quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Livro - Irmãs em Auschwitz

Para quem gosta de boas leituras sobre a 2ª Guerra Mundial, as livrarias estão repletas de livros e sempre tem alguma novidade para ampliar nossos conhecimentos. E quem não anda com os bolsos cheios de grana, a net existe para satisfazer nossas curiosidades.

 "Irmãs em Auschwitz é escrito com simplicidade e graça… E o sentimento avassalador que nos toma ao finalizar a leitura é um triunfo: ainda é possível encontrar altruísmo e união entre pessoas que vivem em um lugar de horror implacável." - Los Angeles Times Book Review. 

Uma das poucas pessoas a se entregar voluntariamente para o exército alemão e ir a um campo de concentração – quando ainda se acreditava que eram apenas campos de trabalho – Rena Kornreich fez parte do primeiro transporte em massa de judeus para Auschwitz e sobreviveu ao campo nazista por mais de três anos, junto a sua irmã mais nova – Danka. Juntas, ambas tiveram de ser resilientes a cada a perversidade vivenciada durante o período de aprisionamento. 

E, a despeito da iminência da morte, das doenças, das surras e do trabalho forçado, os relatos de Rena a respeito da convivência entre as prisioneiras nos garantem que a empatia emergida dentro de cada dormitório e de cada grupo de trabalho encorajou essas mulheres a permanecerem unidas até que Auschwitz fosse libertado e suas vidas fossem devolvidas para sempre. 

Rena Kornreich era polonesa, filha de camponeses e uma das irmãs do meio, entre as quatro. Foi enviada à Auschwitz no primeiro transporte em massa de prisioneiras femininas. Junto a sua irmã, Danka, ambas sobreviveram aos horrores do campo e foram libertadas no fim da guerra. Rena constituiu família com seu marido, John, e tiverem quatro filhos e três netos. Quando enfim decidiu narrar sua história para que as pessoas a conhecessem, Rena contou com a ajuda de Heather. Heather Dune Macadam mora em Hampton Bays, Nova York e é escritora, educadora e presidente da fundação Rena's Promise International Creative Writing Camp, que oferece cursos para crianças e adolescentes que têm interesse em desenvolver suas habilidades na escrita. 

Criado em memória à Rena, a fundação visa promover o encontro de jovens de todas as esferas sociais e proporcionar um ambiente acolhedor em que possam fomentar trocas interculturais e assim germinar um mundo com menos ódio e preconceitos."

terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Lenda do Minhocão do Pari

O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro.

Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.

E nada mais interessante que postar sobre o Minhocão do Pari, uma vez que o Bairro Flamboyant não está longe da Barra do Pari. O que mais impressiona em nossas lendas é que os mais antigos dizem com toda propriedade que é a mais pura verdade e se a gente faz cara de desdém eles ficam bravos. E quando se pergunta se ele já viu o tal minhocão a resposta é sempre a mesma "eu não vi, mas conheço alguém que já viu".

"Faz 137 anos que o padre Ernesto Barreto comprou, no distante 1880, uma comprida faixa de terras a montante do rio Cuiabá, na área que passou a ser chamada de Barra do Pari e que deu origem a uma das mais conhecidas lendas de Mato Grosso, a do Minhocão do Pari.

Passado mais de um século, a lenda do Minhocão do Pari continua viva na memória dos moradores mais antigos do local e que para preservá-la vão passando o que sabem sobre o bicho de geração para geração.

As temidas diabruras do gigantesco bicho, como emborcar canoas para comer pescadores ou provocar rebuliço das águas dos profundos poços nos quais habitava em seus momentos de fúria noturna, acabaram sendo imortalizadas como samba enredo e carro alegórico da Escola de Samba Mocidade Independente, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que levou para a avenida Mato Grosso em 85 ou 86 o tema “Lendas e crendices da minha terra natal” e cujo samba foi composto e musicado por Neguinho da Beija-Flor de Nilópolis-RJ.

Os moradores mais antigos da faixa de terras que fica nos fundos dos jardins Santa Amália e Araçá, emoldurada por um grande morro no primeiro bairro e uma bela ilha nas imediações do local onde deságua o Rio Pari, do lado do rio em Várzea Grande, e que chamam de “nosso pedaço de paraíso”, não só conhecem a lenda do Minhocão do Pari.

Como outras crendices que povoam o imaginário popular da região, como uma enorme sucuri que vivia numa lagoa dali e o negrinho que aparecia numa pedra do rio Cuiabá na área da Barra do Pari e, atrevidamente, às vezes até sentava na proa das canoas para deixar os pescadores de cabelos arrepiados.

Quem melhor conhecia a lenda do Minhocão do Pari era Benedito Oscarino Barreto, o Ditão, que construiu a primeira casa da Barra do Pari. Ditão era neto do padre Ernesto Barreto, que tinha oito filhos, e faleceu com 92 anos em 2004"( www.hipernoticias.com.br)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Tem Índio no Mestrado em Antropologia na UFMT

O Jornal A Gazeta de ontem, 20/8/2017, trouxe uma reportagem do Zine sobre a trajetória do índio da etnia Boe Bororo Adriano Boro Makuda, 32 anos, que está concluindo o Mestrado em Antropologia na UFMT.  

Ele possui uma história fascinante de superação e paixão pelos estudos, que infelizmente grande maioria de nossos alunos não possuem.!  Ele passou necessidade, sofreu preconceitos, teve que se acostumar com a vida na cidade grande e hoje é o orgulho de sua Etnia.

Como estudante de Direito sofreu pressão por parte dos professores e disse " eu não tive nenhuma reprovação,  não tive dificuldade, mas eu estudava bastante. É um curso que exige muita leitura. Um fator que contribuiu bastante para que a gente acompanhasse o curso foi a leitura, gostar de ler."

Sobre o Mestrado ele diz " eu estou fazendo Antropologia para poder adquirir todo esse arcabouço de conhecimento para poder nos defender da maneira mais concreta, com embasamento teórico e prático".

Encontrei uma notícia de sua formação em direito. Então, resolvi postar aqui para reflexão...

"Estudante indígena, Adriano Boro Makuda, da etnia bororo, aldeia Merure, situada no município de General Carneiro (MT), apresentou o trabalho de conclusão do curso (TCC), da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Com o tema “A geração de energia hidrelétrica no Rio Garça e seus impactos sobre o povo Bóe (Bororo),” o estudante recebeu nota máxima da banca examinadora.

Adriano Boro, 30 anos, fala a língua do povo indígena bororo. Ele ingressou no curso de Direito da UFMT, por meio do Programa de Inclusão Indígena (Proind) Guerreiros da Caneta, ligado à Pró-reitoria de Assistência Estudantil (Prae). Foi bolsista do Programa de Iniciação Científica Ação Afirmativa (Pibic– AF/CNPq), durante quatro anos, desenvolvendo pesquisa no diálogo entre o Direito e a Antropologia.

O Proind é um programa de ação afirmativa, criado em por meio da resolução nº 82, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), de 2007, com a finalidade de promover o acesso ao ensino superior a estudantes indígenas das diferentes etnias do Estado de Mato Grosso, em vários cursos de graduação/bacharelado da UFMT.

“O programa é muito importante e contribui para o acesso e permanência de todos os estudantes indígenas que estão aqui. Tenho um respeito muito grande pelo Proind e por toda equipe que o compõe”, declarou Adriano Boro.

O estudante também falou sobre a importância de um indígena se formar em Direito. “Foi um processo de conhecimento, de poder estar nesse mundo acadêmico e conhecer os direitos que nós, povos indígenas, temos e também aprender a valorizar ainda mais a minha cultura,” frisou."(Ufmt/noticias).

domingo, 20 de agosto de 2017

Feliz Aniversário, Misha Collins

Hoje Dmitri Tippens Krushnic, artisticamente conhecido apenas por Misha Collins, completa 43 anos de idade. Conhecido mundialmente como o Anjo Castiel da Série Supernatural, ele é literalmente um "anjo" da solidariedade. Ele faz parte de uma organização humanitária chamada Random Acts ocupando o cargo de diretor de Assuntos de Caridade. Então, que Deus continue abençoando-o nesta Jornada de Fé e Caridade.
                                     Victoria Vantoch, sua esposa desde 2001.

sábado, 19 de agosto de 2017

Motivos para Assistir Os Defensores

E ontem finalmente começou a nova Série da Netflix Os Defensores e vamos aproveitar o sabadão para começar a maratona. É claro que para quem já conhece os personagens em suas Séries-solo não terá nenhuma dificuldades em entender o enredo, mas para quem não assistiu eu recomendo...
 

"A parceria entre a Marvel e Netflix fez milhões de viciados em séries, e que também gostam de HQs, ficarem bem contentes. Afinal, são quatro seriados de muito sucesso: “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. E melhor do que isso, só uma história que juntasse os quatro em um lugar só, né? Bom e é justamente isso que teremos em “Os Defensores”.

Pensando nisso, o Purebreak listou 7 motivos para você não deixar de assistir a mais uma produção original da Netflix!.

– Porque nós teremos o Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones) juntos em uma mesma história.

– Além dos nossos heróis, também teremos a união dos personagens secundários das quatro produções. Como isso não é animador?

– Apesar de toda a tensão que uma série de super-herói possui, “Os Defensores” também promete trazer ótimos momentos de humor

– Os críticos que já tiveram a oportunidade de assistir “Os Defensores” não pouparam elogios ao relacionamento entre Luke e Danny. Assim como nas HQs, parece que tem química de sobra entre os dois.

– Os oito episódios de “Os Defensores” serão bem mais curtos e isso irá trazer mais agilidade para cada um dos capítulos, evitando aquela encheção de linguiça que rolou em alguns outros seriados.

– Ao contrário, principalmente de “Demolidor”, “Jessica Jones” e “Luke Cage”, “Os Defensores” terá mais aquela sensação de que estamos assistindo a uma história sobre super-heróis. Aquele clima mais realista das outras três ficará de lado.

– Mesmo assim, cada um dos quatro super-heróis permanece com a sua essência original de cada trama."(www.purebreak.com.br)

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Como Surgiu a Música Gospel

Música de qualidade é sempre bem-vinda e sim eu também gosto de Gospel.  Deve ser por causa da raiz africana que todos nós temos no sangue. É interessante que as pessoas pensam que ela é uma criação dos evangélicos do Brasil, então resolvi fazer este post para tirar algumas dúvidas que ainda possa existir.

"Ainda que o termo, "Música Gospel", possa abranger um campo da Música muito vasto, seus estilos, embora com nomes variados, possuem todos uma mesma essência e raiz — a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez um dos velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do Gospel, foi o Negro Spirituals  (em português, as canções harmoniosas dos "Espirituais dos Negros").

O foco desta breve história é a música que fluiu da igreja Afro-americana e inspirou uma cornucópia   de corais modernos, artistas do mercado Rhythm & Blues,   e o atual Gospel contemporâneo (Música Cristã Contemporânea),   além de outros estilos musicais do gênero.
 Alimentado pela gigantesca indústria multi-bilionária de gravação musical nos Estados Unidos,  o "pequeno infante" da música Gospel pulou do seu berço humilde e cristão e atravessou as muralhas da igreja para um mercado bem diferente do mundo atual. E, o Gospel continua a crescer. De acordo com a revista Norte-americana, Gospel Today, dentre 2003 e 2008, sete gravadoras  criaram divisões especiais somente para lidar com artistas Gospel; as estatísticas da mesma publicação indicaram que os selos independentes cresceram 50%, e o rendimento das vendas só de música Gospel chegou a triplicar nas últimas décadas, de US$180 milhões de dólares em 1980 a US$500 milhões em 1990.

Thomas A. Dorsey(1899-1993), compositor de sucesso tipo There Will Be Peace in the Valley,  é considerado por muitos, O Pai da Música Gospel. No início de sua carreira ele era um importante pianista de Blues,  conhecido aliás por Georgia Tom. Ele começou a escrever Gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933) numa convenção de músicos na Filadélfia,  e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo  de Jazz tão parecido com o de Tindley.
A Igreja inicialmente não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em  1994, após o seu falecimento, a revista Norte-americana, Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (em português, "O Pai da Música Gospel"); neste artigo a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o Gospel, que muita gente estava brigando contra a música Gospel, ele estava "determinado para carregar a bandeira" a favor do Gospel, bem entendido. Assim ele fez. Ele investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (em português, "Se Você Ver o meu Salvador") e enviou para diversas igrejas do país.

Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajudas de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras, Sallie Martin (1895-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas Gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas—aonde, uma vez, recusaram ela de subir! Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais Gospel nos Estados Unidos,  em 1932, uma organização que ainda existe até hoje na origem da música gospel."

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Supernatural: Notícias sobre a 13ª Temporada Parte II

E a 13ª Temporada continua rendendo debates desde a Comic Con em San Diego. Cada notícia postada nas redes provoca uma avalanche de discussões. Então, vamos postar  algo  que o Jensen/Dean Winchester disse durante sua entrevista na Comic Con. Logo depois, a net já estava repleta de teorias sobre o fim da Série...

"Supernatural está indo para sua 13 ª temporada e, no que depender do CW e do fandom da série, ela não vai terminar tão cedo, porém os dois protagonistas da saga dos Irmãos Winchester, Jared Padalecki e Jensen Ackles tem ideias de como deve ser um dia, não se sabe quando, o fim de Supernatural. Para Padalecki, a série deveria terminar com a morte dos dois ou, pelo menos, de Sam, e dessa vez para sempre.

Porém, Jensen Ackles tem uma ideia mais poética, porém, aparentemente, não tão diferente da de seu colega. Falando com a EW, Ackles revelou um sonho que teve sobre o final da série.

“Posso vê-lo agora”, diz Ackles. “É apenas uma cena. Pense: região central dos Estados Unidos, região do céu azul. São apenas campos de trigo até onde o olho consegue ver, e há uma interseção, uma encruzilhada.
Eu dirijo no Impala, e estaciono no meio do cruzamento. Não há ninguém por milhas. Saio do carro e olho à distância – e é como Lawrence da Arábia quando Omar Sharif estava correndo com o camelo – eu só vejo essa coisa chegar à distância, e ele fica mais e mais e mais perto. É um cara em uma moto. E nós nunca vemos seu rosto. Ele tem um capacete. Mas ele caminha, eu dou um aceno de cabeça e uma volta no Impala muito devagar, viro para ele e entrego as chaves. E ele tira o capacete – não vemos quem é – ele me entrega o capacete e me entrega as chaves da sua moto. Ele vira as costas, entra no carro e vejo o Impala sair. E então eu me viro e olho para a moto que tem apenas um assento. Coloco o capacete, ligo a moto, dou uma última olhada ao Impala que agora já se foi, e eu vou embora. Porque já não preciso do assento extra. Eu tenho até a trilha sonora na minha cabeça. Não foram ditas palavras. Eu tinha essa pontuação crescente. Era como um filme de Robert Zemeckis”."(mixdeseries.com.br).

Esse final que o Jensen sonhou deixou seus parceiros, Jared e Misha, abalados. Durante a entrevista do Jared ele disse que o Jensen  chegou no set muito estranho e ele pensou que fosse algo com seus filhos. Quando ele contou o motivo de estar triste o próprio Jared e o Misha ficaram pensativos e uma tristeza antecipada com o fim da Série também os deixou saudosos.

Eu confesso que fiquei com lágrimas nos olhos e prefiro não me preocupar com isso por enquanto, afinal até os 300 episódios ainda vai demorar um pouco...

Uma outra notícia que deixou o fandom satisfeito veio do Presidente da CW no começo do mês de agosto/2017... Aliás, somente os pseudo fãs ficam doidos para que a Série acabe e isso se repete desde a 5ª temporada...
"Muitas pessoas, inclusive os espectadores, se perguntam por até quanto tempo a série ficará em exibição. Essa questão foi levantada na turnê de imprensa de verão do Televison Critics Association e permitiu aos fãs ter uma ideia melhor do futuro do programa.

Durante o painel da CW no evento, Mark Pedowitz – presidente da emissora – revelou que Supernatural continuará no ar enquanto Jensen Ackles e Jared Padalecki desejarem. De acordo com o próprio Pedowitz, “enquanto o garotos quiserem fazer e a audiência aguentar, Supernatural continuará no ar”. Ou seja, as próximas renovações da série dependem quase que exclusivamente dos atores principais.

De qualquer forma, foi informado que, ao menos por agora, não há planos para o fim do seriado e Padalecki e Ackles parecem estar satisfeitos com a decisão da emissora e super dispostos a seguir com a história de seus personagens. Atualmente, Supernatural mantêm a média de 2 milhões de espectadores por ano apenas nos Estados Unidos, um número bem impressionante para um série que está ao ar por tanto tempo. E esse número não leva em conta o público estrangeiro, as vendas dos dvds,  uma quantidade razoável de streaming online, ou os  produtos colecionáveis". (www.diarioonline.com.br).

Durante a semana passada o que mais chamou a atenção do fandom foi a lista com os episódios da 13ª temporada.

"A CW liberou o título da primeira metade da 13ª temporada de Supernatural. Os títulos dos episódios carregam referências (como de costume) e dão pistas do que poderemos ter no decorrer do novo ano.
13x01: “Lost and Found” (Achados e Perdidos)
13x02: “The Rising Sun” (O Sol Nascente)
13x03: “Patience” (Paciência)
13x04: “The Big Empty” (O Grande Vazio)
13x05: “Advanced Thanatology”(Talento Avançado)
13x06: “Tombstone”(Lápide)
13x07: “War of the Worlds” (Guerra dos Mundos)
13x08: “The Scorpion and the Frog” (O Escorpião e a Rã)
13x09: “The Bad Place” (O Lugar Mau)

13x16: "ScoobyNatural"
 

Além desses 9 títulos, sabemos que um episódio deve se chamar Wayward Sisters, segundo o que a equipe revelou em algumas entrevistas.

O 13x03 servirá para apresentar a filha de um rosto familiar antigo. Missouri Moseley usou seus poderes psíquicos para orientar os irmãos Winchester há mais de uma década, e agora Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) se cruzarão com sua neta, a homônima Patience. De acordo com o TVLine, a jovem vidente estará no spin-off "Wayward Sisters".

O episódio 4, trará um enredo envolvendo o que aconteceu com a ceifadora Billie na 11ª temporada. Em algum lugar além do céu, do inferno ou do purgatório, o Big Empty continua a ser uma ameaça, apesar dos esforços de Castiel (Misha Collins) para mitigar a situação.

Quando se trata de "War of the Worlds", não é preciso muita imaginação para perceber que o escritor não está planejando uma invasão no estilo H.G. Wells. Os estrangeiros não são uma ameaça no cânone de Supernatural (apenas um dos principais obstáculos da campanha para um cruzamento Arrow / Supernatural), mas universos alternativos certamente são. Talvez os bilhetes só de ida de Mary (Samantha Smith) e Lucifer (Mark Pellegrino) para o mundo apocalíptico serão substituídos por tarifa de ida e volta mais cedo do que o esperado. Isto é, é claro, assumindo que Jack (Alexander Calvert) tenha o coração de ouro de sua mãe."(www.supernaturaltentation.com)


























terça-feira, 15 de agosto de 2017

Motivos Para Gostar de Ler

Há pouco cheguei de uma reunião no Liceu Cuiabano, onde discutíamos uma forma de como fazer os alunos se interessarem por leitura. No mundo da tecnologia digital, ainda estamos preocupados com os alunos que não gostam de ler.! Através dos celulares, tablets, notebooks os livros estão à mão, entretanto, aqueles vídeos de piadas sem graça é que fazem sucesso.

E para chamar atenção os bibliotecários fizeram hoje, uma exposição de alguns dos livros que temos à disposição... Um deles me disse: "quem sabe assim eles nos procuram para emprestar algum livro". Como fazer uma redação nota mil se a leitura é deficiente?! Se o dicionário para melhorar o vocabulário sequer possuem?

Eu, como leitora voraz fico arrepiada quando um aluno diz que não gosta de ler. Meu Deus! Eu vivi para ver a ficção virar realidade ou seja, uma biblioteca inteira dentro de um computador e a mente de algumas pessoas ao invés de desenvolver encolheu!... Então, como virar um leitor digno de uma redação nota mil?
 
"1. Comece com séries ou best-sellers

Um best-seller só é muito vendido por um motivo: o público adora. Normalmente, eles agradam muita gente porque são tramas mais envolventes, ou até com a linguagem fácil e divertida. Que tal dar uma chance a eles? Podem ser sua porta de entrada para o gosto pela leitura. Assim, também, são as séries de livros, aquelas histórias contadas em mais de um volume. Normalmente, cada livro da série acaba deixando algo inacabado, que só vai ser resolvido no próximo livro (ou até no último), ou seja: nada melhor para atiçar sua vontade de devorar o próximo volume. 

2. Leia inspirações ou adaptações

Adorou o último filme do Jogos Vorazes? Ficou viciado no game Diablo 3? Já pensou em ir atrás dos livros que foram inspiração, ou foram inspirados neles? Você provavelmente já sabe, mas as sagas Jogos Vorazes e Divergente são baseadas em livros, assim como A culpa é das estrelas. Se você adorou os filmes, vá atrás dos livros: muita gente desperta o interesse na leitura desse jeito. Se você não é muito fã de filmes, mas adora games, a moda de escrever livros baseados nas histórias dos jogos está cada dia mais em alta. Nos últimos anos, títulos como Assassin’s Creed, Diablo, God of War e Battlefield já ganharam suas adaptações literárias. Se você já adora o jogo, dobram as chances de querer ler o livro.

 
3. Descubra seu gênero

Cada um tem o seu gosto. A questão está em descobrir qual é o seu. Talvez você não seja muito chegado em leitura justamente porque não fez essa descoberta ainda. Se você não gosta dos livros que a escola obriga a ler, não significa que você não vá se interessar por leitura em geral. Então, se seu estilo não é exatamente ler os clássicos, não se preocupe, há muitos e muitos outros gêneros literários: ficção científica, terror, suspense, romance, fantasia. Encontre o seu e divirta-se! 

4. Não insista se não estiver gostando

Como falei no item anterior, insistir em uma coisa que você obviamente não está gostando não ajuda em nada. Só vai fazer você sentir como se aquilo fosse uma obrigação, o que tira todo o prazer e a vontade de continuar. Por isso, se estiver achando aquele livro um saco, desista dele e parta para o próximo. Mas isso não significa, também, não gostar do primeiro parágrafo e já jogar o livro para o lado. Dê mais uma lida (um capítulo, pelo menos), porque alguns livros demoram para “engatar”. Se, mesmo assim, você não curtir, pode ir procurar o seguinte.

5. Reserve um tempo diário para ler

Aqui, eu retomo o que disse no início do post: gostar de ler é treino, e, por isso, precisa de bastante empenho, dedicação e vontade. Se você quer gostar de ler, primeiro precisa fazer da leitura um hábito. Reserve algum tempo todos os dias para se dedicar àquele livro. Pode ser do jeito que você quiser: ler no ônibus; ler à noite, em casa; ler no intervalo das aulas; ler até no banheiro. O importante é fixar essa rotina e o tempo que você dedica a ela, seja meia hora, seja uma ou mais horas. Você também não deve desistir se ficar com preguiça, porque, como eu disse, esse é um exercício de persistência!"(guiadoestudante.abril.com.br)



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Cotidiano na Roma Antiga

É importante conhecer as Civilizações Antigas e as heranças deixadas para a posteridade. E Roma assim como a Grécia nos deixou um legado extremamente rico  que a maioria dos alunos desconhecem. Alguns assuntos não aparecem nos livros didáticos e são os que os alunos gostam de saber nos detalhes como o Cotidiano das pessoas.
A Infância em Roma

"Assim como na Grécia, a educação dos romanos variava de acordo com a classe social e o sexo.

Os meninos das classes privilegiadas aprendiam a ler e a escrever em latim e grego com seus preceptores, isto é, com professores particulares. Além disso, deviam ter conhecimentos de agricultura, astronomia, religião, geografia, matemática e arquitetura.

Em relação aos meninos das classes menos abastadas, isso mudava de figura. A maioria, que não podia dispor de tempo integral para os estudos, dedicava-se ao trabalho agrícola ou artesanal.

O abandono de crianças, tão comum nos dias de hoje, também existia na Roma Antiga, e as causas eram variadas. Abandonados, meninos e meninas estavam destinados à prostituição ou à vida de gladiadores, treinados para enfrentar leões, tigres e outros animais perigosos. Outros ainda se tornavam servos.
Ricos e pobres abandonavam os filhos na Roma antiga. As causas eram variadas: enjeitavam-se ou afogavam-se as crianças malformadas, os pobres, por não terem condições de criar os filhos, expunham-nos, esperando que um benfeitor recolhesse o infeliz bebê, os ricos, ou porque tinham duvidas sobre a fidelidade de suas esposas ou porque já teriam tomado decisões sobre a distribuição de seus bens entre os herdeiros já existentes.

Importante assinalar que, na Antiguidade, grega e romana, o infanticídio era praticado. A legislação da Roma imperial tentou condenar essa prática, e o imperador Constantino, desde 315 – reconhecendo a importância do fator econômico na prática do abandono por pais extremamente pobres -, procurou fazer funcionar um sistema de assistência aos pais, para evitar que vendessem ou expusessem seus filhos. Depois de 318 o infanticídio passou a ser punido com a morte.

"O papel das mulheres

As mulheres, independentemente da classe social a que pertenciam, eram educadas primeiramente para ser esposas e mães. Era responsabilidade das mulheres mais abastadas a administração de suas casas, dos escravos e a criação dos filhos. Em hipótese alguma poderiam participar das decisões políticas. Além disso, deveriam ensinar às suas filhas a arte de fiar, tecer e preparar a comida.

As mulheres de classes menos favorecidas podiam trabalhar ao lado de seus maridos ou administrar seu próprio negócio, quando solteiras. Existia ainda um grupo de mulheres virgens que dedicava toda a vida a zelar pela chama sagrada de Vesta, deusa do fogo.

As vestais, como eram chamadas, deixavam suas famílias entre os 6 e os 10 anos para passar aproximadamente 30 anos vivendo ao lado do templo, sem que pudessem casar. Diferentemente de outras mulheres, as vestais não tinham de obedecer aos pais ou maridos, possuíam o direito de se sentar nos melhores lugares nas lutas de gladiadores e eram tratadas com respeito pelo sexo oposto.

A vida conjugal
Dentre as instituições romanas destacou-se o casamento. Em Roma, com apenas 12 anos as meninas se casavam por intermédio de arranjos familiares, isto é, os pais escolhiam os maridos para as filhas. Um casamento com cerimônia pública era importante para mostrar à sociedade que os nubentes pertenciam a uma família de posses.

O divórcio também era comum, e pelos motivos mais variados, não precisando, muitas vezes, nem esclarecer a causa da separação. Ao findar o processo legal, o pai da moça recebia de volta o dote ofertado à época do casamento, e os filhos do casal eram entregues aos ex-maridos."(www.sohistoria.com.br)

domingo, 13 de agosto de 2017

56 Anos da Construção do Muro de Berlim

O  Domingo do Dia dos Pais, amanheceu com muita fumaça e até agora o sol ainda não apareceu totalmente brilhante. Há uma possibilidade de chuva, talvez a nossa famosa "chuva do caju" chegue mais cedo, vamos torcer, afinal esta semana o calor bateu recorde de 40º C e umidade de deserto ou seja, 11%.!

O dia de hoje na História não tem nada a ser comemorado, pois há 56 anos iniciava-se a construção do Muro de Berlim. E por 28 anos foi motivo de a vergonha do Século XX.
"Com a rendição da Alemanha, em 8 de maio de 1945, os Países Aliados reuniram-se em Potsdam, entre 17 de julho e 2 de agosto de 1945, a fim de decidir o futuro do país derrotado. Assinaram a Conferência de Potsdam, que dividiu a Alemanha em quatro zonas, ocupadas pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e União Soviética.  A capital alemã, Berlim, foi também dividida entre as quatro potências.
 

As relações entre a União Soviética, socialista,  e os outros três países Aliados, capitalistas, logo passaram de cooperativas para competitivas e agressivas. A possível reunificação alemã tornou-se distante, e a Alemanha acabou dividida em Oriental, comunista, e Ocidental, capitalista. Era o início da Guerra Fria,   e Berlim era símbolo da polarização que o mundo vivia: também a cidade foi dividida em duas, seguindo a mesma lógica do restante do território alemão.
 

Na madrugada de 13 de agosto de 1961, o governo da República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) começou a construir um muro de arame farpado para separar a Berlim Ocidental da Oriental. Oficialmente, o objetivo era manter os habitantes da parte pertencente a República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental) fora da área de sua área de domínio e assim evitar que ‘fascistas’ tentassem sabotar o lado comunista. No entanto, era sobretudo com o grande número de moradores de Berlim Oriental que diariamente se mudava para a parte capitalista que os comunistas queriam acabar. Estima-se que cerca de 3,5 milhões de pessoas desrespeitaram as normas de emigração e deixaram a República Democrática Alemã antes da construção do muro.
 

Oficialmente chamado de Muro de Proteção Antifascista, a barreira tinha 66,5 km de extensão, 302 torres de observação e 127 redes metálicas eletrificadas. Um posto militar conhecido como Checkpoint Charlie era o único ponto de travessia para estrangeiros e membros das forças Aliadas. A patrulha ficava por conta de militares da Alemanha Oriental que, acompanhados de seus cães de guarda, tinham ordens para atirar naqueles que tentassem atravessar. Tal ordem ficou conhecida como “Ordem 101”, ou Schießbefehl, em alemão, e resultou na morte de 136 pessoas entre 1961 e 1989, ano da queda do muro.  Cerca de outras 200 ficaram feridas e 300 foram presas, mas, ainda assim, 5.000 pessoas atravessaram de Berlim Oriental para Berlim Ocidental ao longo dos 28 anos em que o muro dividiu a cidade.

Além do espaço, o Muro de Berlim causou uma separação ainda mais violenta: dezenas de milhares de famílias e amigos, um de cada lado da muralha, passaram quase três décadas sem se ver."(www.infoescola.com).



































sábado, 12 de agosto de 2017

HQ: Maus - A História de um Sobrevivente

E o sábado está perfeito para curtir qualquer tipo de hobby, e o meu além de assistir Séries, filmes, desenhos é lerrrrr. 
Então, para quem não conhece recomendo a HQ: Maus - a História de um Sobrevivente, pois agora que estamos estudando sobre a 2ª Guerra Mundial quanto mais soubermos sobre a mesma melhor.

"Você escreveria a biografia de seu pai se tivesse a certeza de que ele era uma pessoa extremamente mesquinha, mal humorada e possivelmente culpado pelo suicídio de sua mãe? Pois o norte-americano Art Spiegelman fez isso em Maus.

As histórias foram publicadas originalmente na revista underground Raw entre 1980 e 1991. Sócio-fundador e editor da publicação, Art Spiegelman compilou um primeiro volume em 1986, com o título Maus - A história de um sobrevivente, cujo subtítulo era Meu pai sangra história. Cinco anos depois, Maus II - E aqui meus problemas começaram chegava às ruas. Em 1992 ele ganhou o prêmio Pulitzer, um dos mais conceituados do meio jornalístico e literário, e nunca antes dado a uma HQ.

Mas o que torna esta Graphic Novel tão especial não são os prêmios, mas sim os motivos que a fizeram tão laureada. Art usou esta mídia discriminada e geralmente associada a obras infantis para falar de uma das maiores atrocidades da história recente da humanidade: o Holocausto. 


Os pais de Art, os poloneses judeus Vladek e Anja, sobreviveram a Auschwitz e migraram para os Estados Unidos, onde ganharam uma segunda chance e um novo filho, o próprio Art. O primeiro rebento do casal, Richieu, não teve a mesma sorte e, junto com tantos outros parentes e amigos dos Spiegelman, morreu na sua Polônia natal.

Art aprendeu a duras penas que sobreviver a Auschwitz não é necessariamente continuar vivo. Além de aguentar todas as manias que seu pai adquiriu no período em que foi prisioneiro dos nazistas, ele viu sua mãe se deprimindo até chegar ao ponto em que não aguentava mais e acabar se suicidando."(Omelete)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O Hip Hop faz 44 Anos

E hoje é sexta-feira, dia mundial do divertimentoooooo.... Então, o alegre e dançante rítmo conhecido como hip hop completa 44 anos. Nada mais interessante que conhecer sua História nos Estados Unidos e influência no Brasil.


"O Hip Hop enquanto cultura urbana surgiu na periferia de Nova York, entre as comunidades caribenhas, afro-americanas e latino-americanas na década de 1970. O contexto social era de violência e criminalidade nesses bairros, e a única forma de lazer possível para os jovens era nas ruas. Eles encontraram na música, poesia, dança e na pintura uma forma de manifestação de sua realidade e contestação.

O fundador do hip hop teria sido Clive Campbell, ou DJ Kool Herc. O primeiro evento da história do hip hop ocorreu no dia 11 de Agosto de 1973, na festa de aniversário da irmã do Dj, Cindy Campbell, no número 1520 da Sedgwick Avenue, no Bronx em Nova York. 
Outra data que é marco na história do hip hop é o dia 12 de novembro de 1973, dia da fundação da ONG Zulu Nation que promovia a cultura hip hop como forma de manter os jovens longe do crime e da violência.

Aos poucos a poesia na música, representada pelo rap, ganhou o espaço nas discotecas, que até então não cansavam de tocar os hits da era disco. As duplas de DJs e MCs ganhavam destaque e travavam competições entre si, as batalhas de rap, feitas só pela manifestação cultural e sem conotação de violência. O grafite nos muros era a expressão da pintura na cultura hip hop, e o break era a dança que saía das ruas para as festas em toda cidade.

No Brasil

O disco Hip-Hop Cultura de Rua é o que marca a chegada do movimento no Brasil. São vários os rappers que participam do álbum, entre eles Thaíde e Dj Hum, até hoje dos principais nomes do hip hop nacional.

Mas a cultura hip hop chegou primeiro ao Brasil através do break dance. Antes do álbum, o hip hop brasileiro tinha seu espaço nas ruas de São Paulo, mais precisamente no metrô São Bento, em que os artistas faziam sua performance para quem passasse pela rua e estivesse disposto a contribuir. 

Os Elementos do Hip Hop

O hip hop tem quatro elementos principais: o rap, o DJing, o breaking (praticado pelos b-boys e b-girls) e a arte do grafite.

Quando o hip hop surgiu, concentrava-se nos disc jockeys que criavam batidas rítmicas, eram pequenos trechos de música com ênfase em repetições, posteriormente, foi acompanhada pelo rap, identificado como um estilo musical de ritmo e poesia, junto com as danças improvisadas, como a breakdance, o popping e o locking.

A relação entre o grafite e o hip hop surgiu quando novas formas de pintura foram sendo realizadas em áreas onde a prática do rap, do dj e da dança. Entre as diferentes manifestações artísticas do movimento hip hop, a música se insere como papel principal, com DJs, MCs (mestre de cerimônias) e do Rap."(https://www.significados)