favorita sempre nos surpreende com novidades incríveis...

"Apesar de Jensen estar acostumado a estar em frente às câmaras da série Supernatural, sempre teve um interesse especial pelo trabalho feito por detrás delas, provavelmente resultante da sua experiência anterior.

O falecido diretor de Supernatural Kim Manners foi o primeiro a falar do assunto. Durante as filmagens da 1ª temporada, o diretor veterano afirmou que Jensen iria ter um futuro como diretor na série Supernatural mas Jensen nunca acreditou realmente ser possível.

Cinco anos depois, em 2010, a crença de Manners tornou-se realidade, Jensen teve a primeira oportunidade de dirigir um dos episódios de Supernatural, o que viria a ser o 4ºepisódio da 6ªtemporada - Weekend at Bobby 's. Nos anos seguintes foi a vez do episódio 7x3 - The Girl Next Door; 8x3 - Heartache; 10x3 - Soul Survivor e da 11x3 - ainda sem nome definido."
"Misha Collins se sentou pela primeira vez na cadeira de diretor em Supernatural e o episódio 9x17 “Mother’s Little Helper” revelou ainda mais sobre a história dos Homens das Letras, e também forneceu algumas informações sobre Abbadon, a atual inimiga dos Winchester. 

Como essa coisa de dirigir surgiu? Você estava esperando por isso? Ou eles atenderam seus pedidos intermináveis?

Eu não gostei da sua hipótese de como a ideia surgiu. Obviamente, eles estavam no meu pé, me implorando para dirigir, e eu finalmente cedi. [risos] Não, no calor do momento, foi incluído no meu contrato da 8ª Temporada – que eu dirigiria um episódio na 9ª Temporada. 

Foi coisa de último minuto, e [o produtor executivo] Bob Singer estava tipo “Sim, isso soa ótimo.” Acho que ele disse algo no sentido de “Garoto, você é esperto, você deve ser capaz de aguentar.” Rapaz, ele estava enganado.

É uma daquelas coisas que atores que estiveram em shows de TV por um tempo têm a oportunidade de fazer. E eu acho que é muita sorte quando os atores agarram aquela oportunidade. Quando a oportunidade surgiu para mim, eu agarrei-a, porque eu quis dirigir por muito tempo."

E os gatinhos Jared e Jensen aprontaram com o colega diretor "

No começo do mês de fevereiro de 2014, Misha Collins (Castiel) estreou seu trabalho como diretor do 17º episódio desta nona temporada de Supernatural e, como não podia deixar de ser, foi “batizado” pelos colegas de elenco. Ele ganhou uma bela torta na cara, cortesia de Jared Padalecki (Sam). E, se você achava que a história acabava por aí, está mais do que enganado.
 
Agora, foi a vez de Jensen Ackles (Dean) aproveitar a oportunidade (junto com boa parte da equipe) para jogar comida no rosto do novo chefe, o que nos leva a mais um vídeo hilário direto dos bastidores da série."
 

sábado, 26 de setembro de 2015

30 Anos de Rock in Rio

O maior festival de Rock brasileiro completa 30 anos e de 18 a 27 de setembro de 2015 o Brasil só respira e fala em Rock... Em 1985, como todo jovem eu quis estar lá, entretanto, para meus pais "era perigoso" em todos os sentidos. E como eu nunca fui curtir o bom e velho Rock,  em 2014, paguei para meu sobrinho André para me representar lá...

 "Backstage – Como surgiu a ideia de criar o Rock in Rio? Roberto Medina – Foi em 1984. Eu estava insatisfeito com o meu trabalho na época, na área de comunicação e marketing, queria fazer algo novo e diferente. A ditadura estava acabando e eu queria mostrar a cara do Brasil para o mundo. Meu objetivo era fazer algo ligado à juventude.

 Desde o início o objetivo era fazer um evento tão grande?
Na verdade, não. Um dos motivos de o Rock in Rio ter se tornado um evento deste porte foram as dificuldades que eu enfrentei.

 Você já conhecia o mercado musical?
Conhecia pouco. Mas não me assustava, porque acredito que grandes quebras de paradigmas vêm sem conhecimento. Tudo foi surpresa para mim, eu não sabia a posição que o Brasil estava em relação ao mundo. Trazer para o país qualquer banda internacional, na época, custava mais do que o dobro do que levá-la a qualquer outra parte do mundo. Não tínhamos a estrutura lá de fora. Além disso, o ingresso custava pouco e conseguir patrocinador para um evento musical era muito difícil. Tentei de todas as formas, durante 70 dias, e não consegui nada.

 Como estes problemas iniciais foram solucionados?
Cinco anos antes de ter a ideia do que seria o Rock in Rio, eu trouxe o Frank Sinatra para fazer um show aqui no Rio e ele foi a minha salvação. Pedi a ele que convocasse uma coletiva de imprensa para divulgar o festival. E funcionou, a coletiva foi um sucesso. No dia seguinte, diversos jornais nacionais e internacionais estavam divulgando o Rock in Rio.

 Depois de chamar a atenção da imprensa, qual foi o desafio seguinte?
Precisávamos atrair o público. Para a conta fechar, para termos lucro, era preciso juntar mais de um milhão de pessoas. E eu acreditava que isso era possível. Mas, como fazer isso com um evento totalmente novo e nunca visto antes no Brasil? Foi aí que surgiu a ideia de fazer dias temáticos, além de criar muitas atrações para que famílias inteiras pudessem comparecem ao Rock in Rio. Criamos dias tematizados, o dia do rock, do pop, do heavy metal, do jazz, do blues, para atrair o maior número de pessoas possível. E conseguimos, foi um festival incrível, com 1,3 milhão de pessoas. Super improvisado, mas exatamente como eu havia sonhado.

 O que representou para você fazer o Rock in Rio 1?
Para mim, o Rock in Rio 1 foi um marco de estrutura de show e de música no Brasil. Foi a consolidação de uma marca, que hoje ocupa uma posição de destaque no mundo. O Rock in Rio hoje é 'top of mind' em várias partes do mundo. Na Espanha, por exemplo, sua importância chega a ser comparada à da Fórmula 1.

 O que mudou da primeira edição para o Rock in Rio para a atual?
O primeiro já foi muito superior em relação ao que existia na época, tanto no mercado americano quanto no europeu. Eu não vejo mudança clara, o que aconteceu foi o acréscimo da tecnologia. Antes, não tínhamos fax, e-mail, celular, o que facilita muito nosso trabalho hoje em dia. É claro que as estruturas de áudio, iluminação, o palco, em geral, sofreram melhorias, mas o modelo é o mesmo. O evento foi sendo aprimorado. Agora, o Rock in Rio é um festival muito mais planejado, mas a alma é a mesma de 1985.

Rock in Rio 2013  


Quais são as diferenças entre as edições internacionais e as nacionais?
A grande diferença é que aqui no Rio todos os dias estarão lotados e não é simplesmente uma apresentação, é uma festa, as pessoas vão para se divertir. É uma relação social. O público brasileiro não tem igual no mundo. Ele dá mais feedback aos artistas e, por isso, eles gostam mais de tocar aqui do que em qualquer lugar do mundo. Mas fazer o evento aqui traz uma responsabilidade muito maior. Fico muito mais feliz em fazer o Rock in Rio no Rio do que em qualquer outro lugar. O orgulho é muito maior. Aqui, eu tento fazer mais, muito mais. E eu vou fazer melhor."(backstage.com.br)

Rock in Rio 2013  

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Josh e Jennifer 5

Enquanto nosso casal favorito não decide nos brindar com a revelação de seu Amor, vamos relembrar algumas fotos que nos faz acreditar em Joshifer...
"Jennifer e Hutcherson são amigos confidentes na vida real, ambos nasceram e cresceram no estado de Kentucky e pergunto se é difícil ter que fazer cenas românticas com alguém tão próximo: "Acho que é muito fácil de uma forma geral afinal fico à vontade e confortável quando estou com ele. Então acho que fazendo as cenas de amor e carinho me sinto segura, pois nós dois realmente nos amamos, de uma outra forma, como amigos ou irmãos. Já beijei muitos atores que eu só conheci para fazer um trabalho, estranhamente é muito mais confortável beijar alguém que eu considero meu irmão".

"Irmãos" é o que os PRs querem nos fazer acreditar; amigos eles realmente são, mas AMANTES é o que vislumbrei desde as primeiras entrevistas...

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Descoberto um Túmulo em Pompeia

"Arqueólogos franceses descobriram recentemente um túmulo da época pré-romana em perfeito estado de conservação em Pompeia - anunciou nesta segunda-feira (21) o diretor do famoso sítio arqueológico italiano.

"Pompeia continua sendo uma fonte inesgotável de descobertas científicas", comemorou Massimo Osanna em comunicado.

A sepultura revelada pela equipe do Centro Jean Bérard data da época dos samnitas, no século IV antes de Cristo, e está na Porta de Herculano.

Ela continha uma série de vasos e ânforas em perfeito estado de conservação, e constitui um raro testemunho de práticas funerárias da época em Pompeia.

Esta descoberta permite "investigar sobre um período histórico pouco estudado até hoje em Pompeia", explicou Osanna, arqueólogo à frente do sítio arqueológico de Pompeia há dois anos - nomeado em meio à polêmica sobre as condições de manutenção do local.

"Estas buscas são uma prova de que Pompeia é uma cidade ainda viva que deve ser preservada, já que continua a revelar elementos de pesquisa", insistiu o diretor do local.

A antiga cidade romana, que ficou  parada no tempo ao ser coberta pelas cinzas do Vesúvio em 24 de agosto de 79, é o segundo ponto turístico mais visitado da Itália após o Coliseu, em Roma, com 2,7 milhões de visitantes em 2014.

Milhares de pessoas - arqueólogos, artesãos e especialistas - trabalham atualmente para continuar as escavações e restaurar o sítio."(G1-Globo.com)

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Dia da Árvore

Hoje, é o Dia da Árvore e geralmente chove, mas ultimamente no Centro-Oeste não tem chovido. Mas, as árvores do Cerrado estão sempre lindas mesmo sem uma gota d'água... Vamos aproveitar e apreciar nossas belas árvores.


domingo, 20 de setembro de 2015

A "Revolução" Farroupilha

 Hoje, os gaúchos comemoram a Guerra dos Farrapos que insistem em dizer que foi uma Revolução. E como já sabemos, o Brasil nunca teve uma Revolução nos moldes da Revolução Americana, Francesa, Russa, Chinesa, Cubana...

 "O 20 de Setembro é a data máxima para os gaúchos. Neste dia celebram-se os ideais da Revolução Farroupilha, que tinha como objetivo propor melhores condições econômicas ao Rio Grande do Sul.

As Causas

O estado do Rio Grande do Sul vivia basicamente da pecuária extensiva e da produção de charque, que era vendido para outras regiões do País. No início do século XIX, a taxação sobre o charque gaúcho tornava o produto pouco competitivo, e logo o charque proveniente do Uruguai e da Argentina passou a abastecer esta demanda.

Alguns estancieiros, em sua maioria militares, propuseram ao Império Brasileiro novas alíquotas para seu produto, a fim de retomar o mercado perdido para os vizinhos do Prata. A resposta não foi nada satisfatória. Indignados com o descaso da Corte e cansados de ser usados como escudo em várias guerras na região, os gaúchos pegaram em armas contra o Império.

A guerra

Em 20 de Setembro de 1835, tropas lideradas por Bento Gonçalves marcharam para Porto Alegre, tomando a capital gaúcha e dando início à guerra. O governador Fernandes Braga fugiu para a cidade portuária de Rio Grande, que tornou-se a principal base do Império no estado.

Em 11 de Setembro de 1836, após alguns sucessos militares, Antônio de Souza Netto proclama a República Rio-Grandense, indicando Bento Gonçalves como presidente. O líder farrapo, no entanto, mal toma posse e, na Batalha da Ilha do Fanfa sofre uma grande derrota e é levado preso para o Rio de Janeiro, e logo em seguida para o Forte do Mar, em Salvador, de onde fugiria espetacularmente.

A revolução se estendeu por dez anos e teve altos e baixos para os dois lados. Um dos pontos altos foi a tomada de Laguna, em Santa Catarina com a ajuda do italiano Giuseppe Garibaldi, em 1839. Finalmente os farroupilhas tinham um porto de mar. Ali foi fundada a República Juliana (15 de julho de 1839).

Após dez anos de batalhas, com Bento Gonçalves já afastado da liderança e com as tropas já muito desgastadas, os farrapos aceitam negociar a paz.  Em fevereiro do 1845 é então selada a paz em Poncho Verde, conduzida pelo general Luís Alves de Lima e Silva. Muitas das reivindicações dos gaúchos foram atendidas e a paz voltou a reinar no Brasil."(lproweb.procempa.com.br)

sábado, 19 de setembro de 2015

Filmes Polêmicos

"A recente superprodução ‘Noé’ foi proibida em países de maioria muçulmana, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Indonésia e Bahrein. Segundo autoridades, o filme faz uma representação errônea de um de seus profetas e é contra doutrinas e valores islâmicos.
Um dos mais famosos filmes sobre nazismo, ‘A Lista de Schindler’ foi proibido na Indonésia, já que o país considerou que a obra era a favor das causas judaicas.
Para manter sua população longe das influências cristãs, a China proibiu a exibição de um dos clássicos da filmografia mundial, 'Ben-Hur’. O governo temia a propagação do cristianismo e que isso fizesse o público aderir à religião.
A adaptação do livro de mesmo de Dan Brown, 'O Código Da Vinci’ causou muitas polêmicas antes mesmo de ser lançado. Não só o Vaticano, mas também países de maioria católica foram contra a exibição do filme, e as Ilhas Salomão foram além e proibiram a execução da obra. A alegação foi de que seu conteúdo contradiz a religião cristã.
Alegando que o filme era preconceituoso em relação ao país, o governo nigeriano baniu o filme 'Distrito 9’. Há uma controversa cena em que o personagem principal, Wikus, quer comprar armas de uma gangue nigeriana.
Um dos destaques da carreira de Stanley Kubrick, 'Laranja Mecânica’ também foi alvo de censura por sua violência e crueldade extremas. Irlanda, Malásia, Cingapura, Coreia do Sul e Brasil foram alguns dos países que proibiram sua exibição.

Com direção de Oliver Stone, 'Assassinos por Natureza’ foi proibido na Irlanda por excesso e glorificação da violência. E para evitar a censura nos Estados Unidos, diversas cenas foram refeitas ou cortadas."(yahoo.notícias)