quarta-feira, 7 de março de 2018

Sim, Nós Temos Cientistas II

E agora chegou a vez de postarmos sobre as cientistas negras do Brasil. Certo que são poucas, entretanto, um verdadeiro orgulho para todas as mulheres que cursaram uma Universidade.

"No Brasil, 54% da população se autodeclara preta ou parda, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) realizada em 2015. No entanto, no mesmo ano, somente 12,8% dos jovens negros de 18 a 24 anos (considerando homens e mulheres) chegaram ao nível superior, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números mostram que o espaço acadêmico ainda é pouco ocupado por mulheres negras e, as poucas que alcançam destaque, o conseguem com muito esforço e resistência.
 
 1. Enedina Alves

Enedina Alves Marques foi a primeira mulher negra a se formar em engenharia no Brasil. Nascida em 1913, de família pobre, ela cursou engenharia e se formou aos 30 anos no Instituto de Engenharia do Paraná (IEP). Em agosto de 1981, foi vítima de um infarte.

O cineasta Paulo Munhoz e o historiador Sandro Luis Fernando pesquisaram a vida de Enedina e pretendem lançar um documentário sobre sua vida pessoal e acadêmica.
 Sonia Guimarães

Sonia sonhava em ser engenheira, mas foi em sua última opção do vestibular, em 1970. Na época, ela prestou física no Mapofei, um vestibular criado em 1969 para a área de exatas nas universidades Instituto Mauá de Tecnologia, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e na Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), e se apaixonou.

Hoje, Sonia é a primeira negra brasileira doutora em física pela University of Manchester Institute of Science and Technology e compõe, há 24 anos, o corpo docente do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Ela atua na área de física aplicada, com ênfase em Propriedade Eletróticas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente, e já conduziu pesquisas sobre sensores de radiação infravermelha.
(A de blusa branca)
Simone Maia Evaristo

A bióloga e citotecnologista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Simone Maia é presidente da Associação Nacional de Citotecnologia (Anacito). É a única brasileira no quadro de membros ativo, como membro diretor da Academia Internacional de Citologia (IAC).

Atualmente é supervisora na área de ensino técnico do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e sua missão tem sido divulgar o papel do controle do câncer.
 Anita Canavarro

É professora de química na Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutora em Ciências pela Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ). Fundou, em 2009, o grupo de Estudos sobre a Descolonização do Currículo de Ciências (CIATA) do Instituto de Química da Universidade Federal de Goiás (CIATA-LPEQI/UFG) com a proposta de “ descolonizar” o estudo de ciências.

Além disso é presidenta da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), que busca promover a superação do racismo por meio da educação, defendendo e zelando pela manutenção de pesquisas com financiamento público.
 Katemari Rosa

Desde criança, a gaúcha Katemari Rosa foi apaixonada por física, observava as estrelas e sonhava em alçá-las. Hoje, é formada em física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em filosofia e em história das ciências pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutora em Ciências pela Universidade de Columbia, em Nova York.

Ao longo de sua trajetória, Katemari começou a reparar no racismo dentro de seu campo de atuação e, em 2015, iniciou a pesquisa “Contando nossa história: negras e negros nas ciências, tecnologias e engenharias no Brasil”, com o intuito de criar um banco de histórias de negros e negras cientistas brasileiros.

Atualmente é professora na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e se preocupa com a formação de professores que inspirem jovens negros para área das ciências."(https://pontocritico.org/)

terça-feira, 6 de março de 2018

Sim, Nós Temos Cientistas...

Na semana das Mulheres é muito interessante saber que temos cientistas premiadas lá fora. Um orgulho para todas nós, afinal, no "mundo dos homens" quando uma mulher se destaca todas se sentem representadas.
"1. Alline Campos

Doutora em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP), Alline Campos é professora do Departamento de Farmacologia da Faculdade de Medicina da USP, em Ribeirão Preto. Ela é autora do artigo "Possível influência dos endocanabinóides nos efeitos comportamentais e plásticos dos antidepressivos". Nele, Alline investiga se os antidepressivos demoram para ativar a produção de endocanabinóides, uma substância ligada ao bem-estar do ser humano. Se sua hipótese estiver correta, a indústria poderá produzir remédios mais efetivos e com menos efeitos adversos nos pacientes com depressão ou ansiedade. 

 2. Tábita Hunemeier

Doutora em Ciências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Tábita Hunemeier é professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Ela venceu o prêmio da Unesco pelo estudo "Genômica e Evolução da Diversidade Craniofacial em Nativos Americanos". No trabalho, Tábita tenta encontrar quais são as variações genéticas que fazem com que os nativos americanos se diferenciem das pessoas de outros continentes. Segundo a cientista, o projeto tem como objetivo gerar informações relacionadas à evolução e à saúde dos nativos americanos. 

 3. Cecília Salgado

Pós-doutora pela Universidade de Leiden, na Holanda, Cecília Salgado é professora do Departamento de Métodos Matemáticos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela é autora do artigo "Códigos em superfíces algébricas". Sua pesquisa compreende duas grandes áreas da matemática pura: a geometria algébrica e a teoria dos números. Além disso, ela relaciona estas seções com a teoria da informação, onde estão inseridos códigos corretores de erros. Eles são fundamentais na solução de falhas na transmissão de informações a partir de linhas telefônicas e discos rígidos.


4. Viviane dos Santos Barbosa

A baiana Viviane dos Santos Barbosa cursou bacharelado em engenharia química e bioquímica pela Delft University of Technology, na Holanda, e se formou em mestre em nanotecnologia na mesma instituição.
Ela cursou química industrial por dois anos na Universidade Federal da Bahia, mas, nos anos 90, decidiu ir para Holanda. Lá desenvolveu uma pesquisa com catalisadores (que aceleram reações) através da mistura de Paladium e Platina.
O projeto foi premiado em 2010, durante a conferência científica internacional, na cidade de Helsinki, na Finlândia, onde competiu com outros 800 trabalhos.(https://exame.abril.com.br)

segunda-feira, 5 de março de 2018

Jurassic Park - Filme

Eu fico muito triste quando abro meu livro didático e não encontro o capítulo que faz menção aos dinossauros. É um absurdo que um assunto tão fascinante não esteja ao alcance dos alunos. Então, faço uso de fotos e conto como foi a passagem dos dinos pelo planeta há mais de 165 milhões de anos.

Também recomendo a trilogia original "Jurassic Park" dos anos 1990 e a nova de 2015 que é maravilhosa também. E para entender o que acontece vamos relembrar o filme de 1993. Já o livro eu confesso que não gostei e passados mais de 20 anos ainda prefiro os filmes.

"Jurassic Park é um filme americano de ficção científica e aventura dirigido por Steven Spielberg e baseado no livro homônimo escrito por Michael Crichton (Devoradores de Mortos e O Enigma de Andrômeda).

Antes mesmo do livro de Crichton ser publicado, muitos estúdios tentaram adquirir os direitos de imagem. Spielberg, juntamente com a Universal Studios, adquiriu-os por US$ 1.500.000 antes da publicação em 1990, e Crichton recebeu um adicional de US$ 500.000 para adaptar o romance para as telas. David Koepp escreveu o roteiro final, que deixou de fora grande parte da exposição do romance e violência e fez numerosas mudanças nos personagens.
As filmagens ocorreram na Califórnia e no Havaí. O filme foi aclamado como um marco na indústria de efeitos especiais, que no filme, foram produzidos pela Industrial Light & Magic, com efeitos criados através de computação gráfica, e pela Stan Winston Studios, com efeitos produzidos através de animatrônica. A reconstituição virtual dos dinossauros, para que “contracenassem” com os atores em carne e osso, levou a um estrondoso sucesso de bilheteria, o que apenas confirmou o fascínio que essas criaturas extintas exercem sobre a imaginação das pessoas.

 É difícil definir um clássico, muitos levam em conta o tempo, o legado cinematográfico, e o seu impacto artístico na época. Jurassic Park se enquadra perfeitamente nesses critérios, mas muito mais que um clássico o longa consegue transcender gerações, estamos falando de um filme que mesmo assistido nos dias atuais ainda é um ótimo entretenimento familiar, com emoção e uma bela mensagem.

A trama acompanha o paleontólogo Alan Grant (Sam Neil) e a paleobotânica Ellie Sattler (Laura Dern) que são convidados a realizar uma visita ao novo parque de John Hammond (Richard Attenborough), a fim de averiguarem a estrutura de segurança para que finalmente ele seja aberto ao público. Junto deles também entram o advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), o matemático Ian Malcolm (Jeff Goldblum) e por insistência de John, o grupo também carrega seus netos, Tim (Joseph Mazzello) e Lex Murphy (Ariana Richards). O passeio começa bem até que os sistemas do parque são desligados e os programadores perdem o controle dos acontecimentos acarretando em uma catástrofe que coloca todos em perigo."

domingo, 4 de março de 2018

As Guerreiras de Daomé

O domingo amanheceu lindo com sol, brisa, pássaros cantando e no rádio Centro América FM a música de qualidade já está tocando. Também já li o jornal para me manter sempre bem informada.

Hoje, iremos destacar em homenagem ao "Dia Internacional da Mulher", algumas mulheres que mudaram a História da Humanidade. Vamos começar com um grupo que mais parece uma das inúmeras lendas africanas.

E poucos notaram a referência de um grupo de mulheres guerreiras do filme Pantera Negra e as Amazonas de Daomé/Benin. Mesmo com todos comentários sobre a película antes da estreia, somente uma aluna citou a referência para meu desespero.! 

Já está circulando na web, 1/3/2018, que as atrizes Viola Davis e  Lupita Nyong’o se juntarão no filme The Woman King no qual ambas interpretarão um grupo militar só de mulheres na África, chamada de Ahosi. Ahosi eram grupos de guerreiras que formavam o Império Daomé (atual Benin), no século XIX. A história do filme mostrará Nanisca (Davis), general do grupo e sua filha Nawi (Nyong’o). Então, meu povo vamos ficar atentos para não ficar com a "cara de interrogação": do que será que a profª está falando.

Antes de contar a História das guerreiras vamos ler o que a Marvel disse:

"No Universo Marvel, as Dora Milaje, ou as Adoradas, foram criadas por Christopher Priest no seu run do Pantera Negra em 1998. Eram tidas como "Esposas em Treinamento" do Pantera Negra, que selecionavam uma garota em cada tribo de Wakanda para aprender a lutar, defender e assim andar com seu Rei em diversas missões do mundo. 

Essencialmente, eram figuras criadas para manter a paz entre as muitas tribos de Wakanda, serviam como guarda-costas e companheiras. Em vários momentos, Priest deixou claro que o termo "Esposas em Treinamento" era uma questão cerimonial e que necessariamente elas não estariam vinculadas a ele num matrimônio. Em dado momento, as Dora Milaje eram liberadas de seus votos pelo Rei e poderiam seguir suas vidas enquanto outras novas a substituiam. 

Nos quadrinhos mais recentes, um grupo dissidente de Dora Milaje, chamadas de Anjo da Meia Noite, se rebelaram e fundaram um reino próprio nas Terras Jabari onde recebiam apenas mulheres, principalmente as que sofreram com abuso ou eram oprimidas em meio às tribos que fazem parte do Reino de Wakanda". 
"As guerreiras “Ahosi” de Daomé (Atual Benin, país do continente Africano) são a única unidade feminina reconhecida historicamente, ou seja, nunca antes no século XVII foram encontrados registros de um exército somente de mulheres guerreiras na História Mundial. Como vimos anteriormente, nos artigos anteriores da saga de nossa página Reviver a História: “Mulheres Guerreiras”, a arte da guerra era comum a mulheres de diversas tribos celtas da Antiguidade e, historiadores e arqueólogos acreditam que de fato existiram mulheres nórdicas que dominavam instrumentos de guerra e faziam parte dela. Entretanto, em nenhum desses casos (e outros que ainda vamos ver) não existiu uma oficialidade da mulher na luta, muito menos enquanto parte de uma unidade militar e é isso, além de um treinamento brutal, que faz das Ahosi africanas diferentes desses casos.

Ao que tudo indica, as Ahosi, que significa “mulheres do rei” e que também eram conhecidas por “mino” traduzido para o português como “mães” ou “minha mãe”, e ainda como “gebto”; inicialmente não eram guerreiras mortais, mas sim caçadoras de elefantes, isso no fim do século XVII, onde encontramos os primeiros registros sobre elas. De acordo com a teoria mais popular, as Ahosi foram formadas sob o reinado de Hwegbajá com essa intenção, entretanto, já no século XVIII, o novo rei Agadja, filho do anterior, ficou encantado com a ferocidade delas e decidiu que as transformaria de caçadoras de elefantes em suas guarda-costas, mulheres aptas a protegê-lo dentro do palácio. Outra teoria indica que a unidade militar das Ahosi, enquanto guerreiras palacianas, foi criada em 1645 pelo rei Ada Onzoo; suas armas de guerra eram tacos, lanças e arcos de guerra. De um número inicial de 800 mulheres guerreiras, foram se expandindo de forma tão rápida que chegaram a ser metade do exército real, em torno de mais de 4000 guerreiras.

O treinamento de uma guerreira Ahosi era forte, bruto e procurava não apenas transformar uma mulher de Daomé em uma guerreira mortal, mas também a insensibilizá-la a fim de que suas dores fossem superadas, de que jamais o medo fizesse parte de suas batalhas e que sua sede de sangue nunca se extinguisse. Além de tudo, seu treinamento exaustivo e brutal era também uma forma de lembrá-las a sempre superarem os homens nesses mesmos quesitos, não como forma de demonstrar sua superioridade a fim de derrotá-los, mas para demonstrar que por serem mulheres, elas poderiam provar ser tão boas quanto eles. Vivendo em uma sociedade patriarcal, as daomenianas que desejavam fazer parte do exercito Ahosi ainda tinham essa prova a mais. A última sobrevivente  do Daomé morreu com a idade de 100, em 1979, uma mulher chamada Nawi que foi descoberta vivendo em uma vila remota"(https://tudorbrasil.com)


sábado, 3 de março de 2018

O Cajado de Serápis - Rick Riordan

E o sabadão chegou com cara de que vai fazer mais um dia de sol escaldante.
Em tempos de livros online ou e-book, eu continuo sendo uma leitora de livros físicos. Não consigo ler na internet, prefiro sentir o cheiro, manusear as páginas, usar marcador... Mas, tem quem gosta e essa sequência escrita pelo Rick Riordan é em e-book para o meu desespero.

 "Em O Cajado de Serápis, duas das personagens mais interessantes do autor se encontram para chutar algumas bundas.

Annabeth tenta aproveitar seu dia de descanso e vai se encontrar com seu namorado, o Percy, mas como nada é fácil na vida dos semideuses, a filha de Atena se vê no meio do caminho frente a um monstro diferente dos que conhece, que possui uma aura extremamente poderosa e misteriosa. 


E enquanto persegue o tal monstro, ela cruza o caminho de uma outra garota, desconhecida, e que também está perseguindo um monstro parecido com o seu, ainda que fale (e faça) coisas egípcias estranhas e não esteja tão claro para Annabeth quem ela é em um primeiro momento. Obviamente, as duas se unem e tentam resolver o problema, mas acabam caindo em uma trama muito maior, onde um antigo deus se reergue e alguém está tentando misturar a magia grega com a egípcia.

Se o primeiro conto é legal, mas só serve de ponte, Serápis realmente empolga o leitor. Riordan dá novas informações, utiliza-se de referências da Antiguidade para explicar a mistura e faz uma trama muito mais interessante que a anterior. 


Outro ponto que este conto ganha do primeiro é que enquanto Percy e Carter se ajudam, porém não criam vínculos, Sadie e Annabeth interagem a ponto de trocarem números de celulares. Repleto de ação, a narração de Annabeth consegue deixar o conto mais cômico e divertido que a de Carter."(www.pelatocadocoelho.com.br)

sexta-feira, 2 de março de 2018

O Porto Geral e o Rio Cuiabá

A História de Cuiabá passa pelo rio que dá nome a cidade e hoje a tão balada Orla do Porto merece ser conhecida, apreciada e admirada por todos os cuiabanos e visitantes. Então, atendendo a um pedido de meus alunos irei postar aqui sobre o antigo Porto Geral ou bairro do porto.

"Novas descobertas em outubro de 1722, trouxe basicamente todo o pequeno povoado para as proximidades da Igreja de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário.
Esta mudança consolidou o atual espaçamento da cidade que hoje congrega todo o sítio de Cuiabá.  Desde o seu início o novo Arraial, surgido em outubro de 1722 teve duas configurações geográfica. O lugar das minas, as margens do Córrego da Prainha, onde ocorreu a maior mancha de ouro do Brasil, e na sua ponta, o bairro do Porto Geral.

 

A comunicação se deu por duas vias, onde hoje estão a ruas XV de novembro e da antiga Rua Bela do Juiz, (13 de junho). O Porto era o local onde entre outras coisas fornecia os bens materiais importados de outros Estados, e outros países para a cidade.
Cuiabá na sua parte urbana,  tinha duas espacialidades bem  definida. A Sé, o centro da cidade e a freguesia de São Gonçalo de Pedro II, ou seja, o Porto. Limitavam este dois espaços uns 4 quilômetros de distancia.
 

O Porto pela sua própria História dentro da cidade de Cuiabá, pode ser considerado o  lugar mais importante  da construção da cidade.  A ligação com o rio que tem o mesmo nome da cidade reforça esta importância.
 

O rio em si traz muitas histórias ligadas à nomenclatura da cidade.  Rio das cabaças, lugar onde moravam os índios cuiabases, a lenda da cuia que vá, o Ikuiapa dos bororos, lugar  das lontras brilhantes, etc.
 

As lendas e as origens dos diferentes nomes da cidade,  remetem ao rio o seu primado que fortalece  o topônimo Cuiabá. O nome do rio e o nome de Cuiabá estão intimamente ligados em nome e em construção de uma espacialidade social.
 

O rio é um patrimônio histórico material e imaterial de Cuiabá, pela sua trajetória e significado das relações  criadas durante a sua existência. Do ponto de vista material, serve a vida cotidiana de Cuiabá, entregando a ela sua água fonte de vida par todos nós.
 

Do ponto de vista  imaterial, gerou  significado do nome da cidade, criando lendas, tradições, e é habitação do ribeirinho, grupo social peculiar que tem com  rio uma relação cotidiana intensa.
 

O espaço urbano do Porto Geral, hoje apenas bairro do Porto, tinha limites maiores que o de hoje, e dele emergiram diversos bairros adjacentes, surgidos da região do grande Porto Geral. Hoje a geografia do lugar tem praticamente preservado apenas o núcleo histórico do bairro do Porto. A rua XV de novembro é a sua via central.
 

A partir do descobrimento do Arraial do Senhor Bom Jesus de Cuiabá em outubro de 1722, até a construção da BR 364 na década de 60 do século XX, o Porto era o  elo de ligação da cidade com o resto do mundo. Pelo rio chegavam às canoas, os barcos, navios, e hidroaviões, que trouxeram e levaram  mercadorias, pessoas, diretrizes governamentais, equipamentos para a indústria local, entre outras coisas. Parafraseando o historiador Heródoto, podemos dizer que a cidade de  Cuiabá é um presente do rio que lhe empresta o nome.
 

Diferentes edificações  e espaços urbanos do Porto estão carregados de valor histórico, sentimental e cultural que integram a história do nosso lugar.
No seu auge, o Porto congregava a diferentes casarões de famílias ricas da cidade. Muitos desses casarões eram das famílias Bussik, Ponce de Arruda, os Bulhões, entre muitos que tornaram o Porto um local muito cobiçado para moradia."(www.olhardireto.com.br)

quinta-feira, 1 de março de 2018

Supernatural: Parabéns, Jensen Ackles

E finalmente depois do hiatus, pausa, de duas semanas nossa Série favorita retorna; para os desavisados o hiatus ocorreu por causa dos Jogos de Inverno que estava acontecendo na Coreia do Sul. 

O retorno será com o episódio 13x14 "Good Intentions" e pelo jeito teremos um episódio tão fodástico quanto os outros. Até agora nada sobre a renovação para a 14ª temporada, entretanto, temos fé que isso acontecerá em breve.

Hoje é o  dia em que Jensen Ackles completa 40 anos de idade. Jensen começou a série com 27 anos ele já era lindo e aos 40 anos continua muito mais bonito de corpo e alma. Existem inúmeros atores nas séries americanas, entretanto, nenhum é mais amado e desejado do que ele por todas as hunters do planeta.

No final de semana aconteceu  o VegasCon2018, convenção dedicada à série "Supernatural" e  Jensen Ackles,  subiu ao palco com Corey Taylor, vocalista do Slipknot e Stone Sour, para cantar "Wanted Dead or Alive" do Bon Jovi. Nem precisa dizer que os hunters ficaram enlouquecidos...
Que Deus o abençoe em todos os seus dias para que possa continuar nos alegrando ainda por várias temporadas de Supernatural. Então, vamos relembrar algumas fotos em que sua beleza e carisma está parcialmente representada...