domingo, 25 de fevereiro de 2018

Motivos para Assistir The Sinner

Depois de muita chuva o sol aparece timidamente entre nuvens. Mesmo que o outono ainda vai demorar alguns dias para chegar as manhãs estão fresquinhas.Domingão é sempre perfeito para um relax e assistir filmes ou séries também.

A netflix tem inúmeras séries que não caíram no gosto do público, mas algumas são muito interessantes que merecem uma chance de serem assistidas. The Sinner é uma série que foi inspirada em um livro. "A Pecadora" foi escrito por Petra Hammesfahr e lançado por aqui em 2011, mas o livro não é muito famoso no Brasil. Mesmo assim recomendo para quem ainda tem espaço na agenda...
"1. Formula Antiga, Formato Novo
 Suspenses envolvendo algum crime são velhos conhecidos da televisão. Entre os casos recentes, "Big Little Lies" e "The Night Of" partem da mesma premissa, muitas vezes deixando no ar quem é o assassino. Em "The Sinner", a trama já entrega que Cora é culpada, e o mistério fica na descoberta dos motivos que a levaram ao surto.

A mudança na ordem dá uma nova cara ao clichê do gênero, e nos faz querer entrar na mente perturbada da protagonista. Fica, realmente, mais interessante.

2. Quem são os pecadores?

O título da série guarda o maior enigma da história, e tem a ver com os traumas religiosos de Cora, causados pela mãe da mulher. Entender quais são os pecados, e quem os cometeu, é fundamental para enxergar a trama além do esfaqueamento, já que as causas e a própria série se sustentam muito além disso.

3. Investigador Problemático

Quem tentará descobrir o que houve com Cora é Ambrose (Bill Pullman). No entanto, o próprio investigador começa a demonstrar sinais de um passado sombrio, alguns segredos na manga e fatos não concluídos sobre sua história. Claro que, em uma série como essa, nenhum personagem se salva. Investigador Problemático.
 4. Cenário

Como toda série boa, o ambiente é extremamente importante para ajudar na construção do enredo, principalmente se for policial. Isso porque o espectador é convidado a reparar em todo e qualquer micro detalhe que esteja em cena para tentar desvendar junto com os investigadores o crime (ou as causas dele). As locações de The Sinner variam entre Congers, New City, Brooklyn, Charleston e Dorchester, com casas de subúrbio americano bem típicas e lagos imensos. O quê creepy se dá com a paleta verde-acinzentada.

 5. Psicopatia sem precedentes
  
Cora (Jessica Biel) desafia a confiança do espectador o tempo todo. Não sabemos se queremos defendê-la, ou se não acreditamos na versão que ela dá ao crime que cometeu. Afinal, como é possível ela não se lembrar da pessoa que esfaqueou, e nunca tê-la visto antes? O ato, cometido à luz do dia e em um espaço público, é motivo suficiente para prender a atenção do público em um primeiro momento."(www.lancamentosdanetflix.com)
 

sábado, 24 de fevereiro de 2018

O Mistério do Alinhamento das Pirâmides

Mesmo depois de 4.000 mil anos as pirâmides do Egito ainda desperta a curiosidade do mundo e sempre tem alguém tentando descobrir seus mistérios e segredos.

"Durante séculos, as pirâmides de Gizé desafiaram pesquisadores – não apenas seus mistérios e câmaras escondidas, mas exatamente como os egípcios conseguiram construir estruturas tão impressionantes sem tecnologias modernas. Uma das questões mais desafiadoras era entender como as pirâmides tornaram-se tão bem alinhadas – Quéops, por exemplo, está em sintonia quase perfeita com os pontos cardeais – norte, sul, leste e oeste.

Existem diversas hipóteses, desde o uso da Estrela Polar até cálculos tendo como base sombras projetadas pelo Sol. Glen Dash, engenheiro e arqueólogo,   decidiu ir mais a fundo nesta investigação.

“Todas as três grandes pirâmides exibem o mesmo erro de cálculo: estão minimamente viradas no sentido anti-horário dos pontos cardeais”, afirma em uma pesquisa publicada no periódico The Journal of Anciente Egyptian Architecture.

A pesquisa mais recente de Dash sugere que os egípcios podem ter utilizado um equinócio para encontrar o alinhamento. Este é o momento que acontece duas vezes ao ano, quando o Sol, em sua órbita aparente, cruza o equador celeste. Medidas utilizando equinócios já foram consideradas possíveis métodos de alinhamento, mas não se provaram tão eficazes. Dash, porém, acredita que isso seria possível com o uso de um gnomon – a parte do relógio solar que possibilita a projeção de sombras.

Para entender, o engenheiro fez um experimento próprio, começando no primeiro dia do equinócio de outono do hemisfério norte de 2016 – 22 de setembro -, utilizando a ferramenta para projetar uma sombra.

A partir disso, ele rastreou o ponto em que a sombra se encontrava durante intervalos regulares, até interceptar os dois pontos da curva que formavam uma linha quase perfeita correndo do leste ao oeste. “No equinócio, a ponta da sombra corre em uma linha reta em sincronia quase perfeita entre leste e oeste”, explica Dash. Ele também diz, no estudo, que a margem de erro é pequena e leva ao sentido anti-horário, similar ao encontrado no alinhamento das pirâmides.

O experimento foi conduzido em Connecticut, nos Estados Unidos, mas o arqueólogo afirma que o mesmo acontece no Egito. E Ainda assim, não há provas reais do que aconteceu de verdade. “Os egípcios, infelizmente, deixaram poucas dicas. Nenhum documento de engenharia ou planos arquitetônicos foram encontrados com explicações técnicas, demonstrando como eles alinharam qualquer um de seus templos ou pirâmides.”(exame.com)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Casa de Rolim de Moura na Praça da Mandioca

A História de Mato Grosso é fascinante e quando passamos a conhecê-la,  o preconceito em estudá-la deixa de existir. Então, atendendo a pedidos vamos postar sobre um casarão na Praça da Mandioca, que a maioria da população não sabe que era a residência do Vice-rei do Brasil, D. Antônio Rolim de Moura Tavares, o Conde de Azambuja.

A Praça da Mandioca é o metro quadrado mais amado pela cuiabania, mas antes de frequentar apenas durante à noite, que tal visitar durante o dia?

"Muitos frequentadores nem sabem, mas o lugar onde hoje está de pé um dos principais botecos da Praça da Mandioca, uma das mais antigas de Cuiabá, cujo nome primitivo era Largo da Mandioca, já abrigou o vice-rei do Brasil, primeiro governador da capitania de Mato Grosso e também Conde de Azambuja, dom Antonio Rolim de Moura Tavares.

Corria o século 18. Naqueles tempos, havia o Canto do Sebo, escolhido para receber o antigo palácio dos capitães generais - um casarão colonial construído em 1726. Esse nome era derivado da farta atividade de matança animal ocorrida cotidianamente ali, pois aquela parte sempre foi região central de Cuiabá, com movimentação intensa de pessoas e consequente venda de produtos, entre eles, carne, de acordo com a historiadora Neila Barreto. “Além da carne, as peles eram estendidas no local”. O mau cheiro daí advindo era identificado como sendo da gordura acumulada dos animais mortos no calçamento antigo de pedra. Não eram só os pés que escorregavam ali, as vias nasais também dançavam à percepção das notas do forte odor.

Mais ou menos como hoje, boa parte da elite -- formada essencialmente por portugueses ou filhos destes -- dessa época se encontrava no Largo da Mandioca, em frente ao palácio. Já a partir de 1790, todas as festas importantes do período eram realizadas ali, lembra a historiadora.
 
A passagem do vice-rei Rolim de Moura Tavares, o Conde de Azambuja, quando foi fundar Vila Bela da Santíssima Trindade, primeira capital da Vila Real do Senhor Bom Jesus do Cuyabá, bem como suas hospedagens por ali tornaram o local atraente para todos os nobres da região. Esse era o motivo do comércio ser farto e praticado à larga. A passagem do século pouco alterou essa movimentação, pois ali foi instalado também o ponto final da linha terminal de bonde, movido a burros, da Companhia Progresso, já no ano de 1891. Funcionou até 1918.

Por esses tempos, o nome do Largo da Mandioca já era Praça Conde de Azambuja, em homenagem ao português, morto décadas antes, em 1782, e que, além de vice-rei, também fora o primeiro governador geral de Mato Grosso, quando este foi elevado ao grau de capitania.

Azambuja vinha do Rio de Janeiro, numa viagem de cerca de 600 léguas. Usou a Praça da Mandioca como ponto de descanso para seguir viagem até Vila Bela da Santíssima. Teria que andar mais 500 km. Foi Azambuja quem também fundou Cáceres, cidade localizada a pouco mais de 200 quilômetros da capital, no oeste do Estado, às margens do rio Paraguai.

A arquitetura das construções históricas da praça tinham motivo prático, diz a historiadora -- garantir a segurança de seus moradores. “Eram casas feitas de barro com capim cortado para impedir os ataques dos índios paiaguás e também a invasão de animais silvestres. A fachada é rebaixada, com o pé direito baixo, também para não ter problemas de invasões”, explicou.

Hoje, na esquina da Praça com a rua Pedro Celestino, o antigo palácio dos capitães generais abriga uma casa cuja família toca uma marmitaria durante o dia e o bar Dom Luiz à noite. “É um lugar por onde passou boa parte da história de Cuiabá. Deve ser preservado, inclusive o nome. Volta e meia aparece gente querendo mudar o nome de lá. Não concordo com isso”, afirma a historiadora.
 
Os anos de glamour e festa foram retomados aos pedaços, em diversos períodos da praça em frente ao casarão histórico. Primeiro entre os anos 1950 e 1960, quando era frequentada por outro de seus moradores ilustres, o advogado e poeta Silva Freire; depois, de meados dos anos 1970 até 1980, quando os jornalistas daquele tempo gostavam de ali se reunir.

Entre a metade dos anos 1990 até fins dos anos 2000, entretanto, o lugar foi ficando um tanto esquecido, diversas casas foram abandonadas, até que eventos culturais voltaram a acontecer, sempre na frente da casa do vice-rei, até, enfim, voltar a ser o local lotado dos finais de semana, além de bastante utilizado de terça a quinta por boêmios de todas as idades."(www.rdnews.com.br)

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Filtro dos Sonhos

É sempre interessante conhecer as histórias por traz dos objetos e o filtro dos sonhos ou apanhador de sonhos tem um significado fascinante no mundo esotérico. Para quem gosta de ler Stephen King escreveu um livro chamado de O Apanhador de Sonhos e como sempre tem uma pegada maravilhosa.
"Hoje em dia, o filtro dos sonhos é muito popular, as pessoas utilizam como enfeite e até mesmo para tatuagens. Eles normalmente são encontrados em lojas esotéricas. Mas, nem todo mundo sabe para que serve este belo objeto.

O filtro dos sonhos ou teia, simboliza a proteção e a cura e impede que energias e sonhos ruins se aproximem de quem o possui.
 

O filtro dos sonhos teve origem graças aos índios, da tribo Ojibwa (ou Chippewa). Para eles, os sonhos tinha um papel muito importante, aprender a decifrar as mensagens reveladas nos sonhos era uma tarefa essencial, e por causa disso, o filtro dos sonhos foi uma ferramenta muito utilizada.

Os Ojibwa acreditavam que, quando a noite caia, o ar se enchia de sonhos bons e ruins. Eles acreditavam que todos os sonhos sendo bons ou ruins traziam uma mensagem importante do Grande Espírito para nós.

Existem também muitas energias ruins flutuando à nossa volta, e a maioria não são nossos, e são esses que podem nos fazer mal, mesmo que não seja intencional. E é justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os filtros dos sonhos.

Segundo a tradição, o filtro tinha que estar pendurado sobre a cama das crianças e adultos. Os sonhos bons passam pelo buraco central do filtro, enquanto os sonhos e energias ruins ficam perdidos e presos nos fios, e quando o primeiro raio de sol surge, tudo que há de ruim desaparece.

Agora que você já sabe o verdadeiro significado do filtro dos sonhos, já pode colocar um acima da sua cama. Afinal, para espantar a negatividade, vale tudo."(listadecuriosidades)

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Mortadela, uma paixão do Brasileiro

Ultimamente ouve-se dizer que pão com mortadela  é lanche de trabalhador, principalmente dos sem-terra; ou que é prima pobre do presunto,  mas esse embutido chegou ao Brasil na primeira metade do Séc. XX com os imigrantes italianos. 

Eu particularmente adoro mortadela e queijo mussarela no pão e vir acompanhada  com um copo de guaraná antártica melhor ainda. Independente do que dizem por aí, a mortadela original não é feita de carne de cavalo e sim de carne de porco e custa muito caro.

 "Adorada por muitos brasileiros e companhia perfeita do pãozinho francês, a mortadela é um embutido muito antigo, sendo mencionada já em documentos da época do Renascimento. No século XIV, o embutido já aparece em livros de cozinha, embora fosse feita com diversos tipos de carne, por exemplo, de terneiro e burro.

Com origem na província de Bolonha, na Itália, a mortadela teve sua primeira receita escrita em um tratado de Vincenzo Tanara, em 1644. No texto, estão indicados o tipo e a quantidade de temperos a se utilizar, entre eles sal, canela, cravo, noz-moscada, pimenta, açúcar e vinho Malvasia.

Existem, pelo menos, duas versões sobre a origem do nome mortadela. Uma vem da palavra "pilão" em italiano, que é mortaio. Esse instrumento culinário era utilizado para moer a carne do porco. Segundo outra teoria, o nome vem de "murta", um tempero utilizado na Roma antiga para elaborar alguns tipos de salsichas.

Voltando para os dias atuais, as receitas de mortadela são diversas. A original contém carne de porco de boa qualidade, sal, pimenta-do-reino inteira, pistaches e pequenos cubos de gordura de porco, que vêm da papada do animal. Essa mistura da carne, junto aos demais ingredientes, é embalada em bexiga de porco ou boi para ser cozida em um forno grande.

As variações das receitas incluem toucinho, mistura de carne de porco com carne bovina ou de cavalo, além de azeitonas.

Agora, um aspecto negativo do saboroso embutido. No Brasil, em geral, a produção de mortadela adiciona excessivamente amido, proteína de soja e químicos conservantes, o que dá como resultado um produto de baixa qualidade, com muitos carboidratos e gorduras, e pobre em proteínas.

Hoje em dia, na Itália são produzidas anualmente 1.800.000 toneladas de mortadela. Já o Brasil produz em média mais de 500 mil toneladas anuais. 'Tá aí um país mais apaixonado por mortadela que o nosso."(https://www.brasildefato.com.br)

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O Incrível Bar da Nova Zelândia

Mesmo quase 20  anos depois a "Terra Média"/Nova Zelândia ainda desperta paixão entre os fãs da Saga O Senhor dos Anéis. Nem precisa dizer que sou fã tanto dos livros quanto dos filmes. Meu sonho de consumo é visitar esse país lindo onde a magia faz parte da paisagem e do próprio povo que descende de europeus e dos maoris.

Todas as notícias que vem da Nova Zelândia é sempre saudada com entusiasmo; saber que é possível beber uma cerveja  na taverna Dragão Verde deve ser emocionante. 

O ‘The Green Dragon Pub’ está localizado na vila turística Hobbiton, que já existe desde 2002 na cidade de Matamata, uma área rural da Nova Zelândia. Entretanto, pouca gente sabe de sua existência ao não ser quem viaja para Nova Zelândia, para conhecer as locações da trilogia filmada por Peter Jackson que teve seu início em 1998.
"Os fãs da Terra Média já podem contar com um local ideal para tomar cerveja e descansar os pés tal como um hobbit. A tradicional taverna frequentada por Frodo e Sam em O Senhor dos Anéis, A Pousada Dragão Verde, ganhou uma réplica fiel na Nova Zelândia. O local fez parte das filmagens do último filme da trilogia, O Retorno do Rei, e tem deixado a internet em polvorosa por sua semelhança com o universo de J. R. R. Tolkien. 
O bar é a atração mais recente do Hobbiton Movie Set, passeio turístico nos sets de filmagem da trilogia na cidade de Matamata, no norte do país. O local foi reconstruído para as filmagens da trilogia de O Hobbit e transformado em parte do tour. Segundo o site NoosaNews, uma equipe de 80 pessoas foi contratada para montar e decorar o local. 
O cardápio da taverna é exclusivo e totalmente inspirado no universo criado por J. R. R. Tolkien. Dois tipos de cerveja, sidra e uma cerveja não- alcoólica de gengibre, além de comidas típicas, compõem o menu.
 

No filme O Retorno do Rei, os personagens Pippin e Merry cantam uma música elogiando a taverna: “A única cerveja para os bravos e verdadeiros vem do Dragão Verde”.
O Hobbiton Movie Set fica a duas horas de Auckland, maior cidade da Nova Zelândia. A vila foi construída em 1998 para abrigar as locações dos filmes dirigidos por Peter Jackson, e está aberta para a visitação do público desde 2002. A região costumava ser uma fazenda de criação de ovelhas e foi escolhida por Peter Jackson pela semelhança que tem com as descrições do Condado — parte da Terra Média onde habitam os hobbits — nos livros de Tolkien. 
 
Além da taverna, os passeios incluem as casas dos hobbits construídas nas colinas, os caminhos do Condado e ainda as ovelhas que continuam sendo criadas no local. O local também oferece um tour gastronômico, com refeições inspiradas na Terra Média incluídas no pacote."(www.gazetadopovo.com.br)

domingo, 18 de fevereiro de 2018

O Filho de Sobek - Rick Riordan

Domingão perfeito para um relax: nuvens de chuva, vento fresco e o horrível horário de verão que chegou ao fim. Então, uma leitura do fabuloso historiador Rick Riordan vai bem.

Eu adoro os livros escritos por ele e acho sempre fascinante a forma como ele apresenta as Mitologias, Grega, Romana, Egípcia e Nórdica. A licença poética que ele utiliza para atrair os leitores tem minha total aprovação, é uma pena que os filmes feito sobre Percy Jackson foram tão mal feitos.

"O Filho de Sobek é um conto onde Rick reuniu dois mundos: O mundo de Percy Jackson e os Olimpianos e o mundo de As Crônicas dos Kane; confesso que criei muita expectativa nesse conto, ficava imaginando como se daria esse encontro e como os personagens se entenderiam, e no fim não me decepcionei, mas esperava um pouco mais dele.

Nesse livro Riordan escolheu os personagens Percy Jackson e Carter Kane para fazer parte da trama principal, deixando a narração em 1º pessoa pelo ponto de vista de Carter; fiquei esperando que os capítulos fossem intercalados pela narração dos dois personagens, mas não ocorreu, também senti muita falta da Sadie e de suas palhaçadas.

Quando um mostro começa a incomodar os moradores em Long Island Carter resolve pesquisar e resolver seja lá o que esteja acontecendo, só que ele não imaginava encontrar um garoto esquisito, que não parece nada mortal, que aparece do nada e o salva em um momento de apuro, quando ele tinha sido engolido pelo mostro que pesquisava que se revelou ser um baita crocodilo. Já deu para perceber que esse garoto esquisito é o Percy né? No começo eles acabam se desentendendo por um pequeno incidente, mas logo percebem que precisam reunir suas forças para destruir o mostrengo e juntos eles viverão uma pequena aventura."(https://www.lenarico.com)