segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Livro: Serpentário de Felipe Castilho





A segunda-feira está agitada e quase não tive tempo para postar, mas hoje vamos de livro com uma pitada sobrenatural. E é nacional, geralmente a galera não valoriza e o ditado "santo de casa não faz milagres", sempre cai bem. Basta lembrar que ele foi "Sucesso entre os leitores que visitaram a CCXP 2017 (realizada em dezembro) e fizeram longas filas para conseguir um autógrafo em seus exemplares, a Ordem Vermelha, ressaltou Felipe, representa uma nova fase da literatura fantástica nacional no mercado editorial brasileiro. Antes um gênero rejeitado pelas editoras, atualmente a fantasia vem aumentando e renovando o seu público. Entretanto, para criticar é preciso ler, então...
 

Todo ano, Caroline, Mariana e Hélio costumavam deixar a capital paulista para encontrar Paulo, um jovem habituado à simples vida caiçara. No entanto, a amizade construída nas areias do litoral sofreu abalos sísmicos no Réveillon de 1999, quando algo tão inquietante quanto o bug do milênio abriu caminho para uma misteriosa ilha que despontava no horizonte, e explorá-la talvez não tenha sido a melhor decisão.

Sobreviver à Ilha das Cobras tem um preço. O arquipélago é um ambiente hostil, tomado por víboras, e esconde segredos tão perturbadores quanto seus habitantes. Mais do que um equívoco darwiniano ou uma lenda popular, a ilha praticamente destruiu a vida deles. Entre memórias e fatos fragmentados, o que aconteceu naquela fatídica noite se tornou um mistério. Mas de algumas coisas eles se lembram perfeitamente: uma enorme e ameaçadora serpente, além de uma pessoa sendo entregue ao ninho da víbora, um sacrifício sem chance de recusa.

Anos depois, Caroline é confrontada com um de seus piores pesadelos: a pessoa que eles abandonaram está viva. Um fantasma do passado que surge para fazer suas certezas caírem por terra. Então, ela decide reunir os amigos para entender o que aconteceu. E talvez o encontro seja parte de algo maior... e maligno. Em Serpentário, Felipe Castilho mostra todo o seu talento ao mesclar referências do folclore e da mitologia a elementos da cultura pop, da ficção científica e do horror.

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