quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Livro - Irmãs em Auschwitz

Para quem gosta de boas leituras sobre a 2ª Guerra Mundial, as livrarias estão repletas de livros e sempre tem alguma novidade para ampliar nossos conhecimentos. E quem não anda com os bolsos cheios de grana, a net existe para satisfazer nossas curiosidades.

 "Irmãs em Auschwitz é escrito com simplicidade e graça… E o sentimento avassalador que nos toma ao finalizar a leitura é um triunfo: ainda é possível encontrar altruísmo e união entre pessoas que vivem em um lugar de horror implacável." - Los Angeles Times Book Review. 

Uma das poucas pessoas a se entregar voluntariamente para o exército alemão e ir a um campo de concentração – quando ainda se acreditava que eram apenas campos de trabalho – Rena Kornreich fez parte do primeiro transporte em massa de judeus para Auschwitz e sobreviveu ao campo nazista por mais de três anos, junto a sua irmã mais nova – Danka. Juntas, ambas tiveram de ser resilientes a cada a perversidade vivenciada durante o período de aprisionamento. 

E, a despeito da iminência da morte, das doenças, das surras e do trabalho forçado, os relatos de Rena a respeito da convivência entre as prisioneiras nos garantem que a empatia emergida dentro de cada dormitório e de cada grupo de trabalho encorajou essas mulheres a permanecerem unidas até que Auschwitz fosse libertado e suas vidas fossem devolvidas para sempre. 

Rena Kornreich era polonesa, filha de camponeses e uma das irmãs do meio, entre as quatro. Foi enviada à Auschwitz no primeiro transporte em massa de prisioneiras femininas. Junto a sua irmã, Danka, ambas sobreviveram aos horrores do campo e foram libertadas no fim da guerra. Rena constituiu família com seu marido, John, e tiverem quatro filhos e três netos. Quando enfim decidiu narrar sua história para que as pessoas a conhecessem, Rena contou com a ajuda de Heather. Heather Dune Macadam mora em Hampton Bays, Nova York e é escritora, educadora e presidente da fundação Rena's Promise International Creative Writing Camp, que oferece cursos para crianças e adolescentes que têm interesse em desenvolver suas habilidades na escrita. 

Criado em memória à Rena, a fundação visa promover o encontro de jovens de todas as esferas sociais e proporcionar um ambiente acolhedor em que possam fomentar trocas interculturais e assim germinar um mundo com menos ódio e preconceitos."

terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Lenda do Minhocão do Pari

O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro.

Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.

E nada mais interessante que postar sobre o Minhocão do Pari, uma vez que o Bairro Flamboyant não está longe da Barra do Pari. O que mais impressiona em nossas lendas é que os mais antigos dizem com toda propriedade que é a mais pura verdade e se a gente faz cara de desdém eles ficam bravos. E quando se pergunta se ele já viu o tal minhocão a resposta é sempre a mesma "eu não vi, mas conheço alguém que já viu".

"Faz 137 anos que o padre Ernesto Barreto comprou, no distante 1880, uma comprida faixa de terras a montante do rio Cuiabá, na área que passou a ser chamada de Barra do Pari e que deu origem a uma das mais conhecidas lendas de Mato Grosso, a do Minhocão do Pari.

Passado mais de um século, a lenda do Minhocão do Pari continua viva na memória dos moradores mais antigos do local e que para preservá-la vão passando o que sabem sobre o bicho de geração para geração.

As temidas diabruras do gigantesco bicho, como emborcar canoas para comer pescadores ou provocar rebuliço das águas dos profundos poços nos quais habitava em seus momentos de fúria noturna, acabaram sendo imortalizadas como samba enredo e carro alegórico da Escola de Samba Mocidade Independente, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que levou para a avenida Mato Grosso em 85 ou 86 o tema “Lendas e crendices da minha terra natal” e cujo samba foi composto e musicado por Neguinho da Beija-Flor de Nilópolis-RJ.

Os moradores mais antigos da faixa de terras que fica nos fundos dos jardins Santa Amália e Araçá, emoldurada por um grande morro no primeiro bairro e uma bela ilha nas imediações do local onde deságua o Rio Pari, do lado do rio em Várzea Grande, e que chamam de “nosso pedaço de paraíso”, não só conhecem a lenda do Minhocão do Pari.

Como outras crendices que povoam o imaginário popular da região, como uma enorme sucuri que vivia numa lagoa dali e o negrinho que aparecia numa pedra do rio Cuiabá na área da Barra do Pari e, atrevidamente, às vezes até sentava na proa das canoas para deixar os pescadores de cabelos arrepiados.

Quem melhor conhecia a lenda do Minhocão do Pari era Benedito Oscarino Barreto, o Ditão, que construiu a primeira casa da Barra do Pari. Ditão era neto do padre Ernesto Barreto, que tinha oito filhos, e faleceu com 92 anos em 2004"( www.hipernoticias.com.br)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Tem Índio no Mestrado em Antropologia na UFMT

O Jornal A Gazeta de ontem, 20/8/2017, trouxe uma reportagem do Zine sobre a trajetória do índio da etnia Boe Bororo Adriano Boro Makuda, 32 anos, que está concluindo o Mestrado em Antropologia na UFMT.  

Ele possui uma história fascinante de superação e paixão pelos estudos, que infelizmente grande maioria de nossos alunos não possuem.!  Ele passou necessidade, sofreu preconceitos, teve que se acostumar com a vida na cidade grande e hoje é o orgulho de sua Etnia.

Como estudante de Direito sofreu pressão por parte dos professores e disse " eu não tive nenhuma reprovação,  não tive dificuldade, mas eu estudava bastante. É um curso que exige muita leitura. Um fator que contribuiu bastante para que a gente acompanhasse o curso foi a leitura, gostar de ler."

Sobre o Mestrado ele diz " eu estou fazendo Antropologia para poder adquirir todo esse arcabouço de conhecimento para poder nos defender da maneira mais concreta, com embasamento teórico e prático".

Encontrei uma notícia de sua formação em direito. Então, resolvi postar aqui para reflexão...

"Estudante indígena, Adriano Boro Makuda, da etnia bororo, aldeia Merure, situada no município de General Carneiro (MT), apresentou o trabalho de conclusão do curso (TCC), da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Com o tema “A geração de energia hidrelétrica no Rio Garça e seus impactos sobre o povo Bóe (Bororo),” o estudante recebeu nota máxima da banca examinadora.

Adriano Boro, 30 anos, fala a língua do povo indígena bororo. Ele ingressou no curso de Direito da UFMT, por meio do Programa de Inclusão Indígena (Proind) Guerreiros da Caneta, ligado à Pró-reitoria de Assistência Estudantil (Prae). Foi bolsista do Programa de Iniciação Científica Ação Afirmativa (Pibic– AF/CNPq), durante quatro anos, desenvolvendo pesquisa no diálogo entre o Direito e a Antropologia.

O Proind é um programa de ação afirmativa, criado em por meio da resolução nº 82, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), de 2007, com a finalidade de promover o acesso ao ensino superior a estudantes indígenas das diferentes etnias do Estado de Mato Grosso, em vários cursos de graduação/bacharelado da UFMT.

“O programa é muito importante e contribui para o acesso e permanência de todos os estudantes indígenas que estão aqui. Tenho um respeito muito grande pelo Proind e por toda equipe que o compõe”, declarou Adriano Boro.

O estudante também falou sobre a importância de um indígena se formar em Direito. “Foi um processo de conhecimento, de poder estar nesse mundo acadêmico e conhecer os direitos que nós, povos indígenas, temos e também aprender a valorizar ainda mais a minha cultura,” frisou."(Ufmt/noticias).

domingo, 20 de agosto de 2017

Feliz Aniversário, Misha Collins

Hoje Dmitri Tippens Krushnic, artisticamente conhecido apenas por Misha Collins, completa 43 anos de idade. Conhecido mundialmente como o Anjo Castiel da Série Supernatural, ele é literalmente um "anjo" da solidariedade. Ele faz parte de uma organização humanitária chamada Random Acts ocupando o cargo de diretor de Assuntos de Caridade. Então, que Deus continue abençoando-o nesta Jornada de Fé e Caridade.
                                     Victoria Vantoch, sua esposa desde 2001.

sábado, 19 de agosto de 2017

Motivos para Assistir Os Defensores

E ontem finalmente começou a nova Série da Netflix Os Defensores e vamos aproveitar o sabadão para começar a maratona. É claro que para quem já conhece os personagens em suas Séries-solo não terá nenhuma dificuldades em entender o enredo, mas para quem não assistiu eu recomendo...
 

"A parceria entre a Marvel e Netflix fez milhões de viciados em séries, e que também gostam de HQs, ficarem bem contentes. Afinal, são quatro seriados de muito sucesso: “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. E melhor do que isso, só uma história que juntasse os quatro em um lugar só, né? Bom e é justamente isso que teremos em “Os Defensores”.

Pensando nisso, o Purebreak listou 7 motivos para você não deixar de assistir a mais uma produção original da Netflix!.

– Porque nós teremos o Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones) juntos em uma mesma história.

– Além dos nossos heróis, também teremos a união dos personagens secundários das quatro produções. Como isso não é animador?

– Apesar de toda a tensão que uma série de super-herói possui, “Os Defensores” também promete trazer ótimos momentos de humor

– Os críticos que já tiveram a oportunidade de assistir “Os Defensores” não pouparam elogios ao relacionamento entre Luke e Danny. Assim como nas HQs, parece que tem química de sobra entre os dois.

– Os oito episódios de “Os Defensores” serão bem mais curtos e isso irá trazer mais agilidade para cada um dos capítulos, evitando aquela encheção de linguiça que rolou em alguns outros seriados.

– Ao contrário, principalmente de “Demolidor”, “Jessica Jones” e “Luke Cage”, “Os Defensores” terá mais aquela sensação de que estamos assistindo a uma história sobre super-heróis. Aquele clima mais realista das outras três ficará de lado.

– Mesmo assim, cada um dos quatro super-heróis permanece com a sua essência original de cada trama."(www.purebreak.com.br)

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Como Surgiu a Música Gospel

Música de qualidade é sempre bem-vinda e sim eu também gosto de Gospel.  Deve ser por causa da raiz africana que todos nós temos no sangue. É interessante que as pessoas pensam que ela é uma criação dos evangélicos do Brasil, então resolvi fazer este post para tirar algumas dúvidas que ainda possa existir.

"Ainda que o termo, "Música Gospel", possa abranger um campo da Música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz — a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals  (em português, as canções harmoniosas dos "Espirituais dos Negros").

O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja Afro-americana e inspirou uma cornucópia   de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues,   e o atual Gospel contemporâneo (Música Cristã Contemporânea),   além de outros estilos musicais do gênero.
 Alimentado pela gigantesca indústria multi-bilionária de gravação musical nos Estados Unidos,  o "pequeno infante" da música Gospel pulou do seu berço humilde e cristão e atravessou as muralhas da igreja para um mercado bem diferente do mundo atual. E, o Gospel continua a crescer. De acordo com a revista Norte-americana, Gospel Today, dentre 2003 e 2008, sete gravadoras  criaram divisões especiais somente para lidar com artistas Gospel; as estatísticas da mesma publicação indicaram que os selos independentes cresceram 50%, e o rendimento das vendas só de música Gospel chegou a triplicar nas últimas décadas, de US$180 milhões de dólares em 1980 a US$500 milhões em 1990.

Thomas A. Dorsey(1899-1993), compositor de sucesso tipo There Will Be Peace in the Valley,  é considerado por muitos, O Pai da Música Gospel. No início de sua carreira ele era um importante pianista de Blues,  conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933) numa convenção de músicos na Filadélfia,  e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo  de Jazz tão parecido com o de Tindley.
A Igreja inicialmente não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em  1994, após o seu falecimento, a revista Norte-americana, Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"); neste artigo a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel, bem entendido. Assim ele fez. Ele investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país.

Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajudas de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras, Sallie Martin (1895-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas—aonde, uma vez, recusaram ela de subir! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos Estados Unidos,  em 1932, uma organização que ainda existe até hoje na origem da música gospel."

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Supernatural: Notícias sobre a 13ª Temporada Parte II

E a 13ª Temporada continua rendendo debates desde a Comic Con em San Diego. Cada notícia postada nas redes provoca uma avalanche de discussões. Então, vamos postar  algo  que o Jensen/Dean Winchester disse durante sua entrevista na Comic Con. Logo depois, a net já estava repleta de teorias sobre o fim da Série...

"Supernatural está indo para sua 13 ª temporada e, no que depender do CW e do fandom da série, ela não vai terminar tão cedo, porém os dois protagonistas da saga dos Irmãos Winchester, Jared Padalecki e Jensen Ackles tem ideias de como deve ser um dia, não se sabe quando, o fim de Supernatural. Para Padalecki, a série deveria terminar com a morte dos dois ou, pelo menos, de Sam, e dessa vez para sempre.

Porém, Jensen Ackles tem uma ideia mais poética, porém, aparentemente, não tão diferente da de seu colega. Falando com a EW, Ackles revelou um sonho que teve sobre o final da série.

“Posso vê-lo agora”, diz Ackles. “É apenas uma cena. Pense: região central dos Estados Unidos, região do céu azul. São apenas campos de trigo até onde o olho consegue ver, e há uma interseção, uma encruzilhada.
Eu dirijo no Impala, e estaciono no meio do cruzamento. Não há ninguém por milhas. Saio do carro e olho à distância – e é como Lawrence da Arábia quando Omar Sharif estava correndo com o camelo – eu só vejo essa coisa chegar à distância, e ele fica mais e mais e mais perto. É um cara em uma moto. E nós nunca vemos seu rosto. Ele tem um capacete. Mas ele caminha, eu dou um aceno de cabeça e uma volta no Impala muito devagar, viro para ele e entrego as chaves. E ele tira o capacete – não vemos quem é – ele me entrega o capacete e me entrega as chaves da sua moto. Ele vira as costas, entra no carro e vejo o Impala sair. E então eu me viro e olho para a moto que tem apenas um assento. Coloco o capacete, ligo a moto, dou uma última olhada ao Impala que agora já se foi, e eu vou embora. Porque já não preciso do assento extra. Eu tenho até a trilha sonora na minha cabeça. Não foram ditas palavras. Eu tinha essa pontuação crescente. Era como um filme de Robert Zemeckis”."(mixdeseries.com.br).

Esse final que o Jensen sonhou deixou seus parceiros, Jared e Misha, abalados. Durante a entrevista do Jared ele disse que o Jensen  chegou no set muito estranho e ele pensou que fosse algo com seus filhos. Quando ele contou o motivo de estar triste o próprio Jared e o Misha ficaram pensativos e uma tristeza antecipada com o fim da Série também os deixou saudosos.

Eu confesso que fiquei com lágrimas nos olhos e prefiro não me preocupar com isso por enquanto, afinal até os 300 episódios ainda vai demorar um pouco...

Uma outra notícia que deixou o fandom satisfeito veio do Presidente da CW no começo do mês de agosto/2017... Aliás, somente os pseudo fãs ficam doidos para que a Série acabe e isso se repete desde a 5ª temporada...
"Muitas pessoas, inclusive os espectadores, se perguntam por até quanto tempo a série ficará em exibição. Essa questão foi levantada na turnê de imprensa de verão do Televison Critics Association e permitiu aos fãs ter uma ideia melhor do futuro do programa.

Durante o painel da CW no evento, Mark Pedowitz – presidente da emissora – revelou que Supernatural continuará no ar enquanto Jensen Ackles e Jared Padalecki desejarem. De acordo com o próprio Pedowitz, “enquanto o garotos quiserem fazer e a audiência aguentar, Supernatural continuará no ar”. Ou seja, as próximas renovações da série dependem quase que exclusivamente dos atores principais.

De qualquer forma, foi informado que, ao menos por agora, não há planos para o fim do seriado e Padalecki e Ackles parecem estar satisfeitos com a decisão da emissora e super dispostos a seguir com a história de seus personagens. Atualmente, Supernatural mantêm a média de 2 milhões de espectadores por ano apenas nos Estados Unidos, um número bem impressionante para um série que está ao ar por tanto tempo. E esse número não leva em conta o público estrangeiro, as vendas dos dvds,  uma quantidade razoável de streaming online, ou os  produtos colecionáveis". (www.diarioonline.com.br).

Durante a semana passada o que mais chamou a atenção do fandom foi a lista com os episódios da 13ª temporada.

"A CW liberou o título da primeira metade da 13ª temporada de Supernatural. Os títulos dos episódios carregam referências (como de costume) e dão pistas do que poderemos ter no decorrer do novo ano.
13x01: “Lost and Found” (Achados e Perdidos)
13x02: “The Rising Sun” (O Sol Nascente)
13x03: “Patience” (Paciência)
13x04: “The Big Empty” (O Grande Vazio)
13x05: “Advanced Thanatology”(Talento Avançado)
13x06: “Tombstone”(Lápide)
13x07: “War of the Worlds” (Guerra dos Mundos)
13x08: “The Scorpion and the Frog” (O Escorpião e a Rã)
13x09: “The Bad Place” (O Lugar Mau)

13x16: "ScoobyNatural"
 

Além desses 9 títulos, sabemos que um episódio deve se chamar Wayward Sisters, segundo o que a equipe revelou em algumas entrevistas.

O 13x03 servirá para apresentar a filha de um rosto familiar antigo. Missouri Moseley usou seus poderes psíquicos para orientar os irmãos Winchester há mais de uma década, e agora Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) se cruzarão com sua neta, a homônima Patience. De acordo com o TVLine, a jovem vidente estará no spin-off "Wayward Sisters".

O episódio 4, trará um enredo envolvendo o que aconteceu com a ceifadora Billie na 11ª temporada. Em algum lugar além do céu, do inferno ou do purgatório, o Big Empty continua a ser uma ameaça, apesar dos esforços de Castiel (Misha Collins) para mitigar a situação.

Quando se trata de "War of the Worlds", não é preciso muita imaginação para perceber que o escritor não está planejando uma invasão no estilo H.G. Wells. Os estrangeiros não são uma ameaça no cânone de Supernatural (apenas um dos principais obstáculos da campanha para um cruzamento Arrow / Supernatural), mas universos alternativos certamente são. Talvez os bilhetes só de ida de Mary (Samantha Smith) e Lucifer (Mark Pellegrino) para o mundo apocalíptico serão substituídos por tarifa de ida e volta mais cedo do que o esperado. Isto é, é claro, assumindo que Jack (Alexander Calvert) tenha o coração de ouro de sua mãe."(www.supernaturaltentation.com)