terça-feira, 19 de junho de 2018

Santa Catarina teve Campo de Concentração

Quanto mais estudamos a História do Brasil, mas surpresos ficamos...
 "Santa Catarina manteve dois campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Num período ainda obscuro da história catarinense, entre 1942 e 1945, pelo menos 200 pessoas foram confinadas sob a acusação de "invasores infiltrados", "espiões" ou "agentes de Hitler" em campos montados em Florianópolis e Joinville.

Ironicamente, aqui não eram os judeus, mas os nazistas que foram retidos em campos de concentração. Enquanto Hitler exterminava milhões de judeus, os alemães - simples imigrantes ou simpatizantes do nazismo - que moravam no Brasil foram perseguidos pelo governo Getúlio Vargas, que contava com um eficiente aparelho nacionalista.

Além dos dois campos, delegacias serviram para que milhares de estrangeiros e descendentes fossem detidos em todo o Estado, interrogados, e não raras vezes torturados por agentes da Delegacia de Ordem Política e Social (Dops), simplesmente porque falavam alemão ou italiano.

Em todo o País, o governo de Getúlio Vargas perseguiu, prendeu e confinou mais de 3 mil alemães, italianos e japoneses em campos de concentração criados em oito Estados brasileiros (além de Santa Catarina, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul).

Como na época a colônia japonesa praticamente inexistia no Estado, a polícia catarinense caçou italianos e, especialmente, alemães. Quando a guerra acabou, os arquivos oficiais foram lacrados e esquecidos. A legislação sobre o acesso aos documentos, que proibia consultas ou pesquisas por 50 anos, foi abrandada em 1988, e o prazo caiu para 30 anos. Mesmo assim, só em 1996 os historiadores tiveram acesso ao acervo.

O número correto das áreas de prisões criadas pelo Brasil ainda é impreciso. De acordo com os documentos, os campos de concentração brasileiros foram criados a partir de agosto de 1942, quando o País deixou a neutralidade e passou a lutar ao lado dos Aliados (França, Inglaterra e Estados Unidos) contra os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).Pelo menos 13 áreas de confinamento já foram mapeadas por um grupo de historiadores que mergulhou nos documentos oficiais da Divisão de Polícia Política e Social (Deops) e em prontuários e relatórios da polícia política, o Dops.

Não há registros de que tenha havido qualquer execução, extermínio ou morte em câmaras de gás, como na Alemanha, mas os documentos mostram que houve trabalho forçado, tortura e, como em todos os episódios históricos em que o poder é prevalece pela força, prisões ilegais.

Em Santa Catarina, o interventor Nereu Ramos manteve uma linha dura e um regime considerado pelas autoridades militares do governo Vargas como exemplar. O Estado também teve um brutal sistema de captura. Sob o comando do chefe do Dops, Antônio Lara Ribas, policiais em todo o Estado produziram verdadeiras caçadas a nazistas e fascistas, com tortura em praça pública, invasão de casas, apreensão de objetos e vingança pessoal.

Na época, nas colônias e cidades mais vigiadas, ninguém saía de casa ao anoitecer e todos os que falam português com sotaque europeu silenciaram, com a certeza de que as próprias palavras seriam utilizadas como prova do subjetivo crime contra a segurança nacional."( anoticia.clicrbs.com.br)

segunda-feira, 18 de junho de 2018

110 anos da Chegada dos Imigrantes Japoneses

E lá se vão 110 anos desde que os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil para trabalhar nas lavouras de café. Vida longa e próspera aos japoneses que ajudaram a construir nosso país.
"Em 18 de junho de 1908 o navio Kasato Maru, com 781 japoneses, embarcou do Porto de Kobe com destino a Santos-SP, levando os primeiros imigrantes.

Foi o começo da imigração japonesa no Brasil, com pessoas cheias de sonhos e esperança de construir uma vida melhor do outro lado do mundo.

Se hoje a população nikkei é estimada em 1,9 milhão de descendentes foi graças aos pioneiros que se arriscaram a viver em um país tropical, sem conhecer nada da cultura local.

Ao chegarem no Brasil se depararam com a dura realidade do trabalho na lavoura, especialmente a do café. O sofrimento foi superado pela dignidade, essa que se vinculou durante as gerações seguintes.
 

O Brasil tem, portanto, a maior comunidade nikkei do mundo, com história dos 110 anos de imigração.

No Japão se comemora em 18 de junho o Dia da Imigração no Exterior, enquanto na sociedade brasileira vários eventos marcam a importante data.
 

Os japoneses contribuíram para o desenvolvimento da agricultura, para o cultivo dos valores humanos, religião budista, difusão do beisebol, culinária – sushi, yakisoba e sashimi – e também com os alimentos como caqui, pepino, berinjela, amendoim, entre outros. Além disso tudo, ainda no campo das artes, como o bonsai e artistas ilustres como Tomie Ohtake, Manabu Mabe, entre outros. A introdução das artes marciais como aikidô, sumô, kendo, judô, kiu-jitsu e caratê se deve aos japoneses.

 

 No Japão, a presença da maioria dos brasileiros se deve ao fato de serem descendentes, cuja abertura do visto especial se deu em 1990. A população verde amarela residente no arquipélago é de 185.967, segundo dados fechados em junho do ano passado."(www.portalmie.com/)

domingo, 17 de junho de 2018

Algumas Curiosidades sobre a Rússia

Estamos em mais um domingão de congelar a alma; realmente esse Outono foi o mais frio dos últimos anos. Imagina então como será o Inverno que inicia no dia 21/6? Os cuiabanos estão ficando apavoradosssss, afinal, poucos se preocupam com o clima frio e não possuem casacos para suportar essa mudança na temperatura.!

Se aqui nós estamos reclamando do frio, o povo que vive na Rússia nem tanto, mas a Copa do Mundo que começou no dia 14/6 na cidade de  Sochi,  raramente fica abaixo de 0°C, e no verão varia entre 15°C e 30°C, então quem viajou para lá não irá congelar. Mesmo não gostando de futebol, não posso ignorar que o Planeta está com os olhos voltados para a Rússia.

O maior e mais esperado evento de futebol do ano chegou e hoje será a vez da seleção brasileira estrear contra a Suíça. As pessoas se unem para assistir aos jogos torcer pelos seus países! E o palco dessa grande competição será a Rússia, o maior país do mundo e que guarda centenas de curiosidades inimagináveis. E possui uma arquitetura lteralmente de cair o queixo...

1. É o país de maior área do planeta

Em um espaço que ocupa um nono da Terra e um terço do continente asiático, faz todo o sentido a Rússia também ser o nono país mais populoso, fazendo fronteira com 14 países. Mas você acredita que a área da Rússia é maior que a de Plutão? Enquanto o gigante país tem 17.098.246 km² de área, o simpático Plutão tem apenas cerca de 16.700.000 km².

2.Comemoram o Natal no dia 7 de janeiro
 

Até 1918, os russos seguiam o calendário juliano, que era usado desde o Império Romano. O calendário que indica o Natal como dia 25 de dezembro é o gregoriano, mas a Igreja Ortodoxa Russa não aceitou segui-lo! Então, religiosamente, o país segue datas diferentes das impostas pelo governo e, consequentemente, seu ano novo acontece no dia 13 de janeiro.

A comemoração segue uma tradição típica, e para eles, o dia 24 é como um dia normal, sendo a ceia apenas no dia 7 de janeiro do ano seguinte. O Papai Noel russo se chama Ded Moroz e é um pouquinho diferente do que estamos acostumados, porque traz presentes para as crianças no Ano Novo, e não no Natal. Além de ser acompanhado por sua neta, chamada de Snegurochka, que significa “pequena menina das neves”.

3. Possui a cidade habitada mais fria do mundo
 

Você já se imaginou vivendo em uma cidade que faz -50 graus Celsius? Pois o inverno de Oymyakon fica com essa temperatura, e mesmo assim, é ocupada por 500 habitantes. O centro urbano mais próximo dela fica a 800 quilômetros de distância e é uma das mais importantes cidades da Sibéria, chamada Yakutsk.
 

Ironicamente, Oymyakon significa “água não congelada”, mas seu solo é permanentemente congelado! A base de alimentação dos habitantes não possui vegetais, já que eles não conseguem crescer lá, e as escolinhas suspendem as aulas apenas quando as temperaturas estão abaixo dos -50ºC.
 

 4. Foi o primeiro país a ir para o espaço

Enquanto a Rússia ainda era parte da União Soviética, foi a pioneira na exploração espacial, com seus astronautas e tecnologia avançada. Suas conquistas foram apenas levar o primeiro satélite, o primeiro ser humano, a primeira nave e a primeira sonda ao espaço. Você já ouviu falar da cachorrinha Laika? Ela foi o primeiro ser vivo a orbitar a Terra, dentro da nave Sputnik 2 em 1957.

Essas ações foram aceleradas ainda mais pela Guerra Fria, quando a União Soviética disputava a influência mundial com os Estados Unidos. E por isso, um tentava superar o outro em quem conseguia evoluir mais na tecnologia espacial.

5. Tem o lago mais radioativo do mundo

Se você for visitar o país, nem pense em entrar no lago Karachay! Apesar de ser lindo, ele é considerado o lago mais poluído do mundo, após ter sido usado por anos como local de despejo de lixo radioativo. Na época, a União Soviética fazia testes de radiação e despejava todo seu resíduo na água. Por essa razão, o lago ficou submetido a uma radiação tão grande que se alguém der um mergulho hoje, pode ser envenenado em apenas uma hora!
 

6. Possui uma arquitetura muito bela

O Palácio de Inverno em São Petersburgo era a residência de inverno dos czares russos. Onze cidades russas receberão jogos, sendo Moscou o local de abertura e final do torneio. Essa cidade é conhecida por sua belíssima arquitetura, como da colorida Catedral de São Basílio e do Teatro Bolshoi. O lugar que mais recebe turistas da Rússia é São Petersburgo, e oferece passeios como o gigante Museu Hermitage, o Palácio de Inverno, a Fortaleza de São Pedro e São Paulo, entre outras atrações."(www.yazigi.com.br/)

                                          Palácio de Inverno/S. Petersburgo
                                           Museu de Hermitage

sábado, 16 de junho de 2018

Poema - Despedida

Hoje, completa 4(quatro) anos que minha segunda irmã Cleide Néli retornou para a CASA do PAI. Todos estamos saudosos, mas sabemos que um dia iremos nos reencontrar. E como diz Rubem Braga:

 "E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.

Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
" Rubem Braga

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Tabula Rasa - Série da Netflix

E a sexta-feira chegouuuuu.... Apesar do sol, o vento ainda está gelado e nada como aproveitar para curtir uma série enrolado num edredon.

A série Tabula Rasa foi produzida na Bélgica e  estreou em 15/3/2018 e pelo jeito ainda não é do conhecimento da maioria, então recomendo...

"A trama se passa em volta da personagem Annemie D’Haeze – mais conhecida como Mie – interpretada pela atriz Veerle Baetens, que após se envolver em um acidente de carro, passa a ter amnésia.

O problema surge quando um morador da cidade onde Mie reside simplesmente desaparece. O homem foi visto pela última vez na companhia da protagonista, que não se lembra – ou diz não se lembrar – de quem ele era e nem o que faziam juntos antes do desaparecimento. E como se não bastasse, ela vive em uma casa onde fenômenos assustadores começam a acontecer.

Até aí você pode achar que é mais uma série com cenas e finais óbvios, na qual a personagem principal se faz de vítima ou que tudo não passa de alucinações de sua mente. Pelo contrário, a atração é inovadora por uma série de características: vemos efeitos especiais de tirar o fôlego metaforizando a perda de memória da personagem, a paleta de cores e os cenários que mesclam perfeitamente fundos mais escuros com cenas em que os personagens ficam ainda mais nítidos, dando uma impressão de proximidade maior entre a tela e o espectador, e principalmente o suspense psicológico em si, proporcionando um misto de sentimentos e pensamentos como “Quem será o vilão?”, “Qual será o fim dela?”, “Será que ela irá conseguir se lembrar? Ou apenas está fingindo?”, “Qual a verdadeira face desse personagem?”.

Falando em personagens, eles possuem características tão peculiares e evidentes que todos passam a ser suspeitos, incluindo a própria família de Mie, onde vemos o marido da protagonista sempre se mostrando distante e tendo constantes conversas escondidas com a sogra."(https://marretabionica.com.br/)

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada - Ganhou o Tony Awards

A saga Harry Potter foi a leitura de muitos adolescentes nos anos 1990 e passados mais de vinte anos, qualquer novidade relacionada  aos livros provoca uma corrida às lojas.

A história de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” pode não ter agradado muitos fãs, mas foi o suficiente para que o Tony Awards/2018 desse o prêmio de melhor peça a ela.

A cerimônia mais importante do teatro aconteceu ontem no dia 10/6 e ainda premiou a peça em outras seis categorias, como melhor direção e melhor design cênico.

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” foi idealizada por Jack Thorne, John Tiffany e a própria J.K. Rowling. O enredo se concentra no filho mais jovem do Harry Potter, Alvo Severo, que tenta sair da sombra do pai e acaba até criando uma realidade alternativa ao usar um Vira-Tempo.

A peça só entrou em cartaz em Londres e Nova York.

 Harry Potter e a Criança Amaldiçoada é a oitava história de Harry Potter e começa onde exatamente onde Harry Potter e as Relíquias da Morte nos deixou. A peça, em cartaz no Palace Theatre, em Londres, desde 30 de julho de 2016 se tornou um sucesso instantâneo, com ingressos esgotados até abril de 2018. O time criativo original se prepara para a estreia da peça na Broadway, prevista para o outono de 2018.

Após a divulgação do elenco principal de Harry Potter and the Cursed Child (Harry Potter e a Criança Amaldiçoada), peça que contará uma história inédita da franquia Harry Potter,  a escolha da atriz negra Noma Dumezweni para o papel de Hermione têm sido alvo de críticas na internet.
 
J.K. Rowling, criadora da saga, foi ao Twitter para defender a escalação de Dumezweni e rebater as reclamações: "Cânone: olhos castanhos, cabelo crespo e muito esperta. Nunca especifiquei que ela tinha pele branca. Rowling ama a Hermione negra", escreveu.



terça-feira, 12 de junho de 2018

Fim das Teorias da Conspiração: Adolf Hitler morreu Mesmo!

Finalmenteeeeee, quem sabe agora parem com as conspirações ou apareçam novas...Em 2013 morreu o último sobrevivente do bunker de Hitler: seu ex-guarda-costas Rochus Misch aos 96 anos de idade. Foi Misch quem acompanhou o transporte dos corpos do ditador e de Eva Braun – com quem Hitler havia casado um dia antes – do bunker para os jardins da chancelaria alemã, onde foram incinerados, no dia 30 de abril de 1945.

"Adolf Hitler morreu em 1945 em Berlim, após beber cianureto e disparar um tiro em si mesmo, confirmaram pesquisadores franceses que tiveram acesso aos restos mortais da arcada dentária do ditador, que é conservada em Moscou.

“Os dentes são autênticos, não restam dúvidas. Nosso estudo prova que Hitler morreu em 1945″, disse à AFP o professor Philippe Charlier.

“Já podemos parar com todas as teorias conspiratórias sobre Hitler. Ele não foi para a Argentina em um submarino, não está escondido em uma base na Antártica, nem no lado oculto da Lua”, indicou Charlier.

O estudo, do qual Charlier é coautor com outros quatro pesquisadores, foi publicado  na revista científica European Journal of Internal Medicine.

A análise da precária arcada dentária de Hitler e de várias peças não encontrou vestígios de carne, já que o ditador nazista era vegetariano, disse Charlier.

Em março e em julho de 2017, o serviço secreto russo FSB e os arquivos estatais russos autorizaram uma equipe de cientistas a examinar a ossada do ditador, pela primeira vez desde 1946, contou o especialista.

A equipe francesa pôde analisar um fragmento do crânio que foi atribuído ao “Führer”, que tinha um buraco no lado esquerdo que provavelmente foi provocado pelo impacto da bala.

Os cientistas não puderam pegar amostras deste fragmento.

A morfologia do fragmento correspondia com as radiografias do crânio de Hitler feitas antes de sua morte, considerou o estudo.

Esta pesquisa confirma a versão geralmente aceita de que Hitler morreu em 30 de abril de 1945 em seu bunker de Berlim com sua companheira Eva Braun, e também dá novas informações sobre as causas exatas de sua morte, assinalou Charlier.

“Não sabíamos se havia usado uma cápsula de cianureto para se matar ou uma bala na cabeça. As duas são muito prováveis”, disse.

A análise da arcada dentária não encontrou rastros de pólvora, o que indica que o revólver não entrou na boca e que, mais provavelmente, foi apontado para o pescoço ou para a testa.

Além disso, depósitos azulados em suas próteses dentárias podem indicar “que houve uma reação entre cianureto e o metal da prótese”, disse o pesquisador.

Charlier, especialista em Medicina e Antropologia legais, também participou da análise do coração mumificado de Ricardo Coração de Leão."(https://exame.abril.com.br/)