domingo, 2 de setembro de 2012

Chuva de Ouro!

 
A primavera ainda não chegou, mas a chuva de ouro já pode ser admirada em muitas praças de Cuiabá.

Lá no Liceu Cuiabano ela encontra-se plantada no pátio e somente quando suas flores surgem é que podemos notar que de uma árvore comum explodem flores amarelas e belas. Em alguns dias ela estará exatamente como na primavera de 2011.

A chuva-de-ouro é uma árvore ornamental decídua, de floração espetacular, com seus belos cachos pendentes de flores douradas.

 De porte médio e crescimento rápido, ela alcança cerca de 5 a 10 metros de altura. Seu tronco é elegante, um pouco tortuoso, e pode ser simples ou múltiplo, com a casca cinza-esverdeada.

 A copa é arredondada, com cerca de 4 metros de diâmetro. As folhas são pinadas, alternas, com 4 a 8 pares de folíolos elípticos, acuminados e de cor verde-viva.

No verão desponta suas inflorescências, do tipo rácemo, pendentes e longas, com cerca de 30 cm de comprimento e com numerosas flores amarelas, pentâmeras e grandes.

 Os frutos que se seguem são do tipo legume, cilíndricos, de cor marrom, e contêm de 25 a 100 sementes lenticulares, castanhas, lustrosas, envoltas em uma polpa doce e com propriedades medicinais. Apesar da polpa ser comestível, as sementes são tóxicas e não devem ser ingeridas.

 Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A chuva-de-ouro se adapta muito bem aos climas subtropical e tropical. Depois de bem estabelecida ela é capaz de tolerar períodos curtos de estiagem. Multiplica-se por sementes que necessitam de quebra de dormência para uma melhor germinação.

Um Amor que Atravessa os Anos!

Paris representa tudo que é romântico, por isso escolhi esta foto para  homenagear meu Amor Eterno

Dia dois de setembro é aniversário daquele por quem meu coração bate acelerado há muitos e muitos anos.
Ainda me lembro daquele março, o verão estava quase no fim, quando o vi pela primeira vez na Universidade.
Eu havia passado no vestibular para o Curso de História e no dia marcado para o início das aulas cheguei cedo.Não conhecia ninguém, eu logo iria descobrir duas pessoas conhecidas, e tudo era novidade.
O prédio era novo e  ainda não havia luz, água nos banheiros e bebedouros; enquanto esperavámos para saber se teria as aulas fiquei conversando com uma colega gaúcha e com alguns anos a mais que eu.
Foi quando desviei os olhos para dentro da sala e meu coração deu um salto; na sacada estava um jovem conversando com outros colegas.
Ele era jovem como todos nós e lindíssimo.Sua pele cor de jambo, os cabelos negros e os olhos eu iria descobrir depois, negros como a noite de lua minguante.
Nós fomos avisados que as aulas reiniciariam uma semana depois e a partir daquele dia um sentimento estranho começou a se formar em meu coração. Na manhã do retorno às aulas ele estava com os braços passados nos ombros de uma colega japonesa e riam de alguma piada.
Eu senti um enorme ciúme dele e uma vontade de empurrá-la sacada a baixo! Mas, por que sentir ciúmes de alguém que eu não conhecia  e sequer sabia seu nome ou de onde ele viera.?
Quando ele entrava na sala meu coração disparava; ouvir seu riso cristalino ou sua voz maviosa mexia comigo.
Eu sentia vergonha de falar para alguém sobre isso, mas minhas amigas desconfiaram e um dia eu tive que confessar : estava apaixonada pelo jovem manauara.
Um dia elas me avisaram que ele estava chorando e eu fui consolar; quando nossos olhos se cruzaram ouvi uma voz de alerta : "não se envolva com ele".Ignorei o aviso e na primavera contei para ele sobre minha paixão.Ele sorriu e me disse "seu coração eu já tenho".
Depois disso vivemos muitas venturas e desventuras... Em um certo momento de sua vida depois de formado ele se casou, teve duas filhas, se separou e continuamos nos admirando e nos gostando como antigamente.
Eu gosto de lembrar dos bons e inesquecíveis momentos;  como o telefonema que ele me deu em meus quarenta anos e falou de nossos  sentimentos ou quando fomos jantar para comemorar os nossos vinte anos com comida mexicana e um espumante delicioso.
Lá se vão vinte e sete anos de uma relação regada a Amizade e Amor. Ele admira minha inteligência e sempre diz em tom de graça "você é muito inteligente para uma mulher".
 Ele continua lindo; educado; fluente em inglês e francês; empresário de sucesso...
Ainda me deixa embaraçada e não sei em quantas vidas já nos encontramos, mas nesta eu o reconheci  e o amei de imediato.

sábado, 1 de setembro de 2012

Nosso Calopsita!


Este pássaro simpático é uma calopsita. Ele está aqui em casa há mais ou menos quinze dias.

 É a primeira vez que temos um pássaro na gaiola, pois nos jardins de nossa residência ouvimos muitos sons diferentes todos os dias. Sabiá, pica-pau, joão-de-barro e outros vivem aqui  nos alegrando há dezoito anos.

A calopsita ou caturra (Nymphicus hollandicus) é uma ave que pertence à ordem dos Psitaciformes e à família Cacatuidae. Natural da Austrália, a espécie foi descrita pela primeira vez em 1792.

Em 1838 um ornitólogo ingles, John Gould, viajou para a Austrália com o objetivo de estudar a fauna e realizar desenhos de aves.

Ele foi o responsável pela fama mundial das calopsitas pois ele foi o primeiro especialista a levar calopsitas para fora da Austrália. Em 1884, a fama das calopsitas cresceu, porém foi em 1950 que a popularidade aumentou de forma bastante considerável por causa do arlequim, calopsita surgida através da primeira mutação de cor.

É uma ave muito inquieta, que pode estar horas a emitir gritos, mas podem assobiar e algumas chegam até a falar(ex:seu nome,ou alguma outra palavra que ouve com grande frequência). Apenas os machos conseguem falar, mas há algumas exceções em que as fêmeas conseguem falar.

Ele come sementes de girassol e não pode ficar exposto aos ventos e ao frio. Seu "canto' ou gritos são irritantes, mas é extremamente bonito e todos ficamos apaixonados por ele. Estamos aguardando o momento em que ele irá pronunciar um nome ou alguma palavra. Minha mãe o apelidou de "curica".

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Hoje a Lua Cheia é "Azul"

 O termo lua azul, se refere comumente à segunda Lua Cheia que ocorre num mesmo mês. A freqüência de acontecimento, é de 1 vez a cada 2 anos ou 3 anos.

O fato se dá devido ao ciclo lunar de 29.5 dias, o que torna perfeitamente possível que em um mesmo mês sua fase se apresente cheia por duas vezes.

Fevereiro é o único mês que não pode ter a Lua Azul, mesmo em anos bissextos.

Inclusive é possível um ano não ter Lua Cheia no mês de fevereiro, nesses anos, acontece uma Lua Cheia no final de janeiro e a outra no início de março, ou seja 2 Luas Azuis no mesmo ano, em janeiro e março. Isto ocorre em média a cada 35 anos.

De acordo com alguns historiadores, o nome Lua Azul foi criado no século XVI, devido ao facto de que algumas pessoas, ao observar a Lua, a viam azulada.

Outras, no entanto, a percebiam cinza. Muitas discussões ocorreram até se concluir que era impossível a Lua ser azul.

Esse fato criou uma espécie de expressão linguística, e "Lua Azul" passou a ser sinônimo de algo impossível ou difícil.

O termo ganhou força principalmente nos EUA e algumas frases como "só me caso com você se a lua estiver azul" foram rapidamente popularizadas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Homem que Escrevia sobre o Macabro!

 Edgar Allan Poe (nascido Edgar Poe; Boston, 19 de Janeiro de 1809 - Baltimore, 7 de Outubro de 1849) foi um autor, poeta, editor e crítico literário estadunidense, fez parte do movimento romântico americano.

 Conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores americanos de contos e é considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por contribuição ao emergente gênero de ficção científica.

 Ele foi o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difícil.

No início de 1845, foi publicado, no jornal Evening Mirror, o seu popular poema The Raven (em português "O Corvo").

Diferentemente da maioria dos autores de contos de terror, Poe usa uma espécie de terror psicológico em suas obras, seus personagens oscilam entre a lucidez e a loucura, quase sempre cometendo atos infames ou sofrendo de alguma doença. Seus contos são sempre narrados na primeira pessoa.

No dia 3 de Outubro de 1849, Poe foi encontrado nas ruas de Baltimore, com roupas que não eram as suas, em estado de delirium tremens, e levado para o Washington College Hospital, onde veio a morrer apenas quatro dias depois.

As suas últimas palavras teriam sido, de acordo com determinadas fontes, «It's all over now: write Eddy is no more», em português, «Está tudo acabado: escrevam Eddy já não existe».

Nunca foram apuradas as causas precisas da morte de Poe, sendo bastante comum, apesar de incomprovada, a ideia de a causa do seu estado ter sido embriaguez. Por outro lado, muitas outras teorias têm sido propostas ao longo dos anos, de entre as quais: diabetes, sífilis, raiva, e doenças cerebrais raras.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Torre de TV de Brasília

  Torre de TV de Brasília é uma torre de transmissão televisiva construída em Brasília e inaugurada em 1967 com 224 metros de altura, contendo o Museu das Gemas.

 Projetada por Lúcio Costa, a Torre da TV é um dos poucos edifícios importantes de Brasília que não são uma criação de Oscar Niemeyer

 É a segunda estrutura mais alta do Brasil, perdendo apenas para a Torre da Rádio Gaúcha AM 600 kHz, localizada em Guaíba (RS).

A Torre de TV de Brasília possui um mirante panorâmico a 75 metros de altura com capacidade para 150 pessoas, que foi inaugurado em 1965.

Há duas atrações turísticas localizadas junto à sua base — uma tradicional feira de artesanato e a Praça das Fontes. À sua frente encontra-se a escultura "Era Espacial" de Alexandre Wakenwith.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O Horror da Guerra do Vietnã

 A foto da garota Kim Phuc, nua, fugindo de seu povoado que estava sofrendo um bombardeio de napalm, até hoje é lembrada como uma das mais terríveis imagens da Guerra do Vietnã.

No momento em que a foto foi tirada, em 8 de junho de 1972, a vida de Kim Phuc, então com 9 anos, mudaria para sempre. Hoje, 40 anos depois, Kim Phuc é Embaixatriz da Boa Vontade da UNESCO. Ela contou à BBC sua experiência.

"Em 1972, os americanos lançaram uma bomba de napalm em meu povoado, no sul do Vietnã.
Um fotógrafo, Nick Ut, tirou uma foto minha fugindo do fogo, a foto que hoje é tão famosa.
Eu me lembro que tinha 9 anos, era apenas uma menina. Naquela noite, nós do povoado havíamos ouvido que os vietcongues estavam vindo e que eles queriam usar a vila como base.
Então, quando já era dia, eles vieram e iniciaram os combates no povoado.
Nós estávamos muito assustados.
Eu me lembro que minha família decidiu procurar abrigo em um templo, porque nós acreditávamos que lá era um lugar sagrado.
Nós acreditávamos que, se nos escondêssemos lá, estaríamos a salvo.
Eu não cheguei a ver a explosão da bomba de napalm; só me lembro que, de repente, eu vi o fogo me cercando.
De repente, minhas roupas todas pegaram fogo, e eu sentia as chamas queimando meu corpo, especialmente meu braço.
Eu estava apavorada, porque de repente não vi mais ninguém perto de mim, só fogo e fumaça.
Eu estava chorando e, milagrosamente, ao correr meus pés não ficaram queimados.
Só sei que eu comecei a correr, correr e correr.
Meus pais não conseguiriam escapar do fogo, então eles decidiram voltar para o templo e continuar abrigados por lá.
Minha tia e dois de meus primos morreram.
Um deles tinha 3 anos e o outro só 9 meses, eram dois bebês.
Então, eu atravessei o fogo.

O fotógrafo Nick Ut nos levou para um hospital das redondezas.
Assim que ele nos deixou lá, foi para uma sala escura revelar as fotos.
Eu passei bastante tempo no hospital: 14 meses.
Os médicos fizeram 17 cirurgias para curar as queimaduras de primeiro grau.
Metade do meu corpo ficou queimada.
Eu acho que todas as pessoas deveriam ver essa foto, mesmo hoje.
Porque essa foto mostra claramente como uma guerra é terrível para as crianças. Você pode ver o terror no meu rosto. Basta ver a foto, para as pessoas aprenderem."