Estudar a Grécia Antiga é sempre fabuloso. As Mitologias utilizadas pelas Civilizações Antigas, para explicar o mundo ao seu redor é maravilhosa, tanto que acho difícil escolher qual a "história" mais brilhante. A Grécia, exceto Esparta, não dava muita importância para as mulheres, apenas o necessário: parir, cuidar da casa e dos escravos. Entretanto, as guerreiras amazonas não se enquadravam na sociedade de Atenas e de outras cidades-estado.
As Amazonas na mitologia grega eram integrantes de uma antiga nação de mulheres guerreiras, independentes, corajosas e lutavam contra os homens quando estes a tentavam submetê-las perante suas vontades.
A Mulher Maravilha é representada como uma princesa amazona e uma guerreira bastante habilidosa. Quem conhece as suas HQs, sabe perfeitamente do que estou falando. E para quem não conhece, recomendo ler sobre a Mitologia grega e vai entender o filme que fez da militar israelense Gal Gadot, um ícone da cultura pop do séc. XXI.
"As Amazonas retiravam o próprio seio.
De acordo com a mitologia, as Amazonas mutilavam o seio direito para um melhor manuseio do arco e flecha e outras armas. Isso significava que elas deixavam sua feminilidade de lado para poder lutar e fortalecer a deusa Ártemis de Éfeso. Esta arte representava Ártemis coberta com um manto cheio de seios, símbolo este que mostra o sacrifício dos seios (ou da “imagem feminina) das Amazonas.
2. Cinturão de Hipólita
Hipólita recebeu de seu pai, Ares, um cinturão mágico com símbolo de seu poder e autoridade sobre as Amazonas (lembram do episódio da série animada da Liga da Justiça em que Hipólita libera o poder da armadura de Diana e toca diretamente no cinturão dela?). Héracles (ou Hércules) tinha a missão de obter este cinturão e entregar para Admeta, uma sacerdotisa de Hera. Com isso eclodiu uma batalha entre as Amazonas contra o exército de Héracles. Essa batalha foi mostrada na HQ “Lendas do Universo DC: Mulher – Maravilha Vol.1”. (Leia esta HQ, é muito boa!).
3. “O” maior herói da Grécia não é um homem e sim uma Amazona.
Escavações arqueológicas confirmaram a existência de fósseis de mulheres armadas para a guerra nas planícies junto do Mar Negro. Em 1996 foram encontrados 150 tumbas do século 5º a.C no sudeste da Rússia. Havia guerreiras enterradas com armamento militar. Na Turquia a mesma coisa mas com a primeira identificação anatômica e a partir foi mostrado que “o” maior herói da Grécia é uma rainha amazona que venceu o Império Islâmico.
4. Inspiradas por “guerreiras reais”
“Sempre que as amazonas eram situadas geograficamente pelos gregos, fosse em algum ponto do mar Negro, no distante a nordeste, ou na Líbia, no mais longínquo sul, eles sempre as colocavam além dos confins do mundo civilizado. As amazonas existiam fora do alcance da experiência humana normal.” ( Peter Walcot)
E segundo teorias, há um possível fundo histórico na mitologia das amazonas. A especulação do mito das amazonas tem (ou tinha) sido embasadas em descobertas arqueológicas apontam que algumas mulheres participavam de combates ao lado dos homens. Essa descoberta levou alguns estudiosos a crer que a lenda das amazonas possa ter sido inspirada em “guerreiras reais”, porém esta opinião é bem pequena entre os historiadores (acho que da pra entender o porque não é?)
5. Ginocracia
Existiam tribos com soldados homens e mulheres. Eram chamados, antigamente, de Ginocracia (sociedade comandada por mulheres). Lá inventaram diversas armas como um machado de guerra, armas com 2 gumes iguais que era usado por homens e mulheres e representava a igualdade. Segundo o historiador grego Heródoto (485 – 420 a.C.) a região era descrita como “inóspita, intimidadora, sempre á sombra das montanhas e com o céu coberto de neblina; um lugar onde só os extremamente fortes sobrevivem; uma terra de trevas e noite eterna.” (Eita!)"

Está difícil viver no Brasil do séc. XXI, eu sempre acreditei que quando chegasse em 2020, a inteligência teria vencido a ignorância, mas não é que acontece.! Parece que a "Idade das Trevas", o Brasil foi ocupado na Idade Moderna, veio com tudo e pelo jeito vai ficar ainda por um bom tempo.
Como diz a revista Veja "ataques à democracia, recolhimento de livros, campanhas antivacinação, fake news e teorias da conspiração que questionam até a forma arredondada da Terra." Em algumas semanas irei trabalhar com meus alunos sobre a Idade Média também conhecida como Idade das Trevas, entretanto, acho que irei falar do Brasil atual! Uma vez que todos os elementos estão presentes em nossa Nação, sem contar a intolerância religiosa que retornou com força total nos últimos anos.
Por que essas barbaridades vê ganhando terreno e apoio popular numa era de tanta informação? A própria revista nos dá a resposta " o avanço do obscurantismo deve-se a uma combinação entre o crescimento do conservadorismo, basicamente apoiado nas crenças evangélicas, uma nostalgia difusa de um suposto passado glorioso e a internet, ferramenta fundamental na propagação dessas ideias"
"Uma
pessoa pode ser “obscura” por falta de condições. Pode não ter tido
acesso à educação, à cultura, à “luz”, enfim. Os obscurantistas são
ignorantes que louvam a ignorância. E ameaçadores – por enquanto: se
puderem vão chegar logo às vias de fato para eliminar a não ignorância,
impor sua ignorância.
E
isso não está associado simplesmente à escolaridade. Há analfabetos não
obscuros e gente metida a estudada e moderna que, esses sim, são, mais
que obscuros, obscurantistas. Têm condições de deixar de ser, mas não
deixam, nem querem. Se apegam à sua ignorância como sendo a única
verdade. E falam como sendo eles as “pessoas de bem”.
Mais
uma coisa: Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista,
dizia que uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade. No Brasil,
os obscurantistas da propaganda fazem isso direto sem muito esforço:
mentem descaradamente e seus seguidores, obscurantistas menores, tratam
como verdades absolutas e reproduzem aos milhares nas “mídias sociais” e
tornam-se verdades raivosas."
Eu irei citar algumas frases que considero adequadas a esse pessoal. Vamos a elas.
"Alice Walker: “Não pode ser meu amigo quem exige meu silêncio”
Shakespeare: A sabedoria e a ignorância se transmitem como as doenças, daí a necessidade de se saber escolher as companhias”.
Goethe: “Nada mais assustador que a ignorância em ação”.
Karl Popper: “Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos”.
Nicolas Boileau: “Um idiota sempre encontra um idiota ainda maior para admirá-lo”.
Clarice Lispector: “Os ignorantes são mais felizes”.
Bertrand Russell: “Poucas pessoas podem ser felizes a menos que odeiem alguma pessoa, nação ou crença”.
Confúcio: “Somente os extremamente sábios e os extremamente estúpidos é que não mudam”.
Mahtama Ghandi: “Olho por olho, e o mundo acabará cego”.
Provérbio português: “O ignorante é pouco tolerante”.
Provérbio judaico: “O ignorante não pode ser piedoso”.
Oscar Wilde: “Os loucos às vezes se curam, os imbecis nunca”.
Giordano Bruno: “Ignorância e arrogância são duas irmãs inseparáveis, com um só corpo e alma”.
Cícero: “A ignorância é a enfermidade do gênero humano”.
Estudar a História Antiga é sempre fascinante e a arqueologia descobriu mais um assentamento da Idade da Pedra em Jerusalém. Alguns podem achar que não é interessante essas escavações, entretanto, saber como era o cotidiano desses povos é importante para compor a História da Humanidade.
"Pesquisadores descobriram, perto de Jerusalém, um assentamento de mais de 10 mil anos, que data da Idade da Pedra e foi ativo antes do Stonehenge e das pirâmides do Egito. O local, que serviu como zona de troca e comércio para seus habitantes, fica a 5 quilômetros da capital de Israel e é uma das maiores descobertas do tipo no país.
“É a maior escavação desse período no Oriente Médio, o que permitirá que a pesquisa avance além do que temos hoje, somente pelo material que somos capazes de salvar e preservar nesse sítio arqueológico”, afirmou Lauren Davis, arqueóloga que está conduzindo a escavação, à Reuters.
Quando o assentamento se formou, era relativamente pequeno, ocupando apenas cerca de um acre (4046,86 metros quadrados), mas depois foi se expandindo por 1,5 mil anos, chegando a marca de 100 acres. Um centro urbano também surgiu com edifícios para rituais.
“É uma peça que muda o jogo, um sítio arqueológico que irá drasticamente alterar o que sabemos sobre o neolítico”, contou Jacob Vardi, um dos pesquisadores, ao jornal local The Times of Israel.
Os arqueólogos encontraram artefatos como braceletes e medalhões que evidenciam os costumes exóticos dos antigos habitantes. Muitos objetos feitos de um tipo desconhecido de pedra foram encontrados em tumbas, assim como itens de rochas vulcânicas da Ásia Menor e conchas do Mar Mediterrâneo. “Esses presentes testemunham o que estava já ocorrendo na antiguidade e mostra que os residentes já tinham relações de troca com locais”, afirmaram os pesquisadores.
As escavações ainda revelaram partes de flechas e materiais de caça como machados e tipos de lanças. Os especialistas acreditam que algumas ferramentas eram usadas para a agricultura – no local eram plantados trigo, feijão e cevada. Além disso, eram criados porcos, vacas e cabras. No entanto, a população nem sempre foi especializada em atividades de fazenda e antes de se tornar sedentária, a comunidade era composta de caçadores habilidosos."(revistagalileu)
Mais um domingão de 42º C e umidade abaixo de 10%, então a pedida é ficar largateando em casa em companhia de um clássico da literatura mundial. "O Médico e o Monstro" de Stevenson, mesmo tendo passado mais de cem anos ainda é fascinante e polêmico. Por isso, eu recomendo sua leitura para os apaixonados por boas histórias.
Robert Louis Stevenson [1850 - 1894] foi poeta e escritor. Nascido na Escócia, redigiu clássicos como A Ilha do Tesouro e O Médico e o Monstro, tornando-se um dos autores mais importantes do século XIX e mais traduzidos até hoje. Crítico às normas sociais, ele deixou a família, que considerava conservadora, aos 23 anos, e partiu para Londres, onde passou a frequentar os salões literários. Três anos depois, conheceu sua esposa em Paris. Acompanhando dela e do enteado, mudou-se para as Ilhas Samoa, no Pacífico, em 1889. Em meio à paisagem paradisíaca, que ele amava, morreu de hemorragia cerebral aos 44 anos.
Misturando elementos de ficção científica e de horror, O Médico e o Monstro é uma das principais novelas góticas do século XIX. Publicado por Robert Louis Stevenson em 1886, o livro é considerado pelo autor de terror Stephen King, um dos três grandes clássicos do gênero - ao lado de Drácula e de Frankenstein.
O enredo tem inicio com a descoberta de que o respeitável médico Henry Jekyll deixou como único beneficiário de seu testamento o odioso senhor Hyde. Um ano depois, Hyde espanca um homem até a morte. Enquanto isso, Jekyll se isola cada vez mais em seu laboratório.
O advogado Gabriel Utterson se empenhará, então, em descobrir a estranha relação que une esses homens. O médico e o monstro traz elementos inovadores ao gênero de horror, como o transtorno de dupla personalidade, por exemplo. Com referências as assassinatos cometidos por Jack, o estripador, na Londres vitoriana, chegou a inspirar um novo termo no dicionários inglês: Jekyll and Hyde, como são chamadas as pessoas moralmente dúbias.
Filme de 2003
Filme de 2008
Ontem, foi o dia das comemorações de aniversários: o desenho Scooby-Doo completou 50 anos. Eu nem preciso dizer que cresci assistindo desenhos e esse era um dos meus favoritos. Em 2018, o encontro da turma do Scooby-Doo com Sam, Dean e Castiel rendeu um episódio inesquecível para os hunters e para os próprios atores.
Até hoje amo ficar diante da TV assistindo desenhos e recomendo com toda certeza.
"Há exatos 50 anos, em 13 de setembro de 1969, foi ao ar o primeiro episódio de Scooby-Doo, Where Are You!, série animada que trazia um cachorro e seus amigos adolescentes investigando misteriosos casos em aventuras que misturam horror e comédia. Cinco décadas depois, o “cachorro idiota e os garotos enxeridos” já estrelou vários desenhos animados, ganhou filmes em live-action, HQs e protagonizou encontros inusitados com grandes ícones da cultura pop. Muito celebrado por equilibrar comédia e mistério com pequenos toques de horror, o desenho tem uma grande importância por dar nova vida às animações, que viviam um período tumultuado.
A violência se tornou um assunto muito debatido nos EUA no final da década de 1960. Graves acontecimentos como a Guerra do Vietnã e o crescimento da criminalidade fez com que a sociedade passasse a se prestar mais atenção em como a cultura abordava esse polêmico assunto. A discussão chegou aos desenhos animados, citando diversos exemplos sobre como a programação poderia afetar as crianças, como assistir à protagonistas fumando e bebendo (Tom e Jerry), praticando racismo (Pernalonga) e por fim a violência. Um dos estúdios mais prejudicados foi Hanna-Barbera, que teve diversos de seus programas, como Space Ghost e Herculoides, cancelados no ano de 1968 devido a acusações de serem entretenimento vazio, que só mostram super-heróis lutando contra vilões. Em busca de um novo sucesso, a empresa decidiu criar um programa cujo enredo envolveria mistérios, investigações e pessoas vestidas como monstros.
A ideia original era surfar na popularidade do desenho A Turma do Archie, sucesso da concorrente Filmation, que acompanhava a rotina da The Archies, uma banda formada por adolescentes. Fred Silverman, um executivo da Hanna-Barbera, deu a ideia de criar uma animação baseada em uma banda que resolvia mistérios em suas horas vagas. Para emplacar um sucesso, ele procurou o próprio Joseph Barbera, que não conseguiu desenvolver uma história e transferiu a responsabilidade de criar uma nova atração aos roteiristas Joe Ruby e Ken Spears e o designer Iwao Takamoto. O primeiro resultado foi Mysteries Five (Os Cinco Misteriosos em tradução livre), que acompanhava uma banda formada por cinco adolescentes e seu cachorro Too Much (Demais em tradução livre). Originalmente o animal seria um Cão Pastor, mas por medo de comparações com Marmanduke, sua raça foi trocada para dogue alemão. Uma série de modificações foram feitas, como cortar um dos personagens, mudança na personalidade dos que continuaram e por fim o título se tornou Who's S-S-Scared? (Quem tem m-m-m-edo? em tradução livre). Após mais algumas reformulações para adicionar comédia, a atração estava próxima de ser aprovada até que Frank Sinatra cruzou o caminho da animação.
Durante o início da produção, Fred Silverman estava em um voo quando ouviu a canção "Strangers in the Night", de Frank Sinatra. No fim da faixa, o cantor começa a cantarolar "doo-be-doo”. Com a melodia em sua mente, o executivo decidiu renomear o cachorro para Scooby-Doo, e por consequência a série se tornou Scooby-Doo, Where Are You!. Em seu primeiro episódio, Scooby e Salsicha voltam do cinema por uma sombria estrada quando avistam uma caminhonete abandonada cuja única ocupante era uma armadura vazia. Curiosos a respeito de quem seria o veículo, Fred descobre que a carga pertence a um museu cujo pesquisador, Jameson Hyde White, está desaparecido e conhecem a lenda do Cavaleiro Negro, uma armadura que ganha vida na lua cheia. Decididos a encontrar Hyde White, o grupo tem diversos encontros com o Cavaleiro até descobrir que se tratava do Sr. Wickles, o curador do museu, que contrabandeava obras de arte e sequestrou o professor por medo de que ele denunciasse seus golpes.
A primeira aparição do grupo trouxe várias das características que tornou a atração tão querida, como um grupo de personagens divertidos, trocadilhos, piadas sobre comida e o temperamento medroso de Scooby Doo. Desde então, os personagens estrelaram diversos derivados como O Pequeno Scooby-Doo, e novas séries que vão até os dias atuais. A turma voltou a ganhar grande destaque em 2016, quando a DC Comics passou a publicar Scooby Apocalypse, uma HQ que modernizou a turma ao adicionar uma trama tecnológica e apocalíptica ao clima de horror da franquia. Ao longo de seus 50 anos, a atração segue angariando fãs, provando que resolver mistérios através da comédia não sai de moda."(omelete)
Desde 13 de setembro de 2005, Supernatural tem sido uma constante na vida dos fãs ao redor do mundo. Para os mais
fanáticos, é difícil imaginar a vida sem a série. No entanto, isso é o
que nós os hunters da primeira hora precisamos fazer, agora que foi anunciado que a série terminará
na décima quinta temporada.
Ao longo dos anos me tornei uma verdadeira hunter, exceto que nunca pude ir a uma Convenção para abraçar os meninos e dizer: muito obrigado por me ensinar o valor da FAMÍLIA e da AMIZADE. Que Família não é apenas de SANGUE! Assisto série desde criança, entretanto, nunca uma me deixou tão apaixonada e como muitos hunters chorei e me sentirei orfã e ainda bem que tenho todos os dvds originais para rever sempre que quiser.
Eu encontrei num site exatamente as palavras que não estou conseguindo escrever...
"1. O encontro semanal com os Winchesters
Muitos fãs ficaram tão à vontade com a presença semanal de Supernatural em suas televisões que começaram a acreditar que isso duraria para
sempre. Mesmo depois de 14 anos, o elenco e a equipe pareciam que ainda
estavam se divertindo. Além disso, depois de tantas temporadas, as
renovações anuais pareciam eternas. Infelizmente, nada disto acontecerá
mais.
2. A base de Fãs
É um sucesso que acumulou uma enorme base de fãs. Os fãs se encontram em
convenções, conversam on-line e acompanham todos os detalhes da série. O
elenco aproveitou o poder da base de fãs para inúmeras causas de
caridade ao longo dos anos.
3. Monstros
Monstros são uma fonte constante de fascínio, mas poucas histórias se aprofundaram em muitos deles como Supernatural.
Os irmãos Winchester vivem em um mundo atormentado por coisas que saem à
noite. Embora muitos desses monstros sejam pura maldade, de vez em
quando podem ser conflituosos e compreensivos.
4. A complexa Mitologia
Ao abordar e repensar religião, lenda e folclore,Supernatural criou um quebra-cabeça de mitologias. No entanto, tudo se desenrolou
organicamente, permitindo que os fãs acompanhassem as histórias da série
sem muita confusão.
5. Episódios Experimentais
Com o passar de Supernatural,
a série ficou cada vez mais disposta a assumir riscos e experimentar
novos formatos de contar histórias. Tome como exemplo o episódio “Baby”,
da décima primeira temporada, focado no ponto de vista do carro de
Dean, e o crossover com Scooby-Doo, feito através de animação.
6. Personagens Secundários
Depois de tantas temporadas, Supernatural criou um grande número de personagens secundários. E muitos deles foram
amados pelos fãs. Felizmente, com a premissa mística da série, os
personagens secundários aparecem para ajudar os Winchester o tempo todo,
mesmo os que tecnicamente estão mortos.
7. Incríveis personagens Femininas
Supernatural nem sempre teve o melhor histórico com personagens femininas. Mas apesar
disso, a série incluiu muitas mulheres cheias de nuances e profundidade
ao longo dos anos. Várias delas continuam recorrentes na série.
8. A humanidade crescente de Castiel
O anjo Castiel não apareceu em Supernatural
até o primeiro episódio da quarta temporada. No início, Castiel estava
quase completamente desprovido de humanidade. Ele não conseguia se
relacionar com Sam e Dean e apenas os ajudava a contragosto. No entanto,
ao longo das temporadas, a série humanizou muito Castiel, tornando-o um
personagem fascinante.
9. A irmandade de Sam e Dean
A lealdade entre os irmãos Winchester é o coração de Supernatural.
Sam e Dean fariam qualquer coisa um pelo outro. A crença um no outro é
absoluta e essa confiança permitiu que desafiassem as probabilidades
inúmeras vezes. Seu relacionamento tem sido inspirador e tocante.
Sentiremos falta disso após o fim da série.
10. O humor
Supernatural brincou com o absurdo de sua premissa em muitas ocasiões, fazendo piadas
da forma mais agradável. Muitas delas eram internas, que somente os fãs
de longa data entendiam. A quebra da quarta parede levou a alguns
episódios hilariantes que tornaram o programa mais interessante para os
fãs."
As descobertas arqueológicas são sempre fascinantes e cada vez que algo novo surge a comunidade científica fica literalmente alucinada...
"Um grupo de arqueólogos encontrou um estranho objeto retangular preto ao lado do esqueleto de uma mulher em uma cova no local da escavação de Ala-Tey, na montanhosa República de Tuvá (Rússia).
Os pesquisadores apelidaram a mulher ancestral de ‘Natasha’, enquanto o objeto misterioso que a acompanhava foi chamado de ‘iPhone’ por causa de sua semelhança com o produto da Apple.
O objeto possui furos na parte superior e inferior e se parece com um dispositivo moderno. No entanto, e longe de ser um oopart, o objeto é na verdade uma fivela de cinto com mais de 2.100 anos, desenterrada em uma tumba na chamada ‘Atlântida Russa’, nome dado a uma região montanhosa da Sibéria, pois está coberta de água e aparece apenas algumas semanas por ano.
Pavel Leus, um dos arqueólogos que participa das escavações, explicou que a equipe realiza expedições ao cemitério de Ala-Tey há vários anos. Leus acrescentou que a descoberta desse objeto interessante foi feita em 2016, mas os resultados foram divulgados apenas agora.
“O enterro de” Natasha “com um ‘iPhone’ da era Xiongnu continua sendo um dos mais interessantes nesse local”, disse o especialista.
A fivela, de 18 por 9 centímetros, é feita de pedras preciosas incrustadas de turquesa, cornalina e madrepérola e decorada com moedas chinesas de Wu Zhu. Essas moedas ajudaram os cientistas a datarem do objeto há 2.137 anos atrás, quando foram cunhadas."