terça-feira, 24 de abril de 2018

Parabéns, Eric Kripke

E hoje Eric Kripke completa 44 anos de idade. Ele é o criador da Série mais longeva e amada da CW: Supernatural. Mesmo tendo deixado a Série em 2010, ele é o produtor executivo, e as outras séries que produziu não tiveram o sucesso estrondoso que Supernatural, é sempre chamado para escrever um novo roteiro ou participar de alguma produção.

Segundo informações da Deadline, a Amazon irá produzir a série The Boys, baseada no graphic novel escrito por Garth Ennis e Darick Robertson.

Desenvolvida por Erick Kripke, e com direção de Evan Goldberg e Seth Rogen, a série fala sobre um mundo onde super-heróis abraçam seus lados sombrios da fama e um grupo de vigilantes que são conhecidos, informalmente, como “os garotos”, que desejam derrotar os super-heróis corruptos.

Em 2016 ele recebeu  prêmio especial Dan Curtis Legacy Award  e que foi entregue por Jared Padalecki e Jensen Ackles, os eternos Sam e Dean Winchester. Legal é que ele jamais esquece os personagens que criou ou os atores com quem trabalhou...
Ou, está sempre atento ao que acontece com sua criação e derivada... 

"Eu acho que as pessoas não estão esperando o quanto esse episódio é subversivo. Não é um episódio típico de Scooby-Doo. É muito mais na pegada de Supernatural, que pega emprestado a diversão do formato de Scooby-Doo. Há partes realmente divertidas, mas Supernatural não vai diminuir seu tom. Eu posso prometer isso: é mais violento que qualquer episódio de Scooby-Doo que você já viu, há violência legitima nele. Portanto, há esses momentos em que os mundos colidem e também os que se inclinam mais para Supernatural, que são bem subversivos e irreverentes."
Como não amar esse homem? Que Deus o proteja neste dia tão especial para que continue nos trazendo grandes personagens.






segunda-feira, 23 de abril de 2018

Encontrado Submarino Alemão na Dinamarca

É interessante quando o mundo recebe alguma informação sobre a 2ª Guerra Mundial e agora foi a vez de um submarino alemão ser encontrado.

"O último submarino alemão afundado em batalha na Segunda Guerra Mundial foi localizado no Mar do Norte, perto da cidade de Skagen, na costa da Noruega. A embarcação, considerada a mais moderna no mundo na época, poderia estar em uso por oficiais nazistas que tentavam fugir da Europa após a derrota da Alemanha.

O U-3523 fazia parte da chamada Série XXI e tinha autonomia para atravessar o oceano Atlântico e chegar à América do Sul, se necessário.

Os pesquisadores ainda não sabem, no entanto, quem estava dentro do submarino em sua última viagem, nem qual seria o destino.
A descoberta foi feita pelo Museu de Guerra Marítima de Jutland, na Dinamarca, que nos últimos anos vem mapeando o fundo do Mar do Norte e já localizou centenas de embarcações naufragadas, entre elas nove submarinos alemães e três britânicos.

"Esse era um submarino de guerra muito especial. Foi o mais moderno que os alemães construíram durante a guerra. Era muito moderno e estava à frente de seu tempo. Somente dois dos 118 que foram encomendados pelo comando nazista entraram em serviço", contou o diretor do museu de Jutland, Gert Normann Andersen, à agência de notícias Ritzau, da Dinamarca.

O U-3523 tinha seis tubos de lançamento de torpedos, mas seu principal equipamento eram os motores: dois a diesel, dois elétricos sem silenciamento e dois elétricos e silenciosos. Com esses últimos, o submarino podia percorrer mais de 600 quilômetros enquanto estava submerso, sem ser detectado por sonares.

A embarcação tinha 76,7 metros de comprimento e, graças aos propulsores, conseguia uma velocidade máxima de 15,5 nós (28,9 km/h) na superfície e 17,2 nós (31,9 km/h) quando estava debaixo d'água.
O U-3523 foi afundado no dia 6 de maio de 1945, atingido por um avião bombardeiro britânico L-24. No dia anterior, os Aliados liberaram a Dinamarca do domínio nazista. A rendição da Alemanha foi assinada em 8 de maio, encerrando a guerra na Europa.

Segundo Andersen, os restos do submarino foram encontrados em uma posição 'estranha', com a frente da embarcação enterrada em um banco de areia, num ângulo de 120 graus.

O museu afirmou que, pelo menos por enquanto, não existem planos para retirar a embarcação naufragada, que está 123 metros abaixo da superfície, de dentro do Mar do Norte."(ttps://noticias.r7.com)

domingo, 22 de abril de 2018

Parabéns, Jeffrey Dean Morgan

O domingão amanheceu ensolarado e nos deixa animados, afinal não pará de chover...

E o mundo parabeniza o homem que encarna o vilão Negan na série The Walking Dead. Aos 52 anos Jeffrey,  está em plena forma e arrebatando corações com seus personagens maravilhosos.

"Jeffrey Dean Morgan é um dos atores queridinhos da TV americana e tem a sorte - e o talento - para estar nas principais séries do momento! O ator interpretou muitos personagens marcantes em produções famosas, de "Grey's Anatomy" a "The Walking Dead".  
No início dos anos 2000, Jeffrey Dean Morgan fez rápidas participações em "ER" (2001), "The Practice" (2002), "CSI: Crime Scene Investigation" e "Star Trek: Enterprise" (2003), "The O.C." e "Weeds" (2005).
 

Até que o veterano encarou o papel de John Winchester de 2005 a 2007 em "Supernatural", pai dos irmãos Winchester. O papel foi um dos principais do ator, que até hoje é lembrado por ele.

Em um universo bem distante daquele, porém, ele interpretou Denny Duquette em "Grey's Anatomy", deixando Izzie Stevens (Katherine Heigl) perdidamente apaixonada. Foi uma das participações mais marcantes do seriado até hoje!

Atualmente, Morgan está em outra série de sucesso, "The Walking Dead". Dessa vez, como o vilão implacável Negan. Mesmo sendo cruel com sua Lucille, o personagem conquistou o público.

Além disso, o ator também esteve nos filmes "P.S. I Love You", como William Gallagher em 2009, "Watchmen" como Edward Blake em 2009, "The Resident" como Max em 2011, e em 2016, ele foi ninguém menos que Thomas Wayne em "Batman V Superman: Dawn of Justice " e "The Flash: Flashpoint"."


sábado, 21 de abril de 2018

Tiradentes: Um herói criado pelos Republicanos

É incrível como os alunos desconhecem a História de alguns feriados no Brasil. E o 21 de abril é um deles... Mesmo que o mito do herói Tiradentes tenha sido uma invenção dos golpistas da República nascente, 15/11/1889, é importante conhecer a História do homem que desafiou a Coroa Portuguesa e foi enforcado e esquartejado em 1792, pois nossos heróis estão morrendo e não existem outros capazes de substituí-los.

Quanto mais conhecermos a História da Proclamação da República, mais entenderemos o Brasil atual e suas contradições. E quem sabe ainda aprenderemos a valorizar realmente os heróis que fizeram a História do Brasil: o Povo.

"O professor José Murilo de Carvalho assevera que “heróis são símbolos poderosos, encarnações de ideias e aspirações, pontos de referência, fulcros de identificação coletiva. São, por isso, instrumentos eficazes para atingir a cabeça e o coração dos cidadãos a serviço da legitimação de regimes políticos”.

Logo, herói que se preze tem de ter, de algum modo, a cara da nação. Tem de responder a alguma necessidade ou aspiração coletiva, refletir algum tipo de personalidade ou de comportamento que corresponda a um modelo coletivamente valorizado.

A pequena densidade histórica da proclamação da republica – uma passeata militar onde o povo assistiu a tudo bestializado – no dizer de um dos republicanos, não fornecia terreno adequado para a germinação de mitos.

Heróis, nessa época, era Dom Pedro I, José Bonifácio, Duque de Caxias, Marques de Tamandare e a princesa Isabel. Tinha-se a necessidade premente de mudança destes heróis no imaginário popular, saudosos da monarquia.

A busca de um herói que legitimasse a república acabou tendo êxito onde não o imaginavam muitos dos participantes do golpe de 15 de novembro. Quem aos poucos se revelou capaz de atender às exigências da mitificação foi Tiradentes.

Em torno da personagem histórica de Tiradentes houve e continua a haver intensa batalha historiográfica. Até hoje se disputa sobre seu verdadeiro papel na inconfidência, sobre sua personalidade, sobre suas convicções e até sobre a sua aparência física.
 

Machado de Assis, no dia 22 de maio de 1892, em “A Semana” escreve com ironia sobre o novo herói da republica, Tiradentes, que ganhou proeminência só a partir de 1890: “esse Tiradentes se não toma cuidado em si acaba inimigo público. [...] não será possível imaginar que, se não fosse a indiscrição de Tiradentes, que causou o seu suplício, e o dos outros, teria realidade o projeto? Daqui a espião da policia é um passo [...] Mas ainda restará alguma coisa ao alferes; pode-se-lhe expedir a patente de capitão honorário, antes isso que nada”.

Após o golpe militar de 1889, intensificou-se o culto cívico a Tiradentes. O 21 de abril foi declarado feriado nacional já em 1890, juntamente com o 15 de novembro. Além disso, através da imprensa, os republicanos iniciam uma série de alusões a Cristo quando se reportavam a Tiradentes. Um artigo de “O Paiz” de 21 de abril de 1891 fala na “vaporosa e diáfana figura do mártir da Inconfidência, pálida e aureolada, serena e doce como a de Jesus Nazareno”.

A simbologia cristã aparece em inúmeras obras de arte da época, a exemplo do quadro “martírio de Tiradentes”, de Aurélio de Figueiredo, o "mártir" é visto de baixo para cima, como um crucificado, tendo aos pés um frade, que lhe apresenta o crucifixo, e o carrasco Capitania, joelhos dobrados, escondendo o rosto com as mãos. É uma cena de pé na cruz. Esses fatos constituíssem numa tentativa desesperada para que o povo assimilasse o novo herói.

Nunca a construção histórica esteve tão presente em nossa nação como na transição da Monarquia para a República. Nesse momento, o poder político sentiu necessidade da criação de valores republicanos na consciência popular, valendo-se, para isto, de uma ideologia que ajudou a construir os símbolos, as alegorias, os rituais e mitos do novo regime. Utilizou-se da história e dos meios de comunicação para alcançar seu objetivo, que foi a implantação de uma ideologia.

Tiradentes pode ser como Cristo para os religiosos, como o republicano cívico para o cidadão, a figura exemplar para o político se comparar, uma boa história para o historiador ou romancista.

A História Nacional ainda está sendo escrita e como comenta José Carlos Reis, é muito complicado para o povo que está vivendo sua própria realidade, observar profundamente o que se passa no interior dos acontecimentos.

O historiador, também, corre o risco de estar auxiliando ou transmitindo uma ideologia imposta. É necessário ao profissional de história, seja ele um pesquisador ou professor, observar a máquina dominante e a própria história vivida, para não cair nesta armadilha".( ww.historiaegenealogia.com)

1 Barba e cabelo Diferente do que mostram as imagens dos livros didáticos, Tiradentes nunca usou barba e cabelos longos. Por ser militar, o máximo que poderia usar era um discreto bigode. Na hora do enforcamento, ele estava de ca.... - Veja mais em https://noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/15-curiosidades-sobre-tiradentes-que-voce-nao-aprendeu-na-escola.htm?cmpid=copiaecola
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi um mártir da Inconfidência Mineira e seu dia é celebrado em 21 de abril desde 1965. Ele foi enforcado em 21 de abril de 1792, na Praça da Lampadosa (atual Praça Tiradentes), no centr... - Veja mais em https://noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/15-curiosidades-sobre-tiradentes-que-voce-nao-aprendeu-na-escola.htm?cmpid=copiaecola
Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi um mártir da Inconfidência Mineira e seu dia é celebrado em 21 de abril desde 1965. Ele foi enforcado em 21 de abril de 1792, na Praça da Lampadosa (atual Praça Tiradentes), no centr... - Veja mais em https://noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/15-curiosidades-sobre-tiradentes-que-voce-nao-aprendeu-na-escola.htm?cmpid=copiaecola
A República fora proclamada, em 1889, e o novo governo ainda não se consolidara. A renúncia de Deodoro em 1891, revoluções na capital e no sul (Revolta da Armada e Revolução Federalista) e a crise econômica e financeira do Encilhamento fragilizavam o novo regime que sequer apoio popular possuía. O desafio de substituir um governo e construir uma nação exigia uma população unida em torno do novo projeto político. Uma das estratégias para tal, era eleger um herói “integrador e portador da imagem do povo inteiro”. Heróis são símbolos poderosos, encarnações de ideias e aspirações, pontos de referência, fulcros de identificação coletiva. São, por isso, instrumentos eficazes para atingir a cabeça e o coração dos cidadãos a serviço da legitimação de regimes políticos. Não há regime que não promova o culto de seus heróis e não possua seu panteão cívico. (…) A falta de envolvimento real do povo na implantação do regime leva à tentativa de compensação, por meio da mobilização simbólica. (José Murilo de Carvalho) Inicialmente, tentou-se alçar à posição de herói republicano os principais participantes do 15 de novembro, entre eles, marechal Deodoro, Benjamin Constant e Joaquim Floriano. Não deu certo. Tiradentes, o único executado na Conjuração Mineira, atendia às exigências da mitificação. O sonho de implantar uma Republica o contrapunha aos monarquistas. Seu nome estava nos clubes republicanos e ele era o herói exaltado pelos setores republicanos mais radicais por sua origem humilde e popular em contraste com a elite econômica e política. Em um contexto de tensões políticas e crise econômico-financeira, Tiradentes inaugura o panteão republicano como elemento integrador, o mártir que deu sua vida à causa republicana e, portanto, o herói cívico, por excelência. Na figura de Tiradentes todos podiam identificar-se, ele operava a unidade mística dos cidadãos, o sentimento de participação, de união em torno de um ideal, fosse ele a liberdade, a independência ou a república. Era o totem cívico. Não antagonizava ninguém, não dividia as pessoas e as classes sociais, não dividia o país, não separava o presente do passado nem do futuro. Pelo contrário, ligava a república à independência e a projetava para o ideal de crescente liberdade futura. A liberdade ainda que tardia. (José Murilo de Carvalho) Tiradentes tornou-se assim símbolo da República e, em 1890, a data de sua morte, 21 de abril foi declarada feriado nacional.

Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/tiradentes-esquartejado-uma-leitura-critica/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues
A República fora proclamada, em 1889, e o novo governo ainda não se consolidara. A renúncia de Deodoro em 1891, revoluções na capital e no sul (Revolta da Armada e Revolução Federalista) e a crise econômica e financeira do Encilhamento fragilizavam o novo regime que sequer apoio popular possuía. O desafio de substituir um governo e construir uma nação exigia uma população unida em torno do novo projeto político. Uma das estratégias para tal, era eleger um herói “integrador e portador da imagem do povo inteiro”. Heróis são símbolos poderosos, encarnações de ideias e aspirações, pontos de referência, fulcros de identificação coletiva. São, por isso, instrumentos eficazes para atingir a cabeça e o coração dos cidadãos a serviço da legitimação de regimes políticos. Não há regime que não promova o culto de seus heróis e não possua seu panteão cívico. (…) A falta de envolvimento real do povo na implantação do regime leva à tentativa de compensação, por meio da mobilização simbólica. (José Murilo de Carvalho) Inicialmente, tentou-se alçar à posição de herói republicano os principais participantes do 15 de novembro, entre eles, marechal Deodoro, Benjamin Constant e Joaquim Floriano. Não deu certo. Tiradentes, o único executado na Conjuração Mineira, atendia às exigências da mitificação. O sonho de implantar uma Republica o contrapunha aos monarquistas. Seu nome estava nos clubes republicanos e ele era o herói exaltado pelos setores republicanos mais radicais por sua origem humilde e popular em contraste com a elite econômica e política. Em um contexto de tensões políticas e crise econômico-financeira, Tiradentes inaugura o panteão republicano como elemento integrador, o mártir que deu sua vida à causa republicana e, portanto, o herói cívico, por excelência. Na figura de Tiradentes todos podiam identificar-se, ele operava a unidade mística dos cidadãos, o sentimento de participação, de união em torno de um ideal, fosse ele a liberdade, a independência ou a república. Era o totem cívico. Não antagonizava ninguém, não dividia as pessoas e as classes sociais, não dividia o país, não separava o presente do passado nem do futuro. Pelo contrário, ligava a república à independência e a projetava para o ideal de crescente liberdade futura. A liberdade ainda que tardia. (José Murilo de Carvalho) Tiradentes tornou-se assim símbolo da República e, em 1890, a data de sua morte, 21 de abril foi declarada feriado nacional.

Obrigado por compartilhar. Lembre-se de citar a fonte: http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/tiradentes-esquartejado-uma-leitura-critica/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues

sexta-feira, 20 de abril de 2018

O Túmulo dos Vagalumes - Anime

Anime nunca foi para criança, diferente dos desenhos animados norte-americanos que todos crescemos assistindo. Eu assisti na netflix "o túmulo dos vagalumes" e me emocionei bastante, afinal é sobre o ataque americano ao Japão durante a 2ª Guerra Mundial. 

A animação é o ponto alto. Mesmo sendo um filme de 1988, o visual beira à perfeição, tamanho é o detalhismo dos cenários e das personagens. Não há uma única cena de computação gráfica. Tudo é desenhado à mão, o que torna o filme ainda mais impressionante.

Mesmo tendo passado mais de 30(trinta) anos o anime ainda nos faz questionar: os Estados Unidos precisava ter lançado duas bombas atômicas sobre o Japção? Não bastava uma só? E depois ainda são eles quem proporciona os cuidados médicos para a população arrasada...

"O filme – inspirado no livro semi-autobiográfico de Akiyuki Nosaka – retrata algo bastante comum no cinema, mas não tanto em animações: A Segunda Guerra Mudial. O início do filme parece, a primeira vista, estranho e confuso, mas é explicado ao longo da triste história dos dois irmãos Seita (mais velho) e a pequena Setsuko que nos emociona com cada olhar.

O pai dos dois está em guerra, a mãe é quem cuida deles mas, por conta dos bombardeios, acaba falecendo logo no início da história. Sendo assim, os meninos acabam indo para a casa de sua tia que, na verdade, não mostra nenhum tipo de afeto por Seita, principalmente.

Com o avanço da Guerra, tudo começou a ficar precário, principalmente os alimentos e a água. Logo, o menino teve de vender pertences de sua mãe para conseguir ajudar nas despesas da casa e, mesmo assim, não adiantou, as grosserias de sua tia culminaram na saída dos irmãos daquela casa. Sem rumo algum, encontraram um esconderijo para se abrigar das chuvas e dos perigos maiores.

Sem dinheiro para os alimentos, Seita faz de tudo para não deixar sua irmã passando fome, mas está cada vez mais difícil. Setsuko começa a ficar doente e extremamente desnutrida com o passar dos dias."(https://www.cantodosclassicos.com)

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Supernatural: A liberdade Criativa dos Roteiristas

Nesse final de temporadas as surpresas nos tem deixados boquiabertos, como a presença da Charlie no "mundo alternativo"... No promo do 13x19,"Funeralia", é possível ver a Rowena com uma faca na mão, será que ela vai tentar matar o Sam? E tem a Morte Billy, quando ela aparece deixa todos os hunters arrepiados. Só nos resta aguardar...

Com 13 temporadas Supernatural já teve episódios tristes, emocionantes, engraçados e bizarros. E convenhamos, o que torna a Série charmosa, já renovada para 14ª temporada, também são os episódios hilários da mesma. Escolhi alguns dos mais comentados para postar aqui.

"Com uma liberdade criativa imensa, tanto no âmbito audiovisual quanto de roteiro, Supernatural  tem a capacidade de surpreender os fãs com episódios que misturam vida real, anjos, demônios, vampiros, fantasmas, filmes clássicos, comédia, ação, terror e drama, sem jamais parecer exagerado ou inverossímil.

Faz sentido? Não muito, mas é exatamente essa a graça do enredo. É o motivo pelo qual os fanáticos pela trama afirmam ser impossível não querer ver o episódio seguinte.

Com base nessa premissa, é importante expor – para os que não estão tão familiarizados com o jeito Supernatural de ser – alguns exemplos da ousadia da história, com fatos marcantes ocorridos ao longo dos anos na série, tendo três temporadas como fio condutor.
 4ª Temporada

 "Monster Movie/Filme de Monstro": Neste dia, os irmãos estão em uma típica festa de Oktoberfest e, ao que tudo indica, assassinatos estão ocorrendo no local. Mas os assassinos em questão são monstros de filmes clássicos de terror, o que faz com que ocorra a aparição de lobisomens e até múmias. Além disso, o episódio se passa todo em preto e branco para enfatizar o clima dos clássicos.
 4ª Temporada

"The Monster at the End of this Book": No 18º episódio, os irmãos Winchester descobriram que suas aventuras eram contadas em uma serie de histórias em quadrinhos chamada Supernatural, escrita por Carver Edlund, codinome de Chuck Shurley.
 5ª Temporada

 "Changing Channels/Trocando de Canal": Episódio considerado fora do normal, mesmo para os padrões já anormais de Supernatural. Nele, os irmãos estão aprisionados no universo da TV, onde passam por várias séries em ritmo de sátira de obras como Grey's Anatomy e CSI,  participando inclusive de uma sitcom sobre o próprio seriado que protagonizam.
6ª Temporada

 "The French Mistake/Outro Universo": Icônico. Novamente, os irmãos são transportados para outra realidade e, dessa vez, eles são eles mesmos. Sim, ambos são protagonistas de um programa de TV chamado Supernatural, e seus nomes são Jensen Ackles e Jared Padalecki. Os fãs têm verdadeira adoração por esse episódio, já que mesmo tudo sendo inesperado, dessa vez a surpresa foi além.

9ª Temporada

"Dog Dean Afternoon ": No 5º episódio um shamã com câncer resolve utilizar as habilidades dos animais para achar uma cura para sua condição, cometendo terríveis crimes no processo. Investigando isso, Dean usa um feitiço para se comunicar com animais e, mais especificamente, com The Colonel, um cachorro que presenciou alguns dos crimes. Sob efeito da magia ele passa a agir como…. um cão.
 10ª Temporada 

"Fan Fiction": O sucesso das HQs de Supernatural rende mais um fruto no 5º episódio da 10ª temporada e 200º da Série: uma turma do colégio decide encenar um musical sobre as aventuras de Sam e Dean. Mas, acontecimentos misteriosos nos bastidores levam os irmãos a investigar o caso.
11ª Temporada

"Baby": Companheiro de viagem de Sam e Dean desde o início da Série, o Chevy Impala 1967 dirigido pelos irmãos ganha um episódio que mostra o seu ponto de vista. Toda a ação se passa dentro do automóvel, quase como se ele estivesse narrando.

4º episódio da 11ª temporada, Baby foi tão comentado antes de sua exibição pela rede norte-americana The CW, que se tornou a maior audiência de Supernatural naquele ano: foram 2,13 milhões de espectadores ao vivo."



Monster Movie No quinto episódio da quarta temporada, Sam e Dean investigam ataques dignos de monstros do cinema, como vampiros, lobisomens e múmias. Até Drácula dá as caras, disposto a encontrar sua amada Mina e chamando seus ri... - Leia mais em http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/series/de-scooby-doo-parodia-de-greys-anatomy-sete-maluquices-de-supernatural--19987?cpid=txt

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Afinal, Hitler era de direita ou esquerda?

Essa pergunta ou ouço todos os anos quando começo a trabalhar a ascensão nazifascista. É interessante que a grande maioria dos jovens ao deparar com a palavra socialista acredita piamente que Hitler era de esquerda. 

Então, antes de sair compartilhando informações inverídicas é melhor realizar uma boa leitura sobre a História do Totalitarismo na Europa no chamado "Entreguerras". A revista Mundo Estranho dá uma resposta satisfatória que irei reproduzir aqui.

"Estava mais para a direita do que para a esquerda. Apesar de se chamar Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, o nazismo desprezava o comunismo no estilo soviético. Ele tinha mais pontos em comum com o liberalismo econômico, uma bandeira tradicionalmente da direita, embora também tivesse elementos em comum com a esquerda. 

Mais importante do que estar à direita ou à esquerda, o que realmente definia as políticas e os objetivos de Adolf Hitler não era nem o capitalismo nem o socialismo: era o racismo. O nazismo, da forma como se consolidou na década de 1930, era caracterizado por um nacionalismo para poucos, os alemães supostamente arianos. Qualquer outro grupo que não se encaixasse nisso não poderia participar do Estado alemão.
 

UMA ZONA

O nazismo era claramente anticomunista, mas também era anticapitalista. Essa espécie de terceira via – que se manifestava, como diríamos no século 21, “contra tudo isso que está aí” – dizia que Karl Marx era detestável por ser judeu, e o capitalismo liberal era detestável por ser liderado por judeus.

NOME MENTIROSO

O “Socialista” no nome do partido era propaganda política, pois os trabalhadores formavam a base eleitoral do país. A ideia era atrair esse público, até então ligado ao Partido Social Democrata. Já o Partido Comunista da Alemanha realmente era de esquerda e não tinha nada em comum com os nazistas.

OPOSIÇÃO DESTRUÍDA

Até chegar ao poder, o Partido Nazista tinha um grupo socialista. Seu líder era Gregor Strasser, comandante da milícia armada SA. Mas, não por acaso, Strasser foi morto em 1934, na Noite dos Longos Punhais, ocasião que Hitler usou para afastar seus oponentes. Depois, a SA perdeu poder para uma nova tropa de elite, a SS.

MUNDO COMPLICADO

A ideologia do nazismo mostra que o mundo era – e é – mais complexo do que a divisão tradicional entre direita e esquerda. Líderes capitalistas, como Winston Churchill, e comunistas, como Josef Stalin, concordavam com conceitos de superioridade racial, que estavam na moda na época, mas nunca defenderam abertamente o extermínio de um povo inteiro, como fazia Hitler.

CONTROLE RELATIVO

Os nazistas usavam o Estado para controlar a economia, mas nunca pensaram em socializar todos os bens. Na prática, eles não eram totalmente contra os liberais capitalistas, desde que eles fossem favoráveis aos “verdadeiros alemães”, os “arianos”. Ou seja, o que importava no nome do partido não era o “Socialista”, era o “Nacional” – e “Nacional” significava um grupo específico de alemães."(mundoestranho.abril.com.br)