terça-feira, 20 de maio de 2014

Os Zigurates da Mesopotâmia

O zigurate era uma espécie de templo construído pelos assírios, babilônios e sumérios, povos da Antiga Mesopotâmia.

Esta construção tinha o formato de uma pirâmide, porém com a presença de espécies de degraus. Os zigurates possuíam de 3 a 6 andares. Eram construídos de pedra ou de tijolos cozidos ao Sol. A entrada era feita através do topo do templo, sendo que o acesso ocorria através de uma rampa espiralada, construída nas paredes externas do zigurate.

Sua função religiosa era muito importante, pois os antigos mesopotâmicos acreditavam que os zigurates serviam de morada para os deuses. Através destas construções, acreditavam que os deuses estariam mais perto da sociedade. Logo, somente os sacerdotes poderiam acessar as partes internas do zigurate. 

O zigurate mais famoso de todos é o de Etemenanki, popularmente identificado como a Torre de Babel, que vem descrito no Antigo Testamento da Bíblia. O Templo de Marduk na Babilónia foi reconstruído pelo rei Nabucodonosor II e pelo seu pai Nabopolassar, no século VII a. C.
 
As maiores ruínas são as de Elamite, um zigurate erigido em Choga Zambil, no século XIII a. C., que apresenta uma base de 102 metros quadrados. As ruínas mais bem conservadas são as do Zigurate de Nanna, em Ur, construído por Ur-Nammu, que reinou entre 2113 e 2095 a. C.



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