quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cinema em Casa

Estar em casa rodeada de sobrinhos é cinema na certa. E com uma bacia enorme de pipoca a diversão é garantida.

1. True Lies
2. Os Goonies
3. Os Sete Samurais
4. Rush - No Limite da Emoção
5. A Árvore dos Sonhos
6. Os Aventureiros do Bairro Proibido
7. O Dia em que a Terra Parou
8. Olhos Famintos 1
9. Olhos Famintos 2
10. A Sombra e a Escuridão
11. Frozen - Uma Aventura Congelante

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Lua Adversa - Cecília Meireles

Eu estou sentada em frente à janela e ao erguer os olhos deparo-me com uma lua cheia belíssima. Já escrevi aqui como me sinto em relação a lua cheia e justamente por ser mês de maio as emoções são intensas. Eu vou colocar um poema da Cecília Meireles que traduz o que sinto nesse exato momento.

Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...

terça-feira, 13 de maio de 2014

A Pena de Morte na Atualidade

Em pleno séc. XXI ainda existe pena de morte no mundo. Na Arábia Saudita e Irã a pena é para crimes de : "homicídio qualificado, estupro, falsa profecia, feitiçaria, assalto a mão armada, homossexualidade e adultério. Entre 2007 e 2010, 345 condenados tiveram a cabeça cortada em praça pública.

No Irã, Somália e Paquistão é aplicada em casos de adultério o apedrejamento; as vítimas são colocadas em um buraco e enterradas - mulheres até o pescoço e homens até o quadril.

Na China, Bielorrússia, Coreia do Norte, Somália, Taiwan, Vietnã, Emirados Árabes e Iêmen acontece o fuzilamento em crimes de homicídio, terrorismo, adultério, estupro, homossexualidade e ofensas militares.

No Afeganistão, Bangladesh, Botsuana, Índia, Irã, Iraque, Japão, Paquistão e Sudão o enforcamento ocorre em casos de homicídio, terrorismo, adultério e sequestro. Em 2012, no Afeganistão 14 prisioneiros foram enforcados.

Na China, Guatemala, Tailândia, Taiwan, EUA e Vietnã a injeção letal é aplicada em casos de homicídio, terrorismo,  estupro e traição ao país em caso de guerra. A pena de morte é aplicada em 32 estados dos EUA.

Nos EUA é usada em alguns estados  a cadeira elétrica. Em 2001 houve dez execuções e o choque foi utilizado pela última vez em janeiro de 2013."(Revista Mundo Estranho - Maio/2014)

domingo, 11 de maio de 2014

Minha Mãe - Vinicius de Morais

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Tenho medo da vida, minha mãe.
Canta a doce cantiga que cantavas
Quando eu corria doido ao teu regaço
Com medo dos fantasmas do telhado.
Nina o meu sono cheio de inquietude
Batendo de levinho no meu braço
Que estou com muito medo, minha mãe.
Repousa a luz amiga dos teus olhos
Nos meus olhos

sem
luz e sem repouso
Dize à dor que me espera eternamente
Para ir embora.  Expulsa a angústia imensa
Do meu ser que não quer e que não pode
Dá-me um beijo na fonte dolorida
Que ela arde de febre, minha mãe.


Aninha-me em teu colo como outrora
Dize-me bem baixo assim: — Filho, não temas
Dorme em sossego, que tua mãe não dorme.
Dorme. Os que de há muito te esperavam
Cansados já se foram para longe.
Perto de ti está tua mãezinha
Teu irmão. que o estudo adormeceu
Tuas irmãs pisando de levinho
Para não despertar o sono teu.
Dorme, meu filho, dorme no meu peito
Sonha a felicidade. Velo eu

Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Me apavora a renúncia. Dize que eu fique
Afugenta este espaço que me prende
Afugenta o infinito que me chama
Que eu estou com muito medo, minha mãe.

sábado, 10 de maio de 2014

O Uso das Alianças

Os egípcios e hindus, cerca de 3.000 a.C., já usavam anéis para simbolizar a aliança entre homem e mulher. Para eles, um anel, um círculo, significava o que não tem um fim – mais modernamente representa o amor contínuo entre o casal, um símbolo de amor, fidelidade e cumplicidade. No ano 3 a.C., Alexandre o Grande, dominou o território egípcio e, assim, o hábito foi introduzido na Grécia.

Os gregos acreditavam que o terceiro dedo da mão esquerda possuía uma veia que levava diretamente ao coração, passaram a usar nele um anel de ferro imantado, para que os corações dos amantes permanecessem para sempre atraídos um pelo outro. Segundo a acupuntura há um meridiano, o do coração, que passa pelo anular esquerdo e pelo coração.

Os romanos provavelmente adotaram a aliança ao conquistar a Grécia e, com a conversão do mundo greco-romano ao cristianismo romano, o uso da aliança na mão esquerda tornou-se obrigatório para os que se casavam.

O anel de noivado foi introduzido no ano 860, por decreto do papa Nicolau I (858-867), que o instituiu como uma afirmação pública obrigatória da intenção dos noivos. A aliança passa da mão direita para a mão esquerda para significar o compromisso definitivo. Do lado esquerdo, ela fica mais próxima do coração.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Feliz Aniversário Katniss Everdeen

Katniss Everdeen nasceu em 8 de Maio no Distrito 12, 16 anos precedentes do 74º Jogos Vorazes; no Massacre Quaternário ela está com 17 anos e com 18 anos depois da rebelião.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Resenha do Livro O Menino do Pijama Listrado

Poucos livros me deixou com o coração palpitante como esse. Eu confesso que por várias dias o final surpreendente mexeu comigo. E até hoje nunca tive coragem de assistir o filme, mesmo sabendo que muita coisa ficou de fora. Recomendo a leitura do livro antes de assistir o filme.

"Assim como “O Diarío de Anne Frank” “O Menino do Pijama Listrado” emociona e muito. O livro é um ensinamento de amizade e inocência.

O livro ofusca toda a 2º Guerra Mundial. Não é um livro contando detalhes da guerra, e sim o drama sofrido por pessoas que participava diretamente e indiretamente dela. E isso dá todo um mérito ao livro.

Bruno é um garoto de apenas nove anos, que é obrigado a partir de Berlim, sua cidade natal e que vivia desde então para um lugar deserto.

O pai de Bruno era um oficial alemão nazista de alta hierarquia, subordinado imediatamente a Hitler, que nunca deixava o filho saber qual o seu verdadeiro serviço.

A curiosidade de toda criança entra em cena. Bruno cansado de não fazer nada em casa, sai escondido para conhecer o que havia atrás daquela cerca distante. Lá conhece Shmuel, uma criança judia que tem a mesma idade. A amizade nascida entre eles é espontânea e essa é a principal lição do livro.

Os diálogos do livro são puros e inocentes, assim como a conversa de uma criança da mesma idade dos protagonistas"(O Jovem Escritor).