quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Escola dos Estados Unidos proibe livros de Harry Potter...

O "halloween" é comemorado amanhã e como em todos os anos eu sempre posto alguma notícia sobre essa data. Mesmo o Brasil sendo colonizado pelos portugueses, eles são descendentes dos Celtas, entretanto, foram cristianizados e acabaram por "esquecer" suas tradições ditas pagãs. É por isso que aqui não existe uma comemoração igual a dos americanos e europeus, mas mesmo que os brasileiros  não conheçam sobre suas verdadeiras origens, muitos gostam de se fantasiar enquanto outros torcem o nariz ou dizem ser coisa de "demônios". Eu adoroooooo essa falta de conhecimento histórico e dou muitas risadas sobre como o brasileiro gosta de dar vexames, principalmente nas redes sociais.!

No mês de setembro/2019 uma escola católica nos Estados Unidos, proibiu os livros da saga Harry Potter. A saga mais cultuada dos anos 1990 ainda sofre com a intolerância de algumas pessoas e vindo da Igreja seja ela qual for, não é de se admirar.!

A alegação do reverendo Dan Reehil foi de que as maldições e feitiços presentes nos livros poderiam ser utilizadas pelos alunos para invocar espíritos. Desde que J.K. Rowling lançou o primeiro livro em 1997, esses absurdos acontecem. Em alguns estados americano e no Reino Unido os livros já foram até queimados em praça pública.
 

E pensar que em pleno 2019, a ignorância tão presente durante a "Idade das Trevas" Medieval ainda ocorre, me deixa extremamente preocupada. Se fosse fácil fazer uma invocação, quantos adolescentes, jovens e adultos não estariam fazendo pelo mundo? Afinal, mais de quinhentos milhões de exemplares foram vendidos ao redor do mundo.
 

A Igreja Católica sempre soube como lidar com a magia, bruxaria e feitiços presente nas antigas Civilizações. Ela se apropriou dos rituais das antigas Civilizações para se afirmar. Sobre o Dia de Todos os Santos, data também comemorada pelos Celtas, posto depois...

A falta de conhecimento das pessoas do Séc. XXI sobre a Civilização Celta, que habitaram partes da Europa entre os séculos II e III a.C, aliado aos que sequer sabem que os povos das atuais repúblicas Tcheca, Eslovaca, Áustria, sul da Alemanha, leste da França e da Espanha, a Grã-Bretanha, Irlanda, etc. são descendentes deles, os torna simplesmente um povo pagão e dotado de Magia e deuses sanguinários!

Muitos também desconhecem a origem do festival que acontecia no dia 31 de Outubro (Hemisfério Norte) nas aldeias celtas. Este Festival marca o ano novo celta, assim como o início de uma nova Roda do Ano. Samhain, o festival dos mortos, foi cristianizado como Halloween. 


Essa é uma época de meditação e reflexão, sobre os ciclos da natureza, da vida e da morte. Época de nos conectarmos com a energia dos nossos antepassados e de todos aqueles espíritos e seres que nos auxiliaram em nossa caminhada, pois é uma época em que, segundo a cultura celta, o “véu entre os mundos” se torna mais tênue.

A tentativa de abafar a questão da MAGIA em livros, filmes e HQs é muito comum, afinal a Igreja ainda adota o "sistema do medo" do desconhecido para manter as pessoas fiéis à ela. E muitos sequer questionam sobre essas proibições...

 "Se o Brasil atravessa um momento sombrio com relação a educação, o obscurantismo definitivamente não é exclusividade nacional: nos EUA, uma escola católica  decidiu banir  de sua biblioteca uma série de livros que, segundo o reverendo local, representava “magias e feitiços”. Engana-se, porém, quem pensa que a “polêmica” trata de alguma obra que efetivamente trate do tema: os livros banidos na escola St. Edward, na cidade de Nashville, eram exemplares da saga Harry Potter.

A decisão de retirar os livros infantis do bruxinho criado pela autora inglesa J. K. Rowling se deu por sugestão do Rev. Dan Reehil, pastor da Escola Paroquial Católica Romana. “Esses livros apresentam a magia como o bem e o mal, o que não é verdade, mas de fato é um engano inteligente. 


As maldições e feitiços usados ​​nos livros são maldições e feitiços reais que, quando lidos por um ser humano, correm o risco de conjurar espíritos malignos no presença da pessoa que lê o texto”, afirmou o reverendo. Para recomendar a exclusão dos livros, o reverendo afirma ter consultado diversos “exorcistas” tanto nos EUA quanto em Roma.

As aventuras de Harry Potter em Hogwarts, a escola fictícia de magia onde estuda, foi contada em sete livros, que já venderam mais de 500 milhões de exemplares pelo mundo, impactando positivamente de forma incontestável nos hábitos de leitura das novas gerações. A adaptação para o cinema também se transformou em fenômeno mundial, como uma das mais bem sucedidas e influentes sagas da história.

Apesar da igreja não possuir qualquer posição oficial sobre a história, o reverendo questionou a obra por tratar de feitiços como “Avada kedrava”, a maldição da morte e a maldição da manipulação, entre outros. Segundo representantes locais, o reverendo de fato possui “autoridade canônica para tomar essas decisões em suas escolas paroquiais”

Desde o primeiro lançamento da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal, em 1997, que a Igreja Católica vem perseguindo os livros de Rowling: em 1999 o livro foi o mais questionado de todo o país, segundo a American Library Association."

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Livro A Morte e o Meteoro

Joca Reiners Terron nasceu em Cuiabá/Mato Grosso em 9 de fevereiro de 1968 é um poeta, prosador, artista gráfico e editor. Vive em São Paulo,  foi editor da Ciência do Acidente, pela qual publicou o romance Não há nada lá e o livro de poemas Animal anônimo. É autor também dos volumes de contos Hotel Hell, Curva de rio sujo e Sonho interrompido por guilhotina. Dele, a Companhia das Letras publicou Do fundo do poço se vê a lua, vencedor do prêmio Machado de Assis na categoria melhor romance. 

Ele acabou de lançar um livro novo e está simplesmente maravilhoso. Ler faz bem para alma, além de aumentar nossa capacidade crítica e ter um vocabulário de primeira.


"Uma aventura literária macabra e surpreendente por um dos grandes nomes da literatura brasileira contemporânea. A Amazônia praticamente acabou. O pouco que resta após décadas de aniquilamento é insuficiente para abrigar os kaajapukugi, uma tribo isolada e misteriosa que agora se vê diante da própria extinção. 

As informações precárias que temos a respeito desses índios vêm do igualmente enigmático Boaventura, um sertanista que, até onde se sabe, foi o único a ter contato com a tribo, dedicando sua vida a protegê-la do homem branco. Com a iminência do fim, Boaventura traça um plano ousado: transferir os cinquenta kaajapukugi remanescentes para o México, onde serão recebidos como refugiados políticos. A ideia causa comoção, e o mundo assiste atento aos preparativos do resgate. 

Todavia, Boaventura morre em circunstâncias mal explicadas, e cabe a um colega indigenista completar a operação. Assim, da noite para o dia, o plano recai sobre esse obscuro funcionário mexicano que vinha ajudando o sertanista brasileiro a levar os kaajapukugi para o México. Tendo perdido os pais há pouco tempo, e com parco conhecimento sobre a tribo, é ele quem vai narrar este assombroso romance de Joca Reiners Terron. 

A morte e o meteoro é uma intrincada aventura literária, que combina segredos ancestrais, índios anarquistas, insetos alucinógenos e uma viagem sangrenta pelos lugares mais sombrios do passado e do futuro. Enquanto o indigenista mexicano investiga a vida de Boaventura e as circunstâncias de sua morte, o leitor se verá em um labirinto de pistas falsas e ruas sem saída."

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Brasil é inimigo dos X-Men em HQ

O Brasil sempre passou para o mundo uma "máscara" de nação tolerante, entretanto, isso não é verdade e com o advento das redes sociais só tem piorado. Nos últimos anos as pessoas aproveitam para destilar seu ódio contra tudo e todos; e desde 2018 com o país polarizado a intolerância só aumenta. A censura está voltando lentamente e os órgãos da repressão estão fazendo vítimas e como em todo Estado Totalitário com o apoio das massas populares.!
 

Os alunos ditos conectados estão tão desinformados com a realidade do Brasil que chega a ser preocupante. A imagem do Brasil está manchada e o vexame provocado pelo prefeito do Rio de Janeiro durante a Bienal Internacional do Livro já chegou às HQs da Marvel. E para quem não sabe pelo menos seis quadrinistas são brasileiros!
 

"Nas HQs, o Brasil pode ter comprado briga uma equipe bem poderosa. Tudo começa na edição #5 da série 'House of X', o país e algumas outras nações se posicionam contra uma lei na qual mutantes podem viver livremente sem ser incomodados. Com isso, estes estados acabam se tornando 'inimigos' dos X-Men.

Na história, tudo começa quando os mutantes entram em contato com às Nações Unidas para pedir que a ilha de Krakoa seja reconhecida como nação soberana para pessoas com o gene X. Em troca, Charles Xavier oferece um remédio feito à base de uma planta nativa do local que aumenta a expectativa de vida dos humanos.

A lista de países que não quiseram fechar acordo com os mutantes inclui nações reais e fictícias. Ao todo, são 14. Brasil, Madripoor, Latveria, Rússia, Venezuela e Honduras recusaram a proposta por razões políticas. Irã, Coréia do Norte, Santo Marco e Terra Verde rejeitaram por motivos ideológicos, enquanto Wakanda disse que não precisava dos medicamentos e foi seguida por Azania, Canaã e Quênia.

Durante a trama, somos apresentados aos motivos para cada país se opor a ideia, no caso do Brasil a recusa é uma questão 'política', já Wakanda se justifica alegando que a nação 'não precisa de drogas mutantes'.

Consequentemente, a Nação de Krakoa considera agora todos esses países que rejeitaram a proposta como seus adversários políticos naturais, o que pode desencadear problemas para essas nações.

Será que teremos os mutantes entrando em algum conflito com o exército brasileiro? Como ficam os mutantes tupiniquins como o Mancha Solar, Magma e Garota Tubarão diante de tal situação? Importante frisar que o Hickman é um grande fã do Mancha Solar, ou seja, é bastante improvável que essa informação sobre o Brasil esteja ali por mero acaso. Agora, é esperar para ver se algumas dessas questões serão resolvidas das edições que estão por vir.

É bom reaver a notícia sobre a Bienal Internacional do Livro, que aconteceu no Rio de Janeiro, onde Marcelo Crivella mandou recolher o HQ “Vingadores: A cruzada das crianças”, por haver um beijo entre dois homens.

Então, é a segunda polêmica com relação a Marvel que o Brasil está inserido e essa aparição no HQ pode significar uma crítica.

Nas palavras colocadas no HQ, diz:

“Mais de cem nações aceitaram o acordo comercial com Krakoa. E, enquanto as negociações continuam com o resto das nações do mundo, algumas rejeitaram a abertura de Krakoa”

A seguir, o “documento oficial” de Krakoa deixa claro que a situação do Brasil e outros é desconfortável."

sábado, 26 de outubro de 2019

Brasil também tem locais Assombrados...

O "Dia das Bruxas" se aproxima, mas como não damos valor aos lugares assombrados do Brasil, então não temos as visitas guiadas como acontece em outros lugares do Mundo.

O Brasil tem inúmeros lugares sobrenaturais e o Edifício Joelma é um deles.
 

"Uma aura de mistério cerca o local onde fica o edifício Joelma, no centro da cidade de São Paulo. Palco de quase 200 mortes no dia 1º de fevereiro de 1974, o prédio que hoje se chama Edifício Praça da Bandeira foi construído em um terreno marcado por outras mortes em épocas distintas segundo relatos.

Uma das lendas que cercam o local diz que o terreno do Joelma serviu como um “local de castigo” para escravos indisciplinados que trabalhavam na região entre os séculos XVIII e XIX. Negros teriam sido torturados até a morte, gerando a primeira série de mortes no local, considerado por muitos como amaldiçoado.

Crime do poço
 

Antes de ser comprado por uma grande incorporadora, o terreno do Joelma era ocupado pela casa de Paulo Ferreira de Camargo, um professor de química orgânica da Universidade de São Paulo (USP). Em 1948, ele matou a tiros a mãe e duas irmãs, jogando os corpos em um poço que mandara construir dias antes no quintal da casa.

Segundo a versão do professor, seus familiares morreram em um acidente de automóvel durante uma viagem ao Paraná. O relato, porém, não convenceu a polícia, que, ao investigar o caso acabou descobrindo os corpos jogados no poço. Ao perceber que havia sido descoberto, Paulo foi até o banheiro e cometeu suicídio, dando um tiro contra o peito.

Além das mortes de Paulo, da mãe dele e das duas irmãs, o crime do poço ainda deixou uma vítima indireta, já que um dos bombeiros que participaram do resgate dos corpos morreu dias depois por infecção cadavérica, o que aumenta o número de mortes no terreno.

Construção do Joelma
 

Com 25 andares, sendo dez de garagem, o Joelma foi inaugurado em 1971, no mesmo terreno que ficou conhecido pelo Crime do Poço. Apesar de ser um prédio novo, ele foi consumido em questão de minutos por um incêndio que deixou 191 pessoas mortas e feriu mais de 300 no ano de 1974.
As mortes violentas provocadas pelas chamas logo contribuíram para o surgimento de histórias envolvendo a presença de espíritos inquietos nos corredores do prédio.

Uma das histórias mais famosas, recontada diversas vezes entre os frequentadores do prédio, é a do caso de uma funcionária de um escritório de advocacia que teria ouvido, já tarde da noite, um barulho de porta sendo aberta. Porém, quando ela foi verificar, a porta continuava fechada.

Instantes depois, ela ouviu o mesmo barulho e avistou o vulto de uma mulher passando pela sala de entrada. Quando chegou perto, porém, a funcionária não viu ninguém. Com medo, ela saiu do escritório rapidamente e, ao trancar a porta, viu novamente o vulto de uma mulher ao fundo no corredor. Segundo relatos, a assistente se demitiu, já que seria obrigada a ficar até tarde da noite outras vezes.

 (...)


Em 1979, um filme com o roteiro baseado nas cartas psicografadas por Chico Xavier creditadas à uma das vítimas do Joelma também ganhou contornos sobrenaturais. Durante as filmagens do longa “Joelma, 23º andar”, membros da equipe relataram ruídos misteriosos, refletores caindo sem motivo aparente e até o registro “sobrenatural” em uma fotografia.

A imagem, do momento em que os atores gravavam uma cena crucial, quando as personagens eram atingidas pelas chamas, uma forma transparente também é translúcida. Ninguém soube explicar o que seria aquela “sombra”. Alguns acreditam que seja o espírito de uma mulher que morreu durante o incêndio.
O mistério das 13 almas
 

O maior mistério envolvendo o incêndio do Joelma, porém, envolve as supostas almas de 13 pessoas que morreram presas no elevador do edifício no dia do incêndio. As vítimas morreram carbonizadas e, devido ao estado dos corpos, não foi possível fazer a identificação, já que não existia teste de DNA na época.

Os 13 cadáveres foram enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, zona leste da capital, em uma espécie de memorial. Desde então, o local atrai peregrinos que passaram a atribuir supostos milagres às 13 almas do edifício Joelma.

Ao lado das sepulturas, foi construída uma capela em memória às 13 almas. É costume dos visitantes do local deixar copos d’água sobre os túmulos, o que seria uma forma de aliviar o sofrimento daqueles que morreram queimados.

A ritual começou quando frequentadores do cemitério relataram que, em um certo dia, pouco tempo após o incêndio, foram ouvidos gemidos e choros vindo da área das 13 sepulturas. Sabendo da causa das mortes, uma pessoa resolveu derramar água sobre os túmulos, o que teria cessado os gemidos.

No local, existem faixas e placas com agradecimentos por graças alcançadas por intermédio das 13 almas."

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

A Morte nem sempre é Triste...


Causadora de tantos medos, a morte é encarada de forma bem diferente dependendo da sua localização geográfica. Em muitos países, é motivo de choro e luto demorado. Em outros, os doentes e idosos fazem de tudo para morrer em determinado lugar. E existem os países que encaram a morte de frente. E com festa.  
Cada dia possui um significado próprio para os mexicanos. Na virada de 31 de outubro para primeiro de novembro, eles celebram as almas que faleceram quando crianças (a data é chamada de “Dia de los Angelitos”) e no dia seguinte a festa é dedicada aos falecidos adultos.  
Por isso, são muitos os detalhes que compõem essa festa. Um dos mais conhecidos são as oferendas, ou seja, “presentes” dados aos mortos como:
 

frutos da terra (tangerina, cana de açúcar, abóbora etc.);
frutos do vento (incenso para orientar as almas);
frutos da água (vaso para os espíritos matarem a sede);
frutos do fogo (velas acesas nos 4 pontos cardinais para ajudar a orientar a viagem das almas);
vários objetos pessoais dos falecidos como fotografias, pertences, entre outros.

Além das oferendas, também é normal encontrar altares coloridos e adornados com imagens dos falecidos e, claro, as tradicionais caveiras mexicanas, que podem aparecer em pintura de rostos, doces e muitos outros. Outra tradição é que, algumas famílias costumam ir até as tumbas dos falecidos, abrir os túmulos e limpar os restos mortais. Depois, eles são recolocados de volta ao local para continuarem descansando.
 

"No México, a morte é motivo de farra. O Dia de Muertos, celebrado entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro, foi criado em homenagem aos mortos, mas é uma das festas mais alegres do mundo.
 

Suas origens são anteriores à chegada dos espanhóis em solos mexicanos, com relatos de povos náuatles (astecas), maias, tarascanos e totonacas celebrando os seus mortos há, no mínimo, três mil anos. A festa acontecia no nono mês do calendário solar asteca e era celebrado por um mês completo.

Sincretismo
 

Mortos estavam no centro da religiosidade mesoamericana. Os povos da região faziam amplo uso de sacrifícios humanos para aplacar a fúria dos deuses. Crânios eram guardados como troféus e o motivo aparecia nos templos e em estátuas do deus da morte.
 

O Día de Muertos conhecido hoje foi resultado do sincretismo entre tradições religiosas mesoamericanas com o catolicismo, unindo celebrações tradicionais com duas datas importantes para a Igreja Católica: o Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, que acontecem dias 1 e 2 de novembro respectivamente.
 

Aceitação
 

Mas a festa como conhecemos é bem recente. Ao norte do México, longe das áreas de identidade indígena (como Chiapas, habitada pelos maias), os mexicanos viam essas festas como paganismo, e celebravam o finados de forma solene, como os demais católicos.
 

Isso só mudou na década de 1960, quando o governo criou um feriado nacional, incluiu a festa no currículo escolar e passou a incentivá-la como um ícone da identidade mexicana.
 

Crenças
 

Segundo a crença popular, no Día de Muertos os mortos têm permissão divina para visitar os parentes. As ruas e as casas são enfeitadas com flores, velas e incensos, altares são montados, comidas especiais são preparadas, música alegre enche as ruas e roupas comuns dão lugar a fantasias coloridas, máscaras e pinturas de caveira. Entre oferendas e decorações, um arco de flores simboliza a passagem usada pelos espíritos.Tudo para receber os convidados de honra - os ancestrais mortos.
 

Hoje, o festival acontece no México, em países da América Central e em regiões dos Estados Unidos com grandes comunidades mexicanas. A singularidade e a importância cultural do Día de Muertos foi reconhecida pela UNESCO, que classificou a celebração como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade."(revistaaventuranahistória)

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Supernatural: John Wayne Gacy - O Palhaço Assassino

Essa última temporada está muito top, apesar de que os pseudo-fãs adoram reclamar que está cansativa e sem nenhuma novidade, e hoje teremos o 15x3 "The Rupture"; muita coisa ainda vai ser revelada.

Uma das notícias que "quebrou" a web foi:

"Jensen Ackles é mais conhecido por interpretar Dean Winchester na amada série “Supernatural”, que está atualmente em sua 15ª e última temporada. Mas além de atuar nas telinhas, Jensen escreve e canta!

O ator lançará seu primeiro álbum ao lado de Steve Carlson e os dois fizeram o anúncio no Instagram da banda, chamada Radio Company, nesta segunda-feira (22).

Ambos são amigos há muito tempo e cantam juntos há 15 anos. Agora completaram seu disco, intitulado “Radio Company Vol. 1”. E o primeiro single, “Sounds of Someday”, já está disponível no iTunes para pré-venda. O álbum chega no dia 8 de novembro.


Na 15ª temporada apareceu alguns fantasmas que conhecemos na primeira temporada, entretanto, na 14ª apareceu um um fantasma- palhaço chamado Pogo. Ele reapareceu no ep. 15x1 e é um vilão inspirado no serial killer dos 70, John Wayne Gacy. 

O que pouca gente sabe é que esse personagem é real e sua vida inspirou It: A Coisa um romance de sucesso de Stephen King, que foi levado ao cinema recentemente.
 

Eu mesma fiquei estarrecida ao tomar conhecimento da história real de Gacy e ao assistir Supernatural mesmo sendo uma série de ficção, muitos de seus fantasmas realmente existiram.! Então, que tal saber mais um pouco sobre esse palhaço que aterrorizou os Estados Unidos nos 1970?
 

"Seu histórico de crimes começou em 1967, quando estuprou Donald Voorhees, um jovem de 15 anos. Foi condenado a dez anos de prisão, que não cumpriu − obteve liberdade condicional após 16 meses de cadeia. Aquele acontecimento provocou o divórcio.

Depois de sair da prisão, Gacy fundou uma empresa dedicada à construção, com a qual enriqueceu. Comprou uma casa em um bairro exclusivo de Chicago e ali reencontrou uma antiga colega de escola com duas filhas, com a qual começou a compartilhar a vida. 


Transformado em um empresário de sucesso, inscreveu-se no Partido Democrata e decidiu aumentar sua popularidade criando um personagem, o palhaço Pogo, que ficou famoso nas festas e nos hospitais infantis da cidade, onde distribuía balões e bichinhos de pelúcia pagos com seu dinheiro.
 

Entre 1972 e 1978, o palhaço bonachão estuprou  e assassinou 33 meninos, embora ele mesmo tenha reconhecido que o número era maior. O julgamento começou em 6 de fevereiro de 1980, mas Gacy nunca colaborou, por isso foi impossível localizar o paradeiro de algumas de suas vítimas. 

Seus advogados alegaram que sofria de graves distúrbios mentais, algo que os relatórios periciais descartaram. A prova mais concludente foi o depoimento de Jeff Rignall, um adolescente que conseguiu escapar de Pogo e relatou as torturas a que foi submetido. 

Explicou que o conheceu na rua, onde Gacy lhe ofereceu maconha. Rignall subiu então no carro de Gacy e este lhe cobriu o rosto com um lenço embebido de clorofórmio para deixá-lo inconsciente. Era seu modus operandi. Em 13 de março de 1980, foi julgado culpado e condenado à morte. Gacy se transformou em uma celebridade macabra que recebia visitas de professores universitários, estrelas do rock e mulheres que se sentiam atraídas por sua história. 

Em sua cela, pendurou dezenas de pinturas nas quais se retratava vestido de palhaço, e as vendeu por grandes somas de dinheiro. Depois de ficar 14 anos no corredor da morte, em 10 de maio de 1994 foi aplicada a injeção letal que acabou com sua vida. Faltavam poucas semanas para ele completar 53 anos. Suas últimas palavras foram: “Vão para o inferno! Vocês nunca saberão onde estão os outros corpos”."




 

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Livro - O Homem de Giz

Nem preciso escrever mais sobre minha indignação com os ditos alunos da Era Digital, que não assistem filmes, séries e sequer conseguem efetuar uma leitura de HQ ou mesmo de um bom livro. Mas, eu acho que ainda continuarei indignada por muito tempo ou enquanto estiver ministrando minhas aulas de História para o Ensino Médio.

Quando uma série ou uma história sobre os anos 1980 surge, bate aquela nostalgia de quando não existia redes sociais, as amizades eram para sempre, as bibliotecas eram o destino preferido para curtir um bom livro, os discos de vinil estavam virando memória, os filmes no cinema demoravam uma vida para chegar no Brasil,  as bicicletas eram o meio de transporte mais rápido para a garotada... 

O Homem de Giz é o romance de estreia de C.J. Tudor. Mesclando uma narrativa que se alterna entre passado e presente, a autora cria com habilidade não apenas a atmosfera de suspense essencial em um thriller, mas, principalmente, constrói com maestria as personagens e os conflitos por elas vividos.

"Assassinato e sinais misteriosos em uma trama para fãs de Stranger Things e Stephen King.
 
Em 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. 

Mas, um desenho misterioso leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Depois disso, nada mais é como antes. Em 2016, Eddie se esforça para superar o passado, até que um dia ele e os amigos de infância recebem um mesmo aviso: o desenho de um homem de giz enforcado. 

Quando um dos amigos aparece morto, Eddie tem certeza de que precisa descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás. Alternando habilidosamente entre presente e passado, O Homem de Giz traz o melhor do suspense: personagens maravilhosamente construídos, mistérios de prender o fôlego e reviravoltas que vão impressionar até os leitores mais escaldados."

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Filme: 13 dias que abalaram o Mundo

Em 22 de outubro de 1962, o então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, comunicou a população, em rede nacional de TV, sobre a presença dos mísseis na ilha, a uma distância de apenas 140 km do território estadunidense.
Kennedy anunciou ainda que os Estados Unidos procederiam com um bloqueio naval à ilha e que o país estava preparado para usar sua força militar caso fosse necessário à segurança nacional. Após a transmissão do comunicado do presidente, instalou-se um clima de tensão e medo de que as duas grandes potências (EUA e URSS) iniciassem de fato um conflito armado, sobretudo porque ambos os países detinham tecnologia nuclear.

Essa é a sinopse do filme "13 dias que abalaram o mundo" de 2.000, e bastante interessante para quem quer saber mais um pouco sobre a famosa Crise dos Mísseis. Inclusive, no filme X-Man - 1ª Classe também trata do mesmo assunto, só que na visão do mutante Magneto e Charles Xavier.
 

Em outubro de 1962 um avião U-2, que fazia vigilância de rotina, tira fotos fotográficas que revelam que a União Soviética está em processo de colocar uma plataforma de lançamento de armas nucleares em Cuba. 

Estas armas terão a capacidade de destruir em minutos a maior parte do leste e sul dos Estados Unidos quando ficarem operacionais. O presidente John F. Kennedy (Bruce Greenwood) e seus assessores têm de pôr um plano de ação contra os soviéticos. Kennedy está determinado em mostrar que ele é forte o bastante para resistir a ameaça e o Pentágono aconselha o exército dos Estados Unidos a contra-golpear, o que poderia levar a uma outra invasão norte-americana em Cuba. 

Entretanto, Kennedy está receoso em levar a cabo esta operação, pois uma invasão norte-americana poderia fazer com que os soviéticos partissem para a retaliação na Europa. Por treze dias o destino da humanidade esteve nas mãos de um grupo reunido no salão oval na Casa Branca, pois a possibilidade de uma guerra nuclear era real e navios soviéticos rumavam para Cuba levando o material que faltava para terminar a plataforma de lançamento, que estava sendo construída em ritmo acelerado. Com a situação cada vez mais tensa, qualquer ato impensado poderia provocar um conflito armado de consequências sem precedentes para o Mundo sob a bandeira da Guerra Fria.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

A Mansão de Belcourt/Newport

No Brasil não existem visitas turísticas à casas assombradas, mas nos Estados Unidos e Europa isso é muito comum.

A maior parte das pessoas razoavelmente céticas normalmente dizem que as histórias envolvendo o vaguear de espíritos descarnados, as maldições, os supostos objetos com vida própria etc. é bobagem ou invenção. Entretanto, não é incomum que mesmo o mais racional dos sujeitos traga consigo o relato de algum evento que desafia a lógica e as leis da física e ao final diz que não acredita nisso.
 
Durante todo o mês de outubro e a data que antecede o "dia das bruxas" ou Halloween é que as visitas são mais procuradas e nem precisa dizer que as agências de turismo ganham fortunas com o medo que as pessoas têm do sobrenatural. Então, até o dia 31/10 irei postar alguns lugares assombrados e diga-se que não tenho vontade nenhuma em conhecer.!
 

"A mansão de Belcourt, na cidade de Newport construída no final do século XIX, foi erguida a pedido do aristocrata Oliver Belmont para que se tornasse sua residência de verão e também para seus cavalos. Posteriormente, segundo o site oficial da mansão, Oliver se casou, e a esposa do endinheirado norte-americano, Alva Vanderbilt, se uniu a ele na morada.
 

Ao todo, a propriedade contempla uma área de 3.716 m² com grande salão de jantar, escadas enormes, espaços para recepção de convidados entre outras divisões que fazem da residência um bom lugar para receber pessoas.O imóvel foi construído pelo arquiteto Richard Morris Hunt.

Até os anos 1940, Belcourt pertenceu à família de seu dono original. O local tem um história complexa, que se tornou escandalosa nos anos 1990 com o envolvimento de sua antiga proprietária de 80 anos com um encanador de 30 anos, que ela decidiu adotar. Com a morte da mulher, o encanador passou a dar festas decadentes no local, em que as mulheres eram proibidas de usar calcinhas.

Porém, foi nessa época que ela começou a ser passada de mão em mão até chegar à família Tinney, que ficou com a residência até 2012 - ano em que a mansão passou ser de Carolyn Rafaelian.
 

Segundo a revista "People", a lenda diz que fantasmas perambulam pela Belcourt e, inclusive, há tours temáticos de assassinatos misteriosos promovidos na propriedade até hoje.

À imprensa, a atual dona da mansão disse que a presença dos fantasmas pode fazer sentido, já que há energias e entidades pouco amistosas no local.
 

Apesar de ter diversos objetos documentados como assombrados, os que mais se destacam são as duas cadeiras que teriam espíritos “aprisionados”. Os visitantes da luxuosa casa que se sentam nelas dizem sentir um imediato calafrio, enjôo e o efeito de eletricidade estática nas mãos. Há ainda quem relate a sensação de ter sentado no colo de alguém e outros alegam serem empurrados para fora das cadeiras por uma força invisível.

Um xamã chegou a ser levado até Belcourt, e cerimônias de limpeza espiritual foram realizadas por lá, uma vez que o peso energético negativo da casa é forte e ela possui uma vibração diferente."


domingo, 20 de outubro de 2019

Filme de Animação "Viva - A Vida é uma Festa"

Domingão com jeito de chuva, pássaros cantando, brisa fresca balançando as folhas, um cheiro de jasmin no ar... Tudo perfeito para curtir um filme vencedor do prêmio de Melhor Animação de 2018, durante o 90º Oscar. Viva - a vida é uma festa é simplesmente maravilhosooooo. Ainda não assistiu? Não sabe o que está perdendo...

No México, a morte significa festa, e essa constatação é tão antiga quanto seus sítios arqueológicos, sua alegria e sua exuberância natural. Há registros de que, há pelo menos 3 mil anos, as civilizações pré-hispânicas celebravam a passagem para o mundo espiritual de forma divertida e inusitada aos olhos dos estrangeiros. 

Enquanto esse ritual é visto de forma mórbida pela maioria das culturas, no México, representa o momento de reencontrar os que já se foram. Acredita-se que todos retornam do além para uma visita regada a comida, bebida e dança, sobre as lápides dos cemitérios. “Desde crianças, crescemos com o rito da morte ao lado”, revela um antropólogo e guia turístico chamado Adolfo Cortes.

"Ambientado no vilarejo mexicano de Santa Cecilia, Viva acompanha a jornada de Miguel Rivera (Anthony Gonzalez, na dublagem original), um menino de 12 anos que quer se tornar músico. No entanto, ele é contundentemente proibido pela família, cuja tradição é fabricar sapatos.

Miguel adora o cantor e ator Ernesto de la Cruz (Benjamin Bratt) e desconfia que ele seja seu trisavô, um músico que abandonou a família para ser famoso. A saída de Ernesto da família frustra Mamá Imelda (Alanna Ubach) de tal maneira que a música é banida da vida dos Rivera gerações adiante.
O feriado do Día de los Muertos, o menino se transporta acidentalmente para o mundo dos mortos e, acompanhado do cão Dante, um linguarudo pelado mexicano, e do adorável trapaceiro Héctor (Gael García Bernal), parte em busca de Ernesto, a fim de conseguir a benção do trisavô para voltar ao mundo dos vivos. Esta é a única maneira de Miguel conseguir retornar, já que a benção precisa vir de alguém da família e Imelda se recusa a abençoá-lo sem que ele desista da música.

O mundo dos mortos é incrível: repleto de luzes, cores e alegria, os esqueletos que o habitam têm o Dia dos Mortos como a oportunidade anual de se reconectar com a família e os amigos em vida."

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Motivos para assistir a Série Bom Doutor

E já é feira-sexta de novo e pelo jeito vai chover... Então, que tal assistir uma série sobre um jovem médico autista? A série foi criada por David Shore, a mesma mente por trás de “House” e que também foi incrível...
 

Mesmo que não seja novidade, a série tem conquistado um grande e fiel público com a sua narrativa. A trama traz o desenvolvimento profissional de um jovem autista, que também apresenta Síndrome de Savant na carreira de medicina
"1) Não é só mais uma série médica
 

Embora tenhamos Grey’s Anatomy, Chicago Med, ER, Scrubs, General Hospital e muitas outras, estamos saturados de séries médicas? Não! Nunca! The Good Doctor não tem apenas todo aquele drama de relacionamentos dentro de um hospital, mas também as amizades, falsidades, os pacientes, as mortes e demais coisas que já estamos acostumados. Contudo, ter um protagonista autista é um imenso diferencial. A história se desenvolve de uma forma que talvez nunca tivéssemos pensado antes. Em pleno século XXI, ainda vemos o preconceito direcionado a autistas dentro da medicina.
 

 2) Debates atuais e necessários
 

Além do preconceito com pessoas dentro do espectro autista, a série retrata outras dificuldades enfrentadas no hospital. Semelhantemente, tais empecilhos poderiam ser adaptados para qualquer profissão. Entre eles estão questões como racismo, machismo, agressão sexual, homofobia e transfobia, seja por meio da equipe médica ou de pacientes. Precisamos sim falar sobre esses assuntos, e a ficção é um bom meio de comunicação a ser utilizado.
 

3) É estrelada por Freddie Highmore

Quem fica responsável pelo papel principal de Dr. Shaun Murphy é o ator Freddie Highmore. Inegavelmente você já deve ter visto o ator em algum filme ao longo dos anos. Ele já é conhecido do público desde sua infância, quando estrelou A Fantástica Fábrica de Chocolates em 2005, até o seu mais popular trabalho televisivo como Norman Bates, na série Bates Motel. Com papéis tão diferentes, o ator mostra-se um excelente “pau pra toda obra”, com habilidades versáteis de conseguir encarar qualquer papel que lhe seja dado e entregar resultados exuberantes em todos eles.
 

 4) Tem ótimos efeitos visuais
 

Eventualmente surge um problema médico sem saída com algum dos pacientes. Nessas horas, Shaun centraliza todo o seu conhecimento técnico a fim de encontrar uma solução. Vale lembrar que ele tem Savantismo, distúrbio que se apresenta em seu portador como um déficit de inteligência aliado a grande habilidade intelectual e de memória espetacular. Tal distúrbio pode não ser o mais prático ou viável para a equipe, mas é muito eficiente na resolução dos diagnósticos. Afinal, salvar a vida do paciente é o que importa.
5) É baseada em um drama coreano
 

Nem de filme nem de livro. A série surgiu do drama coreano homônimo de 2013, dirigido por Ki Min Soo, Kim Jin Woo e escrito por Park Jae Bum. Transmitido originalmente na Coreia do Sul entre os meses de agosto e outubro de 2013, o drama teve apenas uma temporada. Isso pode ser explicado conforme as tradições televisivas locais. Embora tenha feito sucesso, estamos acostumados com séries americanas que podem chegar a mais de dez temporadas."

 

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Supernatural: Entrevista para a TV Insider

Depois de uma estreia nostálgica e muito top, o 15x2 - "Raising Hell",deve seguir pelo mesmo caminho. A maioria dos fantasmas da 1ª temporada estavam representados e ainda teremos muitas surpresas até o ep. final em abril/2020. 

Muita gente adora repetir que deveria ter terminado na 5ª temporada, sim o arco proposto pelo criador Eric Kripke terminou, entretanto, ele deu o aval para ser criado um novo arco para sua série. 

Ao longo de 15(quinze) anos Supernatural deve pontos altos e baixos, mas foi capaz de fazer surgir uma base de fãs única no mundo da TV americana. Dos atores principais aos secundários todos são amados e respeitados igualmente pelos hunters e que nunca vai terminar só porque a série chegou ao fim.!

Eu encontrei uma entrevista do elenco principal para o o site de TV Insider e irei postar aqui. Tem alguns spoilers, já avisando...
 

"Os fãs sabiam há cerca de um mês antes do final de 25 de abril que o final estava próximo da série americana de maior duração de todos os tempos, e o único sobrevivente restante do predecessor da rede da CW, The WB. Em 22 de março, em uma mensagem de vídeo emocional, Ackles, Collins e Padalecki anunciaram que a 15ª temporada seria a última.
 

Tomar a decisão de encerrar Supernatural foi um processo longo e difícil, lembra Ackles do set de Vancouver no final de setembro. Ele observa: “Tivemos conversas exaustivas por causa do amor que não temos apenas pelo show, mas por esses personagens, essa equipe e essa vida que construímos aqui. Dizer adeus não parecia real. Ainda não parece. “

Enquanto olha para a escadaria de metal no bunker Men of Letters, que serve como esconderijo para os caçadores, Ackles continua: “Há uma cena que filmamos recentemente que realmente me impressionou. Cass decide que ele vai embora por um tempo. E não foi necessariamente um adeus, mas me senti assim: me fez pensar em como é a última vez que vamos [ter um momento como esse]. [Isso me lembrou] do último episódio de ‘Cheers’ quando alguém bateu na porta e Sam [Ted Danson] disse: ‘Desculpe, estamos fechados’.”
 

Mesmo assim, Ackles, que também dirigiu o quarto episódio desta temporada, “Atomic Monsters”, tenta não mostrar muito suas emoções no set. Padalecki não é tão composto. “Ele é o pior!” Ackles brinca. “Ele fica tipo, ‘Este é meu último primeiro dia!’ e eu sou como, ‘Cale a boca, seu bebê grande!’ “

De seu trailer confortável no final do dia, Padalecki confessa: “Eu sou um cara nostálgico”. Por exemplo: ele manteve um roteiro de todos os episódios – com exceção de alguns doados para instituições de caridade – para usar em pesquisas (da maneira típica de Sam) e em suas próprias memórias. “Eu tenho muitos arquivos”, diz Padalecki rindo.
 

Ambos concordam que Sam e Dean estão embutidos em seu DNA – e ainda não estão prontos para desistir deles. “Ainda temos um longo caminho a percorrer”, diz Ackles. Por mais duro que seja, o ator admite que, quando o elenco voltar a filmar o último lote de episódios após as férias, “começará a ficar realmente empoeirado aqui”.

Collins compartilha um sentimento e uma conexão semelhantes ao seu serafim leal. “Cass faz parte do tecido da minha psique. Quando visto o casaco, sinto que ele é real – o que pode indicar uma certa psicose em mim”, brinca.
 

Embora as emoções estejam em alta, a vibração no set está longe de ser sombria. As piadas tolas e gargalhadas resultantes entre as tomadas mantêm a atmosfera agradável. Mas também há uma determinação quase palpável de fazer com que cada momento conte, não apenas para o elenco e a equipe, mas para os milhões de fãs que esperam no mundo todo.

(...)
Finalmente, Cas leva a retribuição de Deus muito pessoalmente, porque, como anjo, ele vê Deus como seu Pai literal – e um ser supostamente perfeito. “[Deus] se tornou seu principal inimigo, determinado a destruir tudo o que importa, é uma transição realmente difícil [para Castiel] passar”, diz Collins. Como resultado, depois de alguns episódios de caos, Cas fica farto e faz um intervalo pessoal antes de retornar à ação. Ou, como Collins coloca, “Ele sai bufando”.
 

Dean também tem sua própria crise pessoal, enquanto pondera sua importância no universo. “Dean está perguntando: ‘Somos apenas uma bola de barbante [para Deus]?'”, Diz Ackles. “Depende de Sam tirá-lo desse medo.” Padalecki acrescenta: “Sam e Dean se sentem superados e desarmados. Somente juntos eles podem superar a [vingança de Deus]”.
 

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Brasil mata seus Ativistas Ambientais

Ser um ativista ambiental no Brasil é muito perigoso, talvez seja por isso que aqui existem tão poucos. E entre os adolescentes ou jovens o número é irrisório, pois a morte é o final da maioria deles.!

Ainda bem que nem todos os ativistas estão pensando que poderão ser mortos e estão "engajados, mas não querem saber de partidos políticos. Envolvem-se em causas humanitárias, sociais e ecológicas, mas acham que as organizações não governamentais (ONGs) estão fora da realidade. Rejeitam líderes e, para se organizar, usam a internet, numa rede que os liga a grupos semelhantes na mesma cidade, ou outros países. Os novos ativistas atuam à margem da estrutura política tradicional e fazem de suas convicções uma forma de viver."

"Depois de anos no topo do ranking, o Brasil apareceu em 2018 como quarto país do mundo com maior número de assassinatos de ativistas e lideranças que defendem o meio ambiente. O relatório foi divulgado em julho de 2019 pela ONG Global Witness, sediada no Reino Unido.

Ao todo, 164 pessoas foram assassinadas pelo mundo no ano passado por atuarem na proteção de terras, florestas e rios e contra a ação de mineradoras, de madeireiras e de empresas do setor de alimentos. Vinte desses assassinatos foram registrados no Brasil. No ranking global, as Filipinas aparecem em primeiro lugar, com 30 assassinatos, seguida por Colômbia (24) e Índia (23).

Em 2017, o Brasil registrou 57 mortes para defensores do meio ambiente. No mesmo ano, a ONG contabilizou 201 mortes pelo mundo.

Desde que Global Witness começou a documentar e divulgar esses crimes, em 2012, é a primeira vez que o Brasil ficou de fora da "liderança” do ranking. Segundo a ONG, os números registrados estão de acordo com a queda geral no número de homicídios no país em 2018.

A América Latina mostrou-se a região mais perigosa do mundo, segundo a avaliação feita pela Global Witness. Numa comparação proporcional, a Guatemala, onde as mortes do tipo saltaram de sete, em 2017, para 16 no ano passado, é o país mais perigoso para ativistas.

Alice Harrison, da Global Witness, lamenta os ataques violentos contra os defensores da terra e do meio ambiente, apesar da força crescente dos movimentos ambientalistas em todo o mundo.

"Nunca foi tão importante ficar ao lado daqueles que estão tentando defender suas terras e o nosso planeta contra a destruição imprudente cometida pelos ricos e poderosos", comenta Harrison, ressaltando a importância de se proteger o meio ambiente diante do "caos climático" trazido pelo aquecimento global.

O relatório aponta que conflitos ligados ao setor da mineração foram os mais letais no globo. Pelo menos 41 pessoas morreram por se posicionarem contra a extração de minérios.

(...)

A tendência para 2019 não é otimista, apontam os dados parciais coletados pela CPT. Até o momento, foram registrados 16 assassinatos em conflitos no campo no Brasil. Segundo a comissão, o discurso do presidente, que vem se radicalizando desde a campanha eleitoral é visto como um incentivo à violência.

"Bolsonaro promove um ‘salvo-conduto' às situações de milícia no campo, violência do fazendeiro, de grilagem, violência contra natureza, desmatamento. É um discurso que leva à perseguição, ao assassinato, ao extermínio desses povos", afirma Moreira, citando como exemplo o assassinato do líder indígena Emyra Wajãpi, no Amapá, que provavelmente deve entrar para as estatísticas da Global Witness no ano que vem."

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Ser Professor é...

Não temos o que comemorar hoje, somente lamentar: a falta de investimento na educação e no professor, a falta de respeito de alguns alunos e de seus pais, falta de interesse da grande maioria dos alunos, falta de leitura, falta de conhecimento... Em poucos anos, seremos apenas lembrança...

"Ser professor
é professar a fé
e a certeza de que tudo
terá valido a pena
se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você
e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe daquela aula que,
mesmo ocorrendo todos os dias,
a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma,
transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".

Ser professor é apontar caminhos,
mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés..."(autor desconhecido)

                                                     Professor na China
                                           Professor no Brasil
                                                Professora na Índia
                                           Professor na África
                                           Professora nos Estados Unidos
                                           Professora na França
                                           





domingo, 13 de outubro de 2019

A Saúde Mental e as Redes Sociais

Domingão de sol "morno" depois da chuva, pássaros cantando alegremente, afinal, estamos na primavera. Uma brisa suave balança as copas das árvores, mangueiras e cajueiros com frutos pendurados... A natureza é uma inspiração, mas as pessoas ultimamente sequer olham para ela a não ser quando a fumaça e as queimadas foram objeto de debates entre o Brasil e o resto do mundo.
 

As redes sociais estão adoecendo as pessoas mentalmente e o que era para ser uma aliada do desenvolvimento intelectual, está transformando as pessoas em robôs! Sim, as pessoas estão perdendo a capacidade de amar, de observar, de sorrir verdadeiramente, de ser solidário, de distinguir o positivo do negativo, de usar o conhecimento das redes para desenvolver seu cérebro e consequentemente ser capaz de AMAR, PERDOAR e RESPEITAR as opiniões dos outros.
 

Eu fico me questionando por que ainda posto notícias aqui se as pessoas não querem ler? Não me importo com o número de seguidores, mas o número de leitores que posso atingir. As redes sociais ainda não estão afetando minha saúde mental e também não estou incluída nas pesquisas dos desinformados, analfabetos digitais, tristes, depressivos e solitários... Ainda sou capaz de apreciar o belo, de me emocionar com uma gargalhada, de ir ao cinema, assistir tv, ler um livro...
 

"Mais de um terço dos adultos nos Estados Unidos considera que as redes sociais prejudicam a saúde mental, de acordo com uma nova pesquisa da Associação de Psiquiatras Americana. Somente 5% consideraram as redes positivas para a saúde mental e outros 45% disseram acreditar que há efeitos positivos e negativos. Dois terços dos participantes da pesquisa afirmaram considerar que o uso das redes sociais têm relação com isolamento e solidão. Há estudos que relacionam as redes à depressão, inveja, baixa autoestima e ansiedade social.

Como uma psicóloga que estudou os perigos das interações online e observou os efeitos do mau uso das redes nas vidas de meus pacientes, tenho seis sugestões para reduzir os efeitos negativos das redes na sua saúde mental:
1. Limite quando e onde utilizar os serviços
 

As redes sociais podem interromper e interferir com a comunicação pessoalmente. Você vai se conectar melhor com as pessoas na sua vida se tiver momentos do dia em que desliga as notificações, ou mesmo deixando o celular em modo avião. Tente se comprometer a não dar espiadinhas durante refeições com amigos ou família, ou quando estiver brincando com uma criança ou conversando com seu parceiro. Também evite usar o computador ou o celular no quarto.

2. Tenha períodos de "detox"
 

Experimente passar alguns dias sem entrar nas redes. Há estudos que mostram que ficar de cinco dias a uma semana sem entrar no Facebook já ajuda a diminuir o nível de estresse e melhorar a satisfação com a própria vida. Se isso parece impossível, reduzir o tempo de uso para apenas dez minutos por dia durante três semanas resulta em menor sentimento de solidão e depressão. Experimente declarar publicamente que você decidiu dar um tempo nas redes e delete os aplicativos do celular.

3. Preste atenção no que você faz e como se sente
 

Experimente usar as plataformas em diferentes horas do dia e por tempos variados e observe como se sente depois de cada sessão. Também observe a maneira como está usando. Pessoas que são mais passivas nas redes sociais, apenas pesquisando e consumindo publicações dos outros, em geral se sentem pior do que aqueles que participam ativamente, publicando e se engajando com outras pessoas. Sempre que possível, busque interações online com pessoas que você conhece offline.
4. Seja consciente e pergunte “por quê?”
 

Você usa o Twitter logo que acorda para se manter informado sobre as notícias ou para escapar da realidade de ter que encarar o dia? Você sente necessidade de olhar o Instagram quando precisa resolver uma tarefa difícil no trabalho? Seja honesto consigo mesmo e cada vez que quiser checar suas redes sociais, pergunte-se: por que estou fazendo isso agora?

5. Faça uma limpa
 

É provável que você tenha acumulado uma lista gigante de amigos online e organizações. Há conteúdos que ainda interessam a você, mas outros que podem ter se tornado chatos e irritantes. É o momento de dar "unfollow", colocar no mudo ou esconder esses contatos. A maioria não vai nem perceber, e sua vida vai melhorar. Um estudo recente mostrou que informações sobre a vida de amigos no Facebook afeta as pessoas mais negativamente do que outros conteúdos na rede.

6. Não deixe que as redes sociais substituam a vida real
 

Não há nada errado em usar o Facebook para acompanhar a maternidade da sua prima, desde que você não negligencie as visitas com o passar do tempo. Quando usadas conscientemente e deliberadamente, as redes sociais podem ser um acréscimo útil à sua vida social, mas somente uma pessoa de carne e osso pode preencher a necessidade de conexão e pertencimento."(revistagalileu)