E a 15ª temporada está top demais e o ep. 15x6 "Time Gold" trará novidades para a saga dos irmãos Winchesters. Nesse ep. também veremos o retorno do anjo Castiel e porque ele está ensanguentado e com cara de bravo.!
Todos os hunters estão comentando os "pesadelos" de Sam, onde ora ele mata o Dean, ora o Dean o mata. E fica aquela preocupação de como será o gran finale da série.? Quem será que vai morrer? Como o Chuck/Deus será derrotado? Só nos resta aguardar e torcer para um final realmente épico. Enquanto isso não acontece, achei num site uma pesquisa sobre os melhores caçadores da série e já adianto que concordo plenamente com ela.
"Em Supernatural, os caçadores constituem os dos principais núcleos narrativos. Os personagens são a última linha de defesa da humanidade contra as piores e mais assustadoras criaturas da noite.
Entre Sam, Dean e a família Winchester, Supernatural já apresentou vários caçadores importantes e icônicos.
"1. John Winchester
John Winchester pode até ter pecado como pai, mas ninguém pode discordar que o personagem de Jeffrey Dean Morgan foi um ótimo caçador. John deixou parte da família para trás em uma missão de vingança pela morte de Mary. No ínterim, ele eliminou diversas ameaças importantes e ajudou a formar uma geração nova de caçadores.
2.Mary Winchester
Após morrer e ser ressuscitada, Mary Winchester assumiu de vez o papel de caçadora. Com grandes conexões no mundo dos heróis, a personagem rapidamente se consolidou como uma das caçadoras mais versáteis e bem conectadas. A personagem tem um nível de integridade que falta em vários caçadores que ganharam mais destaque na série.
3.Sam Winchester
Sam é um ótimo caçador exatamente por não apreciar de verdade a profissão. O protagonista de Supernatural entrou para o mundo da caça por necessidade, para descobrir o que aconteceu com sua namorada e para salvar o maior número de pessoas possível. Enquanto Dean prefere ação, Sam é um ótimo pesquisador e adora surgir com respostas criativas para grandes problemas.
4. Dean Winchester
Dean é o que a maioria das pessoas imagina com o termo caçador. Criado desde pequeno para a vida conturbada dos matadores de monstros, Dean encara tudo que vem pela frente. O protagonista é corajoso e tem ótimos instintos, que muitas vezes são usados para prever o que os vilões vão fazer em seguida.
5. Bobby Singer
Bobby conseguiu sobreviver por muito tempo em uma das profissões mais arriscadas do mundo. Além de ser ótimo com armas, o mentor dos Winchester era uma verdadeira enciclopédia de monstros, tendo conhecimento e experiência com praticamente todas as espécies mostradas na série. Por muito tempo, Bobby serviu como uma espécie de “central” para a comunidade de caçadores, ajudando a todos em sua maneira."
Hoje, é comemorado o "Dia da Consciência Negra". O objetivo do Dia da Consciência Negra é fazer uma reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. Também serve para analisarmos o impacto que tiveram no desenvolvimento da identidade cultural brasileira.
E quanto mais se souber sobre os 300 anos da escravidão no Brasil, mais reflexões irão surgir, é por isso que recomendo a leitura do novo livro da Historiadora Ana Carolina de C. Viotti sobre o cotidiano do negro escravo na Colônia brasileira.
"Os regulamentos e mecanismos legais, religiosos e sociais para a manutenção de escravizados no Brasil, que foi solo para a mais longeva e volumosa escravidão de africanos e seus descendentes do Ocidente, é tema do livro Pano, Pau e Pão -- Escravos no Brasil Colônia, da historiadora Ana Carolina de Carvalho Viotti, um lançamento da Editora Unifesp.
Resultado de uma pesquisa de quase cinco anos em documentos de arquivos históricos no Brasil, Portugal e Inglaterra, a obra detalha como os corpos dos escravos eram tratados por seus senhores no Brasil durante o período em que a escravidão se consolidou na colônia portuguesa ao longo dos séculos 16, 17 e 18.
“Minhas pesquisas mostraram que, embora houvesse ‘excessos’ no trato do escravizado para o padrão então estabelecido, esse não era um terreno do arbítrio. Essa prática tão duradoura fez-se entremeada ao cotidiano, mostrando-se estável e, sobretudo, bastante regrada”, explica Ana Carolina.
A historiadora organizou sua análise em três partes que estão explicitadas no título do livro e seguem a máxima dos “três Ps” descrita pelo padre jesuíta André João Antonil na obra Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas. “Pano” representa o vestir; “Pau”, os castigos físicos e “Pão”, o alimento, corporal e espiritual. O livro, inclui, ainda, uma relação de 24 imagens que revelam particularidades do cotidiano do trabalho escravo no país.
Na primeira parte, intitulada “Pano”, Ana Carolina aborda não apenas as indicações sobre como os negros deveriam cobrir as partes íntimas e os juízos feitos àqueles que permitiam aos seus escravos andarem desnudos, mas também revela uma prática menos conhecida dos donos de escravos que, muitas vezes, vestiam os cativos com roupas suntuosas, como se fossem um produto com valor agregado.
O fato gerou, inclusive, o estabelecimento de medidas regulatórias pela Coroa Portuguesa. “Uma das formas de o proprietário de escravos enfatizar e publicizar sua prosperidade rezava em fazer-se acompanhar por mucamas e librés adornados em trajes de cetim, joias e outras teteias”, destaca a autora no capítulo intitulado Vaidades vistosas e pecados desnudos.
Já na parte denominada “Pau” consta tanto as descrições sobre os castigos físicos quanto à necessidade explicitada de que estes respeitassem as leis dos homens e as leis de Deus, sendo aplicados em momentos tidos como necessários, de forma parcimoniosa e, de acordo com a crença de então, justa.
“É claro que encontramos relatos sobre desvios a essas regras e de senhores de escravos extremamente cruéis -- muitas vezes seguidos de punição para os desviantes --, mas o conjunto de leis e prescrições morais sobre o trato indicam que havia pactos estabelecidos sobre o que era e o que não era permitido ao senhor em relação ao escravizado”, explica Ana Carolina.
“Isso não quer dizer, e acho muito importante sublinhar, que eu afirme em qualquer momento que o cativeiro de africanos tenha sido ‘brando’, ‘melhor’ ou ‘bom’ no Brasil: falamos aqui de um tipo de relação que, ainda que normatizada e regulamentada, é pautada em um desequilíbrio de forças”, acrescenta a historiadora.
Nomeada de “Pão”, a terceira e última parte trata do alimento físico e do “espiritual”, considerado indispensável em uma sociedade católica como foi o Brasil colonial. Ao tratar da alimentação a autora desfaz uma crença do senso comum: a de que a feijoada era um prato comum nas senzalas, resultado do aproveitamento de partes do porco desprezadas pela cozinha da casa-grande. Ana Carolina explica que, na verdade, os escravos tinham uma rotina alimentar baseada em outros recursos.
Dependendo da região, eles se alimentavam basicamente de angus feitos com farinha de mandioca ou de milho, feijões, frutas ou legumes, resultantes de coletas ou de pequenas roças mantidas por eles, e que carnes eram raramente consumidas. Segundo a historiadora, os ingredientes considerados como “sobras” dos porcos (pés, orelhas, rabo) na verdade faziam parte da dieta dos senhores de escravos e dificilmente eram dispensados no Brasil colonial. “O cozimento do feijão com essas partes do porco só seria associado a uma comida mais simples ou rústica posteriormente”, explica."

Mulheres e homens negros contribuíram para a construção do Brasil. São guerreiros, profissionais liberais, artistas, atletas e ativistas políticos que fizeram a diferença no país.
1. Mestre Valentim (1745-1813) - paisagista e arquiteto

Valentim da Fonseca e Silva, mais conhecido como Mestre Valentim, era filho de um contratador de diamantes e uma negra. Nasceu em Serro, Minas Gerais e, mais tarde, Valentim foi levado para o pai a Lisboa onde estudou.
No Brasil, estabeleceu-se no Rio de Janeiro, então capital da colônia. Prestou serviço para as grandes ordens religiosas e realizou trabalhos para o Mosteiro de São Bento, para Igreja de Santa Cruz dos Militares e a Igreja de São Pedro Clérigos (já demolida).
Chamado de "Aleijadinho carioca" pelo seu talento foi também o autor do traçado original do Passeio Público e do Chafariz das Marrecas, ambos no Rio de Janeiro.
No entanto, sua obra mais conhecida é chafariz localizado na atual Praça Quinze, onde centenas de escravos recolhiam água para abastecer as casas.
2. Padre José Maurício (1767-1830) - músico e compositor
Nascido no Rio de Janeiro, de pais libertos, José Maurício Nunes Garcia seguiu a carreira eclesiástica a fim de ter uma educação formal. Além disso, estudou música, composição e regência, sendo exímio organista.
Com a vinda da Família Real ao Brasil, em 1808, a vida cultural do Rio de Janeiro sofreu um incremento considerável.
O príncipe-regente Dom João, grande admirador da música, nomeou-lhe Mestre de Capela e o fez cavaleiro da Ordem de Cristo, uma das mais tradicionais ordens portuguesas.
Compôs, sobretudo, música religiosa que refletem exatamente a transição do barroco para o classicismo pela qual passava a música europeia.
Com as comemorações do bicentenário da Família Real em 2008, a obra de José Maurício Nunes Garcia foi redescoberta. Assim surgiram várias gravações de orquestras brasileiras e internacionais que permitiram sua divulgação às novas gerações.
3. Maria Firmina do Reis (1822-1917) - escritora e professora
Nascida no Maranhão, Maria Firmina dos Reis pode ser considerada uma pioneira em vários campos.
Foi a primeira mulher a passar para o concurso público como professora, a fundar uma escola mista e a escrever um romance "Úrsula" . Este livro anteciparia o gênero de literatura abolicionista que seria moda com "Escrava Isaura", de Bernado Guimarães (1825-1884).
Publicaria em 1871 um conto com a mesma temática "A Escrava" e reuniria seus poemas na coletânea "Cantos à beira-mar".
Maria Firmina foi completamente esquecida e silenciada da História do Brasil, mas pesquisas recentes tem trazido luz sobre sua obra e vida.
4. Mãe Menininha do Gantois (1894-1986) - Iyálorixá
Nascida na Bahia, Escolástica da Conceição de Nazaré, era descendente de uma linhagem de Iyálorixás, líderes femininas que comandam um terreiro de Candomblé.
Mãe Meninha do Gantois foi escolhida aos 28 anos para ser a dirigente do Gantois, terreiro que havia sido fundado por sua bisavó.
Na década de 30, as celebrações de Candomblé ou Umbanda estavam proibidas por lei. Porém, ela se destacou em fazer que o Candomblé fosse conhecido por intelectuais e políticos.
A legião de admiradores da mãe de santo incluíam nomes como Jorge Amado, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, etc.
Graças a sua sabedoria, a religião afro-brasileira ganhou mais visibilidade e respeito.
5. Antonieta de Barros (1901-1952) - professora, jornalista e deputada
Natural de Santa Catarina, Antonieta de Barros foi professora e dedicou toda sua vida ao ensino.
De igual maneira, fundou jornais onde defendia ideias feministas. Na década de 30, entrou na política e foi a primeira deputada estadual negra do país e primeira deputada mulher do estado de Santa Catarina.
Igualmente, foi eleita em 1934, pelo Partido Liberal Catarinense, para a assembleia que redigiria a nova Constituição. Esteve nas comissões que relatariam os capítulos Educação e Cultura e Funcionalismo.
Integrou a assembleia legislativa catarinense até 1937, quando teve início a ditadura do Estado Novo. Posteriormente, voltaria a se dedicar ao magistério ocupando cargos de direção em diversas escolas."
E tem descoberta nova na área: um fóssil de dinossauro de 230 milhões de anos foi encontrado na região da Quarta Colônia no Rio Grande do Sul.
"Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e da Universidade de São Paulo (USP) publicaram estudo em que apresentam uma nova espécie de dinossauro predador, o Gnathovorax cabreirai. Originário do período Triássico (com aproximadamente 230 milhões de anos), ele é um dos mais antigos já encontrados no mundo.
O fóssil, descoberto na região da Quarta Colônia Italiana de São João do Polêsine, região central do Estado, é o mais bem preservado do tipo já encontrado no Brasil. Bastante completo, o esqueleto revela que o animal tinha dentes pontiagudos e munidos de serrilhas, assim como garras longas nos dedos das mãos, que ajudavam a capturar as presas.
O grau de preservação permitiu que, com o uso de modernas técnicas de tomografia computadorizada, os pesquisadores reconstruíssem parte da morfologia do cérebro do animal. Os detalhes anatômicos do cérebro revelaram características que são comuns em répteis predadores, como regiões bem desenvolvidas relacionadas ao equilíbrio e à visão. A combinação dessas feições indica que este animal foi um predador ativo no ambiente em que viveu. O nome Gnathovorax significa “mandíbulas vorazes”, enquanto que cabreirai faz referência ao paleontólogo Sérgio Furtado Cabreira, responsável pela descoberta do esqueleto em 2014.
O estudo, publicado no periódico científico internacional PeerJ, foi conduzido pelo egresso do curso de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, Cristian Pereira Pacheco, pelos paleontólogos da UFSM Rodrigo Temp Müller, Leonardo Kerber, Flávio A. Pretto e Sérgio Dias da Silva, e pelo paleontólogo da USP, Max Cardoso Langer. O responsável por realizar a reconstrução do Gnathovorax cabreirai em vida foi o paleoartista Márcio L. Castro.
(...)
O Gnathovorax chegava a medir 3 metros de comprimento e, apesar de ser menor que os famosos predadores do Jurássico ou Cretáceo, era um dos maiores carnívoros do ambiente em que ele vivia, e seguramente o maior dinossauro brasileiro de seu tempo. Outros dinossauros que conviveram com ele, como o Buriolestes schultzi, mediam cerca de 1,5 metros de comprimento.
Esqueleto completo ficará no Brasil
A análise de grau de parentesco realizada no estudo indicou que o novo dinossauro foi membro de um grupo chamado Herrerasauridae, sendo parente de alguns dinossauros de idade próxima descobertos no Brasil e na Argentina. Todavia, o esqueleto do Gnathovorax cabreirai é o mais bem preservado já descoberto para dinossauros deste grupo. O último herrerassaurídeo (o Staurikosaurus pricei) foi descoberto no Brasil em 1936 e seu esqueleto está hoje em Harvard, nos Estados Unidos.
A nova descoberta, no entanto, ficará em solo brasileiro. Isso permitirá que aqueles que tiverem interesse em conhecer o fóssil de um dinossauro herrerassaurídeo possam visitá-lo no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM), em São João do Polêsine (RS)."
Domingão com jeito de chuva e muito calor... Ainda dá tempo para assistir um bom filme nacional que tal?
Este ano o filme Besouro completou 10(dez) anos e foi o grande ganhador do ano de 2011 nas cinco categorias no “Grande Prêmio do Cinema Brasileiro” como Melhor Maquiagem; Direção de Arte; Efeitos Especiais; Som e Edição – Ficção e indicação como melhor figurino.
Em fevereiro de 2019 foi selecionado para sessões especiais no Festival de Cinema Pan Africano – ou PAFF, na sigla em inglês – onde foi eleito o melhor filme de ficção na edição de 2011. O diretor João Daniel Tikhomiroff, que não pode receber o prêmio conquistado por seu longa em 2011, ganhou uma sessão de gala em Los Angelis.
E a maioria das pessoas sequer ouviram falar dele. Um absurdo é claro...
"Besouro conta a história do mais famoso capoeirista brasileiro, uma figura heroica e digna de mitos e lendas. Este personagem realmente existiu, e ganhou destaque ao lutar contra a opressão aos negros no Recôncavo Baiano no começo do século XX.
Manoel Henrique Pereira ganhou o apelido de ‘Besouro’ quando começou a praticar capoeira. Sua escolha pelo inseto revela suas intenções: “se um bicho preto e grande consegue voar, mesmo com essas asas minúsculas, eu também conseguirei realizar feitos inexplicáveis”. E assim o fez.
Besouro tinha apenas 24 anos quando morreu, mas até lá aprontou muito e garantiu seu lugar nas lembranças de todos os que o conheceram. Mestre capoeirista, enfrentou os brancos que ignoravam a Lei Áurea e mostrou que seu povo poderia ter não só vontade e anseios iguais aos de todo mundo, mas também uma cultura própria e igualmente rica.
Mais surpreendente mesmo foi o trabalho desenvolvido pelo coordenador de artes marciais chinês Huen-Chiu Ku – que possui em seu currículo títulos de peso, como Máquina Mortífera 4, O Tigre e o Dragão, Kill Bill e A Múmia – Tumba do Imperador Dragão. E esta experiência adquirida no cinema oriental e hollywoodiano se adaptou com tranquilidade à agilidade e ao visual buscado pelo diretor, que com estes apoios conseguiu criar uma trama à altura da figura histórica escolhida."
Sexta-feira, feriado de 15 de novembro, Proclamação da República ou 1º golpe da História do Brasil, com previsão de chuva, então que tal curtir um bom livro? E o melhor é que é uma distopia sobre o Brasil atual. Nós lemos sobre várias distopias e não conhecemos uma sobre nossa Nação, então está passando da hora de conhecer e se arrepiar com as "previsões" do escritor.
O jornalista e escritor Bernardo Kucinski de 82 anos arrasa quando fala sobre o presidente da república “A gente só não pode dizer que é uma ditadura porque ele é caótico e esculhambado demais para a gente chamar de ditadura. A atitude é ditatorial, a atitude é de arrogância, de imposição, é um governo de desconstrução de anos em que a gente foi construindo participação popular, inserção popular, direitos das minorias e trabalhadores”.
"Uma novela maluca para tempos malucos”. Assim o jornalista Bernardo Kucinski classifica seu livro A nova ordem. Trata-se de uma ficção distópica sobre a ascensão de um governo autoritário.
A epígrafe do livro traz duas citações das mais célebres obras literárias do gênero, 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, nas quais o jornalista claramente se inspira em seu novo livro.
A obra narra um Brasil fictício, em que uma “nova ordem” é instaurada com viés autoritário. O regime, encabeçado por militares, tem como inimigo os “utopistas”, ou seja, aqueles que têm pensamento crítico, e cria a Operação Cátedra, que prende professores e ordena o fechamento das universidades pelo país.
O texto segue em narrativas paralelas: os diálogos e histórias das personagens e as notas de rodapé, que registram os decretos que instituem a nova ordem política.
O autor afirma ter ficado surpreso com “previsões” de seu livro no decorrer do governo Bolsonaro. O texto foi entregue em janeiro à editora, a Alameda Casa Editorial, 20 dias após a posse do presidente de extrema direita.
“Quando fica proibida associação operária de qualquer tipo. No dia seguinte saiu uma proposta do Bolsonaro no mesmo sentido. Fui começando a ficar assustado”, disse a uma plateia de amigos e convidados que acompanhou o lançamento da obra no Centro Universitário Maria Antônia.
Mais tarde, ao Brasil de Fato, Kucinski listou essas coincidências da nova ordem: “Criminalização do trabalho dos sindicatos e das cooperativas; fechamento de postos de saúde… Um monte de coisa que está na novela, que A nova ordem vai pondo e que às vezes Bolsonaro vai fazendo, às vezes diretamente ou indiretamente também”, relata.
“E no campo da cultura também. Por exemplo, na minha novela eles fecham todas as universidades federais. Bolsonaro não fechou nenhuma, mas já tomou dados concretos para estrangular. São essas semelhanças que vão acontecendo.”
A 15ª temporada está muito top e o ep. 15x5 " Proverbs 17:3" também deverá apresentar algumas novidades. O ep. anterior, apresentou uma canção do Jensen Ackles Sounds of Someday, que toca durante o clímax do episódio. Ele disse que "foi um bom voto de confiança, especialmente de um show que valoriza tanto da música.” E nem precisa dizer que todos os hunters amaram e esperam que apareça outras ao longo da temporada. E claro que o ep. foi dirigido por ele e as cenas de luta no sonho do Sam foram maravilhosassssss.
Hoje, vou relembrar a passagem da famosa assassina Lizzie Borden no 11x5 "Thin Lizzie" e no 15x4 como um dos fantasmas que saiu do Inferno. Aqui no Brasil muitas pessoas nunca ouviram falar dela, entretanto, ela está entre os assassinos famosos dos Estados Unidos. E Supernatural aproveitou para falar de sua vida e dos crimes de que fora acusada, sendo que jamais se soube da verdade. Se não foi ela quem matou seu pai e a madrasta quem foi? Até hoje, esse é um crime que nunca foi desvendado.

"O julgamento de Lizzie Borden foi o mais comentado dos Estados Unidos no século 19. Apesar de ter sido absolvida de assassinar o pai e a madrasta a machadadas brutais, a imagem de Lizzie permaneceu na crença popular como a de uma assassina cruel.
Nascida em Fall River, Massachusetts, em 19 de julho de 1860, Lizzie Borden era filha de Sarah Anthony Borden e Andrew Jackson Borden. Descendente de uma família rica local, Andrew era dono de propriedades comerciais e fazia parte da presidência e direção de bancos e instituições financeiras.
Em 1866, três anos após a morte de Sarah, Andrew se casou com Abby Gray. Depois disso, Lizzie e a irmã, Emma, teriam se afastado do pai — acredita-se que Lizzie desconfiava de que Abby estava atrás da fortuna de Andrew.
Na manhã de 4 de agosto de 1892, a criada Bridget Sullivan estava limpando as janelas da casa quando Lizzie chegou correndo, dizendo que seu pai havia sido assassinado. Mais tarde, as duas encontraram o corpo de Abby no segundo andar. Eles haviam sido mortos por pancadas violentas provocadas por um objeto pesado e pontiagudo.

Lizzie foi a principal suspeita dos assassinatos. Dias depois dos crimes, ela foi vista destruindo um de seus vestidos — segundo testemunhas, o vestido havia sido utilizado por Lizzie no dia dos crimes, e provavelmente estava sujo de sangue.
Além disso, Lizzie deu respostas estranhas e contraditórias em seu julgamento, em 5 de junho de 1893. Embora os policiais estivessem convencidos quanto à culpa da mulher, não encontraram nada que a ligasse aos assassinatos. Diante da falta de provas, foi inocentada.
Depois do julgamento, Lizzie decidiu permanecer em Fall River. Comprou uma casa nova, Maplecroft, em um dos bairros mais bonitos da cidade, e passou a usar o nome Lizbeth. Dois anos após os crimes, ela e a irmã, Emma, gastaram mais de 2 mil dólares em um monumento de granito azul de 3 metros de altura para homenagear Andrew e Abby.
No entanto, Lizzie não conseguiu recomeçar a vida na cidade: o tribunal da opinião pública se voltou contra ela. Todos os seus amigos a abandonaram e as pessoas se recusavam a se sentar perto dela na igreja. No meio da noite, as crianças tocavam a campainha de sua casa e atacavam a residência com ovos e cascalho.
Em 1905, Lizzie desenvolveu um relacionamento com a atriz Nancy O’Neil, o que Emma desaprovou. Após uma briga, Emma saiu de casa e se afastou da irmã pelo resto da vida. Lizzie morreu de pneumonia em 1º de junho de 1927 — detalhes sobre seu funeral não foram divulgados, e ninguém compareceu ao enterro.
Em 1996, a casa da família Borden em Fall River foi transformada em um pequeno hotel, aberto até hoje. O local também funciona como um museu em dias determinados. Já Maplecroft é uma residência privada, ocasionalmente aberta ao público."