quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PUC de Minas Gerais

Um ano depois que me formei em História pela UFMT, decidi fazer uma Pós-Graduação. Meu desejo era fazer um curso na área, mas aqui em Cuiabá só tinha Especializações em Educação. Eu já trabalhava na Secretaria do  Estado de Educação desde 1983 e queria algo ligado a História.

Minha irmã Cleide Néli já atuava como professora de Química e ela também almejava algo em sua área. Já não me lembro como ficamos sabendo dos cursos na PUC de Minas Gerais e depois de analisarmos as vantagens, finanças, idoneidade da Faculdade ligamos para lá, naquela época a internet ainda não era popular, para checarmos sobre os cursos.

E em julho de 1991 partimos para Minas Gerais para a tão sonhada Especialização. Nós ficamos hospedadas num apartamento bem no centro de Belo Horizonte e a PUC ficava a trinta minutos de lá. Nós levantávamos 5:00 horas da manhã e às 6:30 enfrentávamos um ônibus mais ou menos "vazio" até a Faculdade. As aulas iniciavam as 7:30 horas até 12:00 e das 13:30 às 18:00.

Na foto acima, estou sentada num dos jardins aproveitando para estudar antes do início das aulas. O inverno em Belo Horizonte é tão gelado, que mesmo com um sol forte os ossos congelam literalmente.

 Em janeiro chove durante o mês inteiro, aqui em Cuiabá também chove durante o verão, entretanto, o sol brilha em dias alternados. Às vezes eu me sentia "emborolada" e meu humor ficava horrível; alíás, até junho de 1993 meu humor melhorou bastante, mas nunca me acostumei com o clima da capital mineira.
A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) é uma instituição de ensino superior, privada e católica brasileira situada em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais.

Fundada em 1958 sob o nome de Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas é a maior universidade católica do mundo e uma das mais prestigiosas universidades brasileiras, presente também no ranking das melhores universidades da América Latina da QS World University Rankings.

 São cerca de 56 mil alunos (entre as 5 maiores universidades do Brasil), matriculados em 56 cursos de graduação e em outros de pós-graduação, ministrados por 2.312 professores e sustentados por uma infra-estrutura técnica e administrativa que reúne aproximadamente 1.682 funcionários.

 Em 2011, a Pontíficia Universidade Católica de Minas Gerais e a Universidade de São Paulo foram as grandes vencedoras da 7ª edição do Prêmio Melhores Universidades Guia do Estudante. Elas ganharam na categoria mais esperada da noite, de melhor universidade privada e pública, respectivamente. Esta foi a terceira vez que a PUC Minas recebeu o prêmio, a primeira vez foi no 2006.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Palácio de Alhambra

 Situado na Andaluzia, a norte da Serra Nevada, junto à cidade do Goa, é património da Humanidade desde 1984. 

 O palácio de Alhambra marca o apogeu da arquitetura árabe e é a residência palaciana mais bem conservada do mundo muçulmano. Foi batizado de Calat al-Hamra, que significa Castelo Vermelho, devido à cor avermelhada da pedra dos muros.
 
A sua construção deve-se a Mohamed I, numa altura em que o califado de Córdova perde influência a favor do sultanado de Granada, cujo apogeu vai de 1238 a 1492. Os edifícios mais importantes foram construídos na época de Yusut I (1333-1354) e de seu filho Mohamed V (1354-1391). Da parte mais antiga da fortaleza resta o recinto interior. 

 O núcleo principal deste palácio-fortaleza é constituído por dois conjuntos de grandes compartimentos dispostos em torno de pátios abertos. 

 No quarto de Comares encontra-se o mexuar, a sala onde o sultão administrava a justiça e o salão do trono, também chamado dos embaixadores. Para além de aposentos privados e administrativos, possuía mesquita, quartel, banhos e jardins. 

 A sua arquitetura não corresponde a um estilo determinado, porque até à tomada pelos Reis Católicos em 1492 foi continuamente ampliado e embelezado.

 As paredes aparecem cobertas de motivos ornamentais: arabescos em ouro, vermelho e azul, inscrições douradas, rosetas e azulejos. 

Os arcos em ferradura ou de meio ponto apresentam uma decoração filigranada, arabescos entrelaçados e estalactites de madeira talhada. Sobressaem a Sala dos Reis e a Sala dos Embaixadores.
 


















sábado, 26 de janeiro de 2013

Oktoberfest - Tradição e Cerveja

No sul do Brasil é possivel encontrar descendentes de alemães, italianos, ingleses, franceses e muitos outros. As tradições alemães e italianas são bastante visíveis e o clima frio ajuda a compor a imagem de um "sul estrangeiro".

Durante uma de minhas férias, estive em Blumenau/Santa Catarina e fui conhecer o pavilhão onde acontece a Oktoberfest. Eu andei pelos espaços vazios e fiquei imaginando a emoção que deve ser a famosa festa. Mesmo não bebendo cerveja, gostaria de um dia poder ir participar das festividades.

Inspirada na Oktoberfest de Munique, a versão blumenauense nasceu da vontade do povo em expressar seu amor pela vida e pelas tradições germânicas. Sua primeira edição foi realizada em 1984. Consagrada como a segunda maior festa alemã do mundo, a Oktoberfest é a confraternização de gente de todas as partes.

Ela nasceu inspirada na maior festa da cerveja do mundo, a Oktoberfest de Munique, na Alemanha, que deu seus primeiros passos em 1810, no casamento do Rei Luis I da Baviera com a Princesa Tereza da Saxônia.

Em Blumenau, a Oktoberfest está na alma do povo, faz parte da história de cada um. Em 1984 apenas 10 dias de festa, 102 mil pessoas foram ao, então Pavilhão A da Proeb, número que na ocasião representava mais da metade da população da cidade.

 O consumo de chopp foi de quase um litro por pessoa. No ano seguinte, a festa despertou o interesse de comunidades vizinhas e de outras cidades do país. O evento passou, então, a ser realizado em doi pavilhões.

O sucesso da Oktoberfest consolidou-se na terceira edição e tornou-se necessário a construção de mais um pavilhão e a utilização do ginásio de esportes Sebastião da Cruz - o Galegão - para abrigar os turistas vindos de várias partes do Brasil, principalmente da região Sudeste, e também de países vizinhos. O evento acabou fazendo de Blumenau o principal destino turístico de Santa Catarina no mês de outubro.

Mas, para quem não sabe, a Oktoberfest não é só cerveja. É folclore, memória e tradição. Durante 18 dias de festa os blumenauenses mostram para todo o Brasil a sua riqueza cultural, revelada pelo amor à música, à dança e à gastronomia típica, que preservam os costumes dos antepassados vindos da Alemanha para formar colônias na região Sul.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Dinheiro em Penca

Em minha casa existe vasos de plantas em todos os espaços disponiveís. Meu pai gostava de cuidar delas e quando eu era pequena acreditava que as mãos dele eram mágicas. Hoje é minha mãe nossa "jardineira" e tudo que ela planta brota rápido e lindo.

Em nossos jardins, aqui existe três, tem todo tipo de plantas e o "dinheiro em penca" é uma delas. É uma planta herbácea e rasteira, de pequeno porte, alcançando apenas 5 a 25 cm de altura.

 Ela apresenta folhagem densa e muito ornamental, formada por caule ramificado, filamentoso e comprido, de coloração arroxeada e numerosas folhas cerosas, delicadas, pequenas e verde-arroxeadas, com a página inferior roxa. As flores do dinheiro-em-penca são brancas e pequenas e de pouca importância ornamental.

Sua popularização é crescente e diz-se que traz sorte e dinheiro para a pessoa que ganhar um vaso com a muda da planta, de presente.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o frio, ventos fortes ou pisoteio.

 O cultivo sob sol pleno torna a planta excessivamente avermelhada e queima as folhas. Já sob sombra, ela perde o aspecto denso, crescendo com entrenós mais compridos. Aprecia adubações mensais na primavera e verão. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada ou estaquia.

Não sei se ela atrai realmente dinheiro, mas aqui em casa nunca ficamos sem dinheiro.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Beto Carrero World

Há alguns anos quando meu sobrinho André ainda era um menino de 8 anos, nós o levamos para conhecer o Beto Carrero World. O desejo era ir na Disneylândia, mas o dinheiro não dava para sonhos audaciosos, então um parque tupiniquim servia assim mesmo.

Beto Carrero World é o maior parque temático da América Latina, localizado no município de Penha, Estado de Santa Catarina, no Brasil. O parque é um empreendimento do já falecido Beto Carrero. A inauguração aconteceu no ano de 1991. O parque possui uma área total de 14km², sendo dividido em três grandes segmentos: zoológico, parque e shows.

Nós ficamos hospedados em Balneário Camboriú, pois o parque está a apenas 35 km de distância.O parque esta dividido em sete áreas distintas, com suas particularidades, que vão desde os brinquedos, espetáculos e até mesmo, a tematização completa da "região".

 Nos meses de alta temporada (janeiro, fevereiro, julho, outubro, novembro e dezembro) o parque abre diariamente, entre 10h e 19h. Nos demais meses, o funcionamento é de quinta-feira a domingo, igualmente das 10h às 19h.

Foi um dia bastante movimentado uma vez que ficamos lá o dia inteiro; não participamos dos shows pelo simples fato de André ser criança e ele tinha o costume de dormir cedo.

Nós escolhemos as atrações mais importantes para ele conhecer  como:  Castelo das Nações: com 10.444m² de área é o maior prédio de todo o parque, e nele estão as bilheterias, a nova ferrovia para o "Aventura Selvagem", várias lojas e cafés, sanitários, guarda-volumes e vários outros serviços.

O Palacio Dos Sorvetes: como o próprio nome já diz, é uma casa de sorvetes, toda tematizada com figuras que lembram estes. 

Praça De Alimentação: uma das maiores estruturas do parque, onde há várias opções de lanches, massas, sorvetes, etc. Em seu centro está um dos mais belos brinquedos do empreendimento, o Carrossel Veneziano, iluminado com 1.800 lâmpadas e com dois pisos.

A Aldeia Indígena: reprodução de uma aldeia indígena. Nós visitamos as Cavalarias: local onde são cuidados os animais mais utilizados nos maiores shows do parque.O Fort Álamo: uma das cenografias do parque, que abriga lojas e locais para alimentação.

 A ilha pirata ligada ao centro do parque por uma ponte pênsil, sendo absolutamente toda tematizada, ao seu lado funcionam os pedalinhos, em um pequeno lago que a separa do restante do complexo. Nessa atração demoramos bastante e na Caverna dos Piratas: ocupa a maior parte da ilha, com uma tematização bastante complexa e interessante a respeito destes piratas. O Galeão Pirata: um dos mais belos cenários temáticos do parque, com uma cachoeira que desemboca no lago a sua frente, local predileto de visitantes da ilha para documentar por meio de fotos e vídeos, a visita ao Beto Carrero World.

Hoje ao olhar as fotos dessa viagem, vejo que valeu a pena é um passeio maravilhoso e instrutivo. A ousadia de João Batista Sérgio Murad, artisticamente conhecido como Beto Carrero merece todos os aplausos.



domingo, 20 de janeiro de 2013

Museu do Farol da Barra - Bahia

A primeira capital do Brasil, Salvador na Bahia, é fascinante não só pela história da ocupação portuguesa nas Américas, mas também pelos pontos turísticos que ela possui.

A Bahia tem praias lindas, monumentos de cair o queixo e o Museu Naútico é um deles.Instalado no Forte de Santo Antônio da Barra, mais antiga edificação militar do Brasil, cuja construção data de 1534.

 O Museu Náutico da Bahia é único do gênero em todo o estado, reunindo valioso acervo de achados arqueológicos submarinos,uma coleção de instrumentos de navegação e sinalização náutica, maquetes, miniaturas de embarcações de variada origem e uma mostra permanente relativa à geografia, história, antropologia e cultura da Baía de Todos os Santos, além da vida marítima, militar e administrativa da cidade de Salvador.

O Farol da Barra está encravado no centro do Forte de Santo Antonio, antiga ponta do Padrão, onde foi assinalada a posse da terra brasileira pelo rei de Portugal.

Primeira fortaleza construída na Bahia, do seu terraço domina-se grande extensão do oceano, motivo pelo qual sua primeira função foi dificultar e impedir a entrada do inimigo na barra. Nesse tempo, o forte possuía o maior canhão da Bahia, capaz de disparar balas de 24 libras.

Quando você olha do lado de fora não imagina a riqueza histórica que existe em seu interior. Se usarmos a imaginação é possível vislumbrar os marinheiros nas caravelas singrando os sete mares.

 Alguns instrumentos de navegação podem ser vistos no museu e eu me deixei fotografar ao lado de vários.
Como todo museu é um lugar incrível e vale a pena visitar para conhecer um pouco mais sobre a História de nosso país.










quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Igreja S. Francisco de Assis na Pampulha

O Brasil possui monumentos maravilhosos e que a vale conhecer como a Igreja São Francisco de Assis na Pampulha em Belo Horizonte.

 Ela  foi inaugurada em 1943 e o projeto arquitetônico da igreja é de Oscar Niemeyer e cálculo estrutural de Joaquim Cardozo. Foi o último prédio a ser inaugurado do Conjunto Arquitetônico da Pampulha.

É considerada a obra-prima do conjunto. No projeto da capela Oscar Niemeyer faz novos experimentos em concreto armado, abandonando a laje sob pilotis e criando uma abóbada parabólica em concreto, até então só utilizada em hangares.

 A abóbada na capela da Pampulha seria ao mesmo estrutura e fechamento, eliminando a necessidade de alvenarias. Inicia aquilo que seria a diretriz de toda a sua obra: uma arquitetura onde será preponderante a plasticidade da estrutura de concreto armado, em formas ousadas, inusitadas e marcantes.
  As linhas curvas da igreja seduziram artistas e arquitetos, mas escandalizaram o acanhado ambiente cultural da cidade,de tal forma, que as autoridades eclesiásticas não permitiram, por muitos anos, a consagração da capela devido à sua forma inusitada e ao painel de Portinari onde se vê um cachorro representando um lobo junto à São Francisco de Assis, a igreja permaneceu durante catorze anos proibida ao culto. Aos olhos do arcebispo Dom Antônio dos Santos Cabral a igrejinha era apenas um galpão.

 Seu interior abriga a Via Sacra, constituída por catorze painéis de Cândido Portinari, considerada uma de suas obras mais significativas. Os painéis externos são de Cândido Portinari - painel figurativo e de Paulo Werneck - painel abstrato. Os jardins são assinados por Burle Marx. Alfredo Ceschiatti esculpiu os baixos-relevos em bronze do batistério.A igrejinha da Pampulha é um dos mais conhecidos "cartões postais" de Belo Horizonte.

O painel é fascinante e como todo turista não resisti e me deixei fotografar junto dele quando estive lá pela primeira vez em 1994. O conjunto todo da Pampulha não esconde a genialidade de Oscar Niemeyer.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

McDonald's em Cuiabá

Em Cuiabá como qualquer capital do Brasil existente uma lanchonete chamada McDonald's. 

Há mais ou menos 13 anos atrás quando inaugurou a primeira franquia do Mcdonald´s em Cuiabá na Avenida do CPA teve uma fila gigantesca de carros, tinha carros até depois do viaduto.

Eu não fui na inauguração porque nunca gostei de comer lanches fora de casa. Aliás, eu não gosto do lanche porque é enorme e não consigo comer tudo. Mas, o sorvete é muito gostoso, principalmente o de chocolate.

Mesmo uma marca tão famosa tem uma história e o McDonald's é uma empresa responsável por uma rede internacional de lanchonetes, cuja atividade é conhecida como fast food, sendo a segunda maior rede do mundo na área citada, ficando atrás apenas da rede Subway.

 A expressão também se refere à marca desta empresa, a qual a transcende e revela-se inserida na cultura de massas contemporânea. A rede foi fundada em abril de 1955, em Illinois, nos Estados Unidos.

 A marca McDonald's existe em mais de 120 países. Mais de 33.500 lojas ao redor do mundo servem mais de 68 milhões de clientes a cada dia.A maior parte dos restaurantes McDonald's oferecem ambos os serviços de balcão e Drive-Thru, com mesas em espaço coberto e algumas vezes ao ar livre.

Eu fui uma única vez com alguns amigos na lanchonete da Av. do CPA; na oportunidade fomos comemorar o aniversário de 39 anos de Fenelon Muller, ele está sentado com seu afilhado Gustavo no colo e veste camisa xadrez. O outro garoto também é seu afilhado e seu nome é Yuri.
Foi uma noite bastante divertida até porque o meu amor eterno, está abraçado a mim, estava em Cuiabá o que me deixava extremamente feliz. E nem preciso dizer que do lanche pedido só comi a metade...





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Ilhas Galápagos

Descobrir as Ilhas Galápagos significa descobrir a natureza em seu estado mais primitivo, mais puro. Tanto assim que elas motivaram o jovem naturalista inglês Charles Darwin, que as visitou em 1835, a escrever seu famoso livro titulado"A Origem das Espécies", e o mundo não é o mesmo desde então.

Localizado a 1.000 Km longe da costa do Equador, este misterioso e fascinante arquipélago está composto de 13 ilhas grandes, 6 pequenas e mais de 40 ilhotas. Todo o arquipélago tem uma extensão total de 8.010 km².

Uma grande parte do arquipélago está ao sul da linha equatorial, onde convergem várias correntes marinhas. Em suma, as ilhas Galápagos são a fusão de todos os elementos necessários para criar uma maravilha zoológica.

Calcula-se que as ilhas emergiram do Oceano Pacifico há cinco milhões de anos como resultado de erupções vulcânicas submarinas. São as formações de lava e rocha vulcânica o que dá ao turista a impressão de se achar "em outro mundo" quando visita as ilhas Galápagos.

 O processo de evolução, o clima, as correntes marinhas e uma carência relativa de inimigos predatórios - incluindo o Homem- fizeram deste arquipélago um dos mais raros e importantes lugares de nosso planeta. Seguindo diferentes caminhos desde o continente até as ilhas, animais e plantas colonizaram os originais leitos de lava que há milhões de anos formam as Galápagos.

Os organismos que sobreviveram à travessia evoluiram até formar espécies únicas que não se encontram a não ser neste lugar. Todos os répteis das Galápagos , a metade das espécies de aves, 32% das plantas e 25% dos peixes, assim também como um bom número de invertebrados, encontram-se exclusivamente no arquipélago.

O meio ambiente terrestre e marinho das ilhas oferece uma variedade de singulares paisagens que já cativou muitas gerações de turistas e cientistas. Tartarugas gigantes, iguanas marinhas, terrestres, e lagartixas de lava, constroem a familia de répteis mais espetacular jamais conhecida.


sábado, 12 de janeiro de 2013

Centro de Turismo de Natal

 Mato Grosso é servido de paisagens exuberantes como Chapada dos Guimarães, Pantanal, Nobres e outros. Mas, para os cuiabanos férias significa ir para praia e as do Nordeste e o Rio de Janeiro é o destino certo. Por aqui se costuma dizer " quer encontrar alguém que não se vê há muito tempo? Vai para o Rio de Janeiro".

Em nossa família não é diferente e minha irmã tem até uma casa  em Natal e logicamente nas férias nos debandamos para lá. Exibir um belo bronzeado de verão é o máximo.

E quando não estamos curtindo um sol, vamos conhecer os pontos históricos, afinal, quando se tem uma historiadora na família isso não passa despercebido.

Em uma das viagens fomos conhecer a antiga Casa de Detenção de Natal como mostra a foto acima.

 Também conhecido como Casarão, funcionou como Casa de Detenção de Natal até a década de 60. Há vários anos tornou-se um local de manifestações artísticas e culturais, após restaurado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.

Suas dependências foram adaptadas para diversos tipos de serviços de apoio turístico, como loja de artesanato, galeria de arte, teatro, restaurante, boate, bar, lanchonete, etc. De lá, também, pode-se ter uma vista panorâmica das praias urbanas.

São 36 lojas com artesanato regional, galeria de arte com obras dos principais artistas locais, um restaurante maravilhoso, e muitas atrações. 

O Centro de Turismo de Natal abre de segunda a sábado das 8h às 19h, e aos domingos de 8h às 18h. Todas às quintas-feiras têm também o Forró com Turista, uma das atrações que promove a interação do visitante com os potiguares.

Nós fizemos as compras durante o dia e pelas 19:00 horas retornamos para curtir o forró até de madrugada. Foi bom demais e a única coisa que não gostei foi ter que tomar meu martini num copo descartável.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Finalmente, Formados em História pela UFMT.

 Todos os jovens sonham em entrar para uma Universidade ao terminar o Ensino Médio. A familia acompanha o vestibular com ansiedade e mesmo que hoje em dia o ENEM tenha substituído o "velho" modelo, ao deparar com seu nome na lista de aprovados é indescritível!

Eu passei pelo modelo antigo, isto é, a primeira prova era de múltipla escolha; a segunda a redação e a terceira com dez questões específicas do Curso escolhido. No caso da História as perguntas eram cinco referentes a História e cinco de Geografia. Ao terminar eu tinha certeza que uma vaga era minha!.

Meus pais não tinham condições de pagar um cursinho, que nos anos 80 eram poucos, e aproveitei todo o conhecimento do Curso de Secretariado na Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Sem contar que estudar na UFMT era o sonho de todos os jovens cuiabanos ou não.

Em 10 de março de 1985  cheguei na UFMT para cursar História e quatro anos depois lá estava eu junto com os colegas que se tornaram meus Amigos para sempre. Nós enfrentamos greves; tinhamos excelentes professores e alguns não tão bons; fizemos e participamos de tudo que a vida universitária nos proporciona. Ainda vou escrever sobre alguns de nossos bons momentos...
 Esta foto representa nosso sonho de juventude : a conclusão do Curso Superior. No caso, Bacharelado e Licenciados em História pela UFMT. Aqui estamos reunidos,dia 14 de janeiro de 1989, os sete grandes Amigos e a nossa Madrinha de turma Profª Drª Lucia Helena Gaetta; de vestido florido.

No dia 13 de janeiro de 1989, foi realizado um culto ecumênico na quadra de esportes e depois nos encaminhamos para o saguão do CLCH. Numa das paredes estava coberta por um pano, uma placa com os 13 nomes dos formandos que aceitaram ter o nome na mesma. Para a maioria dos alunos da História, placa era "coisa de burguês" e por isso nossa placa só tinha 13 nomes.

Aquela seria mais uma placa nos corredores da UFMT, não fosse pelos 13 nomes, da 1ª Turma de Bacharelados da 13ª Turma de História, formados no dia 13 de janeiro. O significado do número somente o tempo diria!

 Por ser a líder "espiritual" da turma,  fui escolhida para o discurso de improviso; logicamente que falei de forma emocionante... Hoje já não me lembro quais foram as palavras, mas todos ficaram com lágrimas nos olhos.

Na noite de 14 de janeiro estavámos reunidos na quadra de esportes,  todos os alunos dos mais de 40 cursos, exceto, direito e medicina que nunca se misturam com os mais "pobres". Eles que representavam a elite estudantil, até hoje são consagrados em locais diferentes da quente e desconfortável quadra de esportes.

A turma da "elite" não imagina como é divertido a Colação de Grau dos mais "pobres". Lá também tem os ensaios de entrada, juramento  e a demora é ígual; eles mandam a gente chegar cedo para entrar na quadra lá pelas 20:00 horas. A múscia, não me lembro qual, os lugares para sentarmos nas arquibancadas, tudo conforme ensaio.

No nosso caso, combinamos depois do juramento jogar confetes e serpentinas para o alto; nosso Curso não tinha capelo. A turma apreciadora da cerveja gelada, recebia de alguém da platéia; as conversas rolaram o tempo todo. Ninguém ouviu absolutamente nada dos discursos proferidos pelas autoridades presentes.

Depois do juramento, a saida tumultuada; as fotos com a família, amigos,  namorados... Estávamos finalmente formados, mas e agora? A maioria de nós já tinha um trabalho na educação, empresa, comércio, etc.; portanto, essa preocupação era só um detalhe. Eu pensava nos amigos, aventuras, conhecimentos, como seria nossa vida depois de todos aqueles anos? Feliz por um lado e triste por outro, pois os melhores anos de minha vida chegavam ao fim!.


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Praça de S. Pedro em Roma

 Projetada por Bernini, no século XVII, a Praça de São Pedro, que integra as grandes manifestações arquitetônicas do cristianismo no pequeno Estado do Vaticano, é baseada no estilo clássico recebendo influências também do barroco.

Seu estilo clássico é representado pela coluna dórica que adorna a entrada para a Basílica de São Pedro envolvida por uma grande área oval. O estilo barroco está representando, por sua vez, no próprio espaço oval característico da praça, um reflexo da Contra-Reforma.

O centro da Praça de São Pedro apresenta um obelisco do Antigo Egito com mais de 40 metros de altura e com uma cruz no topo.

 É um monumento datada do século I e que foi levado à Roma pelo imperador Calígula. Evidentemente, não havia praça naquela época, o monumento foi colocado no local atual por ordem do papa Sisto V, em 1585, que teria colocado ainda alguns pedaços da cruz original de Jesus Cristo no obelisco.
 
Praça de São Pedro  é um dos grandes símbolos do cristianismo no mundo, não só por representar a sede papal, mas por sua beleza e por seu impacto arquitetônico.

Nessa praça são realizadas as principais celebrações católicas para os fieis, como as missas mais importantes do ano. É através do balcão que está de frente para a praça que o papa se comunica com o mundo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Praia de Copacabana

Eu adoro Cuiabá, a cidade onde nasci. entretanto, se algum dia me mudar daqui irei para o Rio de Janeiro. Não vou pelas praias, mas pela História que a cidade respira e inspira. A natureza exuberante e o mar é um eterno convite a reflexões.
 Na foto acima, estou abraçada a estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade em plena praia de Copacabana.O sol do meio-dia deixa o banco quente, mas não resiste e me aconcheguei  ao cara.

A Praia de Copacabana localiza-se no bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerada uma das praias mais famosas do mundo, é carinhosamente apelidada pela população de "Princesinha do Mar".

No século XVII, com a inauguração de uma ermida em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, num rochedo no final da praia, o nome da praia e da região foi trocado para "Copacabana".

O desenho em curvas de sua calçada em padrão mar largo, simulando as ondas do mar, é conhecido no mundo todo. Foi, originalmente, concebido no século XIX, nas calçadas da Praça de Dom Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio, em Lisboa, em Portugal, para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico, e implantado em 1901 no Largo de São Sebastião, em Manaus, pelos calçadeiros portugueses, em comemoração à Abertura dos Portos do Rio Amazonas (embora esta calçada já estivesse planejada desde a década de 1880, quando o Teatro Amazonas, concluído em 1896, começou a ser pensado).

Inicialmente  foram confeccionadas com pedras pretas (de basalto) e brancas (de calcita). Como as pedras vieram, inicialmente, das cercanias de Lisboa, elas receberam o nome popular de "pedras portuguesas", denominação que se mantém até hoje, apesar de elas já serem extraídas no próprio Brasil, atualmente.
  Em 5 de julho de 1922, a calçada da Praia de Copacabana foi palco de um evento marcante da história do país: a marcha dos dezoito revoltosos do Forte de Copacabana, que percorreram toda a extensão da praia desde o Forte de Copacabana até o Forte do Leme, para enfrentar as forças legalistas, no episódio que ficou conhecido como a Revolta do Forte de Copacabana.

Eu não podia deixar de vsitar o famoso Forte e fui com os colegas do Liceu Cuiabano para conhecê-lo.A arquitetura é magnifíca, sem contar que hoje o forte é um museu. Nós presenciamos até a troca da guarda que por sinal é bastante emocionante.
Na ala reservada a história do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, fui clicada e a partir daqui nada mais de fotos. A visita é uma verdadeira aula de história sobre o Brasil Republicano.












domingo, 6 de janeiro de 2013

Praça Paris no Rio de Janeiro


 O Rio de Janeiro é realmente uma cidade maravilhosa e acredito que Deus estava de "bom Humor" quando moldou a natureza ali! Os monumentos históricos são incomparáveis e as praças, passeios são uma deleite para os olhos e a mente.

A Praça Paris é um logradouro do bairro da Glória, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Foi construída em 1926 com projeto do urbanista francês Alfred Agache, durante a gestão do prefeito Antônio Prado Júnior.

Esse projeto reproduzia o traçado e a elegância de um jardim parisiense, abrigando em seus espaços grande número de amendoeiras de grande porte. O local abriga esculturas e monumentos como bustos, estátuas em mármores e um chafariz instalado em um lago de 1.600m².

 As galerias da Praça Paris têm traçado geométrico e  o  local tem ornamentos reproduzidos dos originais no jardim do Palácio de Versalhes, como os golfinhos do chafariz e as esculturas em mármore carrara que representam as estações do ano.

A praça foi restaurada e reinaugurada em 1992, quando foi cercada por grades, visando à sua preservação.

A praça foi erguida sobre um aterro. Em princípio, ia das avenidas Rio Branco e Beira Mar até a rua da Glória. Posteriormente, foi encurtada para dar lugar à praça Marechal Deodoro da Fonseca. A praça foi concebida como uma joia da belle époque, construída quando era prefeito do Distrito Federal Antônio Prado Júnior, entre 1926 e 1930.

Na época da construção do metrô, a praça foi completamente destruída, mas foi refeita a partir de 1992. É um local muito procurado por desportistas e caminhantes. Favorece o treinamento de corrida devido ao piso de terra batida.

Para quem nunca esteve numa praça em Paris a sensação é de ter cochilado no Rio e acordado em Paris























sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Memorial da América Latina em S.Paulo


O Memorial da América Latina é um centro cultural, político e de lazer, inaugurado em 18 de março de 1989 na cidade de São Paulo, Brasil.

O conjunto arquitetônico, projetado por Oscar Niemeyer, é um monumento à integração cultural, política, econômica e social da América Latina, situado em um terreno de 84.482 metros quadrados no bairro da Barra Funda.

 Seu projeto cultural foi desenvolvido pelo antropólogo Darcy Ribeiro. É uma fundação de direito público estadual, com autonomia financeira e administrativa, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura.

O complexo é constituído por vários edifícios dispostos ao longo de duas áreas unidas por uma passarela, que somam ao todo 25.210 metros quadrados de área construída: o Salão de Atos, a Biblioteca Latino-Americana, o Centro de Estudos, a Galeria Marta Traba, o Pavilhão da Criatividade, o Auditório Simón Bolívar, o Anexo dos Congressistas e o edifício do Parlamento Latino-Americano.

Na Praça Cívica, encontra-se a escultura em concreto, também de Niemeyer, representando uma mão aberta, em posição vertical, com o mapa da América Latina pintado em vermelho na palma

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Escola Técnica - Qualidade a Toda Prova

A minha vida estudantil foi bastante interessante não só no Liceu Cuiabano, Escola Técnica e UFMT.

As famílias que não tinham muitas posses para matricular os filhos no Salesiano S. Gonçalo e Coração de Jesus íam para a Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Eu já sabia que iria para lá desde quando estudava no Liceu; primeiro por ser gratuíto e segundo por morar perto dela.

Meu pai havia estudado lá quando era Escola Artífice e o sonho dela era de alguma das três filhas fossem para lá e cursassem na UFMT posteriormente engenharia civil. E para decepção dele, todas nos tornamos professoras. 

O IFMT - Campus Cuiabá - Cel. Octayde Jorge da Silva foi fundado em 23 de setembro de 1909, através do decreto n.º 7.566, de 23/09/1909, de autoria do Presidente da República Nilo Peçanha.

 Inaugurado em 1° de janeiro de 1910 como Escola de Aprendizes Artífices de Mato Grosso (EAAMT), tinha como objetivo munir o aluno de uma arte que o habilitasse a exercer uma profissão e a se manter como artífice. Está no mesmo lugar desde então.

Em 1930, a EAAMT vinculou-se ao Ministério da Educação e Saúde Pública e, em 13 de janeiro de 1937, através da Lei nº 378, as Escolas de Aprendizes Artífices receberam a denominação de Liceus Industriais.

No entanto, somente em cinco de setembro de 1941, via Circular nº 1.971, a EAAMT assumiu oficialmente a denominação de Liceu Industrial de Mato Grosso (LIMT).

A partir da década de 1940, o ensino nacional passou por uma reforma denominada Reforma Capanema. Por meio dela, o LIMT transformou-se em Escola Industrial de Cuiabá (EIC), em função do Decreto-Lei nº 4.127, de 25 de fevereiro de 1942. A escola passou, assim, a oferecer o ensino profissional com cursos industriais básicos e de mestria de alfaiataria, sapataria, artes do couro, marcenaria, serralharia, tipografia e encadernação.

Meu pai antes estudara no Salesiano S, Gonçalo e fora expulso por ter acertado um "direto" no queixo do padre professor e na Escola Artifice se recusava a aprender alfaiataria pois cortar pano era coisa de mulher.

Através da Lei nº 3.552, de 16 de fevereiro de 1959, a EIC adquiriu personalidade jurídica própria e autonomia didática, administrativa, técnica e financeira. Com a expedição da primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, passou a oferecer o ensino profissional com cursos ginasiais industriais equiparados aos de 1º grau do ensino médio.

Em 20 de agosto de 1965, transformou-se em Escola Industrial Federal de Mato Grosso (EIFMT), em função da Lei n.º 4.759. Três anos depois, a Portaria Ministerial n.º 331, de 17 de junho de 1968, alterou a lei anterior e a escola industrial passou a denominar-se Escola Técnica Federal de Mato Grosso (ETFMT).

Com a reforma do ensino de 1º e 2º graus (antigos ginasial e colegial), introduzida pela Lei 5.692, de 11 de agosto de 1971, a ETFMT acabou de vez com os antigos cursos ginasiais industriais (1° grau), e passou a oferecer o ensino técnico de 2º grau integrado ao propedêutico. Além disso, deixou de atender, especificamente, alunos do sexo masculino, com a aceitação de mulheres nos referidos cursos.

Quando eu cheguei lá no final da década de 70, o Curso de Secretariado era composto em sua maioria por mulheres e lembro que na minha sala havia somente um homem. Não precisa dizer que todas olhávamos com bastante interesse...

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Coisas do Ano Novo

A comemoração da passagem do Ano Velho para o Ano Novo vem acompanhado de muita comida, bebida e desejos de um futuro melhor. Além de superstições que raramente funcionam.

 Quando eu era criança nunca entendi porque precisávamos esperar meia-noite para comer a ceia deliciosa, os adultos beber o champanhe, encher a boca de uvas, sementes de romã e depois ir se deitar. Pela manhã, você percebia que nada havia mudado.

O termo "Reveillon", que é a celebração do encerramento do ano atual e boas vindas ao novo ano, vem da palavra em francês "Réveiller" que significa "Despertar".

Como sempre gostei de história acabei descobrindo de onde vinha o desejo pelo "despertar" de um novo ano. A comemoração Ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C.

 Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado).

Eu ouvia os adultos dizerem que iam passar o reveillon nos clubes, e  um dia perguntei para minha tia porque   não podia  ir também e ela respondeu "depois que você completar 15 anos".

Enquanto o dia não chegava eu ouvia eles comentarem sobre a "noite branca" do Clube Esportivo D. Bosco. Somente os mais ricos frequentavam esse clube, é claro que a família de minha avó podia ir lá. Mas, minhas tias gostavam de ir no Clube Naútico. Não me lembro dos motivos dessa escolha.

Depois que completei 15 anos, em setembro, pude ir passar o reveillon num clube. Primeiro, todos jantamos e  apreciamos os fogos e então fomos para a tal festa. Eu confesso que esperava outra coisa e não ficar dançando a madrugada toda ao som de samba.

Enquanto adolescente fui algumas vezes e depois na UFMT, junto com os amigos, curti  festas muito interessantes ao lado daquele por quem meu coração ainda bate descompassado!.

Já passei o reveillon no Rio de Janeiro, na Bahia, em Camburiú. Estar na praia é muito divertido, mas não gosto de aglomerações e logo após os fogos estou pronta para voltar para "casa".

Hoje em dia não costumo ir a nenhuma festa de reveillon, entretanto, adoro preparar a mesa para a ceia e continuo detestando esperar meia-noite para saborear os pratos deliciosos que a mãe faz.