sábado, 24 de junho de 2017

Penélope


É impressionante como os alunos desconhecem alguns dos mitos gregos e o pior que muitos sequer assistiram aos filmes onde eles são apresentados. Então, estarei postando a partir de hoje, os que acho mais interessante para despertar a curiosidade deles sobre as Mitologias das Civilizações antigas. 

"A linda e formosa Penélope, esposa de Ulisses. Este foi convocado para lutar ao lado dos helênicos na Guerra de Tróia, demorando muitos anos para voltar.

Icário, pai de Penélope, imaginando que Ulisses não voltaria, queria desposar a filha novamente. Porém o coração da nobre donzela já estava comprometido com seu marido. Ela jamais amaria outro homem! Em seus sentimentos, imaginava que teria Ulisses novamente.

Para amenizar a aflição do pai, comunicou que escolheria um pretendente ao terminar de tecer uma colcha de tricô. A notícia espalhou-se com o vento levando à Ítaca diversos homens do mundo inteiro.

O que ninguém sabia era que Penélope tecia a colcha de dia e a desmanchava à noite, mas seu plano foi descoberto e desmascarado por uma serva.

Irritados, os pretendentes exigiram que a linda moça escolhesse imediatamente um deles, sob pena de morte. Ela decidiu, então, fazer outro plano: Disse que se casaria com o homem que conseguisse atirar uma flecha com o arco de Ulisses.

O que ela não contou foi que o arco possuía uma corda demasiada curta e só o dono tinha a técnica exata para encaixá-la às hastes. Por este motivo muitos falharam, atraindo ainda mais a ira dos pretendentes.

Foi quando um mendigo se propôs a tentar e foi amplamente ridicularizado. Ninguém esperava que aquele pobre homem curvado lograsse êxito, mas ele conseguiu encaixar a corda com maestria!

O tal mendigo apontou as flechas aos pretendentes, matando-os um por um. O homem era Ulisses que havia retornado disfarçado, enfurecido ao ver sua amada Penélope sendo ameaçada de morte, simplesmente pelo fato de ser fiel a ele."(mitologiagrega.net.br)


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Joseph Goebbels - Uma Biografia

 
Tudo que tem relação com a 2ª Guerra Mundial é interessante e a biografia de um dos criadores da propaganda nazista não é diferente. E quanto mais informações tivermos sobre esse período trágico da História do Séc. XX, melhor saberemos como reagir as ondas nacionalistas que assolam a Europa, Estados Unidos e até mesmo o Brasil.


"Joseph Goebbels — Uma Biografia” (Objetiva, 816 páginas, tradução de Luiz A. de Araújo), de Peter Longerich, custa caro, R$ 79,90. Mas vale a pena. O historiador alemão é um pesquisador infatigável e tudo que é importante arrola em seus livros. Sobretudo, é um grande analista da história alemã, explicando, com rara competência, porque surgiram, além de Himmler (que biografou), Hitler e Goebbels

Sinopse divulgada pelo site da Livraria Cultura:

“Joseph Goebbels, antissemita radical e idealizador do nazismo, gostava de se ver no papel de um intelectual, e suas funções não se limitaram ao Ministério da Propaganda. Dada sua capacidade retórica, seu desejo de ser protagonista e sua absoluta lealdade ao Führer, ele se converteu em um dos principais dirigentes nazistas e, assim, contribuiu para a radicalização da política antissemita e totalitária do regime. Supostamente, seu objetivo primordial era ser o guia de um aparato de propaganda colossal e onipresente, capaz de produzir uma absoluta harmonia entre o povo e seu Führer.

“Primeiro biógrafo a se debruçar metodicamente nos diários de Goebbels, Peter Longerich penetra de forma única no círculo íntimo do poderio nazista. O autor revela as complexas relações que uniam Goebbels, sua mulher e Hitler, a personalidade maníaco-depressiva do arquiteto da propaganda nazista e seu papel como confidente do Führer até o suicídio.

“Com base nas gravações de seus discursos, Longerich explora o funcionamento do ‘método Goebbles’ de manipulação de massas e demagogia que moldou a opinião pública alemã e permitiu que ela fosse inteiramente controlada pelo Partido Nazista. Resultado de uma pesquisa minuciosa, ‘Goebbels— Uma Biografia’ desmonta a máquina nazista peça por peça e expõe a personalidade assombrosa de um dos homens mais influentes do Terceiro Reich.”

O Brasil é quase sempre o primeiro a chegar atrasado. A edição espanhola, para não contar a inglesa e a alemã, circula no mercado pelo menos desde 2011. Mas importante mesmo é que o livro finalmente chegou às livrarias dos tristes trópicos. As duas biografias, de Himmler e Goebbels, traçam um amplo painel da história alemã. São tão meticulosas quanto a biografia que Ian Kershaw escreveu sobre Adolf Hitler, publicada no Brasil pela Companhia das Letras, numa versão condensada."(www.jornalopcao.com.br)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Supernatural: Wayward Sisters

Supernatural, retorna com a 13ª Temporada no dia 12 de outubro e a ansiedade só aumenta. Enquanto isso não acontece estamos atentos as notícias que saem na net e ontem o que bombou foi a possibilidade de um Spin Off somente com mulheres.

Alguns  fãs sempre reclamam que os diretores fazem questão de matar as mulheres que aparecem na Série, mas sempre esquecem que a história é baseada em Sam e Dean Winchester. E outra, nem todas as mulheres são bem vindas, ainda mais aquelas que se envolvem diretamente com os hunters mais lindos e charmosos da TV.!

E já tem fã que bastou ler a notícia para tecer críticas, sendo que desde a 9ª temporada  quando houve uma tentativa com os monstros de Chicago e foi um episódio extremamente chato, que todos pedem um novo spin off.  O episódio será apresentado na 13ª temporada e dependendo da audiência,  aí sim, o derivado irá acontecer. Até lá, muita coisa ainda vai rolar...
 
"O canal The CW, que exibe a série de drama de longa duração sobre os Irmãos Winchesters, está preparando um novo Spin-Off, estrelando Kim Rhodes, a Sheriff Mills que se destacou na série original.

O Projeto — que está sendo desenvolvido como um Spin-Off plantado e terá seu episódio piloto indo ao ar como um episódio de Supernatural na próxima 13ª temporada — conta a história da Sheriff Jody Mills (Rhodes) e um grupo de jovens mulheres com problemas, todas órfãs por conta de uma tragédia sobrenatural. Treinadas e protegidas por Mills, essas mulheres emergirão como uma força suprema de combate a monstros. 

Diferente da série original, que é centrada em irmãos biológicos, “Wayward Sisters” é sobre uma irmandade de meninas em uma família adotiva. (Reparou que o título está relacionado com "Carry On Wayward Son" - canção famosa no show?)

O Spin-Off vem de um quarteto de escritores e produtores de Supernatural, os escritores Andrew Dabb, Robert Singer, como também Phil Sgriccia, Robert Berens. Warner Bros. TV, que produz Supernatural, é o estúdio. The CW e WBTV não quiseram comentar.

Escrito por Berens e Dabb, é esperado que “Wayward Sisters” também traga outros personagens de série de origem, como também insira novos. Por enquanto, Rhodes é a única atriz atualmente ligada ao projeto, com as conversas com outras atrizes em diferentes etapas. Baseada na premissa do projeto, duas personagens existentes em Supernatural, a órfã Claire Novak e a fugitiva Alex Jones, que estavam sob os cuidados de Jody, caberiam perfeitamente no show. Uma colega de Jody e parceira ocasional, a Sheriff Donna Hanscum é também uma forte candidata."(cabanadoleitor.com.br)
É importante lembrar que a CW também já tentou a mesma estratégia para emplacar o spin-off Bloodlines que acompanha a guerra entre cinco linhagens de monstros em Chicago. Esse projeto não foi bem recebido pelos fãs e nem pela diretoria da emissora.

Eu particularmente gosto da xerife Jody, da Donna e da Alex, mas a Claire acho muito antipática e preferia que ela fosse substituída por outra atriz mais carismática. E se Sam e Dean aparecer de forma ocasional será maravilhoso. Vamos torcer e esperar...



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Tesouro Nazista encontrado na Argentina

E já estamos no Inverno, 21 de junho a 22 de setembro, e mesmo que as manhãs estejam geladas, à tarde o sol escaldante se faz presente em nossa amada Cuiabá. 

O mundo foi surpreendido com a notícia de um achado arqueológico nada convencional ou seja, 75 peças do tesouro nazista foram encontradas na Argentina.

"Atrás de uma porta oculta numa parede falsa, um quarto secreto, e dentro dele a maior coleção de objetos da Alemanha nazista   já encontrada até hoje na Argentina: 75 peças que, segundo o Governo, são originais e provavelmente pertenceram a líderes do regime de Adolf Hitler. Entre as relíquias se encontram um busto do ditador nazista, uma escultura de uma águia imperial com uma suástica, uma lupa que supostamente foi usada pelo próprio Hitler e um macabro utensílio médico utilizado para medir tamanho da cabeça e demonstrar que alguém não era da raça ariana.

As peças estavam escondidas em um cômodo ao qual se tinha acesso através de um passadiço situado detrás de uma biblioteca, no domicílio de um colecionador e comerciante de antiguidades em Béccar, um subúrbio ao norte da capital argentina. A polícia não identificou o colecionador, que está em liberdade, mas sob investigação de um tribunal federal.

Segundo o jornal La Nación, o tesouro foi encontrado como parte da chamada Operação Oriente Médio, que começou em outubro passado, após a descoberta, numa galeria da zona norte de Buenos Aires,  de obras de arte de procedência ilícita, que estavam na Lista Vermelha de Objetos Culturais Chineses, emitida pela Unesco,   ou sob o amparo da Lei de Proteção do Patrimônio Arqueológico e Paleontológico.

Além do tesouro nazista, as buscas em dois estabelecimentos comerciais e no domicílio do colecionador levaram à descoberta de outras antiguidades  de origem chinesa, japonesa e egípcia. Trata-se de vasos chineses, animais mumificados egípcios, vasilhas e utensílios líticos e objetos paleontológicos, como fósseis polidos de amonites, âmbar e partes de uma carapaça de gliptodonte. Entre os objetos nazistas há também brinquedos que podem ter sido usados para doutrinar crianças, pistolas Luger, punhais em elegantes caixas com suásticas, binóculos, jogos de talheres, uma ampulheta, quadros e um trompete.

A principal hipótese dos investigadores e da comunidade judaica  argentina sobre as antiguidades nazistas é que elas foram levadas para o país por um ou vários ex-dirigentes nazistas depois da Segunda Guerra Mundial, quando o país se transformou em refúgio de criminosos de guerra, incluindo alguns dos mais conhecidos, como Josef Mengele,   que viveu em Buenos Aires durante uma década. Mengele, médico no campo de concentração de Auschwitz, mudou-se para o Paraguai, e depois para o Brasil (onde morreu), quando agentes do serviço secreto israelense capturaram Adolf Eichmann,   tenente-coronel das SS e responsável pelo envio de judeus aos campos de concentração, e que também se refugiara em Buenos Aires. Até agora, nem a polícia nem o Governo argentino informaram os nomes dos líderes aos quais os objetos supostamente pertenceram.

“Não há antecedentes de um achado assim. Sempre foram sequestradas peças ou imitações. Mas isto é original”, salientou Roncaglia. Para ele, outro indício não menos importante para determinar a origem dos objetos é que eles foram achados em uma região próxima às casas onde Mengele e Eichmann viveram depois de fugir da Europa.  “É a prova irrefutável de que depois da Segunda Guerra Mundial as portas se abriram para que líderes nazistas” entrassem na Argentina, defendeu, por sua vez, Ariel Cohen Sabban, presidente da DAIA, acrescentando que provavelmente foram esses dirigentes nazistas quem “esconderam” os elementos agora encontrados."(poliarquia.com.br )

terça-feira, 20 de junho de 2017

Ku Klux Klan - Ainda Existe

Eu estou trabalhando os "loucos anos 1920 nos Estados Unidos" e a questão da Ku Klux Klan ainda causa arrepios nos alunos. Então, atendendo pedidos irei postar sobre o seu surgimento no final do Séc. XIX.

"A Ku Klux Klan (KKK) foi uma organização racista secreta que nasceu no final do século 19 nos Estados Unidos. Ela foi fundada em 1866, no Tennessee, como um clube social que reunia veteranos confederados, ou seja, soldados que haviam lutado pelos estados do Sul, o lado derrotado, na Guerra Civil Americana (1861-1865). 
As duas palavras iniciais do nome da organização, “Ku Klux”, aparentemente vêm da palavra grega kyklos, que significa “círculo”. Já o termo “Klan” teria sido acrescentado para dar melhor sonoridade à expressão, além de fazer uma referência aos velhos clãs, grupos familiares tradicionais. Muito mais do que um clube, a KKK se transformou numa entidade de resistência à política liberal imposta pelos estados do Norte após a Guerra Civil, que assegurava, entre outras coisas, que a abolição da escravatura fosse mesmo cumprida. Na defesa da manutenção da supremacia branca no país, o grupo promovia atos de violência e intimidação contra os negros  libertados.
 

Seus militantes adotaram capuzes brancos e roupões fantasmagóricos para esconder a identidade e assustar as vítimas. A partir de 1870, o governo americano decidiu enfrentar a organização e, em 1882, a Suprema Corte do país declarou inconstitucional a existência da KKK. “Ela parecia ter desaparecido durante os últimos anos da década de 1880, mas foi revivida em meados do século 20”, diz a historiadora e jornalista americana Patsy Sims, da Universidade de Pittsburgh. 
A nova KKK foi criada em 1915, no estado da Geórgia, e não era mais movida apenas pelo ódio contra os negros. Sua doutrina misturava agora nacionalismo e xenofobia a um sentimento romântico de nostalgia pelo “velho Sul”. “Durante essa reencarnação, a KKK tinha como alvos de sua violência os imigrantes, além de católicos, judeus e negros”, afirma Patsy. Uma cruz em chamas se tornou o símbolo da nova organização, que chegou a ter 4 milhões de membros.

Após a Grande Depressão dos anos 30, porém, ela perdeu força novamente, apesar de ter voltado à ativa na década de 60, durante os movimentos pelos direitos civis, que defendiam a igualdade racial nos Estados Unidos. 

No fim dos anos 70, grupos anti-Klan deram o golpe final na organização ao atingir o bolso dos líderes racistas, exigindo nos tribunais grandes indenizações para vítimas de seus atos violentos. “Embora a Ku Klux Klan ainda exista, sua força hoje é pequena. A maioria dos militantes radicais aderiu a grupos ainda mais violentos de defesa da supremacia branca, como a Nação Ariana e outras organizações ligadas ao neonazismo ", afirma Patsy."(Revista Mundo Estranho)

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Geração Infeliz - Dr. Augusto Cury

Eu estava lendo  sobre a chamada  "Geração Silenciosa," pelo fato de estarem sempre de fones de ouvido (seja em ônibus, universidades, em casa…), escutarem pouco e falarem menos ainda – pode ser definida como aquela que tende ao egocentrismo, preocupando-se somente consigo mesmo na maioria das vezes. E quando não estão em silêncio, estão reclamando de tudo e de todos. 

Li uma entrevista do Dr. Cury sobre a "Geração Infeliz" e postarei alguns trechos aqui...

"Augusto Cury, o famoso psiquiatra que tem livros publicados em mais de 70 países e dá palestras para multidões no Brasil e lá fora, lançou recentemente uma versão para crianças e adolescentes do seu best-seller Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século. O autor conversou com a gente sobre os desafios de se criar os filhos hoje e não poupou críticas à maneira como a família e a escola têm educado os pequenos. Confira!
Excesso de estímulos


“Estamos assistindo ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos de videogame ou excesso de TV. 

Eles estão perdendo as habilidades sócio-emocionais mais importantes: se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam  gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. 

Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema ‘bateu, levou’, e a desenvolver altruísmo e generosidade.”
Geração triste


“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. 

Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa se lembrar de que o consumo não faz ninguém feliz. 

Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a se aventurar, a ter contato com a natureza, se encantar com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais.”(claudia.abril.com.br)



domingo, 18 de junho de 2017

Os Intocáveis - 30 anos

Domingão perfeito para ficar esticado no sofá curtindo filmes que completam 30 anos em 2017. E Os Intocáveis  ​​foi lançado em 3 de junho de 1987 e mesmo depois de tantos anos ainda é muito atual.
 
"Em 1987, Brian De Palma realizou aquela que, em minha opinião, é sua maior obra-prima: Os Intocáveis. O filme retrata a Chicago dos anos 30, período em que a Lei Seca estava em vigência nos Estados Unidos. Esse fato gerou a ascensão de mafiosos e gângsters ao poder das grandes cidades americanas, pois comandavam o tráfico de bebida alcoólica, visto que a população continuava a consumir o produto (mesmo com a proibição vigente).

A obra possui inúmeras cenas memoráveis (e quem já assistiu sabe que não é mentira), como a apresentação de Capone, o diálogo de Malone e Ness na igreja, a apreensão na fronteira canadense, o tiroteio na escadaria, entre tantas outras. É um filme que deve ser assistido.

Escolhi para esse post o momento de maior apelo dramático na trama, que é o assassinato de Malone. De Palma introduz a cena com um plano sequência em primeira pessoa, que nos coloca na visão do assassino que invade a casa do intocável. Nesse ponto da narrativa o espectador já está tão envolvido com os personagens que a tensão cresce a cada segundo. E quando a câmera encontra Malone, mergulhamos naquele momento com a incrível trilha sonora de Ennio Morricone. Para na sequência De Palma brincar com nossas emoções novamente, ao vivenciamos um instante de triunfo que antecipa a consequente tragédia."(www.cinefiloemserie.com.br)