Muitas pessoas atualmente gostam das músicas e dos bailes funk, e por incrível que pareça tem gente que pensa que ele é uma criação do carioca.
O funk surgiu nos Estados Unidos em 1969 e se espalhou pelo mundo. E como tudo que chega no Brasil sofre mudanças com o funk não foi diferente e hoje quando se fala em música e baile funk tem a conotação de violência, drogas e o sexo solto entre os frequentadores.
Eu particularmente não gosto desse ritmo carioca, mas respeito quem gosta. Entretanto, a origem americana tendo o magnifico James Brown como seu "padrinho" eu aprecio e muito.
"O funk é um gênero musical que, a partir da década de 1970, vem conquistando pessoas de todos os cantos do mundo. Surgiu de forma despretensiosa, mas já com um grande potencial. A palavra funk não tem uma tradução muito exata e depende da forma e da situação em que se aplica... Mas impreterivelmente, é considerado um estilo de muita atitude e que contagia muita gente.
Embora tenha surgido fora de nosso país, já percebeu como pode definir muito bem nossa identidade cultural? Esse foi apenas mais um estilo musical que sofreu grandes transformações ao chegar no país. Foi adaptado conforme a experiência de vida e a realidade da periferia brasileira.
1 - Funk Music
O primeiro a mencionar o tema "funky style", foi Horace Silver, um pianista norte americano, ainda na década de 1950. Embora as pessoas não tenham entendido muito bem o que ele queria dizer com aquilo, certamente estavam bem perto de descobrir. O gênero começou a se popularizar lá pela década de 1970 e 1980, trazendo combinações dançantes da música afro-americana, carregada de batidas.
Originalmente, o funk é definido como um tipo de música menos estilizada, com menos regras... Apenas traz consigo batidas que instigam a dança. Como bem definiu o memorável Prince: "Se você pode descrevê-lo, não é funk".
2 - Momentos de descoberta
Foi exatamente na década de 1970 que o funk explodiu na América. Justamente em um período onde a comunidade negra norte-americana passava por momentos de auto - descoberta, mudanças sociais e muita luta. O funk nasceu dali, em meio a essas comunidades e aos movimentos que já eram anteriormente difundidos pelos negros em todo o país. O estilo musical tomava conta das ruas, trazendo algo novo e que as pessoas ainda não haviam experimentado em tais proporções.
3 - Mistura de estilos musicais
Na época, estilos musicais como o jazz e a soul music já existiam e conquistavam pessoas por todos os cantos. Então, como uma versão mais sincopada desses estilos, os precursores do funk faziam uma mistura envolvente entre eles. Deixavam na melodia certas características marcantes de cada estilo, mas incrementavam com tudo aquilo que fazia as pessoas quererem deixar sua cadeira para dançar. Muitos grupos musicais começaram a optar por entrar de vez nesse movimento que estava fazendo a cabeça de muita gente. Um deles foi o Kool & the Gang, que chegou a incorporar também o rhythm and blues (R&B) em suas músicas.
4 - Motivo de orgulho
Como um movimento introduzido majoritariamente pela comunidade negra, esse sempre foi um motivo de grande orgulho. Muito mais do que um estilo musical divertido, futurista e extravagante, o funk surgiu como uma forma de reafirmar a importância da valorização aos negros, servindo ainda para celebrar o orgulho que cada um ali possuía de sua cor. Ainda foi o pontapé inicial para fornecer novos ideais, plataformas filosóficas e estilos de vida, fazendo com que os jovens negros norte-americanos tivessem orgulho da pessoa que eram.
5 - James Brown: um grande nome
Com certeza você já ouviu falar do músico. Ele, que é considerado como uma das figuras mais influentes na música no século 20, foi o grande responsável por levar o funk ao reconhecimento mundial. Já tinha trabalhos de muito prestígio com o soul, mas resolveu incrementar a música que fazia com toda essa mistura do novo gênero. Ainda decidiu acrescentar seu toque próprio à música: o swing, que é nada menos que um estilo de dança surgido no Harlem. Dessa forma, acabou fornecendo um modelo que formaria todo o subgênero do funk futuramente.
6 - Influenciando outros gêneros
Atualmente, o funk continua reafirmando o grau de sua importância em todo o mundo. É enxergado como uma grande herança cultural da música norte americana, tanto quanto o blues e o jazz propriamente dito. Todo o ritmo que carrega acabou reverberando na música popular ao longo dos anos. Se transformou em influência para uma série de outros gêneros musicais, sendo que um dos mais importantes é o hip-hop. É certo afirmar que se o funk nunca tivesse existido, o hip-hop também nunca teria chegado aos nossos ouvidos."(https://www.fatosdesconhecidos.com.br/)
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Carbono Alterado - Livro de Richard Morgan
Os livros que são transformados em filmes ou séries nem sempre são fiéis é por isso que recomendo a leitura antes de assistir.
O livro Carbono Alterado de Richard Morgan, foi transformado em série pela netflix e tem um ar cyberpunk, palavra originada a partir da cibernética, traz uma visão de universo underground da sociedade, ou seja, visão de contracultura, pois foge dos padrões impostos na intenção de obter novos espaços para expressão. É um gênero da ficção científica notado a partir de seu foco, baixo custo de vida e alta tecnologia. E para quem curte esse tipo de ficção eu recomendo esse livro.
Uma mistura violenta e frenética de William Gibson, cinema japonês, policial negro e Blade Runner.No século XXV é difícil morrer para sempre. Os humanos têm um stack implantado nos corpos onde a sua consciência é armazenada, podendo fazer download para um novo corpo sempre que necessário. Quando o multimilionário Laurens Bancroft contrata Takeshi Kovacs para descobrir quem assassinou o seu último corpo, o caso parece bicudo: a polícia diz que foi suicídio, Bancroft tem a certeza que não.
A consciência de Kovacs, cujo último corpo acabara de ter uma morte violenta, é inserida no corpo de um polícia para investigar o caso. E, para o resolver, Kovacs terá de destruir inimigos do passado e lidar com a atração por Kristin Ortega, a mulher que amava o corpo onde ele agora se encontra.
Num mundo onde a tecnologia oferece o que a religião apenas promete, onde os interrogatórios em realidade virtual significam que se pode ser torturado até à morte e depois recomeçar de novo, e onde existe um mercado negro de corpos, Kovacs sabe que a última bala que lhe desfez o peito é apenas o começo dos seus problemas…
O livro Carbono Alterado de Richard Morgan, foi transformado em série pela netflix e tem um ar cyberpunk, palavra originada a partir da cibernética, traz uma visão de universo underground da sociedade, ou seja, visão de contracultura, pois foge dos padrões impostos na intenção de obter novos espaços para expressão. É um gênero da ficção científica notado a partir de seu foco, baixo custo de vida e alta tecnologia. E para quem curte esse tipo de ficção eu recomendo esse livro.
Uma mistura violenta e frenética de William Gibson, cinema japonês, policial negro e Blade Runner.No século XXV é difícil morrer para sempre. Os humanos têm um stack implantado nos corpos onde a sua consciência é armazenada, podendo fazer download para um novo corpo sempre que necessário. Quando o multimilionário Laurens Bancroft contrata Takeshi Kovacs para descobrir quem assassinou o seu último corpo, o caso parece bicudo: a polícia diz que foi suicídio, Bancroft tem a certeza que não.
A consciência de Kovacs, cujo último corpo acabara de ter uma morte violenta, é inserida no corpo de um polícia para investigar o caso. E, para o resolver, Kovacs terá de destruir inimigos do passado e lidar com a atração por Kristin Ortega, a mulher que amava o corpo onde ele agora se encontra.
Num mundo onde a tecnologia oferece o que a religião apenas promete, onde os interrogatórios em realidade virtual significam que se pode ser torturado até à morte e depois recomeçar de novo, e onde existe um mercado negro de corpos, Kovacs sabe que a última bala que lhe desfez o peito é apenas o começo dos seus problemas…

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Descoberta Metropole Maia na Guatemala
As férias dos alunos estão quase no fim, então vamos retornar suavemente aos assuntos Históricos, final este espaço serve para aumentar os conhecimentos sobre tudo. E para nossa alegria a arqueologia nos apresenta novas e fascinantes descobertas sobre a América Latina.
"Usando uma tecnologia de mapeamento aéreo, uma equipe internacional de investigadores descobriu, debaixo das densas florestas da Guatemala, pelo menos 60 mil casas, prédios, pirâmides e outras construções da civilização maia até agora desconhecidas.
Anunciada esta quinta-feira, 1/2/2018, a descoberta está a ser considerada um marco na arqueologia maia. O achado inclui campos de agricultura de tamanho industrial e canais de irrigação, e sugere que ali viviam milhões de pessoas a mais do que se pensava.
A descoberta foi feita na região de El Peten, que faz fronteira com o México. Por trás do trabalho arqueológico, que se estendeu por dois anos, estiveram cientistas americanos, europeus e guatemaltecos.
“É uma revolução na arqueologia maia“, disse Macello Canuto, um dos arqueólogos que lidera a equipa. Segundo Canuto, o achado significa que os maias tinham uma população de 10 milhões de pessoas. “Isso é duas ou três vezes mais habitantes do que se pensava até agora.”
Os arqueólogos usaram uma técnica chamada “Lidar”, Light Detection and Ranging, uma espécie de scanner que, instalado numa aeronave, mapeou uma aérea superior a 2 mil quilômetros quadrados.
“Com o LIDAR, não é necessário cortar a mata para ver o que há por baixo“, explicou Canuto. De acordo com o investigador da Universidade de Tulane, a tecnologia permite descobrir em tempo relativamente curto o que demoraria décadas através das técnicas tradicionalmente usadas pelos arqueólogos.
Uma das revelações do estudo foi a descoberta de uma nova pirâmide de 30 metros, que antes tinha sido identificada como um morro natural, em Tikal, o principal sítio arqueológico guatemalteco. Também foi encontrado no local um sistema de fosso e muralha com 14 quilômetros.
As imagens revelam, sobretudo, que os maias alteraram a paisagem local de forma muito mais ampla do que se pensava até agora. Em algumas regiões, 95% da área era de terras cultiváveis.
“A agricultura era muito mais intensa e sustentável do que pensávamos, eles cultivavam cada canto de terra que tivessem”, diz Francisco Estrada-Belli, outro membro da equipa de arqueólogos. “Eles modificaram a paisagem de forma inimaginável.”
Segundo o investigador, os maias chegaram a drenar áreas pantanosas para usar na agricultura. O extenso sistema de muros, fortificações e canais de irrigação sugerem, além disso, uma força de trabalho altamente organizada.
A civilização maia teve o seu esplendor entre os anos 1.000 a.C. e 900 d.C., continuando a desenvolver-se durante até a chegada dos conquistadores espanhóis. Foi uma das mais avançadas da Mesoamérica devido à sua matemática e engenharia sofisticadas, que lhe permitiram espalhar-se na América Central e México.
A sua rica cultura, que incluía uma língua escrita, arquitetura, artes e astronomia, expandiu-se pelos territórios que atualmente abrangem a Guatemala, o México, El Salvador e Honduras. Os seus descendentes vivem na região até hoje.
As revelações do estudo, apoiado pela Fundação Patrimônio Cultural e Natural Maia, serão apresentadas num documentário será exibido nos EUA a 11 de fevereiro pelo canal de TV da National Geographic."(https://zap.aeiou.pt)
"Usando uma tecnologia de mapeamento aéreo, uma equipe internacional de investigadores descobriu, debaixo das densas florestas da Guatemala, pelo menos 60 mil casas, prédios, pirâmides e outras construções da civilização maia até agora desconhecidas.
Anunciada esta quinta-feira, 1/2/2018, a descoberta está a ser considerada um marco na arqueologia maia. O achado inclui campos de agricultura de tamanho industrial e canais de irrigação, e sugere que ali viviam milhões de pessoas a mais do que se pensava.
A descoberta foi feita na região de El Peten, que faz fronteira com o México. Por trás do trabalho arqueológico, que se estendeu por dois anos, estiveram cientistas americanos, europeus e guatemaltecos.
“É uma revolução na arqueologia maia“, disse Macello Canuto, um dos arqueólogos que lidera a equipa. Segundo Canuto, o achado significa que os maias tinham uma população de 10 milhões de pessoas. “Isso é duas ou três vezes mais habitantes do que se pensava até agora.”
Os arqueólogos usaram uma técnica chamada “Lidar”, Light Detection and Ranging, uma espécie de scanner que, instalado numa aeronave, mapeou uma aérea superior a 2 mil quilômetros quadrados.
“Com o LIDAR, não é necessário cortar a mata para ver o que há por baixo“, explicou Canuto. De acordo com o investigador da Universidade de Tulane, a tecnologia permite descobrir em tempo relativamente curto o que demoraria décadas através das técnicas tradicionalmente usadas pelos arqueólogos.
Uma das revelações do estudo foi a descoberta de uma nova pirâmide de 30 metros, que antes tinha sido identificada como um morro natural, em Tikal, o principal sítio arqueológico guatemalteco. Também foi encontrado no local um sistema de fosso e muralha com 14 quilômetros.
As imagens revelam, sobretudo, que os maias alteraram a paisagem local de forma muito mais ampla do que se pensava até agora. Em algumas regiões, 95% da área era de terras cultiváveis.
“A agricultura era muito mais intensa e sustentável do que pensávamos, eles cultivavam cada canto de terra que tivessem”, diz Francisco Estrada-Belli, outro membro da equipa de arqueólogos. “Eles modificaram a paisagem de forma inimaginável.”
Segundo o investigador, os maias chegaram a drenar áreas pantanosas para usar na agricultura. O extenso sistema de muros, fortificações e canais de irrigação sugerem, além disso, uma força de trabalho altamente organizada.
A civilização maia teve o seu esplendor entre os anos 1.000 a.C. e 900 d.C., continuando a desenvolver-se durante até a chegada dos conquistadores espanhóis. Foi uma das mais avançadas da Mesoamérica devido à sua matemática e engenharia sofisticadas, que lhe permitiram espalhar-se na América Central e México.
A sua rica cultura, que incluía uma língua escrita, arquitetura, artes e astronomia, expandiu-se pelos territórios que atualmente abrangem a Guatemala, o México, El Salvador e Honduras. Os seus descendentes vivem na região até hoje.
As revelações do estudo, apoiado pela Fundação Patrimônio Cultural e Natural Maia, serão apresentadas num documentário será exibido nos EUA a 11 de fevereiro pelo canal de TV da National Geographic."(https://zap.aeiou.pt)
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Mais um Fenômeno da Noruega: Aurora
O sol está tímido e entre nuvens de chuva; um vento delicioso e os pássaros como sempre nos alegrando com seu mais belo canto. E pelo jeito ainda vai chover muito até o início do Outono em março e os dias chuvosos e quentes serão uma constante.
Ontem eu ouvi a música de abertura da novela "Deus Salve o Rei" e fiquei encantada com a voz melodiosa que entoa uma música medieval.
Lembrando que as novelas de época da globo são maravilhosas e até aprovamos algumas licenças poéticas, mas na verdadeira Idade Média Europeia, séc. IV-XV, era o Mundo dos Homens e as mulheres camponesas nunca "percorriam" a rígida estratificação social. E sim ,existia algumas mulheres da nobreza com força para governar um reino, mas eram pouquíssimas, já as intrigas, traições isso era mais comum do que se imagina; e nunca existiu uma academia militar ou um exército organizado, isso irá acontecer somente quando surgir o Estado Nacional no séc. XV.
Outra licença poética que as pessoas podem pensar ser real, muitos desconhecem a História e acreditam em tudo que assistem, é a questão das armas; somente os nobres podiam usar armas como espadas, lanças, massas, bestas e montar à cavalo. E o pior da licença é colocar uma mulher na "academia militar".
Ah! mas a Arya de Game of Thrones sabe usar uma espada e luta, outra licença poética criada pelo escritor apaixonado por Idade Média George R.R. Martim. No momento em que o empoderamento feminino é importante essa "ousadia" pode até parecer legal, mas não era existente na Idade Média e o Brasil "nasceu" na Idade Moderna ou seja, séc. XV. Não sou contra as licenças poéticas, entretanto, é importante saber o que é História é o que ficção.
Bem voltando a música, resolvi saber quem era a cantora e não me surpreendi ao saber que ela se chama Aurora e é da Noruega. Afinal, quem melhor do que uma descendente de vikings para cantar com tanta paixão e emoção?! A jovem Aurora veio até o Brasil gravar o videoclipe dessa que é uma música folclórica antiga e o nome da canção é “Scarborough Fair".
"Aurora Aksnes nasceu em 15 de junho de 1996 (21 anos) em Bergen, Noruega. Ela aprendeu sozinha a tocar piano quando tinha apenas 6 anos de idade e começou a escrever suas primeiras canções aos 10. Apenas três anos depois ela teve sua primeira performance.
Ela cresceu ouvindo Dylan, Cohen e Cash e sempre amou a capacidade deles de contar suas histórias através da música. Através destes escritores clássicos que ela fez uma promessa a si mesma para escrever não só histórias com finais felizes e amor eterno, mas sobre histórias reais, histórias das pessoas são a inspiração para sua música.
AURORA é viciada em filmes e livros de fantasia como Harry Potter, Senhor dos Anéis e Jogos Vorazes. Ela costumava escrever sua própria história e sempre amou tudo o que envolve aventura e magia. Mais tarde, ela começou a adicionar isso a música. Ela é uma dançarina aplicada, seja ballet, jazz ballet ou dança contemporânea: esta sempre foi uma forma muito importante para ela se expressar, mesmo antes de ela começar a escrever canções."
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Alguns Motivos para Assistir Big Littles Lies
Sabadão chuvosooooo e para quem não tem nada interessante para fazer na rua, é melhor ficar em casa curtindo uma série premiada da netflix. Big Little Lies é a minha recomendação para maratonar durante algumas horas, afinal são apenas 6(seis) episódios.
1. Oito Emmys
Se você é uma pessoa que gosta de premiações e de assistir aos filmes e séries que são reconhecidos pela crítica, pois bem. “Big Little Lies” ganhou nada mais, nada menos do que oito troféus no Emmy 2017, maior premiação da TV norte-americana – Melhor atriz em uma minissérie ou filme (Nicole Kidman); Melhor ator em uma minissérie ou filme (Alexander Skarsgard); Melhor atriz coadjuvante em uma minissérie ou filme (Laura Dern); Melhor direção em uma minissérie ou filme (Jean-Marc Vallée); Melhor elenco em uma minissérie ou filme; Melhor minissérie; Melhor figurino contemporâneo; Melhor supervisão musical.
2. Mistério e suspense
“Big Little Lies”, em português “Pequenas Grandes Mentiras“, é baseado no livro de mesmo nome, da escritora Liane Moriarty. Se você está esperando por um suspense daqueles “quem matou fulano de tal?”, prepare-se para se surpreender. Em “Big Little Lies” a gente não sabe nem quem matou, muito menos quem morreu! E ainda assim a história te segura, às vezes sem ar, até o último capítulo!
3. Uma história de mulheres e assuntos muito sérios
Big Little Lies é focada na história de cinco mulheres muito interessantes: Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Bonnie (Zoë Kravitz) e Renata (Laura Dern). Em um primeiro momento você pode até achar que elas são ricaças fúteis. Mas nada disso: são mulheres com histórias diversas e com muito mais camadas do que você pode imaginar à primeira vista. A série fala sobre violência doméstica, estupro, bullying e muito mais. Nada de tramas rasas e bobas.
5. Nicole Kidman…
… e Reese Witherspoon, Laura Dern, Shailene Woodley, Zoë Kravitz… todas as atrizes dão um verdadeiro show em “Big Little Lies”. Você acredita na verdade das personagens e torce e detesta cada uma delas com sinceridade! No fim da série fica até difícil decidir de quem a gente gosta mais."
(https://mdemulher.abril.com.br)
1. Oito Emmys
Se você é uma pessoa que gosta de premiações e de assistir aos filmes e séries que são reconhecidos pela crítica, pois bem. “Big Little Lies” ganhou nada mais, nada menos do que oito troféus no Emmy 2017, maior premiação da TV norte-americana – Melhor atriz em uma minissérie ou filme (Nicole Kidman); Melhor ator em uma minissérie ou filme (Alexander Skarsgard); Melhor atriz coadjuvante em uma minissérie ou filme (Laura Dern); Melhor direção em uma minissérie ou filme (Jean-Marc Vallée); Melhor elenco em uma minissérie ou filme; Melhor minissérie; Melhor figurino contemporâneo; Melhor supervisão musical.
2. Mistério e suspense
“Big Little Lies”, em português “Pequenas Grandes Mentiras“, é baseado no livro de mesmo nome, da escritora Liane Moriarty. Se você está esperando por um suspense daqueles “quem matou fulano de tal?”, prepare-se para se surpreender. Em “Big Little Lies” a gente não sabe nem quem matou, muito menos quem morreu! E ainda assim a história te segura, às vezes sem ar, até o último capítulo!
3. Uma história de mulheres e assuntos muito sérios
Big Little Lies é focada na história de cinco mulheres muito interessantes: Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Bonnie (Zoë Kravitz) e Renata (Laura Dern). Em um primeiro momento você pode até achar que elas são ricaças fúteis. Mas nada disso: são mulheres com histórias diversas e com muito mais camadas do que você pode imaginar à primeira vista. A série fala sobre violência doméstica, estupro, bullying e muito mais. Nada de tramas rasas e bobas.
5. Nicole Kidman…
… e Reese Witherspoon, Laura Dern, Shailene Woodley, Zoë Kravitz… todas as atrizes dão um verdadeiro show em “Big Little Lies”. Você acredita na verdade das personagens e torce e detesta cada uma delas com sinceridade! No fim da série fica até difícil decidir de quem a gente gosta mais."
(https://mdemulher.abril.com.br)

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Experimentos com Macacos e Humanos feito pela Volkswagen
A primeira sexta-feira de fevereiro está iniciando e isso nos lembra que a festa mais famosa e popular do Brasil ou seja, o Carnaval, também está próximo. O brasileiro que curte esses dias de folia fica mais alegre e espontâneo, pena que não dura...
Nesta semana fomos surpreendidos com a notícia de experimentos com macacos e humanos nas empresas de automóveis Volkswagen. O que causou assombro foi o fato da Alemanha Nazista fazer experimentos abomináveis com os judeus, ciganos, deficientes físicos e mentais e outros. Em pleno séc. XXI, isso é um absurdo seja com os primatas ou com os humanos numa Alemanha rica e poderosa, onde a negação do Holocausto é considerado um crime com multas ou cinco anos de prisão.
"Os experimentos, que teriam sido conduzidos com o objetivo de defender o uso de diesel em automóveis, foram noticiados nos últimos dias pelo jornal The New York Times - que veiculou reportagem sobre testes realizados com 10 primatas na cidade americana de Albuquerque, no Estado de Novo México - e pela imprensa alemã, que se concentrou em testes realizados com humanos em um laboratório em Aachen, próximo à fronteira com a Holanda.
Os veículos de imprensa alemães afirmam que a pesquisa foi realizada por um grupo chamado EUGT (Grupo de Pesquisa Europeu sobre Meio Ambiente e Saúde no Setor de Transporte, na sigla em inglês), financiado, por sua vez, pelas empresas Volkswagen, Daimler e BMW.
Em sua defesa, as empresas têm dito que não conheciam os detalhes dos experimentos que financiaram.
O governo alemão declarou não haver motivo para a realização de experimentos dessa natureza e exigiu mais detalhes sobre eles. "Esses testes em macacos ou mesmo em humanos não podem ser justificados do ponto de vista ético, de forma nenhuma", disse o porta-voz do governo Steffen Seibert.
A ministra do Meio Ambiente, Barbara Hendricks, chamou os experimentos de "abomináveis" e se disse chocada que cientistas tenham concordado em conduzi-los.
O político social-democrata Stephan Weil, também membro do conselho de supervisão da Volkswagen, qualificou a pesquisa de "absurda e abominável". "Lobby não pode ser uma desculpa para esse tipo de teste", disse ele.
Segundo o jornal americano, em 2014, o grupo EUGT expôs 10 macacos a fumaça de escapamento em uma câmara de ar fechada. O teste ocorreu em um laboratório em Albuquerque, Novo México, nos Estados Unidos. Os veículos usados nos experimentos seriam adulterados para gerarem níveis menores de poluição.
Já neste fim de semana, os veículos jornalísticos alemães Stuttgarter Zeitung e a rádio SWR divulgaram que 19 homens e 6 mulheres inalaram fumaça de diesel em outro experimento da EUGT.
Durante um mês de testes em um laboratório em Aachen, na Alemanha, essas pessoas foram expostas a diversas concentrações de fumaça de diesel, que contém óxido de nitrogênio tóxico. O estudo teria sido publicado em 2016.
Naquela época, as montadoras argumentavam que tecnologias modernas permitiam reduzir a poluição de escapamento de veículos a diesel a níveis seguros. Mas, posteriormente, foi descoberto que a Volkswagen havia instalado dispositivos fraudados nos veículos testados.
Os resultados dos exames eram manipulados - levando a crer que a emissão de gases tóxicos era muito menor do que efetivamente seria na prática. Estima-se que mais de 10 milhões de veículos tenham sido adulterados para evitar um cálculo acurado de emissão de poluentes. A descoberta da fraude ambiental, em 2015, causou um escândalo internacional e derrubou a cúpula da montadora."(www.bbc.com/)
Nesta semana fomos surpreendidos com a notícia de experimentos com macacos e humanos nas empresas de automóveis Volkswagen. O que causou assombro foi o fato da Alemanha Nazista fazer experimentos abomináveis com os judeus, ciganos, deficientes físicos e mentais e outros. Em pleno séc. XXI, isso é um absurdo seja com os primatas ou com os humanos numa Alemanha rica e poderosa, onde a negação do Holocausto é considerado um crime com multas ou cinco anos de prisão.
"Os experimentos, que teriam sido conduzidos com o objetivo de defender o uso de diesel em automóveis, foram noticiados nos últimos dias pelo jornal The New York Times - que veiculou reportagem sobre testes realizados com 10 primatas na cidade americana de Albuquerque, no Estado de Novo México - e pela imprensa alemã, que se concentrou em testes realizados com humanos em um laboratório em Aachen, próximo à fronteira com a Holanda.
Os veículos de imprensa alemães afirmam que a pesquisa foi realizada por um grupo chamado EUGT (Grupo de Pesquisa Europeu sobre Meio Ambiente e Saúde no Setor de Transporte, na sigla em inglês), financiado, por sua vez, pelas empresas Volkswagen, Daimler e BMW.
Em sua defesa, as empresas têm dito que não conheciam os detalhes dos experimentos que financiaram.
O governo alemão declarou não haver motivo para a realização de experimentos dessa natureza e exigiu mais detalhes sobre eles. "Esses testes em macacos ou mesmo em humanos não podem ser justificados do ponto de vista ético, de forma nenhuma", disse o porta-voz do governo Steffen Seibert.
A ministra do Meio Ambiente, Barbara Hendricks, chamou os experimentos de "abomináveis" e se disse chocada que cientistas tenham concordado em conduzi-los.
O político social-democrata Stephan Weil, também membro do conselho de supervisão da Volkswagen, qualificou a pesquisa de "absurda e abominável". "Lobby não pode ser uma desculpa para esse tipo de teste", disse ele.
Segundo o jornal americano, em 2014, o grupo EUGT expôs 10 macacos a fumaça de escapamento em uma câmara de ar fechada. O teste ocorreu em um laboratório em Albuquerque, Novo México, nos Estados Unidos. Os veículos usados nos experimentos seriam adulterados para gerarem níveis menores de poluição.
Já neste fim de semana, os veículos jornalísticos alemães Stuttgarter Zeitung e a rádio SWR divulgaram que 19 homens e 6 mulheres inalaram fumaça de diesel em outro experimento da EUGT.
Durante um mês de testes em um laboratório em Aachen, na Alemanha, essas pessoas foram expostas a diversas concentrações de fumaça de diesel, que contém óxido de nitrogênio tóxico. O estudo teria sido publicado em 2016.
Naquela época, as montadoras argumentavam que tecnologias modernas permitiam reduzir a poluição de escapamento de veículos a diesel a níveis seguros. Mas, posteriormente, foi descoberto que a Volkswagen havia instalado dispositivos fraudados nos veículos testados.
Os resultados dos exames eram manipulados - levando a crer que a emissão de gases tóxicos era muito menor do que efetivamente seria na prática. Estima-se que mais de 10 milhões de veículos tenham sido adulterados para evitar um cálculo acurado de emissão de poluentes. A descoberta da fraude ambiental, em 2015, causou um escândalo internacional e derrubou a cúpula da montadora."(www.bbc.com/)
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Supernatural: Feito de Carne - Livro
Eu não canso de dizer que a 13ª temporada está toppppppp... Neste 1º de fevereiro será apresentado o episódio 13x12 "Various & Sundry Villains" e pela sinopse a bruxa Rowena estará de volta ao show. Como ela escapou da morte pelas mãos de Lúcifer? Será que ela usou o mesmo truque de antes? Perguntas que serão respondidas durante o show...
Enquanto isso, achei um resumo do 8º livro da série: Feito de Carne. Nem precisa dizer que assim que soube da novidade, providenciei minha compra e demorou algumas semanas. Assim que chegou li e como todos os outros é maravilhoso; você vai lendo e parece estar visualizando Sam e Dean, suas discussões, piadas, preocupações, etc. Todo hunter deve possuir a coleção de livros que a editora Gryphus Geek nos apresenta ao final do ano. Alguns foram escritos pelos mesmos roteiristas da Série, por isso vale a pena lê-los e divulgá-los.

"Supernatural – Feito de Carne é o mais recente livro de Tim Waggoner, autor conhecido por publicar livros tie-in de conhecidas séries como Grimm, Arquivo X e Doctor Who. Agora o autor embarca na jornada de Dean e Sam Winchester da série de sucesso Supernatural, atualmente na 13ª temporada.
O livro é ambientado durante a sétima temporada, mais precisamente entre os episódios “O Tempo Além do Tempo” e “As Fatiadoras”, quando Dean e Sam estudam maneiras de impedir Dick Roman e a ameaça dos Leviatãs. Se a temporada não foi lá essas coisas, a história estendida apresenta o melhor de Supernatural com os irmãos caindo na estrada e investigando casos sobrenaturais.
Dean e Sam dão uma pausa nos Leviatãs quando na cidade de Brennan, nos EUA, surgem informações de um misterioso monstro canino atacando os habitantes. Ao chegarem no local eles descobrem que o animal é formado por corpos recém-mortos e dissecados. O animal é “carinhosamente” batizado de “Franken-vira-lata” e os levam para uma intensa investigação que envolve biotecnologia, alquimia, ceifeiros e um antigo poder.
A narrativa apresenta momentos interessantes e situações que Dean e Sam ainda não enfrentaram. Enquanto a temporada na TV focava na relação desgastada dos dois, a história abraça a parceria (embora com certa desconfiança) para que consigam desvendar esse mistério.
Ao final da leitura fica claro que Supernatural possui um universo rico a ser explorado, que necessariamente não precisa ser na TV. Os livros publicados são uma ótima alternativa, e Waggoner explora com eficiência esse universo em uma aventura essencial para os fãs da série.
Lançado pela editora Gryphus Geek, Supernatural – Feito de Carne já está disponível nas livrarias físicas e online."(Poltrona Nerd)
Enquanto isso, achei um resumo do 8º livro da série: Feito de Carne. Nem precisa dizer que assim que soube da novidade, providenciei minha compra e demorou algumas semanas. Assim que chegou li e como todos os outros é maravilhoso; você vai lendo e parece estar visualizando Sam e Dean, suas discussões, piadas, preocupações, etc. Todo hunter deve possuir a coleção de livros que a editora Gryphus Geek nos apresenta ao final do ano. Alguns foram escritos pelos mesmos roteiristas da Série, por isso vale a pena lê-los e divulgá-los.

"Supernatural – Feito de Carne é o mais recente livro de Tim Waggoner, autor conhecido por publicar livros tie-in de conhecidas séries como Grimm, Arquivo X e Doctor Who. Agora o autor embarca na jornada de Dean e Sam Winchester da série de sucesso Supernatural, atualmente na 13ª temporada.
O livro é ambientado durante a sétima temporada, mais precisamente entre os episódios “O Tempo Além do Tempo” e “As Fatiadoras”, quando Dean e Sam estudam maneiras de impedir Dick Roman e a ameaça dos Leviatãs. Se a temporada não foi lá essas coisas, a história estendida apresenta o melhor de Supernatural com os irmãos caindo na estrada e investigando casos sobrenaturais.
Dean e Sam dão uma pausa nos Leviatãs quando na cidade de Brennan, nos EUA, surgem informações de um misterioso monstro canino atacando os habitantes. Ao chegarem no local eles descobrem que o animal é formado por corpos recém-mortos e dissecados. O animal é “carinhosamente” batizado de “Franken-vira-lata” e os levam para uma intensa investigação que envolve biotecnologia, alquimia, ceifeiros e um antigo poder.
A narrativa apresenta momentos interessantes e situações que Dean e Sam ainda não enfrentaram. Enquanto a temporada na TV focava na relação desgastada dos dois, a história abraça a parceria (embora com certa desconfiança) para que consigam desvendar esse mistério.
Ao final da leitura fica claro que Supernatural possui um universo rico a ser explorado, que necessariamente não precisa ser na TV. Os livros publicados são uma ótima alternativa, e Waggoner explora com eficiência esse universo em uma aventura essencial para os fãs da série.
Lançado pela editora Gryphus Geek, Supernatural – Feito de Carne já está disponível nas livrarias físicas e online."(Poltrona Nerd)
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