Ler é sempre meu passatempo favorito e quando se pensa em terror o indicado é o mestre Stephen King é claro. O livro Cujo para alguns pode ser desconhecido, mas quem curte King é leitura obrigatória.
Publicado em 1981, quando o autor já tinha conquistado legiões de fãs, Cujo é Stephen King em sua melhor forma: uma história de horror que mexe diretamente com o psicológico e que nos leva a percorrer os limites do comportamento, equilíbrio e sanidade humanos.
Frank Dodd está morto e a cidade de Castle Rock pode ficar em paz novamente. O serial killer que aterrorizou o local por anos agora é apenas uma lenda urbana, usada para assustar criancinhas. Exceto para Tad Trenton, para quem Dodd é tudo, menos uma lenda. O espírito do assassino o observa da porta entreaberta do closet, todas as noites. Você pode me sentir mais perto… cada vez mais perto.
Nos limites da cidade, Cujo – um são Bernardo de noventa quilos, que pertence à família Camber – se distrai perseguindo um coelho para dentro de um buraco, onde é mordido por um morcego raivoso. A transformação de Cujo, como ele incorpora o pior pesado de Tad Trenton e de sua mãe e como destrói a vida de todos a sua volta é o que faz deste um dos livros mais assustadores e emocionantes de Stephen King.
A obra foi adaptada para os cinemas em 1983. Cujo foi dirigido por Lewis Teague e ficou na 58° posição na lista dos 100 filmes mais assustadores, feitos pela revista Bravo.
O domingão tem sol, brisa e pássaros entoando seu canto mavioso nas copas das árvores. Hoje, um ator famoso da Nova Zelândia completa 48 anos de idade. Karl-Heinz Urban nasceu em Wellington em 7 de junho de 1972 é um ator neozelandês. Filho de um fabricante de couros, seu pai esperava que ele seguisse nos negócios da família, mas isso não era o que ele queria. Ele desde os oito anos queria ser ator de cinema. Ainda bem, pois ele pode não receber um salário tão grande quanto seus colegas, entretanto, seus papéis são sempre marcantes, seu sorriso é lindo e tem os olhos que intimidam.!
Ele já esteve em Xena, A Princesa Guerreira, Hércules, Doom, Senhor dos Anéis, Batalha de Riddick, Dredd, Star Trek, Thor, Ragnarok, The Boys e outros."Karl Urban é pessoalmente um grande nerd de mão cheia. Ele já se declarou um grande fã de Doctor Who, além de ser um imenso fã de Star Trek, e para alegria do ator ele pôde estrelar dois filmes da nova franquia de Star Trek.
Karl adora videogames, e esse amor foi o que fez ele entrar para o elenco da adaptação de Doom. O ator deu o nome do filho de Indiana por causa de Indiana Jones. Além disso ele era fã do Juiz Dredd quando adolescente, e mais uma vez para sua felicidade, ele teve a oportunidade de interpretar o personagem nos cinemas.No filme O Senhor dos Anéis, ele fez questão de durante 3 ou quatro semanas, 5 dias por semana, 2 horas por dia, treinar intensamente um estilo de montaria onde o cavaleiro guia o cavalo com uma mão apenas, para que a outra mão ficasse livre para a espada.
E a curiosidade mais honrosa de Karl Urban é que ele é o embaixador da KidsCan. E o que seria a KidsCan? É uma obra de caridade que ajuda mais de 16 mil crianças necessitadas, provendo à elas alguns suprimentos necessários para elas, como por exemplo, calçados, comida e agasalhos."
Sabadão sem sol e temperatura de 19º graus, brisa fresca soprando nas copas das árvores. Há exatos 76 anos, acontecia o mar desembarque de tropas aliadas na Normandia/França. Dava-se início a mais longa batalha para libertar a França dos nazistas.
Eu me lembro de quando estudava sobre a 2ª Guerra Mundial, o Dia D era a mais "emocionante" das batalhas; não pelo número de mortos, armas, mas pelas tropas de Hitler serem pegas de surpresa.! É claro que a preparação foi longa, entretanto, o Dia D mudou a História da 2ª Guerra Mundial.
A 2ª Guerra Mundial, 1938-1945, tem inúmeras batalhas e quanto mais soubermos sobre esses anos tenebrosos do séc. XX melhor para que não se repita. "A invasão da Europa efetuada pelos Aliados no nordeste da França contra o exército invasor de Hitler, durante a Segunda Guerra Mundial, começou com a Batalha da Normandia, em 1944. A invasão recebeu o nome de código “Operação Overlord” e começou com o desembarque das tropas aliadas no continente – cujo nome de código era “Operação Netuno”. Os preparativos dessa operação se iniciaram no Reino Unido. A Operação Overlord envolvia o grosso dos exércitos americano e imperial britânico, apoiados por tropas auxiliares francesas, polonesas e de outras nacionalidades, para assaltar as praias da Normandia por meio de desembarques anfíbios. A missão começou na madrugada de 6 de junho, quando dez divisões americanas, britânicas e canadenses chegaram entre os rios Orne e Vire.
Ainda que os objetivos previstos não tenham sido alcançados e tenha se conquistado muito menos terreno que o esperado, foram instaladas sólidas cabeças de praia onde no decorrer dos próximos dias desembarcariam 250 mil homens e 50 mil veículos. A operação desenvolveu-se de 6 de junho – o Dia D – até 25 de agosto, quando Paris foi libertada.
A batalha começou quando paraquedistas americanos da 2a e da 101a divisões aerotransportadas e forças especiais britânicas transportadas em planadores conseguiram se colocar atrás da primeira linha defensiva alemã, impedindo a rápida chegada de reforços inimigos. Dias antes, os Aliados realizaram fortes bombardeios com o objetivo de destruir as vias de comunicação e a artilharia inimiga. As tropas aliadas desembarcaram nas praias normandas com nomes de código: Omaha e Utah – americanos –, Sword e Gold – britânicos – e Juno – canadenses. Ao anoitecer, a cabeça de praia estava tomada, e milhares de soldados aliados desembarcaram durante as semanas seguintes. A praia mais difícil de ocupar foi a de Omaha, onde 6 mil americanos morreram e 15 mil foram feridos.
A praia onde a Wehrmacht opôs maior resistência foi a Juno, defendida pela divisão 716a e com uma fila de Panzers no caminho, que causaram cerca de 550 baixas canadenses. As forças alemãs conseguiram exterminar, assim como em Omaha, 50% da primeira leva aliada. Juno foi a primeira praia a ser conquistada; nesse dia, as tropas canadenses penetraram no interior da França, mais do que qualquer outro exército aliado.
Gold foi a segunda praia mais fácil de ocupar depois de Utah, e assim as tropas inglesas conseguiram seus objetivos sem maiores dificuldades. Sword contava com uma forte resistência, mas, graças à coordenação do exército inglês, também foi uma praia simples de conquistar."
Hoje, é comemorado o dia mundial do meio ambiente e diferente de anos anteriores não haverá plantação de árvores e outras ações de conservação do mesmo. Dado o momento de isolamento e de distanciamento social, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, PNUMA, organizou uma série de encontros virtuais para alertar sobre a preservação da natureza e promover atitudes que possam ser levadas para o âmbito real-offline.
Durante a pandemia do Covid 19 as grandes nações poluidoras do meio ambiente, China principalmente, tiveram suas indústrias fechadas, trânsito diminuído, mares livres da poluição, etc. A natureza agradeceu e respirou aliviada...
Mas, se você acha que não pode ficar pior, as queimadas e o desmatamento influenciam diretamente no contagio da Covid-19 no Brasil. “Quanto mais tempo demorarmos para controlar a epidemia, mais provável é que uma grande quantidade de pessoas afetadas por Covid estejam também expostas à fumaça das queimadas. Isso pode aumentar o número de doenças por Covid, junto com um elevado número de doenças respiratórias por queimadas”, afirma Luiz Aragão, do INPE, um dos pesquisadores que assinam a nota técnica. "O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho de 2020, é a biodiversidade. Um milhão de espécies de plantas e animais estão em risco de extinção, principalmente devido à atividade humana. Neste ano, o convite é para repensar como nossos sistemas econômicos evoluíram e qual o impacto que eles têm no meio ambiente.
(...)
A pandemia de COVID-19 – a mais recente em uma série de surtos de doenças zoonóticas – mostra que a saúde do planeta está ligada à nossa saúde. Perdas de biodiversidade e habitat favorecem a disseminação de doenças infecciosas e viroses, doenças essas que pesquisas mostram estar em ascensão. No Brasil, a situação é ainda mais alarmante com a destruição das florestas, o aumento das queimadas, o avanço nos garimpos, a flexibilização das leis ambientais e o desmonte dos mecanismos de fiscalização para literalmente “passar a boiada”. As notícias são desanimadoras, mas nunca antes tivemos esse tempo e oportunidade que a pandemia nos impôs para repensarmos nossas ações em relação ao meio ambiente.
A boa notícia é que podemos reverter as tendências de perda da biodiversidade repensando nosso relacionamento com a natureza e agindo imediatamente para ampliar a ambição e a responsabilidade em protegê-la. Devemos conservar e restaurar a vida e os espaços selvagens, mudar a maneira como produzimos e consumimos os alimentos, favorecer infraestruturas ecológicas e transformar as economias para que protejam a natureza. A resposta mundial à pandemia da COVID-19 mostrou ação e solidariedade aceleradas para enfrentar questões que ameaçam nossas sociedades. Na medida em que os países começam a planejar melhores formas de se reconstruírem, colocar a natureza no centro das decisões deve ser prioridade pelas pessoas e pelo planeta.
O Dia Mundial do Meio Ambiente é uma oportunidade de inspirar as pessoas a fazerem suas vozes serem ouvidas. Cidadãos precisam exigir que os governos cumpram os compromissos de proteger a natureza e garantir que as leis ambientais sejam aplicadas. Empresas devem desenvolver cadeias sustentáveis de suprimentos, bem como práticas agrícolas que não agridam o meio ambiente. Grupos da sociedade civil devem procurar formas de preservar e restaurar ecossistemas degradados e todos nós como indivíduos consumidores devemos repensar nossas escolhas e tudo que compramos.
Mesmo com nossas vidas ao avesso, podemos nos unir para encontrar maneiras de viver em harmonia com nós mesmos e também com a natureza."
Mais uma manhã geladaaaaaaaa enquanto isso a Covid 19 eleva o número de óbitos no Brasil que já passa de 31 mil. No Brasil, assim como no restante do Mundo as manifestações contra o racismo prosseguem. As celebridades aproveitam para deixar suas mensagens na net, entretanto, daqui a alguns dias ninguém a não ser os negros se lembrarão do porque todos os dias estão morrendo.!
O Brasil é extremamente racista desde 1500 e os estudos mostram que não é somente contra os índios e negros, mas também contra os brancos pobres e imigrantes. Somos uma nação de "misturas de povos", entretanto ainda somos um País racista. A net está repleta de debates, mas eu prefiro os advindos de estudiosos do assunto e achei uma fala do Doutor em Ciências Sociais o congolês Kabengele Munanga e postarei alguns trechos para conhecimento dos interessados.
"Ainda hoje há, no Brasil, quem negue a existência do racismo. Discussões sobre questões raciais não surpreendem o antropólogo congolês Kabengele Munanga. Aos 73 anos, o doutor em Ciências Sociais e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) sempre reforça que o Brasil possui um quadro ‘gritante’ de discriminação. Acha exagero? Não é o que mostram os números.
(...)
Mas e a tão conhecida ‘democracia racial’, nascida pelas mãos de Gilberto Freyre? Antes de mais nada, é preciso compreender do que se trata o preconceito. O professor Munanga assim define o termo:
“Preconceito como o próprio termo diga preconceito é uma ideia preconcebida, um julgamento preconcebido sobre os outros, os diferentes, sobre o qual nós mantemos um bom conhecimento. E o preconceito é um dado praticamente universal, pois todas as culturas produzem preconceito. Não há uma sociedade que não se define em relação aos outros. E nessa definição acabamos nos colocando em uma situação etnocêntrica, achando que somos o centro do mundo, a nossa cultura é a melhor, a nossa visão do mundo é melhor, a nossa religião é a melhor, e acabamos julgando os outros de uma maneira negativa, preconcebida, sem um conhecimento objetivo. Isso é o preconceito, cuja matéria prima são as diferenças, sejam elas de cultura, de religião, de etnia, de raça no sentido sociológico da palavra, de gênero, até de idade, as econômicas. Todas as diferenças podem gerar preconceitos”. “Cada país que pratica o racismo tem suas características. As características do racismo brasileiro são diferentes. Por que o brasileiro não se considera racista ou preconceituoso em termos de raça? Porque o brasileiro não se olha no seu espelho, nas características do seu preconceito racial. Ele se olha no espelho do sul-africano, do americano, e se vê: ‘olha, eles são racistas, eles criaram leis segregacionistas. Nós não criamos leis, não somos racistas’. Tem mais: tem o mito da democracia racial, que diz que não somos racistas”.
Nem mesmo pessoa flagrada em um ato de racismo vai admitir. E isso é esperado, pelo menos no Brasil.
“Esse mito (da democracia racial) já faz parte da educação do brasileiro. E esse mito, apesar de desmistificado pela ciência, a inércia desse mito ainda é forte e qualquer brasileiro se vê através desse mito. Se você pegar um brasileiro até em flagrante em um comportamento racista e preconceituoso, ele nega. É capaz dele dizer que o problema está na cabeça da vítima que é complexada, e ele não é racista. Isso tem a ver com as características históricas que o nosso racismo assumiu, um racismo que se constrói pela negação do próprio racismo”.
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“O brasileiro gostaria de ser considerado como europeu, como ocidental. Isso está claro no sistema de educação. Nosso modelo de educação é uma educação eurocêntrica. A escola é o lugar onde se forma o cidadão, onde se ensina uma profissão. Há escolas que sabem lidar com os dois lados da educação: ensinar a cidadania e a profissão. A história que é ensinada é a história da Europa, dos gregos e dos romanos. No entanto, quem são os brasileiros? Os brasileiros não só descendentes de gregos e romanos, de anglo-saxões e de europeus. São descendentes de africanos também, de índios, e descendentes de árabes, de judeus e até de ciganos. E se olharmos o nosso sistema de educação, onde estão esses outros povos que formaram o Brasil? Então, há um problema no Brasil, além de essas pessoas serem as maiores vítimas da discriminação social, no sistema de educação formal elas não se encontram, elas são simplesmente ocidentalizadas, são simplesmente embranquecidas.
Se colocarmos as questões: “quem somos, de onde viemos e por onde vamos?”, vamos ver que o Brasil nasceu do encontro das culturas, das civilizações, dos povos indígenas, africanos que foram deportados e dos próprios imigrantes europeus de várias origens. Comemoramos os cem anos da imigração japonesa, e fala-se mais dos cem anos da imigração japonesa do que dos 600 anos da abolição. Não tenho nada contra isso, mas fala-se muito pouco da abolição. Então, se queremos saber quem somos, devemos conhecer todas as nossas raízes, aqueles povos que formaram o Brasil, alguns dizem que somos um país mestiço, mas essa mestiçagem não caiu do céu. Já que não queremos reconhecer a diversidade das coisas, suponhamos que sejamos todos mestiços, vamos pelo menos estudar as raízes da nossa mestiçagem, isso faz parte da nossa cultura. Mas o brasileiro não se incomoda, o brasileiro quer se ver como europeu ocidental, parece que o brasileiro não se enxerga”. Há avanços, mas o caminho é longo para que a diversidade prevaleça, assim como a igualdade de oportunidades no Brasil. Para o professor da USP, cada preconceito demanda o seu próprio antídoto. No caso do racismo, é ilusório esperar que ele venha pelo caminho das leis. Não, o campo de combate está sediado na sala de aula, desconstruindo mitos até mesmo para quem é vítima neste processo e aceita tal condição.
“Preconceitos são muitos, por isso você não pode ter uma formula geral para combater todos os preconceitos. Em primeiro lugar, você não se combate com a lei, que combate os comportamentos concretos que podem ser observados, flagrados e punidos. Os preconceitos são em um terreno em que você não combate com a leis, por isso a educação é importante. A educação é um dos caminhos para combater os preconceitos, não as leis”."
O dia amanheceu geladooooo para os cuiabanos, sim uma nova frente fria está chegando ao Estado. Em isolamento social, só nos resta vestir o casaco e ficar deitado esperando o sol sair; enquanto isso as notícias que ouvimos do Mundo e do Brasil são as piores possíveis.
Como se não bastasse o país já estar com 30.058 mortos pela Covid 19, ainda temos que nos escandalizar com mais uma atitude irresponsável do presidente da república. Aliás, dele e de seus ministros e seguidores. De manifestações fascistas, racistas ao negacionismo da pandemia, o Brasil vive um momento de arrepiar...
Para aqueles que ainda não foram contaminados com as ideias de viver numa ditadura, resta a indignação e rezar para que Deus não tenha "abandonado" o país nesse momento de tantas mortes e incerteza.!
"Em sua página oficial no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou na noite de ontem, 31, um vídeo com uma frase atribuída ao ditador italiano Benito Mussolini. A postagem mostra um idoso caminhando na rua, até que o homem cita o bordão do fascista: "É melhor viver um dia como um leão, que cem como um cordeiro".
No post, Bolsonaro elogia o dizer reproduzido pelo idoso, escrevendo que "em 1 minuto o velho italiano resumiu o que passamos nos dias de hoje". Em resposta ao posicionamento do presidente, choveram críticas nas redes sociais e o termo "Mussolini" chegou aos trending topics do Twitter.Origem histórica
A afirmação compartilhada por Bolsonaro era utilizada não só por Mussolini, mas também por seus seguidores no período em que o fascismo teve auge na Itália, entre as décadas de 1920 e 1940.
A frase, no entanto, não surgiu orginalmente da boca do ditador. Teve origem, na verdade, durante a Primeira Guerra Mundial, na comemoração da Batalha do Rio Piave, onde o dizer foi escrito por um soldado na parede.Além disso, a referência que inspirou a afirmação veio bem antes, por volta de 1800, por parte do sultão indiano Tipu de Mysore, que teria dito que ele "prefere viver dois dias como um tigre, do que duzentos anos como uma ovelha".
Reprodução anacrônica
Apesar da frase postada ser atribuída ao fascismo, o vídeo compartilhado por Bolsonaro mostra contraditoriamente o senhor italiano exaltando Gennaro Capuozzo, um menino que foi herói da resistência italiana contra a Alemanha nazista. O idoso também esbraveja que a "liberdade vale mais do que a morte" e que liberdade não tem preço".
Ainda assim, o bordão atribuído ao ditador italiano aparece no final do vídeo. E não é a primeira vez que um líder político repete a frase. Em 2016, Donald Trump também citou a mesma afirmação em suas redes sociais. Questionado na época sobre a postagem, o presidente dos Estados Unidos justificou dizendo que se sentia atraído pelas palavras e que não fazia diferença se as mesmas já tinham sido ditas por Mussolini."(aventuranahistoria)
Primeiro dia de junho, a Covid 19 avança pelo Brasil e a quarentena é respeitada por uns e por outros não. Entretanto, quem ainda está em casa se resguardando da doença é sempre bom estar lendo algo de interessante. Minha recomendação é o livro "Hell House: A Casa Infernal", para quem aprecia um bom e velho terror. O livro físico é muito caro, mais ou menos R$250,00, então o jeito é ler em pdf mesmo.
Hell House: A casa infernal é um livro de terror do escritor americano Richard Mathelson(1926-2013), publicado originalmente nos Estados Unidos em junho de 1971 pela editora The Viking Press com o título Hell House. Por mais de vinte anos, a Mansão Belasco permaneceu vazia. Tida como o "Monte Everest" das casas mal-assombradas, essa construção de aspecto imponente e sinistro testemunhou cenas inconcebíveis de horror e depravação. No passado, duas expedições com o propósito de investigar os segredos que a casa encerrava terminaram em assassinato, suicídio e loucura para seus integrantes. Agora, uma nova investigação tem lugar, levando quatro estranhos ao local interditado, determinados a esquadrinhar a Mansão Belasco em busca de respostas definitivas sobre a vida após a morte. Cada um dos membros da nova equipe tem suas próprias razões para enfrentar os tormentos e tentações indescritíveis da mansão; mas, será que alguém consegue sobreviver ao mal que espreita na casa mais assombrada do mundo? O livro foi adaptado para o cinema em 1973, A casa da noite eterna (The legend of Hell House), dirigido por John Hough e protagonizado por Roddy McDowall e Pamela Franklin. Além disso, a obra também foi adaptada em história em quadrinhos, numa minissérie (Richard Matheson's Hell House) escrita por Ian Edginton e desenhada por Simon Fraser. Foi publicada nos Estados Unidos em 2004 pela editora IDW Publishing.