sábado, 21 de julho de 2018

10 Anos do Filme: Batman o Cavaleiro das Trevas

Alguns filmes mesmo depois de uma década ainda guardam emoções indescritíveis. É o caso de Batman, o Cavaleiro das Trevas de 2008; ainda hoje é considerado pelos críticos o "melhor filme de super herói de todos os tempos."

Eu como sempre digo, sou leitora das Hqs e até hoje não entendo a eterna "briga" entre os fãs da Marvel e da DC; pois todos sabemos, acredito, que a DC surgiu nos anos 30 do Séc. XX com o Superman, Batman e a Mulher Maravilha e a Marvel somente nos anos 60 com o Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Hulk e outros. E quando surgia um "gibi"/hq para ler não importava a editora e sim o herói.!

Bem, o  filme arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo e mudou para sempre o panorama do cinema de super-heróis, estabelecendo um novo patamar para todas as obras seguintes do gênero. Além de ter forçado uma mudança nas regras do Oscar - após a exclusão de O Cavaleiro das Trevas  da lista de indicados à categoria Melhor Filme, a Academia decidiu expandir o número de vagas para 10 candidatos -, a obra-prima de Nolan é de um pioneirismo tecnológico inegável.
"Há dez anos o mundo se encantava com a excelência de um dos melhores trabalhos da carreira do diretor, roteirista e produtor Christopher Nolan (Amnésia, de 2000, e A Origem, de 2010). The Dark Knight (título original) se tornou um dos mais aclamados trabalhos dentro do universo dos super-heróis, fazendo com que este arrecadasse pouco mais de 1 bilhão de dólares, concedendo a produção a atual posição de 35º lugar na lista de maiores bilheterias da história do cinema – sendo sete dos seus antecessores filmes de super-heróis e o sétimo sendo a própria continuação dessa franquia (O Cavaleiro das Trevas Ressurge, de 2012).
 

O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas no dia 18 de julho de 2008 com o propósito de marcar gerações, criar um novo legado para as adaptações da DC e, acima de tudo, mostrar o potencial de um dos mais famosos e amados justiceiros dos quadrinhos. O homem-morcego, encarnado pelo fantástico Christian Bale (Psicopata Americano, de 2000, e O Vencedor, de 2010), é, sem sombra de dúvidas, a melhor interpretação já feita dessa personagem. Com todo o respeito e consideração a todos os grandes atores que já viveram o vigilante noturno, Bale deu ao Batman a seriedade, maturidade e o ar sombrio que sempre faltou.

Graças ao direcionamento espetacular de Nolan, a trilogia do Batman emplacou uma nova perspectiva sobre a história de Bruce Wayne e o seu desejo de vingança. A névoa sombria que paira sobre esses três filmes é o seu maior diferencial quando comparado com os outros trabalhos. Além desse acerto, o diretor sabe muito bem como coordenar belíssimas cenas de ação. E, por conta de um roteiro muito bem cuidado e pensado, as falas do longa-metragem ecoam pela memória dos fãs que, ao lembrarem delas, se arrepiam. 

Atrelado a todas essas qualidades técnicas, o elenco que rege a orgânica e equilibrada trama é simplesmente espetacular. Ao lado de Bale como o próprio cavaleiro das trevas, temos a genialidade de Gary Oldman como o Comissário James Gordon; o talento de Maggie Gyllenhaal como Rachel Dawes; as lendas Michael Caine e Morgan Freeman interpretando, respectivamente, Alfred Pennyworth e Lucius Fox; e ainda a performance acertadíssima de Aaron Eckhart ao dar vida para o promotor Harvey Dent e o Duas-Caras, a sua versão transtornada e perversa.
 

Existe mais uma herança interpretativa que merece um destaque especial. Em seu penúltimo trabalho, o ator Heath Ledger agraciou o mundo com a sua arte. Dentro desse nebuloso mundo de Gotham, Ledger entrou ao público um Coringa para se guardar na memória. A interpretação do jovem ator foi magistral, uma das melhores de sua carreira, concedendo-o, inclusive, um Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante. A maneira como o ator australiano interpretou o rival mor do homem-morcego é indescritível. Seu gestual, sua voz e aquele olhar insano são a marca registrada do seu Coringa. Improviso, aprofundamento e dedicação são algumas das melhores definições para o legado deixado por Heath Ledger em sua monumental atuação como o mais amado vilão de Gotham City."(coisadecinefilo.com.br)

sexta-feira, 20 de julho de 2018

As Mulheres Negras que ajudaram na Chegada à Lua

Em 16 de julho de 1969, a nave Apollo 11 foi lançada, levando consigo os astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins. Pouco mais de três dias após o lançamento, em 20 de julho, a nave alcançou a Lua. Enquanto Collins permaneceu em órbita, na nave principal, Armstrong e Aldrin desceram até a superfície a bordo do módulo lunar Eagle. Os astronautas passaram quase três horas caminhando sobre a Lua, fotografando e recolhendo amostras rochosas. Após o sucesso da missão, a Apollo 11 retornou à Terra e pousou sobre o Oceano Pacífico em 24 de julho de 1969.

E lá se vão 49(quarenta e nove anos) da "chegada do homem à lua" e foi quando começou as "teorias da conspiração" que a grande maioria adora destilar na web. Os "especialistas", "físicos", "matemáticos", "astrônomos" da web tentam à todo custo "provar" que a viagem foi uma "farsa" montada pelos Estados Unidos. A União Soviética estava competindo (e ganhando, em algumas vezes) com os Estados Unidos para ver quem conseguiria levar o primeiro humano à Lua. Se houvesse algum indício de farsa mesmo, com certeza os soviéticos iriam divulgar pra todo o mundo. Sem dó nem piedade!

Mas, não vamos falar dos três astronautas que realizaram o grande feito e sim das mulheres por traz desse momento magnífico e histórico.
 

"O que todo mundo sabe é que, em maio de 1961, Alan Shepard consagrou-se como o primeiro americano no espaço e, em fevereiro de 1962, John Glenn foi o primeiro a entrar na órbita da Terra. Mas o que praticamente ninguém sabia, até pouco tempo atrás, é que três mulheres negras foram cruciais para que essas empreitadas dessem certo.

Essa é a história contada no livro Hidden Figures (Figuras Escondidas, em tradução livre), lançado  pela escritora Margot Lee Shetterly e ainda inédito no Brasil. Depois de décadas no ostracismo, a trajetória das cientistas Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson finalmente está sendo prestigiada e já virou até filme – que ganhou o título de Estrelas Além do Tempo, no Brasil.

1. Katherine Johnson

O site oficial da NASA define Katherine como “a garota que amava contar”. Nascida em 26 de agosto de 1918, no interior da Virgínia Ocidental, ela foi uma aluna genial desde o colégio. Formou-se no High School aos 14 anos e na faculdade aos 18.

Trabalhou durante anos como professora e passou um tempo como dona de casa, dedicando-se aos filhos. Em 1953, conseguiu ingressar no Comitê Nacional de Consultoria para Aeronáutica (NACA), agência que deu origem à NASA em 1958. Inicialmente, o cargo dela na NACA era de computer, pois ela resolvia os cálculos que os computadores viriam a fazer mais tarde.

Katherine foi responsável por calcular a trajetória da expedição de Alan Shepard, que aconteceu em 1961. Já na operação que colocou John Glenn na órbita da Terra, ela foi crucial para a verificação dos cálculos feitos em computador. Mesmo com a ascensão da tecnologia, naquela época o trabalho matemático era muito braçal e as contas feitas por computadores precisavam ser exaustivamente analisadas. Em 1969, a cientista também contribuiu para planejar a trajetória do lendário Apollo 11. Katherine foi a primeira grande mulher da história da NASA.

O reconhecimento só veio oficialmente em 2015, quando ela recebeu a Presidential Medal of Freedom – a maior condecoração que um civil pode receber nos EUA – das mãos de Barack Obama. Em maio de 2016, a NASA inaugurou uma central de pesquisa batizada com seu nome. Ela tem 98 anos e vive até hoje.

2. Dorothy Vaughan

Nasceu em 20 de setembro de 1910, no Missouri e iniciou sua carreira na NACA em 1943. Segundo conta o site oficial da NASA, a NACA já contratava mulheres como computers humanos desde 1935. Era um trabalho muito tedioso e pouquíssimo reconhecido, por isso diversas mulheres eram empregadas para tais vagas.

Dorothy trabalhou durante 28 anos na NACA/NASA, sempre na área de computadores (antes e depois da utilização de computadores eletrônicos). Em 1949, passou a coordenar uma equipe de computers formada exclusivamente por mulheres. Quando Katherine Johnson entrou na NACA, Dorothy era sua chefe. A cientista era especialmente genial na área da decodificação e seu trabalho foi determinante para a implementação do Fortran (sistema de linguagem de programação criado nos anos 1950) dentro da NASA.

Dorothy se dividia entre o trabalho nas missões espaciais e a vida como mãe. Um de seus filhos também chegou a trabalhar na NASA, inclusive. Ela faleceu em 10 de novembro de 2008, aos 98 anos.
 

3. Mary Jackson

Nasceu em 9 de abril de 1921, na Virgínia. Ela era engenheira, mas começou na NACA como computer, em 1951. Mary passou a demonstrar um talento incomum para análise de dados e aprimoramento técnicos nos testes do chamado “túnel de vento” (que simulava os voos). Ela basicamente fazia o trabalho dos engenheiros, mas sendo reconhecida apenas como uma computer comum. Segundo o site oficial da NASA: “a mesa dela ficava junto com as das outras computers e somente muitos, muitos anos depois, permitiram que ela trabalhasse diretamente com os engenheiros de testes de voo”.

Insatisfeita ao ver a forma desigual como a NASA tratava as minorias e as mulheres, ela começou a ser uma espécie de mentora, instruindo funcionários menos favorecidos sobre como eles poderiam ascender profissionalmente. Décadas depois, conseguiu assumir cargos de liderança e passou a batalhar por igualdade de direitos dentro da agência, chamando a atenção do governo americano em Washington. Lembrada como uma das figuras mais humanas da história da NASA, Mary colocou sua reputação em jogo na época, mas teve sua voz ouvida e foi pioneira em batalhar pelas minorias na agência.

Assim como Katherine e Dorothy, ela também se dividia entre a NASA e a criação dos filhos. A engenheira faleceu em 11 de fevereiro de 2005, aos 83 anos."(mdemulher.abril.com.br/)



quinta-feira, 19 de julho de 2018

Parabéns, Jared Padalecki/Sam Winchester

Supernatural só retorna em outubro, mas as filmagens da 14ª temporada já iniciaram. Hoje, temos muitas novidades e irei postar algumas delas...

"O fandom está animadíssimo, pois  começa na próxima quarta-feira, 18 de julho, a edição 2018 da San Diego Comic-Con, principal evento de cultura pop do mundo. 
A TV Guide Magazine revelou as capas especiais para a edição exclusiva da Comic Con de San Diego, e como de tradição, Supernatural é uma das capas.

A edição reúne quatro capas diferentes, Supernatural, Riverdale, os heróis da DC e o personagem da Mad Magazine são as capas deste ano. Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins e Alexander Calveret representam a capa de Supernatural."


"Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Alexander Calvert e os produtores Robert Singer, Andrew Dabb, Eugenie Ross-Leming e Brad Buckner assumirão o maior auditório da convenção, o Hall H, para falar sobre o intenso final da 13ª temporada e alguns detalhes sobre a 14ª temporada de Supernatural.
O painel de Supernatural na SDCC é considerado um dos grandiosos do evento, por ser sempre um dos mais bem comentados e entregando aos fãs presentes um ótimo conteúdo e interação com os mesmos.
 

A Warner  anunciou a apresentação de um vídeo especial (lembrando que teremos o episódio 300 nesta temporada!) além da sessão de perguntas e respostas dos fãs com o elenco. O painel acontece no domingo (22 de julho), com início previsto para às 10h30 (horário local de San Diego), durando 01 hora. Os atores Richard Speight Jr. e Rob Benedict também estarão na SDCC para moderar o painel de Supernatural, juntando-se ao time de atores presentes."

E hoje também é o dia de Jared Padalecki que completa 36 anos e aproveitamos para pedir à Deus que continue abençoando-o,  para que possa nos emocionar com seu icônico Sam Winchester ainda por alguns anos.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

O Mundo comemora os 100 anos de Mandela

Em plena era da informação, ainda é possível encontrar pessoas que nunca ouviram ou estudaram sobre o "apartheid" na África do Sul. E falar em "apartheid" nos remete a um dos maiores líderes do Séc. XX: Nelson Mandela. 

Nelson Mandela (1918-2013) nasceu em Mvezo, África do Sul, no dia 18 de julho de 1918. Nascido em uma família de nobreza tribal, da etnia Xhosa, recebeu o nome de Rolihiahia Dalibhunga Mandela. Em 1925 ingressou na escola primária, onde recebeu da professora o nome de Nelson, em homenagem ao Almirante Horatio Nelson, seguindo um costume de dar nomes ingleses a todas as crianças que frequentavam a escola.

Quando ouço ou leio sobre a falta de informação das pessoas sobre os grandes acontecimentos da História me dá literalmente uma "dor no coração". Como não reverenciar o homem que passou 27 anos preso por defender uma causa? Como não conhecer a História do primeiro presidente negro da África do Sul?
 Em 11 de fevereiro de 1990 Mandela foi libertado. Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederick De Klerk, assinaram uma nova Constituição sul-africana, colocando um ponto final em mais de 300 anos de dominação política da minoria branca. Essa nova Constituição simbolizava o fim oficial do Apartheid, e preparava a África do Sul para um regime de democracia multirracial. Em 1993 Mandela recebeu o Prêmio Nobel da Paz, dividido com o presidente, que junto com Mandela procurava um caminho para o fim da segregação.

Em abril de 1994, houve eleições na África do Sul, quando Mandela foi eleito presidente da República e De Klerk, vice-presidente. Mandela governou até 1999. Foi premiado pela Anistia Internacional, em 2006, pela sua luta em favor dos direitos humanos.

Nelson Rolihlahla Mandela faleceu em Joanesburgo, África do Sul, no dia 5 de dezembro de 2013.
"O mundo celebra hoje (18) o centenário de Nelson Mandela, um dos maiores líderes do século 20.

O primeiro presidente negro da África do Sul, que teve papel determinante no fim do sistema de segregação racial conhecido como “apartheid”, completaria 100 anos nesta quarta-feira (18). O homem, também chamado de Madiba, que nasceu livre para correr pelos campos ao redor da cabana onde morava e que passou 27 anos atrás das grades por seu engajamento na luta contra o racismo deixou lições para a humanidade.

Várias homenagens especiais serão realizadas no mundo inteiro em memória ao centenário. Uma extensa programação foi preparada e inclui exposições, debates, iniciativas de incentivo à educação, ao voluntariado, publicação de livros, lançamento de filmes, músicas e concertos em tributo ao líder que dedicou sua vida à luta pela liberdade e abriu caminho para a consolidação da democracia no continente africano.

Por sua contribuição à luta antirracista, o 18 de julho foi transformado pelas Nações Unidas (ONU) no Mandela´s Day, o Dia Internacional Nelson Mandela – pela liberdade, justiça e democracia, uma forma de lembrar a dedicação e seus serviços à humanidade, com forte atuação também no enfrentamento ao vírus HIV e na mediação de conflitos."(agenciabrasil.ebc.com.br/)


terça-feira, 17 de julho de 2018

Saga Lux - Livros


 Nada como estar em férias para colocar as leituras em dias. Como uma leitora voraz eu estava procurando na web, algo interessante e diferente para ler e acabei encontrando a Saga Lux.
Essa Saga foi escrita em 2011 pela americana Jennifer L. Armentrout e não é muito conhecida entre os brasileiros. Entretanto, ela já vendeu mais de 1(hum) milhão de livros e também esteve como a nº 1 no "New York Times". Esses livros foram publicados pela Editora Valentina e dos 5(cinco), quatro encontram-se traduzidos. Então, boa leitura...
"Começar de novo é um saco.
Quando a gente se mudou para o interior, bem no início do último ano do colégio, eu já vinha me preparando para o sotaque caipira, o tédio, a internet lenta e um monte de chatices... Até dar de cara com o meu vizinho gato, alto de dar tontura e com intimidantes olhos verdes. Hummm... os prognósticos estavam melhorando.
Até que... ele abriu a boca.
Daemon é irritante. Arrogante. Dá vontade de matar. A gente não se dá bem. Não mesmo. Mas, quando um caminhão quase me transforma em panqueca, o garoto literalmente congela o tempo com um aceno de mão e aí, bom, algo inesperado acontece.
O alien gato (meu vizinho) me deixa com um rastro.
Você me ouviu bem. ALIEN! A verdade é que ele e a irmã têm uma galáxia de inimigos que querem roubar seus poderes. O rastro que deixou em mim brilha como lua cheia, e isso não é nada bom. O único jeito de sair viva dessa é ficar colada em Deamon, até a magia alienígena desaparecer.
Quer dizer, isso se eu não matar o cara primeiro." 

  
"Estar conectada a ele é uma droga! Graças ao seu abracadabra alienígena, Daemon está determinado a provar que o que sente por mim é mais do que um efeito colateral da nossa bizarra conexão. Em vista disso, fui obrigada a dar um “chega pra lá” nele, ainda que ultimamente nossa relação esteja... esquentando. Algo pior do que os Arum ronda a cidade. O Departamento de Defesa está aqui. Se eles descobrirem o que o Daemon pode fazer e que nós estamos conectados, vou me ferrar. Ele também. Além disso, tem um garoto novo na escola que, tal como a gente, guarda um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo e pode ajudar, mas, para fazer isso, preciso mentir para o Daemon e ficar longe dele. Como se isso fosse possível! Até que, de repente, tudo muda. Vi alguém que não deveria estar vivo. E tenho que contar ao Daemon, mesmo sabendo que ele não vai parar de investigar até descobrir toda a verdade. Ninguém é o que parece ser. E nem todo mundo irá sobreviver às mentiras."

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Motivos para Assistir BoJack Horseman

Durante duas semanas estaremos em férias/recesso e então, irei postar assuntos leves, mas sem esquecer que a inteligência ou a sede de conhecer e aprender do professor ou do aluno não tira férias!. E para começar, minha indicação é a série BoJack Horseman; não é das minhas favoritas, entretanto, vale para relaxar.  

"1. Humanos e animais dividem o mesmo espaço e isso é muito doido 

Os personagens são humanos e animais extremamente excêntricos, eles dirigem, bebem cerveja, transam e dividem os mesmos espaços. No começo é estranho, mas depois você acostuma. Destaque para a agente e gata Princess Carolyne; o cachorro também "famoso" Sr. Pinetbutter; a diretora de um canal de TV e coruja Wanda (dublada por ninguém menos que Lisa Kudrow, a Phoebe de Friends).

2. Os humanos não são menos peculiares

Em meio a tantos animais, a raça humana não poderia ser de todo normal. Destaque para Todd, que um dia dormiu no sofá de BoJack após uma festa e nunca mais foi embora, e Vincent, que OBVIAMENTE é uma criança com roupa de adulto frequentando ambientes proibidos para menores de idade. O politicamente correto manda um abraço.

3.O texto é uma experiência nonsense

A coruja Wanda fica 30 anos em coma e ao acordar vira diretora de uma TV, mesmo sem conhecer um iPad ou ter visto o filme Esqueceram de Mim. Uma galinha (que mais parece uma senhora de vestido) foragida e prestes a virar frango de supermercado fica amiga de Todd. Também há cenas em que o diretor de cinema é uma lagosta chamada Quentin Tarantulino, uma tatu-bola atravessa a rua rolando e um bicho-preguiça praticamente desmaiado aparece em uma esteira de academia.

4. É uma crítica ao vazio das celebridades

A rotina de festas, pouco trabalho e busca incessante pela fama sem muito esforço e pouco talento é uma crítica pesada ao mundo de Hollywood. Em certo momento, o vazio dá espaço para abuso de drogas, bebidas, sexo descompromissado, entre outros comportamentos não muito saudáveis. 

5. A série tem ótimas participações especiais. Especiais MESMO

Além do elenco fixo, artistas fazem aparições esporádicas e incríveis no programa. Naomi Watts mostra o quanto é boa atriz interpretando a ghost-writer de BoJack na gravação de um filme; Daniel Radcliffe, o eterno Harry Potter, aparece em um programa de auditório e Paul McCartney (sim, o sempre beatle), surge do nada em uma festa (sem detalhes para não estragar a surpresa)."(www.huffpostbrasil.com/)

domingo, 15 de julho de 2018

Parabéns, Alex Calvert

Hoje é o aniversário de Alexander Calvert, nosso amado Jack, que está completando 28 anos.
Alexander Calvert  é um ator canadense. Atualmente está participando da série Supernatural, onde interpreta Jack.

Ele apareceu em vários filmes e séries de televisão, incluindo na Discovery  em séries como " The Troop",  "To Be Fat Like Me", e "The Dead Zone". Ele era o jovem Justin em "Kickin' It Old Skool" e ele conseguiu o papel principal em "Getting Back Jack". Calvert esteve em alguns comerciais para "Best Buy", "Kohl's", "Road Runner", "General Mills" e "Mattel".

Em 17 de julho de 2015, Calvert foi anunciado no papel de Lonnie Machin o Anarquia para a quarta temporada   da série Arrow  na rede de televisão The CW.

Em 2017, ele começou a participar da serie Supernatural, onde faz Jack, um nefilim filho de Lúcifer com uma humana. O personagem caiu nas graças do fandom e na 14ª temporada fará parte da família Winchester como o "irmão caçula".